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Santa Rita, mais uma boa opção para pedalar

Data: 12/11/2017

Pedalar por estradas de terra é um convite a contemplar e conhecer melhor as localidades da zona rural de Teresópolis - Foto Marcello Medeiros

Na semana passada, destacamos aqui um ciclopasseio realizado pela turma do Centro Excursionista Teresopolitano na região de Prata dos Aredes, passando pelo Jacarandá. Na edição deste sábado, nosso destaque vai para outra área do município, agora no Segundo Distrito, muito procurada pela turma da pedalada. A localidade de Santa Rita é cercada por montanhas e estradas de terra batida, uma combinação perfeita para quem gosta de treinar distâncias mais longas e subidas e também uma boa opção apenas para passear em duas rodas nesse tipo de terreno. Aproveitando uma folguinha, foi esse meu destino na semana passada.
São várias possibilidades de estradas para chegar até Santa Rita, dando ao ciclista a opção de entrar por um lado e sair por outro, mesclando vários tipos de estrada e cruzando regiões muito frequentadas e outras com índice populacional baixíssimo. O caminho escolhido por mim foi o que passa pela localidade do Arrieiro, uma comunidade entre Posse/Campo Grande e o Segundo Distrito.
Para quem não conhece, vai a dica: Do Centro até o começo dos caminhos feitos em terra batida são aproximadamente nove quilômetros. Após cruzar a asfaltada e populosa Avenida Presidente Roosevelt, siga para a direita logo após o Hotel Alpina. Direita novamente após a ponte e um longo percurso em paralelo pela Estrada José Gomes da Costa, tendo como próxima referência uma capela. Cerca de 200 metros depois do pequeno templo católico, direita novamente.
Outra informação que pode ser útil é dar uma respirada e tomar um pouco d´água nesse local. Os próximos quilômetros serão um pouco mais sofridos. A maior altimetria desse trajeto fica justamente na localidade do Arrieiro. É como subir uma montanha pedalando, por uma rua com calçamento bastante duvidoso e desenho que em nada favorece os ciclistas (Aliás, em dias de chuva nem os carros que não sejam equipados com um 4x4...). Em um famoso aplicativo utilizado para registrar esse tipo de passeio, esse trecho é conhecido como “chora na rampa”, considerando os 960 metros de desnível...

“Deixa descer”
Vencida a “ladeira” do Arrieiro, estando entre a formação rochosa conhecida pelo mesmo nome ou Avalanche e a Pedra do Camelo, ambas na área do Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis, hora de comemorar. Dali em diante, apenas descida e terreno plano por longos quilômetros, até chegar ao antigo campo em frente à escola de Fazenda Alpina. Mas não se empolgue muito na velocidade. Afinal, além do risco maior de um tombo, correndo você deixará de admirar as muitas belezas dessa região.
Meu objetivo era ir até a sede do PNMMT, na antiga Fazenda Urso Branco, trocar uma ideia com os bravos servidores que tocam a administração dessa unidade de conservação diante de grandes adversidades, e retornar pelo mesmo caminho. Nesse percurso, indo e voltando para casa, pegando apenas um atalho diferente já na área urbana, percorri 37.2 quilômetros. Apesar de não ser um trajeto muito longo, a grande altimetria em Arrieiro (indo e voltando) acaba deixando o pedal um pouco mais pesado, fazendo que esse roteiro seja muito procurado para quem gosta de treinar. 
Além dessa possiblidade, o ciclista pode ir para Santa Rita/Fazenda Alpina pelo Holliday, por Cruzeiro, por Andradas e até pelo Vale do Cuiabá, já em Petrópolis. E, como citei no começo, tantas rotas diferentes permitem criar circuitos interessantíssimos. Veja qual você estará mais adequado a percorrer – de acordo com a distância/altimetria e sua condição física, mantenha a manutenção da bike em dia e seja feliz em duas rodas!

 

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