Paciente do SUS é obrigada a pagar por exame de sangue

A jovem T., de 19 anos, reclama que precisou pagar por um exame no SUs e que o resultado teria desaparecido antes de ser entregue

– Jovem de 19 anos teve de pagar R$ 25 por exame de sangue para obter Cartão SUS

 

A jovem T., de 19 anos, quis fazer um exame de sangue para confirmar uma possível gravidez. Ela procurou o Centro Materno Infantil da Prefeitura, que funciona no prédio da Casa de Saúde Nossa Senhora de Fátima, na Várzea. No local, foi informada que seria necessário confeccionar o Cartão SUS para conseguir o atendimento. Para isso precisaria de um exame de sangue. Ela teria sido encaminhada para um laboratório particular que funciona em um espaço anexo, onde precisou desembolsar R$ 25 pelo procedimento. A estranha exigência ganha ainda mais ares de mistério. Uma semana depois de coletar o exame a moça retornou ao laboratório para buscar o resultado e, como não portava documento de identificação, não pôde levar para casa. Voltando no dia seguinte, desta vez documentada, foi informada de que não havia nenhum exame em seu nome. A moça não recebeu qualquer recibo, protocolo ou encaminhamento do exame.

Ao buscar atendimento no Centro Materno Infantil, essa jovem teria sido obrigada a fazer e pagar por um exame de sangue em laboratório particular

Depoimento

“Quando fui fazer meu cartão do SUS a funcionária (lotada na Casa de Saúde) me pediu identidade e uma cópia de conta de luz como comprovante de residência. Depois ela me pediu um exame de sangue e eu falei que não tinha. Ela disse que eu tinha de fazer um e que teria de pagar. Perguntei o valor e ela disse R$ 25”, detalha a jovem. “Fui lá do outro lado, no laboratório, paguei e fiz o exame. A menina não me deu protocolo e nem nada. Eu deveria pagar só quando fosse buscar, mas ela exigiu que eu pagasse na hora”, explica.
T. retornou no dia previsto para pegar o resultado e, como não tinha documento de identificação em mãos, não conseguiu. Voltando no dia seguinte, teria sido informada de que seu exame desapareceu. “A moça me disse que o exame não estava lá. Não me deram nenhum papel, nenhum protocolo. Chegaram a duvidar que eu teria ido lá. Ela anotou meu telefone e disse que ligaria caso encontrasse o meu exame. Primeiro: eu tinha de pagar pelo exame feito pelo SUS? Não deveria ser de graça? Porque não me deram nenhum papel? Porque eu tive de pagar antecipado?”, questiona a jovem denunciante. Confira a matéria completa em nossa edição impressa. Nas bancas.

André Oliveira é comunicador e fotógrafo. Tem 20 anos de experiência no setor de comunicações, com passagens por diversos segmentos como rádio, jornal, revista e TV. É repórter e apresentador do jornal O DIÁRIO e da DIÁRIO TV.

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