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Saúde promete resolver situação dos PSFs

A subsecretária de Atenção Básica da Saúde, Edneia Martuchelli garante que as equipes que hoje atuam nesses locais serão contratadas de forma temporária pela Prefeitura

A subsecretária de Atenção Básica da Saúde, Edneia Martuchelli garante que as equipes que hoje atuam nesses locais serão contratadas de forma temporária pela Prefeitura

– Funcionários que já trabalham serão contratados temporariamente. Concurso público pode ser solução

 

O anunciado término do contrato da Feso com a Prefeitura para a gestão dos Postos de Saúde da Família (PSFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) não será sinônimo de interrupção do atendimento. Quem garante é a subsecretária de Atenção Básica da Saúde, Edneia Martuchelli. Segundo ela, as equipes que hoje atuam nesses locais serão contratadas de forma temporária pela Prefeitura para manter os postos funcionando. O rompimento do contrato entre Fundação e Prefeitura aconteceu na primeira semana de abril, atendendo determinação do Ministério Público do Trabalho, entendendo que a terceirização do serviço seria irregular. Passado o tempo previsto pela decisão judicial, a Feso entrega a administração destes espaços na próxima terça-feira, dia 2 de junho.

Atualmente a população de Teresópolis conta com 16 postos de saúde para receber o atendimento da chamada atenção básica. São 11 PSFs, onde atuam as 16 equipes que até então são geridas pela Feso e outras cinco UBS.

Segundo a subsecretária, a situação que levou ao rompimento do contrato entre Fundação e Prefeitura não abala a relação entre as duas partes. Pelo contrário, a Saúde do município continua contando com a parceria da instituição em outros projetos. “A questão da saída da Feso não significa o rompimentos das relações. Há inclusive um processo de integração, ensino-trabalho, que os alunos nos ajudam e que deverá ter continuidade. É de interesse do secretário Carlos Otávio essa manutenção”, detalha.

 

Segundo a subsecretária de Saúde, Edneia Martuchelli, não há qualquer risco de descontinuidade no atendimento dos PSFs após o fim do contrato com a Feso

Segundo a subsecretária de Saúde, Edneia Martuchelli, não há qualquer risco de descontinuidade no atendimento dos PSFs após o fim do contrato com a Feso

Atendimento vai continuar

A médica afirma e garante a continuidade do trabalho. “Não há nenhum risco de descontinuidade do serviço para a população e nem de demissão dos profissionais que hoje atuam na atenção básica. Temos um processo andamento na Prefeitura para que esses profissionais possam ser admitidos, a princípio temporariamente, e depois, se estabelecendo uma forma de contratação mais efetiva, para que seja garantida, dentro do maior tempo possível, a efetividade na atenção básica”.

Martuchelli aponta o caminho que a Secretaria deverá tomar para buscar a solução definitiva. “Fomos autorizados a contratar esses funcionários lotados nos postos por mais 90 dias, com possibilidade de prorrogação por outros 90. Então, temos 180 dias de atendimento garantido. Em seguida vamos buscar um processo que garanta não mais a temporalidade, mas a efetivação dos prestadores de serviço. Talvez antes desse prazo já tenhamos uma definição, que pode ser um concurso ou mesmo a manutenção da contração do processo com vínculo definitivo pela Prefeitura”, explica. Essas possibilidades estão em fase da análise na Procuradoria Geral do município.

Na avaliação da subsecretária Edneia Martucheli, os atrasos nos salários que provocaram a paralisação dos funcionários dos PSFs não deverão se repetir com a nova gestão

Na avaliação da subsecretária Edneia Martucheli, os atrasos nos salários que provocaram a paralisação dos funcionários dos PSFs não deverão se repetir com a nova gestão

Em abril, funcionários do PSF chegaram a paralisar o atendimento nas unidades por conta do atraso no repasse da verba da Prefeitura para o Unifeso que resultou na falta de pagamento dos salários. Segundo a subsecretária de Saúde, esse tipo de quadro não deverá se repetir com a gestão própria dos postos. Ela explica que existem verbas provenientes do Governo Federal e do próprio município que devem garantir a quitação em dia dos proventos. “O que entendemos é que devemos utilizar as verbas recebidas especificamente para a atenção básica. Hoje o recebimento mensal dessas verbas é capaz de subsidiar esse pagamento. Inclusive porque vamos ter uma redução do custo. Hoje a Feso, enquanto organização social tem um custo de administração. Esse valor passa a ser vinculado na contratação das pessoas. Sendo verba vinculada, só pode ser usada nas ações de atenção básica. A princípio, imaginamos que não vai haver descontinuidade ou atraso no pagamento, exceto situações pontuais”, finaliza.

 

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Atendimento suspenso nos postos de saúde da família

Há meses os salários dos funcionários atrasam, sempre com promessas não cumpridas de regularização

Há meses os salários dos funcionários atrasam, sempre com promessas não cumpridas de regularização

MAIS UM CAPÍTULO NA CRISE DA SAÚDE

– Sem salário e material para trabalhar, funcionários são obrigados a cruzar os braços

 

Enquanto a prefeitura gasta milhões com aluguel de tratores e tem outras despesas consideradas desnecessárias para o momento que passa todo o país, falta investimento na área de saúde em Teresópolis. E não é preciso fazer cálculos ou consultar qualquer tipo de planilha: as notícias divulgadas nos últimos meses mostram o resultado da falta de administração de um dos setores mais importantes do município. Filas e mais filas em locais como a UPA, dezenas de mortes dos pacientes da hemodiálise e agora o caso dos postos de saúde da família chega ao auge de sua crise. Os meses de salários atrasados e a falta de insumo nos PSFs obrigaram os funcionários do projeto a cruzarem os braços, interrompendo o atendimento a milhares de pessoas. E o quadro se complica ainda justamente em um momento que os agentes não sabem como ficará o serviço a partir do dia 02 de junho, quando termina o contrato da Fundação Educacional Serra dos Órgãos com a Prefeitura.

A médica Renata Mello e equipes do bairro de São Pedro lembram importância do programa

A médica Renata Mello e equipes do bairro de São Pedro lembram importância do programa

Estivemos em alguns dos postos de saúde da família na manhã desta quarta-feira, encontrando portas fechadas e cartazes explicando o motivo da paralisação: sem dinheiro no bolso e sequer gazes para fazer curativos, as equipes não têm como atender ao seu grande público. No PSF da Beira-Linha, a dona de casa Katia Cilene, de 35 anos, se assustou ao se deparar com o portão fechado e saber que não poderia receber o medicamento necessário. “Vim para tomar a vacina que preciso a cada três meses, o anticoncepcional, que não pode passar de hoje, e encontro tudo fechado, tudo paralisado… E como eu fico? Vou para onde? Para qual lugar? A cada dia que passa, a situação fica pior na saúde da nossa cidade e a gente fica sem saber o que fazer”, atentou. Porém, mesmo que houvesse atendimento médico nesta quarta-feira, Katia não poderia receber o contraceptivo, pois o medicamento está em falta no posto de saúde.

Marcos Vieira de Souza, agente do PSF da Beira-Linha, lamentou não poder atender a paciente e relatou a grande deficiência de insumos que já ocorre há vários meses, situação que vem sendo reclamada e ignorada pela Secretaria Municipal de Saúde. “Faltam vacinas e alguns outros medicamentos, material de limpeza, saco de lixo, copo descartável, água… Faltam talonários, folhas para xerox e até uma simples caneta azul… Falta tudo… E vem faltando lá trás, não é de agora. Os postos de saúde estão abandonados. Estamos fazendo com a nossa garra, muitas vezes tirando do bolso. Mas agora, sem salário, nem do bolso temos para tirar”, enfatizou.

Na unidade da Beira-Linha, muitos cartazes e até um caixote utilizado para indicar o fechamento

Na unidade da Beira-Linha, muitos cartazes e até um caixote utilizado para indicar o fechamento

Alheia ao descaso do poder público e tentando cumprir seu expediente nesta quarta-feira, mas impedida pelas condições de trabalho do local e de sua equipe, a Médica Renata Mello, que atende nos PSFs do Perpétuo e Rosário, localizados no mesmo endereço na Rua São Pedro, bairro de mesmo nome, cita a importância da prestação do serviço do projeto. “É uma atenção primária à saúde, faz atendimento em casos de hipertensão, diabetes, puericultura, ou seja, todos os serviços básicos à saúde”, destacou.

O agente de saúde Marcos Vieira vai além, lembrando que em muitos casos os pacientes recebem os funcionários dos PSFs em suas residências, garantindo assim o diferencial de um projeto que, inclusive, tem como obrigação que o funcionário seja morador da região onde vai atuar. “É onde a população se apoia em termos de vacina para criança, curativos, pequenos atendimentos, mas que para que se tornam enormes para as comunidades carentes. Fazemos prevenção e evitamos atendimentos em outros locais, como a Upa. Atendemos muitas residências, pessoas acamadas, que precisam desse apoio para sobreviver”, conta.

 

"A cada dia que passa, a situação fica pior na saúde da nossa cidade e a gente fica sem saber o que fazer”, atentou Katia Cilene, que buscou atendimento ontem

“A cada dia que passa, a situação fica pior na saúde da nossa cidade e a gente fica sem saber o que fazer”, atentou Katia Cilene, que buscou atendimento ontem

Que fim terá o PSF?

Mesmo um serviço de tamanha importância, vive grande incerteza no município. Na semana passada, foi anunciado o fim da parceria entre FESO e prefeitura para cogestão das Unidades Básicas de Saúde do Município. A carta aberta divulgada à população fala ainda sobre a obrigatoriedade do município em realizar concurso público para ocupação de tal programa, seguindo resultado do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo de Teresópolis.

Em nota encaminhada ao jornal O DIÁRIO no final da tarde de terça-feira, a FESO se defendeu diante da crítica situação. “A Coordenação do PSF informa que recebeu nesta data o repasse da Secretaria Municipal de Saúde, referente Contrato de Cogestão do mês de Janeiro/15, permanecendo em aberto os meses de Fevereiro e Março, cujos serviços já foram prestados. Considerando a situação atual de receitas da FESO, que além do atraso do pagamento do Contrato de Cogestão do PSF, ainda permanece sem receber parcela expressiva dos serviços prestados ao SUS, pelo HCTCO, desde outubro de 2014, bem como, considerando os atrasos nos repasses do FIES, atrasados desde janeiro de 2015, informa que o pagamento dos funcionários do PSF será efetuado tão logo a Secretaria Municipal de Saúde de Teresópolis, regularize seus débitos referentes ao Contrato do PSF. Aproveitando o ensejo, informa também que a FESO, está notificando na presente data, tal situação ao Ministério Público do Trabalho”.

“Queria pedir desculpa a população. Não pela gente, mas pelos nossos governantes. As pessoas sabem que a gente se doa todos os dias para eles, relata o agente Marcos Vieira

“Queria pedir desculpa a população. Não pela gente, mas pelos nossos governantes. As pessoas sabem que a gente se doa todos os dias para eles, relata o agente Marcos Vieira

Nesta quarta-feira, buscamos também um posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde sobre a grave situação. Na parte da manhã, alguns agentes dos PSFs foram recebidos por representantes da pasta, na Tijuca. A única informação prestada, e sem nenhum tipo de detalhe, é que a prefeitura irá assumir o programa a partir do dia 2 de junho. “Queria pedir desculpa a população. Não pela gente, mas pelos nossos governantes. As pessoas sabem que a gente se doa todos os dias para eles, mas a situação é essa”, relata o agente do PSF da Beira-Linha.

 

Ajuda dos vereadores?

Tentando encontrar uma luz no fim do túnel, as equipes estiveram na última terça-feira na sessão da Câmara Municipal para cobrar a criação de uma Fundação Municipal de Atenção Básica da Saúde, que poderia abrigar a categoria e garantir a continuidade do serviço prestado por aqueles que já há bastante tempo atuam em diversas comunidades.

Sem dinheiro nas contas e sequer material para trabalhar, funcionários se viram obrigados a fazer paralisação

Sem dinheiro nas contas e sequer material para trabalhar, funcionários se viram obrigados a fazer paralisação

“Estamos sabendo da realização desse processo seletivo e estamos muito inseguros. Tenho vínculo com a minha comunidade há 15 anos e agora vão abrir um concurso para a cidade toda? Acham justo nos obrigar a passar por um processo seletivo novamente? Peço aos vereadores que olhem para nossa situação com carinho, pois de dois em dois anos estamos passando por isso. São 200 famílias atendidas por cada agente comunitário, pessoas que você entra na casa, que tem um vínculo intenso. Gosto do que faço e agora tenho que passar por essa insegurança de concorrer com a cidade toda. E, outro detalhe, é que o agente comunitário tem que morar na área que vai atender. Como vão organizar isso através de um concurso?”, questiona Cristina Chaves, do PSF de Araras.

A situação dos funcionários foi discutida em plenário, mas o projeto para a criação de uma Fundação Municipal de Atenção Básica da Saúde ainda não entrou em votação. Foi encaminhado para discussão nas comissões da Câmara de Vereadores, que pretendem ouvir os técnicos responsáveis pela criação do projeto, que atenderia não só as equipes dos PSFs, mas outras categorias do município.

 

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Estado lança o Projeto Violeta no Fórum Central

Governador Luiz Fernando Pezão e a Primeira-dama Maria Lucia Horta Jardim na Abertura da Semana Justiça pela Paz em Casa

Governador Luiz Fernando Pezão e a Primeira-dama Maria Lucia Horta Jardim na Abertura da Semana Justiça pela Paz em Casa

– Agilização de medidas protetivas de urgência para mulher tem ação conjunta do Estado, TJ, MP e Defensoria Pública

 

O Governo do Estado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o Ministério Público e a Defensoria Pública assinaram nesta segunda-feira (9) um protocolo de intenções para institucionalizar o Projeto Violeta, que pretende reduzir de quatro dias para quatro horas o tempo de resposta e adoção de medidas protetivas de urgência para as mulheres vítimas de violência. A ação foi realizada durante o lançamento da campanha Justiça pela Paz em Casa, promovida pelo TJ no Fórum Central, no centro do Rio. A iniciativa visa despertar, mobilizar e conscientizar a sociedade sobre a gravidade da violência contra a mulher.

– Gostaria de parabenizar o Tribunal de Justiça por essa importante campanha de engajamento em prol do combate à violência contra a mulher. O Governo do Estado também está fazendo a sua parte. Foram criadas 14 Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher e outros 14 núcleos especializados dentro das unidades policiais para atender às demandas do público feminino. A ideia é levar esse projeto para todas as delegacias legais. Ter unidades especializadas para atender vítimas de violência é importante para encorajá-las a denunciarem os agressores e para que se cumpra a Lei Maria da Penha. Só assim teremos redução do número de casos de violência contra a mulher, com o fim da impunidade – disse o governador Luiz Fernando Pezão, ao lado da primeira-dama e presidente do RioSolidario, Maria Lucia Horta Jardim. – Infelizmente, os números mostram que ainda são elevados os casos de violência contra a mulher no estado. Dados do Instituto de Segurança Pública revelam que, no ano de 2013, dos 88.621 casos de lesão corporal dolosa registrados no Rio, 63,6% eram mulheres. E o pior: 63,7% das 56.362 mulheres agredidas foram vítimas de violência doméstica. Ou seja, foram agredidas por companheiros, ex-companheiros, pais, padastros ou parentes. O dado positivo – se assim podemos dizer – é que houve redução do número de mulheres agredidas no Estado do Rio em comparação com o ano anterior. Em 2012, 58.051 foram mulheres vítimas de lesão corporal dolosa – completou.

 

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Servidores inativos: Reajuste no próximo pagamento

Rosane Barbosa explicou que todos os beneficiários receberão o reajuste salarial em março, incluindo os valores retroativos a janeiro e fevereiro

Rosane Barbosa explicou que todos os beneficiários receberão o reajuste salarial em março, incluindo os valores retroativos a janeiro e fevereiro

– Tereprev explica que prefeitura não repassou dinheiro para que houvesse antecipação

Servidores inativos do Tereprev (Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Teresópolis) que tiveram o aumento nos salários aprovado na Câmara de Vereadores só irão receber os novos valores a partir do próximo pagamento que irá ocorrer no final do mês. Apesar de receber várias reclamações de beneficiários que queriam receber imediatamente o reajuste, a gestora do Tereprev alegou que a prefeitura não repassou nenhum dinheiro para que fosse feita uma folha de pagamento extra.

Rosane Barbosa, gestora do Tereprev, afirmou que o aumento não entrou no pagamento de fevereiro porque a votação na Câmara dos Vereadores só ocorreu na última sessão do mês, após o fechamento da folha: “O reajuste vai acontecer sim, como aconteceu, já existe uma tabela, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal, na última sessão do mês passado, só que não deu tempo de lançarmos no mês de fevereiro. Esse pagamento vai ser feito em março, retroativo a janeiro e fevereiro, em que eles receberão as diferenças. O que aconteceu é que o Executivo, no caso a Secretaria de Educação tem uma verba específica e resolveu pagar aos professores ativos e nós não tivemos o dinheiro, a prefeitura não teve o repasse para fazer para nós para que pudéssemos pagar aos inativos”. O atendimento do Tereprev acontece das 12h às 18h, na Rua Emille Ducumunn, 77 – Várzea. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2643-2246.

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Confusão no posto de vistoria do Detran

Uma enorme fila de veículos se formou na ladeira da rua em frente ao posto do Detran na Prata

Uma enorme fila de veículos se formou na ladeira da rua em frente ao posto do Detran na Prata

– Funcionários deixam de atender motoristas e até a PM foi acionada para intervir

 

Motoristas e motociclistas passaram por horas de espera e irritação com a falta de atendimento durante boa parte desta sexta-feira, no posto de vistorias do Detran, na Prata. Os serviços que foram marcados para o começo da manhã só começaram a ser realizados no meio da tarde e muita gente reclamou de ter que ficar na fila por tanto tempo sem conseguir se alimentar e debaixo de sol forte. Os funcionários do turno da tarde se recusavam a atender os veículos agendados para a parte da manhã e com isso houve uma grande irritação. Para conseguir eu o atendimento ocorresse, os motoristas acionaram a Polícia Militar.

O problema causou uma enorme fila de veículos na rua que fica em uma subida em frente ao posto de vistoria, em uma via com pouco espaço e sem estrutura para que os motoristas pudessem aguardar com algum conforto. O que mais causou irritação foi a falta de qualquer explicação ou satisfação por parte dos funcionários do posto.

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Santander e Caixa lideram queixas de clientes

“As pessoas muitas vezes precisam apenas de uma orientação. Em muitos casos a gente pode resolver por aqui mesmo”, disse a coordenadora do Procon Marta Correia

“As pessoas muitas vezes precisam apenas de uma orientação. Em muitos casos a gente pode resolver por aqui mesmo”, disse a coordenadora do Procon Marta Correia

-Taxas de juros são os principais motivos de reclamações

Após cinco meses de liderança do banco BMG, a Caixa Econômica Federal ficou em primeiro lugar em dezembro no ranking de queixas entre bancos com mais de dois milhões de clientes. O levantamento, divulgado mensalmente, foi publicado nesta quinta-feira (15) pelo Banco Central (BC). Em Teresópolis, que encabeça a lista é o banco Santander, que é o banco onde os funcionários da PMT recebem seus proventos mensais.

Marta Correia, Coordenadora do Procon em Teresópolis, afirma que as taxas de juros de empréstimos são as grandes vilãs dos consumidores: “Atualmente temos reclamações com relação aos juros cobrados em empréstimos, cheques especiais e dívidas bancárias”. Entre os bancos com a maior quantidade de reclamações está o Santander, que tem, inclusive todos os funcionários da PMT como correntistas. “O Santander consta como o primeiro escalão de reclamações e os outros privados, como Bradesco e Itau”, enfatiza.

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Clínicas e laboratórios continuam sem acordo com Unimed

– Grupo quer garantia de viabilidade econômica da cooperativa e redução da contribuição exigida

Robson Pinto afirmou que as clínicas querem ajudar desde que haja uma negociação das condições do contrato

Robson Pinto afirmou que as clínicas querem ajudar desde que haja uma negociação das condições do contrato

A relação entre a Unimed Teresópolis e os prestadores de serviço continua complicada, mesmo após uma reunião realizada na semana passada para buscar o entendimento. O grupo formado por representantes de clínicas e laboratórios quer reduzir a cobrança de 30% que foi imposta sobre a média de faturamento e também reclama de não ter a garantia de que após um acordo de ajuda a situação da cooperativa será sustentável. Robson Pinto, diretor da Clínica de Ortopedia e Traumatologia (C.O.T.), explicou que o grupo ficou frustrado com a reunião com a direção da Unimed e por isso enviou uma carta que explica as condições para que um acordo possa se tornar realidade.
“Infelizmente, eles ficaram devendo uma explicação real que pudesse convencer a nós prestadores a contribuir com a ajuda financeira. A conclusão alegada lá é que esses 30% que tinham dito que a gente teria que contribuir foi porque os cooperados já estão pagando 30% desde dezembro e que seria injusto com eles. Isso não existe, são coisas completamente diferentes. Somos empresas prestadoras de serviço, tem muitos custos dentro de uma empresa, cada uma com seu grau de dificuldade e a gente quer ajudar, na medida do possível, cada empresa, com a sua possibilidade, vai contribuir, só que a gente pediu um estudo que foi solicitado pelos próprios cooperados em março desse ano sobre a viabilidade da empresa. Se existir realmente esse estudo mostrando a viabilidade da Unimed Teresópolis, que ela tem condições de atendimento, sem nenhum tipo de problema maior, é claro que todos os prestadores estão dispostos a contribuir”, afirmou Robson.

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Teresópolis disputa olimpíada dos bombeiros militares

– Agentes do 16º GBM estão na sede da corporação para uma competição de duas semanas

O comandante Leal afirmou que o grupo vai com o objetivo de conseguir o primeiro lugar em todas as competições

O comandante Leal afirmou que o grupo vai com o objetivo de conseguir o primeiro lugar em todas as competições

O 16º Grupamento de Bombeiros Militares começou a participação nos jogos internos de simulação de atendimento que ocorrem no Quartel Central, localizado na cidade do Rio de Janeiro. A unidade enviou uma equipe de 48 agentes que irão disputar os jogos profissionais que são uma verdadeira olimpíada da corporação. O comandante Leal está muito confiante em um bom resultado da equipe que é responsável por fazer o atendimento das emergências em Teresópolis e região.
Nossa reportagem conferiu um dos últimos treinamentos da equipe antes de se deslocar até a sede do evento, que vai durar duas semanas e desafia os profissionais a realizarem as tarefas inerentes ao dia a dia, no menor tempo e da maneira mais correta.
“Essa competição envolve o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, onde todas as unidades participam dessas provas profissionais, que na verdade é uma olimpíada, com várias modalidades de competição, todas relacionadas com a nossa atividade fim: salvamento, extinção de incêndio, nós e voltas, atendimento pré hospitalar, pista de aparelhos, a rotina que o bombeiros tem nos atendimentos”, explicou o comandante do 16º GBM, tenente-coronel José Ricardo Leal.
Só o treinamento já deixa qualquer um impressionado com a variedade de ações que os militares conseguem executar em um espaço de tempo que não passa dos cinco minutos. Combate afogo, resgate, rapel, atendimento à vítima, deslocamento e montagem de equipamento estão entre as atividades que serão exigidas dos bombeiros.

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Banco de Sangue em novo horário de atendimento

– Doações agora só podem ser feitas três vezes por semana

A médica Jéssica Campos, responsável pelo Hemonúcleo municipal, garante que a medida não é definitiva e não vai prejudicar a coleta da cidade

A médica Jéssica Campos, responsável pelo Hemonúcleo municipal, garante que a medida não é definitiva e não vai prejudicar a coleta da cidade

O Hemunúcleo Municipal, posto de coleta de sangue da Secretaria de Saúde, passou a atender em novo horário. Devido à falta de médicos especialistas, a unidade agora só funciona para coleta as segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 12h. Apesar da diminuição nos dias de coleta, a direção da unidade garante que a medida não vai prejudicar a demanda que a cidade precisa para atender os hospitais e cidades vizinhas.
A unidade é chefiada pela médica hematologista e hemoterapeuta Jéssica Campos. “Neste momento nós precisamos readaptar nossos horários por questão de pessoal, de equipe. Não temos médicos suficientes para compor a coleta durante todos os dias da semana. Vamos concentrar nossa equipe as segundas, quartas e sextas e manter um fornecimento adequado para o município”, justifica. Ela explica que o procedimento de coleta deve sempre ser acompanhado por um médico. Dois profissionais de sua equipe tiveram de deixar o posto, sendo um por aposentadoria e outro por transferência de local.
O Hemonúcleo de Teresópolis tem capacidade para coletar até 25 bolsas de sangue diárias, bem acima da demanda da cidade, que costuma realizar em média 200 transfusões por mês. “A princípio essa mudança não vai prejudicar a coleta. A ideia é concentrar esse trabalho nos três dias, em vez de distribuir ao longo da semana. Com o número de coletas que estamos propondo fazer neste dias, podemos quase que garantir que não vai haver um desabastecimento de sangue no município”, detalha.

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Pacientes da Hemodiálise realizam novo protesto

– Grupo reivindica Hospital de apoio para tratamento e fecha Avenida Feliciano Sodré

O secretário de Governo Leonardo Vasconcelos recebeu uma comitiva dos manifestantes, porém eles consideraram o encontro insuficiente para solução dos problemas

O secretário de Governo Leonardo Vasconcelos recebeu uma comitiva dos manifestantes, porém eles consideraram o encontro insuficiente para solução dos problemas

A tarde desta terça-feira, 12, foi caótica para o trânsito de Teresópolis. Tudo por conta de uma manifestação realizada por pacientes de hemodiálise, que sem ter onde receber o cuidado na cidade, são obrigados a viajar duas ou três vezes por semana para Itaboraí, onde são submetidos ao procedimento médico. Além do desconforto, o grupo se queixa também da falta de um hospital de apoio para cuidados de emergência. Sem uma previsão para o início do funcionamento do Centro de Hemodiálise, que está sendo construído na Tijuca, e sem conseguir ser recebidos pelo Prefeito, o grupo resolveu realizar a manifestação.
O tumulto aconteceu por volta das 15h. Com faixas, cartazes e apitos, eles ocuparam a pista da Avenida Feliciano Sodré, impedindo a passagem de carros. A barreira montada se estendeu até a Rua Rui Barbosa, que poderia ser usada como rota de fuga para os carros. Com isso, foi criado um verdadeiro nó na Várzea. Agentes da Guarda Municipal se desdobravam e corriam entre ruas paralelas para tentar buscar uma solução para o escoamento. O engarrafamento chegou ao centro da Várzea, atingindo ruas como Duque de Caxias e Heitor de Moura Estevão.
Os veículos que seguiam pela Reta em direção ao Alto eram obrigados a retornar no cruzamento em frente à palácio do Poder Executivo, voltando pela mesma avenida e tomando a Tenente Luiz Meireles, para depois entrar na Rua Nilza Chiapeta Fadigas, seguindo novamente para a Reta. O retorno de 180 graus era trabalhoso para ônibus e carros de passeio, que contribuíam para a lentidão no escoamento. Em dado momento, os agentes conseguiram inverter a mão da Rui Barbosa e o trânsito seguiu com mais fluidez.

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