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Quase dois meses de total abandono na Praça Olímpica

Pracinha com portões trancados: há quase dois meses ninguém aparece para abri-los...

Pracinha com portões trancados: há quase dois meses ninguém aparece para abri-los…

– Empresa sumiu e deixou ferramentas para trás. Prefeitura sequer se pronuncia em relação ao caso

Parece notícia repetida, mas não é. Em total desrespeito ao teresopolitano e autoridades que deveriam fiscalizar a utilização de recursos públicos, a prefeitura segue sem sequer se pronunciar em relação ao abandono da obra iniciada em abril de 2014 na principal praça do município, a Olímpica Luís de Camões. Já se passaram quase dois meses desde a última vez que um funcionário da empreiteira Prosan Engenharia foi visto no local – firma que já recebeu mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos. Os tapumes colocados para impedir o acesso à obra já foram vandalizados em vários pontos e, dessas aberturas, é possível ver que máquinas e ferramentas foram deixadas para trás, dando a impressão “que a obra vai continuar a qualquer momento”. O motivo para o abandono seria o mesmo que afeta diversos outros setores da PMT: falta de cumprimento do município com a firma petropolitana, que ainda aguarda o recebimento de R$ 312 mil.

Desrespeito e desperdício de dinheiro público: muito material está espalhado pelos cantos

Desrespeito e desperdício de dinheiro público: muito material está espalhado pelos cantos

A previsão era que o serviço fosse concluído em 150 dias. O objetivo era que acontecessem no local eventos relacionados à Copa do Mundo de 2014, visto que, além do próprio Mundial realizado no Brasil, Teresópolis receberia a Seleção então comandada por Scolari. Porém, houve um grande atraso e o serviço só teve início no dia 1º de abril do ano passado, impossibilitando então a utilização da área para o acompanhamento dos jogos ou a realização de eventos para promover o município, aproveitando a grande movimentação de jornalistas esportivos e turistas.

Desde então, os esportistas e os pequenos teresopolitanos estão impedidos de utilizar o único espaço público destinado para esse fim na região central do município. “A gente fica muito triste quando passa por ali e vê aquilo tudo abandonado, uma área que poderia estar sendo para o esporte, pelos idosos, pelas crianças… É triste ver uma obra simples se arrastando por mais de um ano e ninguém fazer nada. Não temos justiça, ninguém faz nada, estamos à deriva e pagando impostos por isso… Corremos atrás de melhorias para a cidade, mas, vendo coisas assim, ficamos desanimados”, relata o empresário Leandro Passos, que tem estabelecimento comercial próximo à “atualmente pracinha fantasma”.

Ele lembra ainda que, além do desperdício de dinheiro público, visto que a obra não foi concluída e já está abandonada, causando deterioração do que foi feito e do material ainda espalhado pelos cantos, o descaso do poder público gera prejuízo aos comerciantes do entorno.

“É triste ver uma obra simples se arrastando por mais de um ano e ninguém fazer nada”, enfatiza Leandro Passos

“É triste ver uma obra simples se arrastando por mais de um ano e ninguém fazer nada”, enfatiza Leandro Passos

“Recentemente estive em Goiânia e vi praças com áreas para se correr, caminhar, brinquedos para crianças, locais para a terceira idade praticar esportes… Várias coisas que ajudavam o movimento no comércio do entorno, que por aqui vem perdendo bastante com o abandono da praça. Além disso, o Regadas poderia ficar aberto aos domingos, para ampliar a área de lazer e ajudar os Combares, por exemplo, o que o não acontece. Parece que as pessoas não querem que isso aconteça na cidade. Acham bonito Gramado, Paraty , Tiradentes, mas não trabalham essas ideias em Teresópolis”, atenta Leandro.

 

Carrinhos de mão, capacete, betoneiras e outras ferramentas abandonadas no canteiro de obras

Carrinhos de mão, capacete, betoneiras e outras ferramentas abandonadas no canteiro de obras

Caso está na Justiça

A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Núcleo Teresópolis apura o grande atraso na obra e o valor total empregado na licitação, citando ainda eventuais atos de improbidade administrativa que pode responder o gestor municipal, Arlei Rosa. Documento encaminhado em meados de maio pelo Ministério Público para a Procuradoria do Município pede os seguintes esclarecimentos: Justificativa para o atraso nas obras, quais medidas estão sendo adotadas pelo município para garantir conclusão do serviço e novo prazo para seu término, se houve algum tipo de sanção contra a empresa Prosan Engenharia, se aconteceu abertura de novo crédito para eventuais encargos excedentes e, por último, onde foram parar produtos materiais adquiridos pelo governo municipal, em outra licitação, bastante semelhantes aos utilizados na praça – e, assim, já pagos na contratação da Prosan. Também foram anexadas ao processo fotografias de um caminhão da Prefeitura descarregando areia na obra que custou R$ 1,5 milhão aos cofres públicos. Na ocasião, a PMT alegou que o material seria para “acabamento”, serviço que seria de sua competência.

Por algumas vezes, tentamos ouvir a firma petropolitana Prosan Engenharia, que já recebeu R$ 1,2 milhão pelo serviço, mas fomos informados, via telefone, “que a empresa não se pronunciaria em relação ao caso e que tal esclarecimento deveria ser prestado pela secretaria de obras de Teresópolis”. E, apesar do que se vê atualmente, a empresa diz que está com o serviço em dia. Nesta terça-feira, buscamos novamente um posicionamento da Prefeitura, não obtendo nenhum tipo de resposta até o fechamento desta edição.

Assim que foi constatado que os funcionários da Prosan haviam deixado o município, a Secretaria de Fiscalização de Obras Públicas de Teresópolis informou apenas que “a obra de reforma da Praça Olímpica se encontra na fase final, ou seja, faltam alguns trabalhos de acabamento, como colocação de luminárias e refletores, instalação da tela do alambrado e finalização dos serviços de jardinagem”.

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Comércio comemora a segunda data mais forte do ano em vendas

 

Flores são presentes que sempre agradam e nunca saem de moda e a tradicional Floricultura Teresópolis irá trabalhar no domingo das mães

Flores são presentes que sempre agradam e nunca saem de moda e a tradicional Floricultura Teresópolis irá trabalhar no domingo das mães

 

– Dia das Mães enche as ruas do centro da cidade de pessoas a procura dos melhores presentes

 

Chegou a grande data. O momento de se homenagear o amor maior, simplesmente aquela pessoa que nos deu a vida. O Dia das Mães é uma das datas que mais movimenta o comércio do Brasil inteiro e procurar um bom presente para as mamães, às vezes é uma tarefa bastante agradável. E trabalhosa também. Afinal, não é qualquer presente que devemos dar e a busca é por algo que faça jus àquela que nos criou com tanto carinho e ternura e muitas das vezes o consumidor gasta horas pelas ruas da cidade, em busca de um tema, uma boa opção que seja marcante e que caiba no seu bolso. Algo que alegre as suas mães neste dia tão especial. Talvez deixa-las mais belas e elegantes. Tem outros que optam por deixar as mesmas mais cheirosas e bonitas… As flores também seguem em alta. Belas flores nunca saem de moda e são uma demonstração de carinho e respeito. Enfim, são muitas opções, mas às vezes, você se pega pensando. O que o que eu poderia dar para a minha mãe no domingo? Para começar, devemos conhecer bem a mulher que é a nossa mãe e não presentear segundo o nosso gosto e sim o dela. Afinal, é Dia das Mães.

Na World Gift, dicas de botas e sapatilhas entre muitas outras opções de presentes

Na World Gift, dicas de botas e sapatilhas entre muitas outras opções de presentes

Falar de presente do Dia das Mães e não falar de sapatos seria absolutamente impossível, porque hoje em dia, as mulheres são apaixonadas por sapatos, sandálias, botas… Algumas chegam às dezenas de calçados em um consumismo tremendo. Portanto, sapato é uma boa opção para se presentear, mas você tem que estar por dentro do gosto da sua mãe, bem como entender como ela se veste e como combinar com as roupas que já possui. Nesta época do ano, as botas fazem muito sucesso, já que na estação do frio, ela tem que se aquecer e ficar ainda mais elegante. “Aqui na loja, nós temos muitas opções e para manter a mãe mais aquecida, nós temos belas botas com conforto e elegância”, afirma Cristiane Feitosa, vendedora da World Gift, nova loja de sapatos e acessórios femininos na Calçada da Fama e que está fazendo muito sucesso. “Estamos vendendo muito justamente por causa da variedade de botas, sapatos, sandálias, bolsas, carteiras… São muitas opções”, completa a funcionária, mostrando uma bela bota com tema “oncinha”.

“Uma boa dica é o kit Glamour Amour que foi baseado nas pérolas que representa o ‘amor de mãe para filho’, um produto de uma fragrância bastante rara e muito agradável”, diz Solange Santos do Boticário

“Uma boa dica é o kit Glamour Amour que foi baseado nas pérolas que representa o ‘amor de mãe para filho’, um produto de uma fragrância bastante rara e muito agradável”, diz Solange Santos do Boticário

Outra opção que é infalível é de perfumes e cremes. Sempre agradam. O Boticário é referência na cidade, quando falamos neste setor e se quiserem ter um “jogo ganho”, vale a pena optar por um belo kit da marca. Na loja do Teresópolis Shopping Center encontramos um ótimo movimento e diversas opções para agradar qualquer mãe.  “O Dia das Mães no Boticário é um dos  melhores dias. O segundo depois do Natal e temos um número de vendas bastante agressivo porque nós trabalhamos com beleza e beleza sempre agrada as mulheres”, afirma Solange Santos, gerente do Boticário, animada com o movimento desta data especial. Vale ressaltar também o atendimento, fundamental para dias de loja cheia… Atender bem com bons produtos é ganhar o cliente para sempre. As meninas do Boticário são orientadas para dar boas dicas. “Nós temos uma grande dica, que é o kit Glamour Amour que foi baseado nas pérolas que representa o ‘amor de mãe para filho’, um produto de uma fragrância bastante rara e muito agradável”, completa a gerente.

As roupas da Etel Stein chamam a atenção e são opções de bom gosto para mães antenadas na moda

As roupas da Etel Stein chamam a atenção e são opções de bom gosto para mães antenadas na moda

 Flores sempre agradam

As flores também fazem muito sucesso. Sempre. Não saem de moda, mas presentear com flores não é tão fácil e a escolha deve ser baseada no gosto da mãe que será presenteada. Na tradicional Floricultura Teresópolis a quantidade de flores que já tinham chegado na quinta-feira dão a dica de quão é procurado ainda este produto que demonstra carinho. “Ainda procuram muitas flores para dar de presente no Dia das Mães e os buquês fazem sucesso. Os mais escolhidos são os de rosas e flores do campo”, explica a vendedora Aline Martins que está preparada para a verdadeira “maratona” de vendas de flores. Mas a loja tradicional já está acostumada e consegue atender rapidamente. “Referente ao atendimento, para os ‘atrasadinhos’, a loja estará aberta no próprio domingo Dia das Mães e quem quiser comparecer, poderá aproveitar o nosso serviço e fazer a encomenda para todas as mamães”, completa.

Para as mães requintadas e elegantes por natureza, nós encontramos excelentes opções de moda na Etel Stein, uma das lojas que mais crescem na cidade de Teresópolis, com sobretudos “chiques”, jaquetas de couro com diversas cores diferentes, porque esta moda outono-inverno não é “em preto e branco”. “A procura está ótima! Tem gente procurando roupas, bolsas, tudo para deixar as mamães mais lindas”, afirma a vendedora Monique Fraga que vê esta data como uma excelente oportunidade para se renovar os “modelitos” das mães antenadas na moda. “O que está vendendo mais é o sobretudo que é capaz de deixar as mães mais quentinhas e elegantes, mas para quem não gosta de presentear com roupas, a dica são bolsas que aqui na loja fazem muito sucesso”, completa Michele na Etel Stein na Calçada da Fama.

 

 

 

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Frio aquece vendas e turismo em Teresópolis

“No inverno a gente usa muito mais peças do que a gente usa normalmente no Verão. Mais roupas e  muitas possibilidades de combinação”, afirma Nilda Dias

“No inverno a gente usa muito mais peças do que a gente usa normalmente no Verão. Mais roupas e muitas possibilidades de combinação”, afirma Nilda Dias

– Temperatura cai e impulsiona o consumo de roupas e comidas na cidade

 

É normal dizer que no inverno, as pessoas se vestem melhor. E é verdade. A expectativa da moda outono-inverno é sempre grande, justamente por ser uma moda rica em detalhes e elegância e em cidades serranas mais frias como a nossa, a ansiedade pelas novidades da estação cresce porque existe a promessa do aumento nas vendas em todas as classes e estilos, sobretudo na moda feminina com a chegada das roupas mais elaboradas, suéters, botas, entre outras para que a mulher esteja mais elegante e são inúmeras as lojas de qualidade que hoje oferecem em Teresópolis o que há de melhor na moda. No mesmo ritmo, no setor de alimentação, o consumo aumenta, já  que as pessoas, notoriamente, tem mais apetite e buscam comer mais e melhor, o que acaba por aquecer também as vendas no circuito gastronômico da cidade que hoje, sem dúvida, representa um dos grandes atrativos para os turistas, principalmente vindos dos grandes centros pela qualidade, variedade e bons preços em Teresópolis.

Uma grande campeã de vendas na estação é a jaqueta de couro

Uma grande campeã de vendas na estação é a jaqueta de couro

A moda outono-inverno vem com um estilo forte, de belas cores e muita personalidade. Desde o sobretudo, as “imortais” jaquetas de couro e o conhecido “militarismo” com jaquetas, parkas no tema e  assessórios acompanhando das elegantes botas, até os radicais coturnos. Tudo é moda outono inverno 2015. Uma das lojas mais conceituadas de Teresópolis, a Limit mostra elegância na variedade, atendendo desde o jovem até as pessoas da terceira idade com muita beleza e estilo. “A loja busca vestir bem o cliente, como também satisfazer a necessidade do mesmo para o dia a dia neste inverno”, explica a gerente da loja Nilda Dias, feliz com a chegada da estação. Afinal, as pessoas se vestem mais. “No inverno a gente usa muito mais peças do que a gente usa normalmente no Verão, colocando  um t-shirt, uma camisa de tecido e o pull over, o casaco, a calça, enfim, são muitas peças e muitas possibilidades de combinação. Quem gosta de se vestir bem, comemora a chegada da estação e quem está vendendo também”, sorri Nilda ao mostrar uma bela quantidade de casacos. A Limit fica na Rua Duque de Caxias, 147, na Várzea.

– Restaurantes cheios em Teresópolis é uma constante com a queda da temperatura

– Restaurantes cheios em Teresópolis é uma constante com a queda da temperatura

 

Em uma proposta de dia a dia bem vestido, a Peralta vem forte com sobretudo (no estilo “japona” que está usando muito), blusas femininas com muita variedade, moletons com diversas cores da estação e estampas bem transadas, além da tradicional jaqueta de couro, mas com acabamentos inovadores e cores, muitas cores dando o tom de modernidade de 2015. “O inverno já traz aquele clima de frio de moda, vestir bem e nós vendemos muitos casacos, botas… É uma época de charme”, exalta Wellington Pfister, gerente da loja da Calçada da Fama, especializada em calçados, mas com uma boutique de fazer inveja. Dá pra notar o aumento do movimento na loja com muitas pessoas procurando inclusive presentes para vestir bem as suas mães, já que se aproxima o dia de homenageá-las. A tradicional loja do centro da cidade fica na Rua Francisco Sá, 51.

 

O termômetro do Soberbo registrou 9 graus e o comércio agradece [Foto: Janaína Franco]

O termômetro do Soberbo registrou 9 graus e o comércio agradece [Foto: Janaína Franco]

Comendo bem no inverno

A maioria dos pratos mais saborosos são próprios da estação mais fria do ano. Por isso, toda vez que cai a temperatura, todos os restaurantes comemoram a subida do movimento. Nos hotéis de Teresópolis sobem aumenta a frequência de um povo que quer paz, tranquilidade, curtir o friozinho e comer bem. Eles fogem da agitação das metrópoles e querem bons restaurantes. Em Teresópolis eles encontram bom atendimento, preços justos e cozinha de qualidade. É o caso da Custela du Manel, que trabalha com o típico prato para o inverno. A costela tem a procura maior quando o tempo esfria e é motivo de orgulho para o proprietário da casa da Ermitage: “Agora começa a minha alta temporada”, comemora Manel com o seu restaurante cheio no feriado do Dia do Trabalho. Normalmente uma boa costela com um vinho é a combinação bem pedida aqui na casa nesta época, porque a nossa casa é bem família, casais de namorados. Outra pedida nossa auqi é o rodízio de caldos que começamos neste final de semana. Muitos caldos. Mocotó, ervilha, canja, entre muitos outros é sucesso na certa”, completa o proprietário que recebe bastante turistas para provar a sua famosa costela na Avenida Manuel José Lebrão 1.163.

 

O ecoturismo celebra a volta do frio para a região na capital nacional do montanhismo

O ecoturismo celebra a volta do frio para a região na capital nacional do montanhismo [Foto: Emille Peres]

O frio e o ecoturismo em Teresópolis

Para quem pratica um esporte que tem tudo a ver com a nossa região, o montanhismo, a diminuição na temperatura é um grande aliado. Com os dias mais secos e gelados, encarar uma trilha em qualquer uma das três unidades de conservação ambiental que cercam o nosso município fica ainda mais convidativo. “Teresópolis é privilegiada por ter um parque federal, um estadual e um municipal. E com a chegada do frio aumentam ainda mais as opções na Serra dos Órgãos, Três Picos e no Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis, que tem como símbolo a Pedra da Tartaruga. Com o tempo ameno e menor possibilidade de chuva, dá para fazer longas trilhas e escaladas, além de acampamentos para curtir esse visual lindo dos finais de tarde que só temos nessa época do ano. Para quem gosta de se aventurar ou quer buscar um contato mais íntimo com a natureza, há muita coisa para fazer no nosso município. E essa época é a melhor para isso”, atenta o montanhista Marcello Medeiros, autor da coluna “Mochileiro”, do jornal O DIÁRIO, e apresentador do programa de mesmo nome na DIÁRIO TV. Ele também faz parte da diretoria do Centro Excursionista Teresopolitano, o CET, principal entidade de montanhismo do município.

 

 

 

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Mais um feriado de lojas fechadas em Teresópolis

Mesmo com a expectativa de cidade cheia, o comércio do centro da cidade ficará fechado neste 1º de maio

Mesmo com a expectativa de cidade cheia, o comércio do centro da cidade ficará fechado neste 1º de maio

– Comércio não funciona na próxima sexta-feira, Dia do Trabalhador

 

Depois de padecer durante um mês recheado de feriados e dias improdutivos, o comércio de Teresópolis já se prepara para entrar em mais um período tentando se recuperar os prejuízos anunciados. Porém, maio já começa, de cara, com um feriado nacional: o Dia do Trabalhador, celebrado na próxima sexta-feira, dia 1º. Desta vez nem o acordo previsto entre patrões e empregados, que prevê a abertura das lojas sempre que um feriado cair numa sexta-feira ou sábado, vai salvar as lojas do prejuízo. Isso por que o próprio documento prevê uma ressalva em se tratando especificamente desta data.

Convenção Coletiva entre patrões e empregados teve ressalva para proteger o feriado do Dia do Trabalhador. Com isso o comércio não funciona

Convenção Coletiva entre patrões e empregados teve ressalva para proteger o feriado do Dia do Trabalhador. Com isso o comércio não funciona

A Convenção Coletiva de 2014/2015 foi celebrada entre as representações sindicais dos empresários e dos empregados. O documento traz uma série de resoluções, como piso salarial, reajustes, documentações, ressalvas para shoppings, mercados e hortifrutis, abonos, qüinqüênios, direitos e garantias trabalhistas e bancos de horas.  O documento fala também sobre a situação dos feriados, criando uma ferramenta de defesa dos lojistas, que poderiam abrir suas casas sempre que os feriados incidirem em sextas-feiras e sábados. Nesse caso, as lojas abrem e os patrões são obrigados a pagar R$ 30 por colaborador e dar uma folga para cada um em até 30 dias. A mesma convenção, que pode ser vista na íntegra no site do Sincomércio, faz ressalvas em relação a datas específicas, como 25 de dezembro (Natal), 1º de janeiro (Ano Novo), 1º de maio (Dia do Trabalhador), 6 de julho (aniversário da cidade) e 7 de setembro (Independência do Brasil). A regra vale para lojas, excetuando-se supermercados e hortifrutis, que possuem cláusula própria.

Como fica o feriado?

Comércio, bancos e escolas, tanto públicas quanto particulares, não funcionam. Os shoppings localizados no bairro do Alto abrem suas portas e recebem normalmente sua clientela na sexta-feira. Da mesma forma, a Feirinha de Teresópolis terá um dia normal de funcionamento, das 9h às 18h, segundo pelo fim de semana. São mais de 500 pontos de venda de moda, artesanato e praça de alimentação. Já para quem está no centro da cidade, uma outra opção é visitar os estandes do Espaço Mulher, que funciona sexta-feira e sábado na Praça da Matriz.

Supermercados e hortifrutis também terão um dia normal de trabalho. Da mesma forma, a Prefeitura mantém os chamados serviços essenciais trabalhando, como coleta de lixo, Defesa Civil, Guarda Municipal e Cemitério Municipal. Casos de emergência médica poderão ser encaminhados para a Unidade de Saúde Dr. Eitel Haje, no bairro de São Pedro, para o Pronto Atendimento de Bonsucesso e também para a Upa, do Bom Retiro, que funciona 24 horas para atender os casos de urgência e de emergência de baixa e média complexidade. Postos e unidades básicas de saúde ficam fechados e só retomam o atendimento na segunda-feira, dia 4 de maio.

 

 

 

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Aperte o cinto: O troco de Teresópolis sumiu

 

A Casa da Moeda já produziu, desde o ano passado, quase 3 bilhões em moedas para o Banco Central e ainda sim ela sumiu do mercado

A Casa da Moeda já produziu, desde o ano passado, quase 3 bilhões em moedas para o Banco Central e ainda sim ela sumiu do mercado

– A cédula de cinquenta reais, que deveria ser comemorada, vira vilã em muitos estabelecimentos

Experimente sair da sua casa com apenas uma nota de cinquenta reais na carteira e tente tomar um cafezinho, adquirir uma Raspadinha ou algo similar de menor valor. A possibilidade de você receber uma “cara feia” de volta é muito grande. E a sua sensação certamente será de culpa por simplesmente por “levar dinheiro” para o estabelecimento comercial. A falta de troco é uma realidade no mercado e as moedas praticamente não existem e boa parte do varejo, usa do expediente de não arredondar seus preços. Ou seja, o que vai acontecer é a tal “cara feia”, a espera pelo busca do troco, mas nunca você receberá um centavo a mais. Nesta ação, o cliente prejudicado irá considerar a loja de “mau atendimento”, o que poderá prejudicar a fidelização dos clientes e, em último caso, até incorrer em multa, afinal, as lojas que se dispõem a praticar preços que não são redondos e não têm troco para entregar ao consumidor (que paga em dinheiro vivo), estão sujeitas a punições.

 

Marcos Fofura. “As vezes a cliente quer comprar alguma coisa de dois reais com uma nota de cinquenta e a gente tem que se virar rápido. O cliente tem sempre razão!”

Marcos Fofura. “As vezes a cliente quer comprar alguma coisa de dois reais com uma nota de cinquenta e a gente tem que se virar rápido. O cliente tem sempre razão!”

O comércio de Teresópolis já goza de uma reputação de “mau atendimento” e mesmo com a crise em que vivemos, onde é cada mais difícil se efetuar uma venda, o consumidor está bem mais criterioso para disponibilizar o seu dinheiro em qualquer balcão de loja. E quando uma pessoa chega a conclusão de que deva adquirir este ou aquele produto ou serviço e apresenta uma nota alta, recebe de volta a antipatia do caixa da tal loja. O comerciante Marcos Fofura considera como “um absurdo” este expediente. Famoso por vender roupas e acessórios de bebê em sua loja, que trabalha com o varejo “miúdo”, faz de tudo para atender bem e orienta as suas funcionárias. “É muito complicado porque a gente tem que, na abertura da loja ter troco, tanto quanto na hora que falta no meio do dia. Afinal, o cliente sempre tem razão. Nós temos que nos virar. Simplesmente isso. A gente que se vire!”, sorri o lendário comerciante que ainda falou sobre as suas funcionárias. “As vezes a cliente quer comprar alguma coisa de dois reais com uma nota de cinquenta e a menina do caixa ameaça fazer uma cara feia, mas não pode. Porque eu sou cliente também e quando eu saio para comprar, gosto de ser bem atendido”, completa.

“Já perdi até quinze minutos esperando um troco. Isso é um absurdo! Isso eu considero mau atendimento”, diz Marcelo Pimentel

“Já perdi até quinze minutos esperando um troco. Isso é um absurdo! Isso eu considero mau atendimento”, diz Marcelo Pimentel

 

Se nos ônibus cada vez mais são usados os cartões magnéticos, quem se utiliza de dinheiro em espécie também sofre e os cobradores não são exatamente “exemplo de simpatia”. “Eu não tenho andado muito de ônibus, mas antes de entrar em um, costumo passar no comércio e trocar o dinheiro porque o trocador vai me encher de moedas ou vai me enrolar até me dar o troco e uma vez eu até esqueci”, sorri Fátima Campos, dona de casa que diz preferir andar a pé. Nas padarias com o famoso cafezinho ou nas lojas de R$ 1,99, o problema é o mesmo. “O mais chato é que a gente acaba perdendo um tempo porque, além de parecer que nós somos inimigos mortais das meninas do caixa, ainda temos que, às vezes, esperar que eles se dirijam até outra loja para trocar o dinheiro… Já perdi até quinze minutos esperando um troco. Isso é um absurdo!”, exclama Marcelo Pimentel, que também é comerciante e acha que “atendimento” diz respeito a tudo dentro do estabelecimento comercial, desde a abordagem do vendedor, até o caixa que te dá o troco. “O importante é a gente se sentir bem dentro de uma loja, para que possa ter vontade de voltar. Moramos em uma cidade pequena e a fidelização do cliente é fundamental para que possamos viver bem. Todo mundo gosta de ser bem tratado”, desabafa Marcelo, que acabara de sair da padaria para tomar um cafezinho. “Mas eu tinha moedinha na carteira. Isso facilita muito!”, completa o comerciante.

O troco está em falta no mercado, mas a culpa não é do cliente

O troco está em falta no mercado, mas a culpa não é do cliente

 

Negar troco é contra lei

Em um momento no Brasil onde foi estabelecido como moda o 99… R$ 17,99 ou 29,99 e muitas lojas não dispunham de troco para os seus clientes, foi criado tanto no Código de Defesa do Consumidor (CDC) quanto pelo Código Civil a punição para quem não der o troco ao cliente. Inclusive, pelo artigo 884 do Código Civil, as lojas podem até serem enquadradas por enriquecimento ilícito. Para garantir o chamado “dinheiro circulante”, no entanto, a Casa da Moeda produziu só no ano passado 3,15 bilhões de cédulas e 2,3 bilhões de moedas para o Banco Central. Este ano, foram outros 908,3 milhões de cédulas e 425,7 milhões de moedas até agora. E as vendedoras/caixas dos pequenos estabelecimentos ainda te fazem aquela pergunta: “Você tem alguma moedinha aí para facilitar o troco?” Não é o caso da Copycenter, famosa loja de cópias no Centro, onde Ronaldo e os seus funcionários estão “armados” de moedinhas para atender durante todo o dia. Afinal, o seu produto custa centavos sempre. “A gente tem sempre  que ter moeda no caixa porque senão passa dificuldade e para resolver esta questão, a gente tem uma verdadeira irmandade com as lojas que tem o mesmo problema e vamos trocando entre nós”, sorri o empresário. Ronaldo ainda fala que os clientes ajudam muito. “Eles mesmos trazem moedinhas pra gente. Tem essa cultura, mas sempre devolvemos pra eles um sorriso. Com ou sem moeda!”, completa o comerciante.

 

 

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Abril: Dias de Tiradentes e São Jorge criam feriadão gigante

Igor Edelstein, representante dos patrões, celebra o bom senso que prevaleceu no acordo que prevê o funcionamento das lojas no dia 23 de abril

Igor Edelstein, representante dos patrões, celebra o bom senso que prevaleceu no acordo que prevê o funcionamento das lojas no dia 23 de abril

– Comércio faz acordo para evitar prejuízos na semana improdutiva

Pra quem ainda não notou, fica a dica. O mês de abril terá um dos maiores feriadões já vistos por aqui. A coincidência de dois feriados na mesma semana unidos a outros dois dias ‘enforcáveis’ acabam criando esse fenômeno. Tudo porque o feriado nacional de Tiradentes, 21 de abril, cai numa terça-feira. Já o feriado estadual de São Jorge, 23, cai na quinta. Enforcando-se a segunda-feira (20) e a sexta (24), sobra uma solitária quarta-feira, 22, que, convenhamos, também vai acabar entrando na conta de mais um dia improdutivo.

Levando-se em consideração a Semana Santa, com mais um dia santo na sexta, 3, o mês de abril terá, ao todo, 19 dias úteis. Se enforcar aqueles dois dias, esse número cai para 17. Ou seja, praticamente metade do período promete ser de dias parados para comércio, indústria, repartições públicas e serviços.

Márcio Quintanilha, do sindicato dos comerciários, garante que as reivindicações da categoria são levadas para a negociação com os patrões

Márcio Quintanilha, do sindicato dos comerciários, garante que as reivindicações da categoria são levadas para a negociação com os patrões

Para não amargar ainda mais prejuízos, já que atravessa uma fase complicada, o comércio de Teresópolis já obteve um acordo para driblar as perdas. O Sincomércio, que representa a classe patronal, buscou a mesa de negociações com o Sindicato dos Empregados para que as lojas possam funcionar, pelo menos, em um desses dois feriados.

O acordo coletivo relativo aos anos de 2014-2015 prevê que quando o feriado cair em dia de sexta-feira e sábado, haverá trabalho normal no comércio, com folga compensatória no prazo máximo de 30 dias. O mesmo documento faz uma ressalva para o feriado deste 23 de abril, Dia de São Jorge. Quem trabalhar no feriado tem direito a ajuda de custo de R$ 30 para alimentação e transporte, valor que deve ser pago no mesmo dia.

Com o acordo, as lojas fecham na Sexta-feira Santa, dia 3, e no feriado de Tiradentes, dia 21; no dia 23, o comércio tem carta branca para funcionar

Com o acordo, as lojas fecham na Sexta-feira Santa, dia 3, e no feriado de Tiradentes, dia 21; no dia 23, o comércio tem carta branca para funcionar

Sexta-feira Santa e São Jorge

Segundo Márcio Quintanilha, presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio Varejista de Teresópolis, aconteceu uma troca do feriado da Sexta-feira Santa, dia 3, pelo Dia de São Jorge. Segundo ele, o acordo coletivo seria utilizado na Semana Santa. Porém, como os comerciários queriam aproveitar o dia santo em casa, acabou sendo ajustada a troca das datas. “O comércio fecha nesta Sexta-feira Santa, dia 3, e fecha também no dia 21, feriado de Tiradantes. Salvo mercados e hortifrutis. No dia 23, excepcionalmente, as lojas podem abrir. Isso porque houve uma troca. Os comerciários queriam ficar com as famílias na Sexta-feira Santa e então buscamos esse acordo com o patronal. Com isso vamos abrir no dia 23”, explica.

Representando o Sincomércio, o empresário Igor Edelstein comemorou a decisão entre as partes interessadas. “Abril é um mês atípico, de muitos feriados. Vamos ter agora a Semana Santa e esse acordo com o sindicato laboral foi importante. Caso contrário, fechar dia 23 seria um grande prejuízo para o comércio. Teríamos uma semana picada pelos dias parados e esse abre e fecha não seria bom para ninguém”, opina.

Na opinião de Igor, o acordo entre as partes foi de bom senso para que ninguém saísse perdendo. “Acreditamos que prevaleceu o bom senso, porque os feriados acabam gerando uma queda no rendimento não só do comércio, mas de toda a cidade”.

O representante dos empregados concorda. “O sindicato está aberto para que os comerciários venham e tragam sua opinião, seus desejos. Buscamos defender a nossa categoria, colhendo essas reivindicações e levando para a mesa de negociações. Sempre trabalhamos em prol de uma parceria, até porque o que é bom para o empregado, nem sempre é bom para o patrão, e vice-versa. É através do diálogo que alcançamos conquistas para a categoria”, aponta.

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Mercado registra queda de postos de trabalho

O resultado é o pior desde fevereiro de 1999

O resultado é o pior desde fevereiro de 1999

– Os setores que mais influenciaram a queda do emprego em fevereiro foram o comércio

O número de trabalhadores demitidos em fevereiro superou o de admitidos em 2.415 vagas. O resultado é o pior para o mês, desde fevereiro de 1999, quando foi registrado saldo negativo de 78.030 empregos. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgado hoje (18) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado decorre da diferença entre 1.646.703 admissões e 1.649.118 demissões registradas no mês. Em janeiro deste ano, o saldo negativo foi ainda maior: 81.774 postos de trabalho. Em fevereiro de 2014, o saldo foi positivo em 260.823 vagas. Com isso, no acumulado do ano a queda de postos de trabalho equivale a 80.732 postos e, nos últimos 12 meses, a redução corresponde a 47.228 empregos. Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, apesar de o resultado ter sido negativo, há um indicador positivo: “ele demonstra estabilização em relação ao resultado obtido em janeiro”.

O comércio foi o setor pior dentro da análise

O comércio foi o setor mais crítico dentro da análise efetuada pelo Caged

Os setores que mais influenciaram a queda do emprego em fevereiro foram o comércio, com diminuição de 30.354 vagas na comparação com o mês anterior, e a construção civil, com queda de 25.823 postos. “Por outro lado, tivemos uma recuperação na área de serviços [52.261 vagas criadas]. No caso do setor de construção civil, os empregos são por prazo determinado e, no fim do ano, tivemos o término de muitos desses contratos. Mas novos orçamentos [destinados aos programas de habitação voltados para a população de baixa renda] vão estimular novas contratações”, acrescentou Dias.

Segundo o ministro, há uma expectativa de melhora da situação de empregos na medida em que os R$ 56,5 bilhões previstos para a construção de casas próprias para a população de baixa renda forem sendo aplicados. “Estimamos que, só com esses investimentos, serão criados 2,5 milhões de empregos ao longo do ano. Já foram [liberados] R$ 8,7 bilhões para a contratação de mais de 99 mil unidades [residenciais] que vão gerar 285 mil novos postos de trabalho. Além disso, está em fase de estudo o acréscimo de R$ 10 bilhões nos investimentos para esse tipo de habitação.”

Ministro do Trabalho vê perspectiva de melhora da situação de empregos [Antonio Cruz/Agência Brasil]

Ministro do Trabalho vê perspectiva de melhora da situação de empregos [Antonio Cruz/Agência Brasil]

De acordo com o Caged, a indústria da transformação apresentou saldo positivo de 2.001 vagas,o que, para o ministro do Trabalho, também representa um bom indicativo. Nesse setor, houve dois destaques: a indústria de calçados, com a geração de 5.401 postos de trabalho, e a indústria de produtos alimentícios, com saldo positivo de 2.329 empregos.

O Rio de Janeiro foi o estado com mais  perda de vagas no mês, com déficit de 11.101 postos de trabalho. “Certamente, por influência das denúncias nos contratos envolvendo a Petrobras”, admitiu Dias. O segundo estado em perdas foi Pernambuco, com queda de 10.660 postos de trabalho. Os melhores resultados foram obtidos em Santa Catarina e no Paraná, com a criação de 12.108 e 8.574 postos de trabalho, respectivamente. [Agência Brasil]

 

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Excesso de feriados vai causar prejuízo no comércio

Segundo o presidente da CDL, Elcio Feo, os dias parados e de vendas perdidas não são recuperados pelos empresários nos dias seguintes

Segundo o presidente da CDL, Elcio Feo, os dias parados e de vendas perdidas não são recuperados pelos empresários nos dias seguintes

– Mês de abril terá apenas 17 dias úteis por conta dos dias parados

 

O ano de 2015 é daqueles considerados ideais para a turma que curte um feriado, especialmente os que vão proporcionar o velho hábito de ‘enforcar’ dias que seriam produtivos. Uma mostra disso é o mês de abril, que terá uma semana ‘fantasma’, visto que o feriado de Tiradentes (21) caiu numa terça-feira, e o de São Jorge (23) numa quinta e que muitos vão enforcar a segunda e a sexta-feira, sobraria, isolada em tanto marasmo, uma simples quarta-feira, que provavelmente também deverá entrar para o rol de dias improdutivos em 2015.

A lista de feriadões não pára por aí. Temos a terça-feira de carnaval, dia 17 de fevereiro, trazendo todo o peso e a ressaca da festa de momo. Quarenta dias depois, em uma nação que apesar de laica tem maioria absoluta de cristãos, chega a Semana Santa, com a sexta-feira no dia 3 de abril. Segue-se de 19 a 25 do mesmo mês a semana fantasma. Depois tem feriado de novo, 1º de maio, dedicado ao Trabalhador e que cai numa convidativa sexta-feira. Passando para o mês de junho, novo feriado religioso, dia de Corpus Christi, que cai numa quinta-feira. O padroeiro Santo Antônio do Paquequer tem seu dia celebrado num sábado, 13 de junho.

Agosto ficou livre dos feriados. Em setembro tem a Independência do Brasil, dia 7, segunda. Pulando para outubro, tem a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, segunda-feira. Na mesma semana, dia 15, quinta, Teresópolis pára para celebrar a sua santa, Teresa D’Ávila. Em 2 de novembro, segunda, Finados. E pra não dizer que tudo estaria perdido, 15 de novembro, feriado da Proclamação da República, cai num domingo. Porém, o Dia da Consciência Negra, dedicado à memória de Zumbi dos Palmares, 23 de novembro, cai numa convidativa sexta-feira.

Finalizando o ano, dezembro tem o Natal, dia 25, celebrado numa sexta-feira.

 

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Cai o número de inadimplentes em Teresópolis

Segundo o empresário Igor Edelstein, as perspectivas de um ano difícil fizeram o consumidor pisar no freio e evitar o endividamento, situação que provocou a queda nos números de inadimplência

Segundo o empresário Igor Edelstein, as perspectivas de um ano difícil fizeram o consumidor pisar no freio e evitar o endividamento, situação que provocou a queda nos números de inadimplência

– Número de cidadãos que deixaram de pagar contas no ano passado foi menor do que em 2013

O ano de 2014 fechou com uma redução do percentual de famílias endividadas e inadimplentes, na comparação com o ano anterior. O cenário positivo se repetiu também em Teresópolis, onde houve queda no número de pessoas que tiveram seus nomes registrados no SPC. Segundo o estudo Perfil do Endividamento das Famílias Brasileiras, divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias com alguma dívida caiu de 62,5%, em 2013, para 61,9% no ano seguinte. Em nossa cidade essa situação é comprovada pelos números divulgados pelo Câmara de Dirigentes Lojistas, gestora local do SPC. Segundo os dados da Câmara, houve uma sensível queda no número de registros entre 2014 e 2013. Ou seja, menos pessoas deixaram de pagar suas dívidas e tiveram o seu nome incluído na lista negra do comércio local.

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“Decoração pobre prejudica vendas de Natal”

Um dos poucos itens da decoração de Natal neste ano é o trenó instalado na Praça da Matriz que já vem sendo utilizado há alguns anos

Um dos poucos itens da decoração de Natal neste ano é o trenó instalado na Praça da Matriz que já vem sendo utilizado há alguns anos

– CDL diz que falta de iluminação fez com que consumidores fossem para outras cidades

Mais um reflexo da falta de iniciativa do poder público no que diz respeito à decoração de Natal foi a baixa das vendas no comércio. De acordo com lojistas, com a pouca movimentação de turistas na cidade nas duas semanas que antecediam a data festiva as vendas nos estabelecimentos comerciais ficou bem aquém do que é esperado para o período. Segundo informações da Câmara de Dirigentes Lojistas de Teresópolis (CDL), sem o atrativo turístico tanto moradores da cidade, quanto os turistas, buscaram ver a decoração natalina em outros municípios, e acabaram por fazer suas compras nestas localidades.

“Infelizmente a nossa cidade não teve um clima natalino este ano, tivemos as cidades vizinhas com aquele clima de Natal, enfeitadas, que chamou o consumidor para essas cidades. Só que em nossa cidade, infelizmente, mais uma vez eu falo que nossa cidade não teve isso. E por consequência, isso se refletiu nas vendas do comércio daqui. As pessoas saíam para visitar esses municípios aqui do entorno que estavam todas enfeitadas, bonitas e já acabavam fazendo suas compras de Natal por lá mesmo. Nosso comércio sofreu bastante com essa falta de iniciativa do poder público e não tivemos as vendas que gostaríamos que acontecessem”, lamentou o experiente comerciante e presidente da CDL, Élcio Féo.
Para ele, neste período, é fundamental que a cidade “vista a camisa” das decorações natalinas para que o turista venha visitar o município e venha consumir os produtos do comércio local. Mas como diz o ditado: “Agora Inês é morta” e os resultados da falta de preocupação do poder público em embelezar nossa cidade estão visíveis a todos. Mesmo assim Élcio já faz projeções para o próximo ano, com esperanças de melhora. “Vamos ver se para o próximo ano a gente pode ter uma cidade mais bonita, mais bem enfeitada para que esse clima natalino aconteça em nosso município, porque ele merece isso, para que também o comércio, que é uma das principais fontes de renda de Teresópolis, possa tirar melhor proveito do movimento de turistas e de teresopolitanos também”, diz.
O comerciante ressaltou ainda que nem mesmo a abertura das lojas em horário especial fez com que os compradores se animassem: “O comércio até deu uma oportunidade para o consumidor, já que abrimos as lojas nos dois domingos anteriores ao Natal, mas mesmo assim não houve um resultado satisfatório para nós”.

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