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Arlei participa da Marcha dos Prefeitos em Brasília

Na abertura da XVI Marcha de Prefeitos em Brasília, o prefeito Arlei de Teresópolis, com Rogério Cabral de Nova Friburgo, Helil Pinheiro de Itaboraí e Marcos Dias de Guapimim, todos municípios que fazem parte do CONLESTE

– Prefeito reivindica prioridades e entrega lista ao deputado Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara

O Prefeito Arlei Rosa, acompanhado de outros prefeitos que também fazem parte do Conleste (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense), esteve nesta segunda-feira, 8 de julho, em Brasília, participando da XVI Marcha dos Prefeitos – A Brasília em Defesa dos Municípios. Envolvido em diversas ações para trazer melhorias para a cidade, o prefeito de Teresópolis, que também é vice-presidente do Conleste, se reuniu com o deputado federal e líder do PMDB nacional na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. O encontro ainda contou com as presenças dos prefeitos Helil Cardozo, de Itaboraí, e presidente do Conleste, Rogério Cabral, de Nova Friburgo, e Valdeci Machado, de Cachoeiras de Macacu.

Prefeito Arlei com o deputado federal Eduardo Cunha, ao centro, e os prefeitos que integram o Conleste: Helil Cardozo, de Itaboraí, e presidente do Consórcio, Rogério Cabral, de Nova Friburgo, e Valdeci Machado, de Cachoeiras de Macacu

Quinze municípios

O Conleste é uma associação de 15 municípios, criada para obter contrapartidas da Petrobras para a região, por conta da implantação do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro). O grupo vem pleiteando ações concretas por parte da Petrobras, além de melhorias na região, nas estradas e acessos, segurança e moradias, entre outras. Além de tratar de vários assuntos pertinentes ao Conleste, Arlei repassou ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) as principais demandas de Teresópolis, elaboradas a partir de um estudo da equipe técnica da Prefeitura. “Estamos trazendo algumas demandas a Brasília e teremos várias reuniões, juntamente com os prefeitos do Conleste. No entanto, faço questão de repassar ao atuante deputado Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara dos Deputados, as nossas prioridades, já que Teresópolis necessita de melhorias importantes. Nós estamos aqui para lutar por isso”, disse Arlei.
O deputado Eduardo Cunha falou sobre os problemas que o país atravessa, lembrando que os municípios da Região Serrana fluminense passaram por um sofrimento maior por conta das fortes chuvas de janeiro de 2011, que deixaram muitas pessoas desabrigadas. “Teresópolis e os municípios da Região Serrana merecem uma atenção especial por parte do Governo Federal. Olharemos com carinho e faremos tudo que pudermos para ajudar”, afirmou.
Presidente do Conleste, o prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo, disse que o consórcio busca, nestas reuniões, ser reconhecido pelas autoridades nacionais. “O Conleste é uma realidade e estamos unidos em Brasília para trazermos nossas necessidades às autoridades”, destacou.

O prefeito Arlei se reúne com o deputado federal e líder do PMDB nacional na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em Brasília

Unidos têm mais força

Rogério Cabral, prefeito de Nova Friburgo, compactua da mesma ideia e lembra que os municípios unidos têm mais força de negociação. “O Conleste, com quinze municípios juntos, tem muito mais força para ser ouvido e conquistar melhorias para as populações das cidades que fazem parte do consórcio”, opinou.
Chefiada pelo prefeito Arlei e coordenada pelo professor Leandro Coutinho, coordenador de Meio Ambiente da Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil, a equipe técnica da Prefeitura de Teresópolis elaborou um documento apontando as principais demanda da cidade:
– O Município de Teresópolis experimentou recentemente uma grande catástrofe: as chuvas de janeiro de 2011, que provocaram centenas de mortes e desabrigaram milhares de pessoas. Essa tragédia deu início a uma série de outras notícias que pareciam se distanciar cada vez mais de uma resposta eficaz e rápida a tanto sofrimento. Desvios de verba, afastamento do prefeito eleito, morte do vice-prefeito dois dias após  sua  posse,  paralisação  dos  trabalhos  de  recuperação  pelas empresas supostamente beneficiadas pelo esquema são algumas das notícias que traçam um quadro nebuloso  de  uma  cidade,  capaz  até  de  limitar  sua tradicional  vocação  para  o  turismo.  E o prazo restrito  de mandato  do  novo  prefeito  não  permitiu  ainda  produzir mudanças mais  efetivas,  que dependem do amadurecimento de algumas ações já iniciadas.  A cidade tem problemas estruturais evidenciados pelos conjunturais. Portanto, um plano de prioridades de investimentos para essa cidade já parte de uma situação bem complexa, com problemas recentes e cujo diagnóstico ainda não foi devidamente aprofundado.

Eixos das prioridades

O diagnóstico do Plano Diretor e o Plano Local de Desenvolvimento Sustentável de Teresópolis (Agenda 21) mostraram uma grande preocupação com muitos temas cujo cerne é o meio ambiente.  Esta é uma preocupação recorrente de muitos municípios, que  vem  como  uma grande  ameaça:  o  comprometimento  de  seus  recursos  naturais.  E Teresópolis deve priorizar  seus recursos naturais, pois eles  impactam não  só na  sua  capacidade de  atrair pessoas para o  turismo, como também, e principalmente, na própria qualidade de vida de seus habitantes. Teresópolis encontra-se em uma situação extremamente vulnerável. Viveu uma grande tragédia há dois anos com mortos, feridos, órfãos,  desabrigados  e  desalojados,  as  atividades  econômicas enfrentaram uma queda importante com a redução de turistas, entre outros impactos.

 

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Márcio Pacheco anima ‘Noite do Campista’ em Teresópolis

Márcio Pacheco cantou sucessos como ‘Deus é Dez’, ‘Tudo é do Pai’ e ‘Coração Adorador’

– Missionário e deputado faz palestra e fala sobre o tema da Jornada Mundial da Juventude

 

A noite do último sábado, 29 de junho, foi de festa para os campistas de Teresópolis. Aconteceu na Matriz de Santo Antônio, no bairro do Alto, a ‘Noite do Campista’, promovida pelo Acampamento Juvenil. Segundo a organização, cerca de 80 jovens e adultos prestigiaram a festa, que aconteceu no Salão da Igreja e teve como destaque a participação do músico Márcio Pacheco.
O encontro começou com Santa Missa celebrada pelo Padre Thiago de Freitas, que conduziu a Solenidade de São Pedro e São Paulo, conforme calendário litúrgico. Depois do Banquete Eucarístico, todos seguiram para o salão, onde aconteceu o evento com o músico convidado. Márcio Pacheco é músico, evangelizador, fundador da Missão Coração Adorador. Ficou conhecido como líder da Banda Bom Pastor, que ganhou destaque no cenário da música católica. Márcio elegeu-se deputado estadual nas últimas eleições e segue conciliando a carreira de músico e político.

Campistas reunidos com o convidado Márcio Pacheco no evento realizado na Paróquia de Santo Antônio

Tema da Jornada Mundial da Juventude

Em Teresópolis, conduziu momentos de louvor, oração e testemunho durante uma palestra, onde falou sobre o tema da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013: ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’. O objetivo era preparar e formar os participantes para a Semana Missionária da Diocese, que será de 16 a 21 de julho.
Depois do bate-papo, música. Pacheco animou os participantes cantando músicas que são sucesso entre os católicos, como ‘Deus é Dez’, ‘Tudo é do Pai’, ‘Coração Adorador’, entre outras.

Acampamento Juvenil – O Acampamento Juvenil surgiu como um braço do Projeto Evangelização 2000, criado para atender ao apelo do Papa João Paulo II, que convocou todo batizado para uma Nova Evangelização: nova em seu ardor, em seus métodos e em sua expressão. O Acampamento Juvenil é sensível à realidade própria da juventude. Evangeliza-se o jovem a partir dos jovens e de uma metodologia de acordo com tudo o que é inerente à idade e maturidade do jovem. Chegou a nossa Diocese no ano de 1992 e não parou de crescer e de servir à igreja da conversão e formação de cristãos.

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As instituições políticas precisam ser fortalecidas

A mobilização social nas manifestações, abre mão do vínculo partidário

Artigo de Anderson Duarte

Tenho ouvido de tudo pelas ruas e também nas redes sociais quando o assunto é a onda de manifestações de nossa sociedade por melhorias para o país. Entretanto, considero que um aspecto tem sido discutido excessivamente de forma marginal e superficial. O amplo discurso de apartidarismo desses movimentos deixa bem claro que o que precisa mudar urgentemente são os elementos que compõem essa fundamental dimensão do estado democrático de direito. Já disse isso aqui em algumas oportunidades e vou repetir por ser providencialmente oportuno: “não adianta lutar por mudanças e beneficieis sociais se os poderes constituídos pelo sufrágio não estão preparados para tal, ou não possuem legitimidade para isso”.

Um movimento histórico marca a quebra de um paradigma nacional

Novos nomes

Em suma: se os candidatos apresentados para esses cargos não são bons o suficiente, que novos nomes sejam apresentados, de preferência vindos da própria sociedade. Se os partidos políticos não estão cumprindo o seu papel mobilizador e agregador de valores, que a sociedade tome conta e mude essa conduta. Se os agentes públicos não obedecem aos preceitos constitucionais de cada uma de suas funções, ou adotam postura insipiente quanto ao que lhes é esperado, que o nosso papel fiscalizador seja exercido em sua plenitude.
Senhores! De nada adianta reclamar e pedir agora, se daqui a pouco os mesmos homens que levaram nossa organização social ao caos organizacional instaurado hoje permanecerão na cômoda sombra gerada pela nossa incapacidade de fiscalização e acompanhamento dos seus trabalhos e ações. Quantas vezes você teresopolitano foi a uma sessão ordinária do Legislativo municipal? Você sabe o que os vereadores discutem e aprovam nestes expedientes? Com o advento da Lei da Informação, você teresopolitano requisitou algum dado sobre projetos e realizações do Executivo? Quantas reuniões do Conselho da cidade, do Conselho de saúde e de educação você cidadão foi? O quê o Deputado de sua cidade está fazendo pelo município na dimensão estadual, você já procurou saber? Tudo isso é parte da nossa função nesse sistema chamado sociedade. Não estamos avulsos nesse processo! Somos parte integrante da administração! Sem a sua cobrança esses homens e mulheres aproveitam a falibilidade e intrínseca corruptibilidade do sistema para pouco produzirem ou nada realizar.

Um exemplo triste da promiscuidade entre os poderes constituidos

Mudanças nas esferas de poder

Como efetivamente podemos cobrar mudanças nas esferas de poder se nossas próprias condutas carregam a premissa da incapacidade de exercer nossa função? O brilhante pensamento de Jean-Jacques Rousseau contribui para um entendimento simbólico desse sentimento de impotência por parte da massa: “O homem nasce livre, mas em toda a parte encontra-se acorrentado”. Muito provavelmente essas tais “correntes” seriam as próprias instituições sociais e o encorajamento da rejeição da ordem social. Mas, essas mesmas instituições sociais, em verdade, são os instrumentos reais de libertação ao invés da escravização. Rousseau ainda nos brinda com um pensamento instigador e real, que deveria mexer com a nossa capacidade de controle de nossos destinos: “Se houvesse um povo de Deuses, estes governar-se-iam democraticamente. Mas uma governação de tal perfeição não é apropriada para os seres humanos”.
Não quero dizer que está na sociedade a culpa por todas as mazelas, mas nossa escolha pelo cômodo papel de expectadores tem reflexos claros e concretos. Se não temos aptidão para a vida político partidária temos o dever de contribuir na organização das instituições partidárias. Não adianta renegar os partidos políticos, escrachar os mandatários e os seus assessores e dirigentes partidários! Precisamos fortalecer essas instituições e torna-las mais eficientes a partir de nossa participação. Isso sim é mudança!

Teresópolis tem a triste marca de nenhum centímetro de tratamento de esgoto

Escolha pela parcimônia

Vamos aos exemplos claros dessa nossa escolha pela parcimônia: recentemente aprovamos e colocamos em prática uma das legislações mais eficientes no trato com a retidão dos entes públicos escolhidos pelo sufrágio, a chamada Lei da Ficha Limpa. Entretanto, e ainda assim, continuamos escolhendo pessoas que não podem exercer cargos públicos por simplesmente estarem à margem das nossas Leis e regras sociais, a qual todos estão submetidos. Para simples entendimento: se esse sujeito não foi capaz de seguir aquilo que nossa Lei determina como comportamento ideal e correto, como você pode conferir a ele o direito e dever de administrar nossos destinos, seja no Executivo, ou no Legislativo? Inadmissível não? Mas assim foi em Teresópolis, e as sequelas foram ainda maiores.
Por isso, vivemos sob a égide de um “escolhido sem a plena maioria”, com representação discutível e que para piorar ainda mais, não tem nenhum tipo de fiscalização e pressão por parte do Legislativo Municipal, pelo menos na sua maioria. Um município onde os vereadores participam de inaugurações ao lado do prefeito e que grupos maioritários unanimificam as decisões e votações, seja qual for o assunto, não pode mesmo pensar em produzir democraticamente. A separação dos poderes conceituada pela nossa Constituição não é uma condição ou escolha, ela é necessária para garantir a isonomia e transparência das ações. O comprometimento dessas duas instâncias de poder em Teresópolis é lamentável e deveria ser, por exemplo, acompanhado de perto pela população e denunciado pelos instrumentos legais para tal, como o Ministério Público. Isso é atuar como cidadão.

Vamos às ruas

Vamos às ruas, pedir, insistir por mudanças, por melhorias, pela redução das tarifas do transporte público, mas não custa também acompanhar os mesmos políticos que prometeram essas alterações para conter os ânimos em suas atitudes e ações daqui para frente. Não custa lembrar também que nossa cidade tem o vergonhoso índice de 0% de tratamento de esgoto enquanto municípios vizinhos já se aproximam dos 80% nos últimos anos, e que essa mesma empresa explora o município há décadas sem nenhuma contrapartida, esse pode ser um bom tema para discussão não? Assim senhores, sejamos mais proativos em nosso trato com o município, somos parte da administração e, a parte mais interessada nesse caso. Escolher a inércia nunca é positivo, até a próxima.

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SAÚDE: Hugo Leal faz reunião com Unifeso e debate gestão

Durante a entrevista Leal agradeceu a oportunidade de poder prestar contas com os eleitores de Teresópolis e Região Serrana

– Deputado quer propor novo modelo de financiamento para Centros Universitários Comunitários

 

Nesta sexta-feira a bancada do Jornal Diário, na Diário TV canal 4, recebeu novamente o Deputado Federal Hugo Leal, PSC, que participou na mesma data de uma reunião com a Direção do UNIFESO. O parlamentar visitou a cidade com a missão de ouvir dos gestores da unidade as demandas sobre as dificuldades de gestão vividas pelo Centro Universitário e tentar levantar em Brasília, discussões que possam trazer soluções ao setor. Hugo falou sobre as dificuldades enfrentadas naquele que ele considera “o sei pior momento enfrentado na Câmara Federal” com a redistribuição dos royalties do Petróleo, promulgada nesta sexta pela Presidente Dilma, depois de centenas de vetos seus serem derrubados na Casa.

Na bancada do Jornal Diário

Prestar contas

Durante a entrevista Leal agradeceu a oportunidade de poder prestar contas com os eleitores de Teresópolis e região Serrana. “Gostaria de agradecer essa oportunidade dada pelo Grupo Diário, principalmente por entender que essa é uma grande oportunidade de prestarmos conta de nosso mandato, que inclusive pertence a população de nosso estado e, sobretudo, nossa região, e sempre encontramos aqui esse espaço tão importante para mostrarmos ao nosso cidadão o que tem sido feito nesse período. Minha visita hoje a Teresópolis tem o objetivo de dar continuidade a um diálogo com o Centro Universitário do UNIFESO, onde estamos muito imbuídos de buscar soluções em Brasília para uma equação muito delicada vivida pela Instituição e por muitas outras em nosso país, que é a adequação de financiamentos justos com qualidade de ensino e atendimento a população. Esse é um assunto delicado, mas que precisa de nossa participação nessa busca por soluções”, explicou Leal. Confira a matéria completa com a entrevista na íntegra em nossa edição impressa no Diário de Teresópolis impresso. Nas bancas.

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Paulo Melo é reeleito presidente da Alerj

Com 53 votos, o deputado Paulo Melo (PMDB) foi reeleito presidente da Alerj

– Deputado teve 53 votos a favor, mas reduziu seu eleitorado na Casa

Com 53 votos, o deputado Paulo Melo (PMDB) foi reeleito presidente da Alerj nesta terça-feira, 05. Domingos Brazão (PMDB) recebeu 13 votos. Houve ainda quatro abstenções: Clarissa Garotinho (PR), Geraldo Pudim (PR), Janira Rocha (PSOL) e Marcelo Freixo (PSOL). Em 2011, 66 dos 70 deputados elegeram Melo presidente da Alerj. Nesta terça, o número caiu para 53, o que pode indicar um enfraquecimento do político. Além de Brazão, faziam parte da chapa os deputados Graça Pereira (PSD), Pedro Augusto (PMDB), Altineu Cortes (PR), Édino Fonseca (PEN), Dica (PSD), Lucinha (PSDB), Xandrinho (PV), Fábio Silva (PSD), Waguinho (PRTB), Armando José (PSB), Ricardo Abrão (PDT) e Samuquinha (PR). Com o plenário lotado o presidente da Mesa Diretora do Parlamento foi reconduzido à presidência pelos próximos dois anos, o deputado Paulo Melo citou entre suas prioridades o aumento da transparência das informações sobre o Poder Legislativo e as melhorias nas suas instalações, com a construção de nova sede.

Cerimônia aconteceu nesta terça (05)

Novo programa

O governador Sérgio Cabral também compareceu à sessão solene que marca o início do ano da legislativo na Alerj. Durante o discurso, o governador fez uma retrospectiva de seus dois mandatos à frente do Estado do Rio, ressaltando conquistas nas áreas de segurança, saúde, educação, entre outras. Além disso, Cabral anunciou um novo programa, o “Bairro Novo”, que prevê a pavimentação, calçamento e iluminação de várias áreas na Região Metropolitana do estado, a um custo de R$ 600 milhões.”O Rio hoje é líder na captacao de recursos, entre os estados brasileiros. Quem poderia imaginar, em janeiro de 2007, quando assumi o 1º mandato, que hoje o estado se transformaria na sede dos maiores eventos do planeta”, disse Cabral. Confira a configuração da nova mesa diretora: Presidente Paulo Melo (PMDB) 1º Vice-presidente: Edson Albertassi (PMDB) 2º vice-presidente: Roberto Henriques (PSD) 3º Vice-presidente: Gilberto Palmares (PT) 4º Vice-presidente: Rafael do Gordo (PSB) 1º secretário: Wagner Montes (PSD) 2º secretário: Graça Matos (PMDB) 3º secretário: Gerson Bergher (PSDB) 4º secretário: Dr. José Luiz Nanci (PPS) 1º Suplente: Samuel Malafaia (PSD) 2º Suplente: Bebeto (PDT) 3º Suplente: Alexandre Corrêa (PRB) 4º Suplente: Thiago Pampolha (PSD)

 

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Marcello Medeiros: A vidraça virou pedra, mais uma vez

Prefeitura Municipal, de vidraças a pedras.

Diz um ditado antigo que a pessoa deve passar de pedra a vidraça para saber como é sofrer algum tipo de questionamento ou, na pior das hipóteses, até agressão. Em Teresópolis, porém, a situação é inversa: Algumas pessoas passam de vidraça a pedra e se acham no direito de atacar quem hoje estava em seu lugar, “com toda a autoridade”. O problema é que, enquanto “autoridade” e vidraça, não fizeram aquilo que era esperado. Ao contrário, no lugar de “proteger bem a nossa propriedade”, ou seja, nosso município, tais vidraças passaram quatro anos – em alguns casos, até muito mais – cheias de buracos e em alguns casos parecem ter sido retiradas e colocadas no canto, para qualquer tipo de coisa entrar ou sair pelas largas janelas do poder público.

Pouco ou nada fizeram

Apesar de conhecer bastante esse tipo de gente, confesso que ainda me dou ao direito de ficar revoltado quando vejo ex políticos abrindo suas grandes bocas para criticar a maneira que a cidade vem sendo administrada atualmente, em diversos setores. Longe de defender os que aí estão. Pelo contrário. Acho que ainda há muito que ser feito e os que estão chegando por enquanto tiveram poucas atitudes que venham me fazer acreditar que serão tão diferentes. O que me revolta e – por que não? – enoja, é que tais pessoas tiveram até mais de um mandato para trabalhar como representantes do povo e pouco ou nada fizeram e agora aparecem em alguns meios de comunicação como grandes salvadores da pátria…

Tem um ex vereador que não pode nem pensar em pisar em algumas comunidades.

Vaguinha para Deputado

Cabe ao povo, daqui a dois anos, pois aposto que alguns desses arriscarão uma vaguinha para deputado, lembrar que tais pessoas já tiveram todas as oportunidades para atuar em prol da população, pois para tal que os elegemos, e só lembraram dos seus “direitos”, esquecendo-se completamente dos DEVERES.
Em tempo: Tem um ex vereador que não pode nem pensar em pisar em algumas comunidades. No Morro do Tiro, por exemplo, os moradores não acharam nada bonito terem votado nele em 2008 e serem esquecidos nos quatro anos seguintes. Bom, nesse caso o resultado já foi dado nas últimas eleições… Mas, de qualquer maneira, não recomendo que ele passe por lá.

 

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