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Jovem morre após uma semana internado no HCT

Luciano Vianna trabalhava como segurança em shopping e iria completar 27 anos no próximo dia 26 de janeiro

Luciano Vianna trabalhava como segurança em shopping e iria completar 27 anos no próximo dia 26 de janeiro

– Amigos de Luciano Vianna chegaram a fazer campanha para doação de sangue

Morreu na manhã desta terça-feira o jovem Luciano Carvalho Vianna que estava internado no Hospital das Clínicas de Teresópolis desde o primeiro dia do ano, quando sofreu um acidente de moto. Luciano iria completar 27 anos no próximo dia 26 de janeiro e trabalhava como segurança no Teresópolis Shopping há cerca de cinco anos. O estabelecimento manteve as portas entreabertas em sinal de luto pelo funcionário.
O rapaz que morava na Vila Muqui era chamado carinhosamente pelos amigos pelo apelido de Bolão e lutava pela vida após sofrer um violento acidente de trânsito. Um automóvel atingiu a motocicleta que ele conduzia quando transitava no cruzamento entre a Rua Manoel José Lebrão e a Avenida Delfim Moreira.

Campanha para doação de sangue

Devido à gravidade das lesões, muito amigos se sensibilizaram e acompanharam a situação do jovem. Luciano era muito querido e já havia uma grande campanha com pedido de doações de sangue nas redes sociais para ele, inclusive sendo divulgada também pela página do Jornal O Diário de Teresópolis. Infelizmente, o rapaz não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.
Na tarde desta terça-feira, a família e amigos do jovem foram até a Delegacia de Polícia para acompanhar os últimos procedimentos para a liberação do corpo para o sepultamento, mas como todos estavam muito abalados, ninguém pôde dar entrevista.
De acordo com o registro policial, o acidente ocorreu por volta de uma da manha do dia 1º, quando Luciano transitava com uma mulher na garupa e acabou se envolvendo em um acidente com um carro que vinha da Avenida Lúcio Meira. A mulher não sofreu ferimentos graves e o local do acidente foi desfeito. As autoridades ainda apuram as circunstâncias do fato para apontar responsabilidades.

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Doação de sangue

Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social

Mais que uma doação, um ato de amor para com o próximo.

 

Estiveram participando do programa Super Mais, Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social, para levar um pouco mais de informação sobre a doação de sangue, já que é muito comum as pessoas terem dúvidas e até mesmo muito medo em doar. Foi um bate papo muito esclarecedor e em uma linguagem muito simples que trouxeram inclusive, muitas curiosidades sobre o armazenamento das bolsas de sangue, por exemplo.
A minha primeira pergunta foi sobre a importância desse gesto tão nobre. “A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”, declara a assistente social Rita Valadão.

Já Dra. Fortunée, nos explica que quem doa sangue pode salvar a vida de até 4 pessoas, já que as bolsas de sangue podem ser fracionadas em até 4 hemo componentes. Em Teresópolis, costuma-se fracionar em 2 hemo componentes , plasma e hemácias e em alguns momentos até plaquetas que é outro hemo componente. Não temos substituto para o sangue. “Eu gosto de lembrar que a transfusão de sangue é o primeiro transplante da humanidade,as pessoas tem que encarar como um transplante, da mesma forma que você pode precisar de um rim, fígado ou outro órgão, você pode precisar de sangue para sobreviver”, afirma Dra. Fortunée. “O sangue não é um órgão sólido, é um tecido líquido, mas é um transplante”, conclui.

“A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”

Mais segura

Hoje em dia ela é mais segura, por conta da experiência ao longo dos anos. O ato de doar sangue e receber vem desde o início do século passado, contudo, nessa época não se conhecia os grupos sanguíneos, que só foi acontecer em 1904. “É tudo muito recente embora seja o mais antigo dos transplantes”, acrescenta a doutora.
O número de doações no país diminuiu consideravelmente nos últimos anos, não se sabe o motivo, porém sabe-se que não tem a ver com a questão de transmissão de doenças pela doação de sangue, uma vez que hoje em dia o procedimento é mais seguro com materiais descartáveis. A questão de divulgação tem sido menos intensa por parte do governo, apesar de existir uma coordenação de sangue do Ministério da Saúde que é muito ativa, mas é um processo lento. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, existe a questão da distância e em vários casos a disponibilidade das pessoas, o que não acontece aqui em Teresópolis com relação á distância, já que o hemonúcleo é bem central. Um dos maiores problemas em se manter um estoque razoável, e que já foi constatado, são as doações que são feitas para alguém em específico, ou seja, uma pessoa vai doar porque o amigo vai operar, ou aconteceu alguma coisa e ele precisa de sangue, “Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée.
Em outros países, principalmente da Europa, existe um desprendimento maior na doação de sangue, eles entendem que é importante para todos, já faz parte da cultura européia. No Brasil, ainda temos muito o que fazer para mudarmos esse quadro.

“Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée

De três em três meses

A doação de sangue pode ser feita de três em três meses, mas é muito comum as pessoas ficarem esperando algum pedido específico para fazerem a doação, aquela velha história de que quando for solicitado, a pessoa doadora já ter feito a doação recentemente e não poder doar em seguida.
O indivíduo pode realizar o procedimento até quatro vezes por ano. A mulher pode doar de três em três meses, e o homem de dois em dois meses, não podendo ultrapassar as quatro vezes por ano.
“A população que pode doar, se o fizesse duas vezes por ano, já estaria de bom tamanho e nosso estoque estaria bom”, afirma Rita Valadão.
A necessidade de se ter um estoque é importante, pois se acontecer alguma coisa de uma hora para outra, o hemonúcleo terá como ajudar. O sangue tem validade de 35 dias sob refrigeração, o plasma tem uma validade maior, mas as plaquetas por exemplo, a validade é de apenas 5 dias. A bolsa de sangue não pode ficar mais do que isso nas geladeiras dos hemonúcleos, e após esse período elas devem ser descartadas.
Segundo Rita Valadão, a primeira coisa que as pessoas tem que ter em mente é a seguinte frase: “hoje vou fazer uma boa ação. As pessoas tem que pensar assim”.

“Uma doação de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas” afirma Dra. Fortunée

Alguns procedimentos

Para a doação de sangue, o doador tem que ter uma boa noite de descanso, não pode ir em jejum, deve tomar um café da manhã porém sem o consumo de gorduras, como o leite, por exemplo. A partir dos 16 anos já se pode doar, contudo, é necessário que o adolescente tenha o termo de consentimento, que é preenchido lá no hemonúcleo, assinado pelos pais e até os 67 anos e 11 meses. É imprescindível que as pessoas que querem doar, sejam comprometidas com as outras pessoas.
Nossa cidade tem a característica de acidentes freqüentes, daí a importância da doação de sangue, pois precisamos estar preparados para atender a essa demanda. O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis tem parceria com o HCT que é pra onde vai o sangue coletado. A solidariedade para com o hemonúcleo é muito grande, além dos doadores de sangue. É importante ressaltar que para a mulher, a menstruação não é impeditivo para doação, desde que ela não esteja anêmica.
Rita nos contou que o hemonúcleo da cidade realiza palestras em algumas escolas para conscientizarem os futuros doadores, e que durante as palestras, os alunos podem tirar dúvidas e conhecer o procedimento, quebrando inclusive alguns tabus muito comuns ao tema.
O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis fica na Rua Francisco Sá, 299, ao lado da Receita Federal. O telefone para maiores informações é o 3641-5872
Email: hemotere@yahoo.com.br
Facebook: Hemonucleo de Teresópolis
Funcionamento para doação: de 2ª a 5ªfeira das 08:00h ás 12:00h e as 6as feiras das 08:00h ás 11:30h.

 

 

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Precisa-se de sangue A positivo e O negativo

Rita Valadão, assistente social do Hemonúcleo: Demandas de pacientes fizeram cair os estoques do banco de sangue

– Hemonúcleo convoca doadores para garantir atendimento

 

A demanda de sangue dos tipos A positivo e O negativo esgotou o estoque das duas tipagens no Hemonúcleo Municipal. O banco de sangue está em plena campanha para que doadores, cadastrados ou novos, compareçam para doar e garantir as reservas locais para que sejam mantidos estoques emergenciais. A necessidade atual é para os sangues ‘A’ Positivo e ‘O’ Negativo.
“Neste momento nós estamos precisando especificamente destes dois tipos de sangue. Temos uma demanda no Hospital das Clínicas de Teresópolis de pacientes que precisaram de grandes quantidades desses dois grupos sanguíneos e hoje os estoques estão comprometidos. Precisamos que nossos doadores e doadoras venham. Todos são bem vindos”, convoca a assistente social do Hemonúcleo, Rita Valadão.

Macas vazias: Hemonúcleo Municipal precisa de doadores de sangue A+ e O-

Todos são importantes

Segundo a funcionária pública, toda ajuda neste momento é importante. “Ainda que chegue aqui na nossa triagem e por algum motivo a pessoa for inapta a doar, ela pode ajudar conversando com outras pessoas e convence-las de vir. Todos são importantes nesse movimento”.
Para regularizar a situação do estoque, Teresópolis necessita de pelo menos 45 doadores por dia. A média atual é de apenas 25. Além de atender aos hospitais locais, a unidade também supre cidades vizinhas como Magé, Guapimirim, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro, nos casos de emergência.De acordo com a técnica em enfermagem Maria Norma Mendes, não é fácil estimar uma média de doadores. “Aqui é imprevisível. Hoje (ontem) atendemos oito pessoas. Em alguns dias chegam até dez. Há dias que ninguém aparece”, conta.

 

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Hemonúcleo Municipal inicia o ano convocando doadores

Para doar sangue é necessário está com a saúde em dia e ter solidariedade, sabendo que este gesto pode salvar uma vida

– Doadores de qualquer tipo sanguíneo podem fazer a doação na unidade

O Hemonúcleo de Teresópolis começa o ano convocando doadores para reforçar o estoque da unidade após as festas de final de ano. O aumento da necessidade por sangue nos hospitais coincide com o período de férias, onde muitos doadores viajam e as doações ficam escassas, além do aumento de acidentes.

Segundo a coordenadora do Hemonúcleo Fortunée Meyohas, qualquer pessoa pode doar, desde que sejam obedecidas algumas regras. “É necessário apresentar documento oficial de identidade com foto (RG, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, carteira de Conselho Profissional o Carteira de Habilitação), ter idade entre 16 e 67 anos, estar gozando de boa saúde e pesar mais de 50 quilos. A mulher não pode estar grávida e nem amamentando. A pessoa não pode ter ingerido bebida alcoólica pelo menos 12 horas antes da doação. Não é preciso estar em jejum, basta evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação”, explica a médica responsável. “O hemonúcleo é essencial à vida da cidade. Precisamos deste centro porque é aqui que se capta, aqui que se colhe o sangue que vai ser utilizado na cidade, nas cirurgias, nos acidentes, principalmente no atendimento público do SUS. Precisamos de mais doadores para manter os estoques para qualquer emergência. O sangue tem uma durabilidade, é um produto perecível. Precisamos não é só no momento crítico, mas sempre”, explica.

Doar sangue não dói

Boa média de doadores

Teresópolis costuma ter uma boa média de doares. “Costumamos receber cerca de 200 doações por mês. Queremos agradecer a presença e a disponibilidade destas pessoas e contamos que, quem puder, retorne aqui para que possamos garantir o atendimento neste fim de ano”, completa.
É importante lembrar que o Hemonúcleo de Teresópolis disponibiliza as plaquetas para hospitais de cidades vizinhas como Guapimirim e São José do Vale do Rio Preto. Como tem validade de 35 dias, quando as bolsas estão chegando à data de vencimento, para não serem desperdiçadas, são doadas para hospitais do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nova Friburgo.

O banco de coleta fica na Rua Francisco Sá, 299, na Várzea e funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h

Quem pode doa sangue

Quem estiver apto a doar deve procurar o Hemonúcleo da cidade, localizado na Rua Francisco Sá, nº 299, na Várzea, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h.
A coordenadora do hemonúcleo Fortuné Fortunê Meyohas explicou que todos os tipos de sangue estão em falta, mas os de fator negativo são mais difíceis de serem encontrados, abrangendo apenas de 10 a 15% apenas da população:
“É muito importante que os doadores de RH negativo compareceram para doar sangue, nós estamos com uma demanda aumentada de pacientes RH negativo e nós precisamos desses doadores. Essas situações flutuam em alguns momentos você tem uma demanda maior de um grupo ou outro e isso é normal e o estoque para doar sangue ainda é um sonho para a gente, ainda temos um estoque inadequado em todo o país. Teresópolis ainda tem uma situação um pouco melhor do que a maioria, mas nós precisamos manter o estoque”.

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Hemonúcleo de Teresópolis convoca doadores de sangue

O banco de coleta fica na Rua Francisco Sá, 299, na Várzea e funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h

– Proximidade de festas de final de ano influenciam em maior demanda e na falta de oferta

O Hemonúcleo de Teresópolis está precisando reforçar o seu estoque. Para isso convoca doadores de qualquer tipo para esse gesto de solidariedade. A proximidade das festas de final de ano provoca aumento na necessidade por sangue nos hospitais, ao mesmo tempo em as doações ficam escassas.

 

Hemonúcleo de Teresópolis precisa de doadores para garantir o estoque durante as festas de fim de ano

Pessoas de 16 a 67 anos podem doar

Segundo a coordenadora do Hemonúcleo Fortunée Meyohas, qualquer pessoa pode doar, desde que sejam obedecidas algumas regras. “É necessário apresentar documento oficial de identidade com foto (RG, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, carteira de Conselho Profissional o Carteira de Habilitação), ter idade entre 16 e 67 anos, estar gozando de boa saúde e pesar mais de 50 quilos. A mulher não pode estar grávida e nem amamentando. A pessoa não pode ter ingerido bebida alcoólica pelo menos 12 horas antes da doação. Não é preciso estar em jejum, basta evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação”, explica a médica responsável. “O hemonúcleo é essencial à vida da cidade. Precisamos deste centro porque é aqui que se capta, aqui que se colhe o sangue que vai ser utilizado na cidade, nas cirurgias, nos acidentes, principalmente no atendimento público do SUS. Precisamos de mais doadores para manter os estoques para qualquer emergência. O sangue tem uma durabilidade, é um produto perecível. Precisamos não é só no momento crítico, mas sempre”, explica.

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