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É hora de comprar dólares para viajar?

Segundo o empresário Michel Al Odeh, o momento é de cautela para quem precisa da moeda americana para viajar. A dica é parcelar essa compra em pequenos montantes diários

Segundo o empresário Michel Al Odeh, o momento é de cautela para quem precisa da moeda americana para viajar. A dica é parcelar essa compra em pequenos montantes diários

– Empresário comenta período de instabilidade da moeda americana e recomenda cautela aos investidores

Com os inúmeros fatores que estão deixando o mercado financeiro em polvorosa, a instabilidade do dólar americano causa apreensão nas pessoas que já compraram passagens ou pacotes de viagem para o exterior. Atento às movimentações desse setor, o empresário Michel Al Odeh, diretor da Vila Nova Turismo, recomenda cautela às pessoas que precisam adquirir a moeda para viajar. Segundo ele, ninguém deve desistir de sua viagem e comprar os dólares ou euros em pequenas porções diárias.

“A primeira sugestão para as pessoas que ainda não compraram a moeda estrangeira é, se tiver oportunidade e tempo disponível por conta da data da viagem, comprar aos poucos. Com isso vai conseguir uma média nesse momento de instabilidade da cotação. Um dia compra mais caro, no outro mais barato e no final consegue estabelecer uma média mais atrativa. Melhor do que comprar tudo de uma vez só, o que entendo ser um risco”, recomenda. “Deve fazer um cálculo da quantia que pretende levar e dividir pelo número de dias que faltam para a viagem e deixar para comprar a última remessa dois ou três dias antes do embarque”, exemplifica.

Odeh comenta que viagens internacionais geralmente são planejadas com bastante antecedência, o que pode ser positivo para quem vai sair do país. “Ao comprar o pacote, a pessoa tem que pensar no dinheiro que vai levar. Eu recomendo é que se enxuguem ao máximo esses gastos lá fora, evitando passeios extras e optando pelo que está contratado dentro do pacote. Se não tem nenhum passeio contratado, que economize o máximo possível e vá apenas aos melhores lugares dentro do destino”, recomenda. Na avaliação do especialista, o momento também não é positivo para as compras, principalmente nos Estados Unidos. “Também, se possível, escolher um hotel que ofereça o café da manhã ou mesmo aqueles cujas unidades têm forno de microondas ou fogão, com isso pode comprar o café da manhã ou a comida em um supermercado e comer no quarto. Isso vai proporcionar uma grande economia”, garante.

Na opinião de Michel, o que não se deve fazer é desistir da viagem. “Não deixem de viajar, tem gente que fala em cancelar o pacote. Isso sim vai representar perda de dinheiro, além de deixar de realizar um sonho. Acho possível adequar o orçamento da  viagem, do passeio e esquecer um pouco da crise para aproveitar a vida”, recomenda.

Ao avaliar o mercado financeiro nesse momento de crise, Odeh não enxerga um cenário que vá proporcionar uma queda do câmbio a curto prazo. “Já tive oportunidade de falar anteriormente com vocês sobre isso e disse, na época, que o dólar não subiria. Isso aconteceu porque o Ministro Joaquim Levi estava arrumando a casa, fazendo os ajuste e tudo ia muito bem. Hoje ele tanta fazer com que esse ajuste fiscal passe pelo Congresso”, recorda. “Hoje os escândalos políticos, do Mensalão e do Lava Jato, influenciaram muito na aprovação do nosso mercado, que não está bem visto no exterior. Se houver um rebaixamento da nossa nota em relação ao nosso potencial para investimento, vai piorar ainda mais o cenário. Outra preocupação é com a possibilidade do aumento dos juros nos Estados Unidos, o que pode provocar uma migração de dólares daqui para lá. Esse contexto todo não é favorável para uma queda do dólar, que hoje tente a subir”, analiza.

Michel Odeh explica ainda que o governo tem tomado medidas para tentar segurar as altas da moeda americana. “

O que o governo fez – apesar de ter dito na semana passada que não faria –  são os leilões de contratos futuros. O swap cambial faz com eu existe uma injeção de dólares no mercado futuro, o que também acaba influenciando as cotações dentro do dia de negócios.

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Inflação medida pela FGV atinge 1,41% em março

 

A apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que o vilão da inflação foi o grupo habitação com alta de 3,71%

A apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que o vilão da inflação foi o grupo habitação com alta de 3,71%

– A apuração mostra que a principal contribuição para o resultado veio do grupo da habitação

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou março com variação de 1,41%, ligeiramente abaixo da última prévia do mês (1,47%), mas com um acumulado de 8,59%, nos últimos 12 meses, e de 4,16% desde o começo deste ano.

A apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que o vilão da inflação foi o grupo habitação com alta de 3,71%, acima do registrado na primeira prévia do mês (1,75%) e superando também a variação da terceira prévia (3,19%).

O IPC-S é uma versão do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais. A pesquisa de preços ocorre diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

Na habitação, o maior impacto foi a elevação da tarifa de energia elétrica residencial que, na última prévia do mês, subiu de 18,36% para 22,6%.

 

 

Na habitação, o maior impacto foi a elevação da tarifa de energia elétrica residencial que, na última prévia do mês, subiu de 18,36% para 22,6%. Em sentido oposto, o que ajudou a reduzir a influência desse aumento sobre o IPC-S foi o grupo transportes que passou de uma alta de 1,42% para 0,67% depois de iniciar março com variação de 2,28%. A gasolina permanece em alta de 1,82%, mas com taxa bem menor em relação ao registrado na última apuração (4,56%).

A segunda maior alta foi constatada no grupo alimentação. Os preços dos itens alimentícios aumentaram em média 1,02%, variação esta abaixo da terceira prévia do mês, que foi 1,09%. As hortaliças e os legumes passaram de uma alta de 6,24% para 4%.

Em saúde e cuidados pessoais, os preços também subiram com menos intensidade ao passar de 0,83% para 0,7%.

Em despesas diversas, também houve decréscimo (de 0,83% para 0,61%) em razão dos cigarros (de 0,49% para 0,05%); em comunicação (de -0,06% para -0,07%), o destaque foi a queda na mensalidade dos serviços de internet (de -1,05% para -1,52%).

 

Os cinco itens que mais influenciaram o índice para cima foram: a tarifa de eletricidade residencial (22,6%), condomínio residencial (4,97%); gasolina (1,82%); refeições em bares e restaurantes (0,67%) e aluguel residencial (0,78%). Os que mais ajudaram a neutralizar os aumentos foram: batata-inglesa (-6,75%); tarifa de telefone residencial (-1,08%); automóvel usado (-0,83%); tarifa de táxi (-1,54%) e costela bovina (-2,27%). [Agência Brasil]

 

 

 

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 Produtos especiais podem ajudar na economia de água

Chuveiros modernos diminuem a quantidade de água durante o banho

Chuveiros modernos diminuem a quantidade de água durante o banho

– Empresa especializada em acabamentos aposta na linha ‘ecologicamente correta’

Em tempos de escassez de água, a escolha por produtos que oferecem economia e evitam o desperdício é digna de aplausos. Na hora de optar por essa ou aquela peça que vão fazer parte do dia a dia de uma casa construída ou que passou por reformas, pode ser uma boa oportunidade de economizar, pensando na conta do final do mês e principalmente na conservação do planeta.

Pensando nisso, grandes empresas estão investindo suas tecnologias de produção na confecção de produtos que garantam o uso consciente da água. Da mesma forma, distribuidoras optam por dispor em suas lojas esses produtos, deixando as linhas ao alcance de todos os consumidores.

Arejadores instalados nas torneiras garantem economia de água e não comprometem a utilização dos equipamentos

Arejadores instalados nas torneiras garantem economia de água e não comprometem a utilização dos equipamentos

Em Teresópolis a Na Certa Acabamentos é um exemplo de variedade nesta linha. São torneiras, chuveiros, válvulas de descarga e caixas acopladas com acionadores ‘dual’. De gota em gota economizada, ganha o consumidor e principalmente o meio ambiente.

“Existe uma preocupação entre nossos fornecedores para oferecer produtos adequados a essa nova realidade. A Na Certa tem se atualizado de acordo com as normas exigidas pelo Governo para o controle e o desperdício de água. Temos vários produtos aqui que já trabalham com esse fundamento e funcionam muito bem”, garante Daniel Costa, consultor de vendas da empresa.

 Chuveiros e torneiras

Um exemplo dos produtos dessa nova linha é um chuveiro com controle de fluxo de água. Além de reduzir a quantidade do líquido que sai durante a utilização, a peça tem um sistema de retração que evita o gotejamento depois que a torneira é fechada. “Aquelas gotas que ficam depois do banho deixam de existir com essa linha, que provoca a interrupção instantânea. O sistema também auxilia na limpeza dos furos quando faz esse trabalho”, garante Costa.

O comerciário aponta também uma linha especial de torneiras. “Elas vêm com arejados, que trabalham no controle da quantidade de água, mantendo a força do jato e garantindo a economia de água. Essa linha também trabalha com a capacidade ligada à coluna de água, que antes tinha de ser de cinco metros e agora pode ser de até dois metros, oferecendo o mesmo efeito e ao mesmo tempo causando uma economia fantástica para o consumidor”, detalha.

Válvulas e caixas de descarga possuem sistema ‘dual flux’, onde o usuário escolhe a quantidade de água de acordo com a necessidade do esgotamento

Válvulas e caixas de descarga possuem sistema ‘dual flux’, onde o usuário escolhe a quantidade de água de acordo com a necessidade do esgotamento

Os vasos sanitários também eram apontados como vilões no consumo de água. Porém, com novos equipamentos, o consumo também pode ser reduzido. “Hoje em dias os vasos que têm caixas acopladas foram adequados ao sistema. Temos, por exemplo, a marca Suprema com sistema de acionamento ‘dual flux’, que controla o fluxo de água conforme a utlização e a necessidade de uma descarga mais forte ou mais fraca de acordo com a finalidade de esgotamento”, explica. Também há opção de válvulas de descarga, utilizadas em sistema de pressão, que oferecem os botões duplos para acionamento conforme a necessidade.

Daniel Costa garante que a escolha desses produtos que oferecem economia e combatem o desperdício não são sinônimo de maiores gastos para o consumidor. “Esses investimentos estão dentro do alcance de todos. Eles obedecem adequações às normas atuais e têm os preços que também se encaixam na nossa política de valores, dentro do orçamento e do conforto dos nossos clientes. Não é preciso gastar mais para ser ecologicamente correto”, garante.

A loja da Na Certa Acabamentos em Teresópolis fica na Rua Alberto Torres, 646, no Alto. O telefone é o 3644-4545.

 

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Economia: Dicas para sobreviver à crise econômica

 

A economista Roberta Amaral, professora do Unifeso, recomenda que o consumidor aja com cautela e evite longos financiamentos

A economista Roberta Amaral, professora do Unifeso, recomenda que o consumidor aja com cautela e evite longos financiamentos

– Consumidores devem agir com cautela nesse momento difícil

 

A disparada da cotação do dólar, o nervosismo do mercado de ações e a falta de providências concretas do Governo geraram uma crise anunciada no país. A estável economia nacional mostra sinais de enfraquecimento e a alta da moeda estrangeira traz de volta fantasmas que já assolaram boa parte da população. Mas, o que fazer para driblar a atualidade turbulenta e se preparar para o que está por vir. Na opinião da economista Roberta Amaral, professora do Unifeso, os tempos atuais devem ser de prudência e cuidado, principalmente com os negócios em moeda estrangeira.

“Acho que o momento é de cautela. Temos de nos programar para fazer os pagamentos, evitar negócios em dólar e comprometer nossa renda futura com esses gastos em moeda estrangeira”, recomenda a especialista

“Acho que o momento é de cautela. Temos de nos programar para fazer os pagamentos”, recomenda a especialista

“Acho que o momento é de cautela. Temos de nos programar para fazer os pagamentos, evitar negócios em dólar e comprometer nossa renda futura com esses gastos em moeda estrangeira”, recomenda a especialista. “Se alguém está programando, por exemplo, uma viagem para o exterior, o melhor é reavaliar. Faça uma poupança e espere, não comprometa a sua renda, não feche o pacote de turismo agora. Faça a poupança, guarde, espere e quando chegar a época de viajar, nas férias, avalie se tem o suficiente para pagar a vista. Se não tiver, espere mais para realizar esse sonho, opte por uma viajem doméstica. Não é o momento de se endividar em dólares”, recomenda. No caso de viagens já agendadas, o ideal é levar o papel moeda ou optar pelos cartões pré-pagos, que garantem o valor e a taxa de câmbio e evitar surpresas com a fatura do cartão de crédito.

Na avaliação de Roberta, o momento também não é interessante para quem pretende adquirir longos financiamento

Na avaliação de Roberta, o momento também não é interessante para quem pretende adquirir longos financiamento

Na avaliação de Roberta, o momento também não é interessante para quem pretende adquirir longos financiamento, como a compra da casa própria ou de um carro. “Novamente defendo a cautela, porque vivemos a expectativa de um aumento na taxa de juros, que já subiu e possivelmente vai cresce mais. A inadimplência está aumentando e com isso os consumidores tendem a buscar empréstimos. Consecutivamente vão pagar mais, até porque é na taxa de juros que os bancos tiram seu lucro dela”, aponta.

De acordo com a economista, a instabilidade econômica que o país atravessa é resultado da falta de soluções e adaptação ao processo que se iniciou em 2008. “Na minha avaliação nós adiamos por muito tempo a adaptação ao problema da crise de 2008. Já passaram seis anos e nada foi feito no país. Empurramos o problema com a barriga e acho que não vai ser uma solução rápida. Entendo que a médio ou longo prazo ainda teremos comprometimentos na economia que vão trazer tempos difíceis. Não vejo facilidade a curto prazo”, avalia.

 

 

 

 

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Após aumentar o próprio salário, Arlei quer economizar

Um dos “supersecretários” criados pela “reforma” administrativa de Arlei, já tem atuado desta forma há alguns meses e não deve ser um problema para o andamento dos projetos e das ações futuras

Um dos “supersecretários” criados pela “reforma” administrativa de Arlei, já tem atuado desta forma há alguns meses e não deve ser um problema para o andamento dos projetos e das ações futuras

DANÇA DAS CADEIRAS

– Segundo Dr. Carlão, cerca de um milhão de reais seriam economizados com secretários interinos em seis pastas

 

Foi novamente o líder do governo na Câmara, o vereador Dr. Carlão, quem precisou se colocar publicamente a respeito de ações do prefeito Arlei Rosa e o seu grupo. Desta vez o edil anunciou, durante a sessão ordinária do legislativo nesta terça-feira, 10, uma série de mudanças na estrutura administrativa que objetivam a contenção de despesas na máquina pública. Depois de aumentar o seu próprio salário e de levar com esse reajuste todos os secretários e cargos comissionados, além do vice, Arlei se diz comprometido em enxugar a máquina para poder investir. Seriam seis secretarias aglutinadas em outras já existentes, mas nenhuma extinção de pasta, assumindo interinamente outros secretários em atividade.

Não dá mesmo para ficar muito empolgado com tanta economia assim, afinal, segundo Carlão as mudanças representariam cerca de um milhão de reais no ano, valor bem abaixo de inúmeras contratações suspeitas – algumas canceladas depois de matérias de O DIÁRIO – realizadas pelo Executivo nos últimos meses. Para muitos a principal pergunta é mesmo: “Se precisava economizar, porque Arlei acabou de aumentar o próprio salário e de seus secretários?”. Até Carlão nem quis tocar nesse assunto durante a reunião, restringindo-se a anunciar as mudanças.

Um dos “supersecretários” criados pela “reforma” administrativa de Arlei, já tem atuado desta forma há alguns meses e não deve ser um problema para o andamento dos projetos e das ações futuras

Um dos “supersecretários” criados pela “reforma” administrativa de Arlei, já tem atuado desta forma há alguns meses e não deve ser um problema para o andamento dos projetos e das ações futuras

Dentro do que foi dito por Dr. Carlão, quatro secretarias passam a ter gestão interina, ou seja, não há recebimento de salário pela coordenação destas pastas. A Secretaria de Trabalho, Emprego e Economia Solidária; a pasta de Orçamento Participativo e Relações Comunitárias; Obras Públicas e a Secretaria de Turismo.

Com essa mudança, a Secretaria de Trabalho, Emprego e Economia Solidária terá como interina a secretária de Desenvolvimento Social, Graça Granito. Já no Orçamento Participativo e Relações Comunitárias a gestão fica a cargo de Silvana Pires, atual titular do Planejamento.

A direção da Secretaria de Obras Públicas será exercida, interinamente, por Carlos Antônio Lopes de Oliveira, que segue também como titular de Fiscalização de Obras Públicas. Na Secretaria de Turismo, assume, interinamente, o secretário de Cultura, Ronaldo Fialho.  Além disso, a gestão da Secretaria de Serviços Públicos fica, a partir de agora, a cargo de Denilson Moraes, que até então ocupava a titularidade da Secretaria de Obras Públicas.

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Energia elétrica mais cara exige consumo consciente

Sidnei Silva, gerente de loja, apontou que o consumidor está mais preocupado em saber se os produtos são econômicos

Sidnei Silva, gerente de loja, apontou que o consumidor está mais preocupado em saber se os produtos são econômicos

– Consumidor está de olho na comparação de gastos entre modelos de eletrodomésticos

 

Na hora de comprar um eletrodoméstico, o consumidor está mostrando que já não se guia apenas pelo preço para decidir qual produto vai levar e grande parte da clientela busca aquele que consome menos energia elétrica para não ter surpresas desagradáveis na conta de luz. O selo do Inmetro que atribui uma escala de consumo a esses produtos está tendo tanta atenção quanto os cartazes com os preços desde que o governo liberou as concessionárias a aumentarem as tarifas de energia elétrica.

Sidnei da Silva, gerente de uma loja que vende eletrodomésticos, afirmou que as vendas ainda se mantêm normais, mas também confirma que o consumidor está levando o critério do consumo em consideração: “Realmente com esse aumento de energia, nosso país está passando por esse momento difícil e as pessoas tem se preocupado sim. Os produtos que nós temos aqui tem o código que mostra consumo A de energia, esse que é o mais baixo possível, então a pessoa pode comprar tranqüila que não vai gastar energia acima do normal”.

Produtos que ostentam selo de economia estão em vantagem na escolha dos consumidores

Produtos que ostentam selo de economia estão em vantagem na escolha dos consumidores

O verão com altas temperaturas favoreceu um forte crescimento nas vendas de aparelhos de ar condicionado e mesmo com a divulgação do encarecimento das tarifas, o consumidor não está abrindo mão de fazer aquisição do produto: “O calor é tanto que as pessoas não estão se preocupando nesse caso do ar condicionado não. Já no caso do freezer a pessoa tem a opção de poder escolher um menor de consumo A e as pessoas tem optado por esse mais econômico com essa ajuda”.

Refrigeradores, máquinas de lavar e aparelhos de ar condicionado estão entre os produtos que são responsáveis pelo maior parte do consumo de energia elétrica e por conta disso é muito importante garantir a compra dos modelos mais econômicos. Mesmo que se encontre nas lojas somente produtos da categoria A, é indicado ainda verificar o consumo por hora de cada um que apresenta variações e, portanto pode significar alguns reais de diferença na conta.

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Empregos: 140 oportunidades em diversas áreas

– Restaurantes estão entre as empresas que mais oferecem vagas em Teresópolis

Vinicius Claussen destacou que o momento é de grande movimentação na gastronomia em Teresópolis e com isso surgem muitas vagas de emprego

Vinicius Claussen destacou que o momento é de grande movimentação na gastronomia e com isso surgem muitas vagas de emprego

Quem está precisando de emprego conta com uma grande variedade de oportunidades nesta reta final do ano e isso tem muito a ver com o maior investimento de vários setores para o período. A expectativa da injeção de mais dinheiro na economia com o décimo terceiro e o aumento da visitação turística proporcionam maiores investimentos em pessoal. Nossa reportagem apurou que nesta semana são quase 60 anúncios de vagas e processos seletivos nos classificados do jornal O Diário e ainda 79 vagas anunciadas no balcão do Sine. Seja no comércio, na indústria, tecnologia, construção civil ou na área de serviços, estão disponíveis empregos para pessoas com ou sem experiência, do ensino básico ao superior.
Um dos setores que mais estão aquecidos neste final de ano é o da gastronomia, registrando a abertura de várias empresas recentemente, o que está diretamente ligado ao aumento do número de vagas. Nos classificados do jornal O Diário há anúncios de diversas vagas em restaurantes que querem aumentar o quadro de funcionários e um deles é o K17, no Teresópolis Shopping. Para oferecer mais informações sobre algumas vagas anunciadas, nossa reportagem conversou com o diretor do grupo Submarino, que conta com três restaurantes em Teresópolis (K17, Millematti e Viva Itália) que estão pedindo currículos para contratação imediata e também para futuras oportunidades. Vinicius Claussen destacou que este é o momento de início de uma grande movimentação, já que depois do feriadão, vem a antecipação das vendas de Natal, a primeira parcela do décimo terceiro salário é liberada e assim as empresas precisam contratar. Às vezes é um temporário, um extra ou até mesmo um reforço fixo para o quadro de funcionários.

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Alta da carne intensifica busca por opções diferentes

– Frango e ovos são os prediletos para quem quer driblar o preço da carne bovina

"Você pode comprar outros tipos de carnes. Até os cortes de segunda podem ser mais saborosos que os de primeira, e são mais baratos", disse Leonardo Carvalho

“Você pode comprar outros tipos de carnes. Até os cortes de segunda podem ser mais saborosos que os de primeira, e são mais baratos”, disse Leonardo Carvalho

A seca registrada em boa parte do país aliada à alta no movimento de exportações de corte têm provocado nos últimos meses o aumento no preço da carne bovina na venda direta ao consumidor. Com isso, o bife vai perdendo espaço para carnes paliativas, como peixe e principalmente o frango. Ovos e embutidos também ganham espaço nas prateleiras e consecutivamente nas mesas dos brasileiros. A dica é aproveitar a alta para experimentar outras opções na mesa. O chef de cozinha, empresário e apresentador de TV Leonardo Carvalho reconhece que o mercado passa por uma oscilação. “Como toda boa receita, temos de ir por partes e analisar o mercado como um todo para saber o que vamos colocar na nossa mesa. No nosso caso, de um restaurante, compramos no atacado e a variação acaba sendo pequena. Já no varejo, pra quem está em casa e precisa comprar para fazer as receitas do dia a dia, sofre um pouco mais com esse aumento de preço”, avalia. Leo explica ainda que, no caso das empresas, a compra por atacado permite que seja criado um ‘lastro’, blindando os preços desse tipo de variação.
“Temos o costume de comprar sempre a mesma coisa. Aí é que entra a graça da culinária. Você pode comprar outros tipos de carnes. Até os cortes de segunda podem ser mais saborosos que os de primeira, e são mais baratos. Também tem que variar com as crianças, alterar a carne por legumes. Até os cogmelos são boas opções, já que têm a mesma sensação de textura da carne. Se deixar, as crianças querem bife com batatas fritas todo o dia.”, recomenda Léo.
O chef aponta também as opções com peixes e principalmente, frango e ovos para driblar a alta. “A carne tá cara? Muda, escolhe um peixe, um frango, quem sabe, frutos do mar. Não faltam receitas para incrementar todas as opções. Criatividade na cozinha é o ingrediente mais importante para quem quer um cardápio que equilibre a saúde do bolso e das finanças”, indica. Leonardo recomenda uma visita ao site do seu programa, Chef em Casa, para ter acesso a algumas receitas que podem ser o diferencial.

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Cesta básica em Teresópolis custa R$ 310,96

– Unifeso divulga índice que verifica preços praticados em 11 empresas da cidade

A professora Roberta Amaral explicou que o índice é único no interior do estado do Rio de Janeiro

A professora Roberta Amaral explicou que o índice é único no interior do estado do Rio de Janeiro

O valor da cesta básica em Teresópolis aferido no mês de outubro chegou a R$ 310,96, de acordo com o índice IPC/CB Feso. O estudo econômico foi aperfeiçoado nos últimos meses e faz parte de um projeto dos cursos de Administração e Ciências Contábeis do Unifeso. Os responsáveis pela coleta visitam empresas do varejo de alimentos para estipular o preço que o teresopolitano precisa desembolsar para fazer a aquisição dos produtos que fazem parte da cesta básica.
A professora Roberta Amaral, que está à frente do estudo, explicou que há dois parâmetros de medição da inflação em Teresópolis: “Só para você ter uma idéia da importância disso, eu não tenho notícias de nenhum indicador na região serrana ou em qualquer outra região do interior do Rio de Janeiro que calcule um índice de preços próprio. Isso é muito importante porque a gente sabe exatamente como tem variado os preços aqui em Teresópolis. Do ano passado para cá, a gente desenvolveu um novo projeto do cálculo do custo de vida do teresopolitano, desde então a gente consegue calcular o índice de preços que serviria para todos os teresopolitanos e também a variação do custo da cesta básica”.

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Aberta a temporada de contratações no comércio

– Lojas já recebem currículos de candidatos às vagas de fim de ano

"É de praxe fazer o contrato de experiência e observamos o trabalho pelo período regulamentar podendo usar da renovação", disse Igor Edelstein

“É de praxe fazer o contrato de experiência e observamos o trabalho pelo período regulamentar podendo usar da renovação”, disse Igor Edelstein

Outubro já vai se despedindo e novembro bate à porta. O penúltimo mês do ano traz consigo a abertura de um período interessante para quem busca oportunidades de trabalho, especialmente no comércio. Várias empresas da cidade já começaram a receber currículos e agendar entrevistas com candidatos em potencial para preencher as vagas que surgem com a demanda das vendas da época de Natal, período apontado como de maior importância e faturamento para o comércio. Em algumas empresas o reforço de pessoal pode alcançar a média de 20%.
De acordo com estudo do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Sindeprestem) e da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt), a indústria e o comércio preveem a contratação de 163 mil trabalhadores temporários para o final de ano no país, sendo o comércio responsável por 70% dessas contratações. O úmero é 1% maior do que o mesmo período do ano passado. Cerca de 5% destes trabalhadores deverão ser efetivados. A pesquisa aponta que uma boa fatia dessas contratações serão feitas com pessoas com idades entre 18 e 24 anos e mostra ainda que os homens deverão responder por 55% desses contratos temporários no comércio.

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