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Escola Antônio Santiago é retratada em documentário do Canal Futura

A produção do Canal Futura entra na sua segunda temporada, após uma série com foco em países que se destacaram nas avaliações do PISA, volta o seu olhar para o Brasil e passa a acompanhar os municípios brasileiros que tiveram destaque no Ideb

A produção do Canal Futura entra na sua segunda temporada, após uma série com foco em países que se destacaram nas avaliações do PISA, volta o seu olhar para o Brasil e passa a acompanhar os municípios brasileiros que tiveram destaque no Ideb

TERESÓPOLIS COMO BOM EXEMPLO PARA O MUNDO

– Gestão da unidade é destaque em produção que mostra as boas práticas educacionais em nosso país

Em uma semana de trabalho de filmagens e entrevistas especiais o Canal Futura registrou o dia-a-dia de uma escola que o teresopolitano aprendeu a respeitar e admirar nas últimas décadas, o Antônio Santiago, no bairro de Agriões. A unidade foi escolhida como uma das vinte cinco melhores práticas educacionais do país durante a série de documentários: Destino: Educação Brasil. O programa, com formato documental e 26 minutos de duração, acompanha um dia na vida da aluna Giulia Ramos Corra, de 12 anos, estudante do 7º ano. A partir desta experiência, a produção mostra o trabalho de gestão do município, da diretora da escola, da coordenadora pedagógica, do corpo docente e sua relação com alunos e famílias que participam da vida escolar.

A Diretora Claudia Seabra comanda a equipe da unidade que possui o maior Ideb da cidade: 7.3 no Ensino Fundamental I, e conversou com nossa reportagem para falar da produção, que vai ao ar no Canal Futura nesta segunda-feira, 13, às 21 horas. Para Claudia, a experiência de receber a equipe de filmagens foi especial. “Foi um grande prazer saber que a nossa unidade foi escolhida para ilustrar uma das vinte e cinco boas experiências em educação em nosso país e receber a equipe do Canal Futura aqui foi uma grande festa. Na verdade, foi uma semana bem frenética e que nos fez repensar muitas ações. Na ocasião nós estávamos com um projeto político-pedagógico em andamento, em que os professores fizeram um teatro onde eles se colocam no lugar de pais, alunos, direção, enfim, foi muito legal. Também no dia tivemos uma reunião do Conselho dos pais, que também foi registrada e que mostrou essa interação da escola com a comunidade, mas foi acima de tudo uma experiência muito divertida”, enaltece a diretora.

“Eu faço desenho, jazz, circo, papel machê, inglês, ballet, teatro, cerâmica, artesanato, violão e dança de rua, tudo gratuito”, disse Giulia Ramos, que aconselhou outros jovens alunos a terem a mesma força de vontade

“Eu faço desenho, jazz, circo, papel machê, inglês, ballet, teatro, cerâmica, artesanato, violão e dança de rua, tudo gratuito”, disse Giulia Ramos, que aconselhou outros jovens alunos a terem a mesma força de vontade

Segundo os produtores da série, um dos fatores que levaram a escolha de Teresópolis como palco desse documentário é a colocação da cidade no Ideb, conceituada como a terceira melhor educação do Rio de Janeiro no primeiro segmento do ensino fundamental. Mas a protagonista desta história contada pelo canal é a aluna Giulia Ramos, que além de estudar no Antônio Santiago, faz onze atividades extra classe gratuitas, todas ofertadas pela Prefeitura. Giulia é órfã de pai e sua determinação e vontade foram algumas das qualidades que pesaram para sua escolha como protagonista.

“Eu faço desenho, jazz, circo, papel machê, inglês, ballet, teatro, cerâmica, artesanato, violão e dança de rua, tudo gratuito”, disse Giulia Ramos, que aconselhou outros jovens alunos a terem a mesma força de vontade. “Temos que buscar agora o nosso futuro. Se a gente deixar tudo para amanhã, fica muito mais difícil. Fazendo alguma coisa agora, enquanto ainda somos criança, no futuro as coisas serão muito mais fáceis”, diz a aluna.

A produção do Canal Futura entra na sua segunda temporada, após uma série com foco em países que se destacaram nas avaliações do PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, volta o seu olhar para o Brasil e passa a acompanhar os municípios brasileiros que tiveram destaque no Ideb. ‘Destino: Educação Brasil’ é exibido toda segunda, às 21h, e reprisado terça, às 13h30, e domingo, às 18h.

O programa, com formato documental e 26 minutos de duração, acompanha um dia na vida da aluna Giulia Ramos Corra, de 12 anos, estudante do 7º ano

O programa, com formato documental e 26 minutos de duração, acompanha um dia na vida da aluna Giulia Ramos Corra, de 12 anos, estudante do 7º ano

Cláudia aproveitou para lembrar que a produção é importante também como uma forma de se entender o que se tem feito em relação a melhoria da qualidade de ensino em nosso país. “Tenho assistido a série toda e tenho certeza que essa deveria ser uma produção imperdível para todo mundo. Nos cinco primeiros episódios vimos histórias de superação, de dedicação ao estudo, de vidas que poderiam ser tudo, menos inspiradoras, mas que ainda assim te cativam te motivam. Os personagens principais das histórias, como a nossa querida Giulia, são todos maravilhosos e com vidas que nos mostram o quanto é fácil fazer a diferença, bastando para isso dedicação e vontade de fazer. E ver em todo esse universo de boas práticas e soluções incríveis nossa escola sendo retratada é simplesmente maravilhoso”, enaltece Cláudia, que ainda acrescenta que em todas as experiências já retratadas pelo programa percebeu as equipes das escolas muito comprometidas e com projetos voltados para o ensino integral e participação da sociedade.

A Diretora Claudia Seabra comanda a equipe da unidade que possui o maior Ideb da cidade: 7.3 no Ensino Fundamental I, e conversou com nossa reportagem para falar da produção

A Diretora Claudia Seabra comanda a equipe da unidade que possui o maior Ideb da cidade: 7.3 no Ensino Fundamental I, e conversou com nossa reportagem para falar da produção

A Diretora também explicou como a unidade tem se destacado nos indicadores e nas avaliações feitas pelo Ministério da Educação. “Acho que esse sucesso do Antônio Santiago vem de um grande trabalho de equipe, e não só na gestão, mas em todos os âmbitos, seja no corpo docente, com os pais e responsáveis, os próprios alunos, enfim estão todos inseridos no propósito de levar a escola para a melhor prática educacional possível. Acho que quando as pessoas se sentem pertencentes aos projetos feitos, tudo é mais exitoso e mais fácil”, enaltece.

Com 94 escolas municipais, Teresópolis alcançou suas metas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb, e chegou ao índice de 5.5 pontos para o Ensino Fundamental I em 2013, mas não superou as expectativas para os anos finais do segmento, chegando a 4.0, quando a projeção ideal era de 4.5. A cidade possui uma taxa de evasão escolar no Ensino Fundamental de apenas 0,2%. Há orientadores e coordenadores pedagógicos em todas as unidades de ensino, além de Plano Político Pedagógico implementado nas escolas.

 

 

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Vereador enaltece obras do governo Arlei

Obras  no Antônio Santiago e operação "tapa bueiro" seriam alguns dos motivos para dizer que o governo está vivo e "trabalhando muito"

Obras no Antônio Santiago e operação “tapa bueiro” seriam alguns dos motivos para dizer que o governo está vivo e “trabalhando muito”

– Líder na Câmara justifica feitos para não acatar pedido de Comissão Processante

 

Durante a sessão desta quinta-feira, 12, o vereador Carlos Cezar Gomes (PMDB), ao discutir o pedido de instalação de uma Comissão Processante para investigar uma série de denúncias contra o Prefeito Arlei, justificou seu voto contrário enumerando uma série de feitos como prova de que o prefeito estaria trabalhando. O que mais chama atenção é que alguns desses serviços citados, se olhados de perto, são uma mostra da comprovada incompetência administrativa que tomou conta da atual administração pública.

Doutor Carlão usou seu tempo regimental para defender o prefeito e seu governo. Debaixo de vaias e de protestos que partiam da assistência, Carlão falou que a Prefeitura iniciou uma operação tapa buracos utilizando uma carga de asfalto que estava comprada com preço antigo e que a fornecedora não queria entregar sem o reajuste. “O asfalto chegou e já estamos fazendo a pavimentação de alguns pontos e uma operação tapa buracos”, afirmou.

“O asfalto chegou e estamos fazendo a pavimentação e operações tapa-burcos”, declaração do vereador Carlão, defendendo a atual administração da Prefeitura

“O asfalto chegou e estamos fazendo a pavimentação e operações tapa-burcos”, declaração do vereador Carlão, defendendo a atual administração da Prefeitura

Porém, o que se vê nas ruas passa longe da anunciada solução. Na Rua José Elias Zaquem o milagroso asfalto foi jogado sobre buracos em meio aos paralelepípedos. Uma sobra da matéria prima foi deixada irresponsavelmente sobre uma das calçadas. A emulsão que sobrou corre para o interior de um dos bueiros. Em outro caso que chama atenção, ao reparar uma intervenção realizada na Avenida Feliciano Sodré, o precioso asfalto foi utilizado. Da mesma forma, o pavimento colocado aparenta qualidade inferior e está esfarelando. Da mesma forma, o líquido da emulsão correu para dentro dos bueiros.

O vereador destacou ainda outros feitos, como a contratação de empresa para manutenção da iluminação pública, que vale lembrar, é paga pelo contribuinte nas contas de energia elétrica. Também a convocação de professores concursados e o pagamento de reajuste para a mesma classe, que convenhamos, obedecem a uma cartilha de obrigações mínimas de qualquer governo. Ele garantiu que a ponte do Holliday, levada pelas águas da tragédia de 2011, está prometida para estar pronta em uma semana. Carlão também destacou a compra de duas ambulâncias pela prefeitura, situação bem oportunista depois que O DIÁRIO denunciou uma dispensa de licitação para aluguel de igual veículo por valor suficiente para a compra de um novo. Doutor Carlão também não explicou onde está a publicação da licitação das referidas ambulâncias.

Aliás, outra compra anunciada pelo vereador, de 25 mil kits escolares para os alunos da Rede Municipal, também não pode ser considerada um ponto para o prefeito, já que esse equipamento é adquirido com verbas federais do Fundeb. A obra da hemodiálise, segundo ele, fica pronta no fim do mês, embora ainda não haja data para o início das atividades. Outros pontos como o Cemei do Bairro de São Pedro, o Telecentro do Meudon, reforma de escolas e de creches, a criação do centro de odontologia e até a instalação de um serviço ambulatorial de nefrologia foram citados.

Carlão destacou ainda o trabalho desenvolvido na Escola Antônio Santiago, em Agriões, que teria sido considerada uma unidade exemplo no Rio de Janeiro. O edil talvez não tenha visto que a citada escola ‘ganhou’ da Prefeitura uma questionável ampliação de espaço, com uma construção que além de descaracterizar o antigo prédio, respeitaria sequer as medidas prevista de afastamento mínimo da obra para o muro, que deixou de existir. Esse é um detalhe que os fiscais do Executivo cobram com veemência de outros contribuintes pela cidade.

 

 

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Entendendo o passado para preservar o futuro

Encontro teve o objetivo de apresentar histórias sobre Agriões, para que os estudantes possam ajudar na preservação

Encontro teve o objetivo de apresentar histórias sobre Agriões, para que os estudantes possam ajudar na preservação

– Alunos da EM Antônio Santiago participam de debates sobre ações para a preservação ambiental

 

Alunos do quinto ano participaram de um debate sobre a história do bairro de Agriões. A proposta é mostrar aos estudantes como era o bairro, para que ele possa ser mais bem preservado no futuro. O Café Histórico contou com a visita de moradores antigos do bairro, que responderam a diversas perguntas elaboradas pelos adolescentes. O evento faz parte do trabalho realizado pela ONG GEMA, que financiada pelo governo do estado, visa formar jovens gestores ambientais.
Cláudia Seabra, Diretora da EM Antônio Santiago, fala sobre a participação da unidade no Programa de Elaboração da Agenda da Água nas Escolas: “O projeto partiu da secretaria de educação por conta do projeto Agenda Água e nós fomos uma das escolas beneficiadas com esse programa em função de termos um córrego que passa ao lado da escola. O objetivo principal é que as crianças adotem esse córrego, que elas procurem saber onde ele nasce, como ele está poluído, o que está sendo feito para melhorar isso e o que a comunidade pode fazer para melhorar”. Para ela, é de fundamental importância para as práticas de preservação que os alunos tenham acesso aos cenários físicos que são apontados como problemáticos. “A prática foi muito bem realizada. Eles foram a campo, fizeram a coleta da água do rio, analisaram todos os materiais nocivos ao ser humano e aos animais também e estamos realizando esse debate sobre como esse rio era antigamente”, conta.

“O objetivo principal é que as crianças adotem esse córrego”, disse Cláudia Seabra

“O objetivo principal é que as crianças adotem esse córrego”, disse Cláudia Seabra

Grande aprendizado

Entre as cerca de 15 crianças participantes do debate estava Débora Oliveira que contou ter tido a oportunidade de um grande aprendizado: “Foi muito especial fazer esse trabalho porque pudemos aprender sobre o ambiente em que a gente está e o que a gente pode orientar as pessoas a ajudarem o nosso planeta. Desse jeito a gente aprende a não desmatar, a não poluir nossos bairros e isso sempre é muito bom”.
A adolescente afirma que a partir de agora vai ajudar a conscientizar seus vizinhos, amigos e parentes sobre a importância da preservação. “A gente sempre vê o rio e sabe qual é a situação. O rio está muito poluído e todo mundo joga tudo quanto é tipo de coisa ali dentro” s3- “Depois desse projeto espero poder ajudar, assim como todo mundo que está aqui. A gente pode orientar as pessoas para não jogar lixo no chão e no rio porque isso também influencia na fauna, pois os animais que vivem no rio, acabam ficando prejudicados”, ressalta.

“A partir de agora vamos orientar as pessoas a não poluírem os rios”, conta Débora Oliveira

“A partir de agora vamos orientar as pessoas a não poluírem os rios”, conta Débora Oliveira

Jovens gestores ambientais

Nylce Jucá, Educadora e Monitora do Agenda Água na Escola em Teresópolis, realizado pela ONG GEMA (Grupo de Educação para o Meio Ambiente) fala sobre o desenrolar do trabalho com os adolescentes: “O Programa Agenda Água na Escola tem o objetivo de formar jovens gestores ambientais. Quinzenalmente a gente faz a análise da água do córrego que passa perto da escola. Além das análises a gente faz trabalhos lúdicos com as crianças para que elas tenham essa formação. No primeiro semestre a gente fez um trabalho de campo que gerou um biomapa com um diagnóstico do entorno das fragilidades do bairro e das potencialidades. A partir desse biomapa, a gente conseguiu ver como é o presente, como o bairro está hoje. Só que para a gente pensar no futuro, a gente precisava entender como era o passado, porque esses alunos tem no máximo 13 ou 14 anos. Por isso, nós convidamos alguns moradores de longa data para virem contar como era a região há 20 ou 30 anos. A gente chama isso de Café Histórico e a metodologia é o uso do resgate histórico”.

“O projeto visa capacitar jovens gestores para ajudar na preservação”, ressalta Nylce Jucá

“O projeto visa capacitar jovens gestores para ajudar na preservação”, ressalta Nylce Jucá

Questionário

Os estudantes tiveram participação efetiva não somente nas pesquisas de campo, mas também na elaboração do questionário feito aos convidados. “Os alunos elaboraram um questionário. onde eu intervi o mínimo possível, para que a gente pudesse entender como é que o bairro, e agora vamos pensar no Agriões que a gente quer para o futuro”, disse.
O interesse do estudante pelo tema foi nítido: “Realmente é só dar uma vara que eles aprendem a pescar sozinhos. O Café da Manhã foi uma forma de acolher os convidados e foi uma iniciativa deles. Pelo caráter das perguntas eles ficaram muito empolgados. não é uma análise de vigilância sanitária, mas mostra níveis de coliformes fecais e de amônia, típica da urina porque ele recebe todo o esgoto do bairro do Corta Vento. Por não ter um tratamento na cidade, todo o esgoto é jogado nos corpos hídricos da cidade”.
Entre os convidados, antigos moradores de Agriões estava dona Filomena Chiapetta, que em 75 anos de idade conta que sempre viveu na região e que presenciou com tristeza as mudanças de Agriões: “Tinha muito verde, vinha muita água das matas. A água que a gente consumia era da nascente, mas construíram muitos prédios e acabou com tudo. Era uma água puríssima. Criei meus filhos em Agriões, hoje tenho três netos, inclusive uma menina com 18 anos. Eu fico muito triste de ver todas essas mudanças, porque era um bairro cheio de mato. E apesar da vida humilde hoje só trago alegria em meu coração”.

 

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