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Zeca Pagodinho, Kleiton e Kledir e Antonio Fagundes estão no Festival de Inverno

Zeca Pagodinho será uma das principais atrações do festival este ano

Zeca Pagodinho será uma das principais atrações do festival este ano

– Sesc apresenta primeiras atrações do evento de música, teatro, dança, literatura, cinema e artes visuais em nossa região

A próxima edição do Festival Sesc de Inverno vai acontecer de 24 de julho a 2 de agosto de 2015 na Região Serrana fluminense com grandes atrações do cenário artístico nacional – haverá convidados de vários estados do Brasil.  Performances, exposições, eventos literários, dança, teatro, música e diversas outras linguagens vão aquecer o público nos palcos do Sesc Quitandinha, Sesc Teresópolis, Sesc Nova Friburgo, Sesc Nogueira e em diversos espaços públicos, como praças, quadras e parques.

A dupla Kleiton & Kledir também se apresentará nesta edição

A dupla Kleiton e Kledir também se apresentará nesta edição

Entre as atrações, nomes como Zeca Pagodinho, Emicida, Antonio Fagundes, Rio Maracatu, Wagner Tiso e Tunai, Kleiton e Kledir, Cia Amok de Teatro, Tapetes Contadores de Histórias, Focus Cia de Dança, Jorge Salomão, Hermínio Belo de Carvalho, entre muitos outros. Serão dez dias consecutivos de festa, incluindo dois fins de semana, com música, teatro, dança, literatura, cinema, artes visuais, workshops, lançamentos de livros, palestras, seminários ocupações, intervenções e oficinas, oferecendo ao associado Sesc e ao público em geral uma programação de qualidade, com 80% de atrações gratuitas.  As demais terão preços populares. As atividades têm apoio das prefeituras locais e serão realizadas em diversas localidades para aproximar e oferecer cultura ao público de vários pontos de cada município.

 

 

 

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Os 30 anos dos Paralamas no Festival de Inverno

Com tantas canções, excelente qualidade de som e iluminação, o público teresopolitano teve a sensação de estar participando da gravação de mais um DVD da banda

– “Nos faz muito bem todas as vezes que passamos por aqui”, relata Herbert Vianna à DIÁRIO TV

 

O jargão é antigo e manjado, mas se encaixa muito bem para o último dia do Festival de Inverno do Sesc: O Paralamas de Sucesso fechou o evento, que teve início no último dia 13, com chave de ouro. O show de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone lotou a Praça Olímpica Luís de Camões neste domingo e fez os teresopolitanos cantarem e dançarem com os sucessos dos 30 anos de carreira do trio. “O Beco”, “Selvagem”, “Caledoscópio”, “O Calibre”, “Romance”… Foram tantas músicas que o público quase ficou rouco para acompanhar a banda em quase duas horas de espetáculo.

30 anos de sucesso: No telão, o nome e ano de cada canção, além do clip ou fotografias da época

No camarim

Antes da apresentação, a reportagem do jornal O DIÁRIO e DIÁRIO TV esteve no camarim dos músicos, que há três décadas representam e, muito bem, o rock nacional. Mais uma vez em Teresópolis, o vocalista Herbert Vianna falou do carinho que tem pela cidade e como ela inspira a banda para subir ao palco. “É uma força muito clara na nossa sensibilidade a poesia da natureza serrana em um país tão de praia, tão amplo e tão tropical. Tem uma pincelada poética de sonho e encanto que nos faz muito bem todas as vezes que passamos por aqui. Como a gente tem um empenho muito natural de ir a qualquer esquina do planeta, mas especialmente do nosso país, a gente adora todas vezes que tem a oportunidade de voltar a um lugar que não vamos há muito tempo ou eventualmente, o que é cada vez mais raro, em termos de municípios e vilarejos pelo país. A alegria de um momento como esse, de viver a poesia da serra, da natureza, do astral, da temperatura, do brilho no olhar das pessoas, é muito bonito, então a gente se sente encantado. Então é uma carga extra para traduzir em termos musicais e devolver para a gente no entorno a vibração que a gente sente tão bela de um momento tão encantador que é estar aqui”, destacou o vocalista, que durante todo o show agradeceu a resposta dada pelo público.

Antes da apresentação, a reportagem do jornal O DIÁRIO e DIÁRIO TV esteve no camarim dos músicos, que há três décadas representam e, muito bem, o rock nacional

Injeção de entretenimento e cultura

O baterista João Barone destacou a importância do Festival de Inverno e falou também sobre o espetáculo que seria apresentado ao público teresopolitano. “Primeiro, gostaria de agradecer a iniciativa do Sesc em promover um festival com tantas atrações legais e dando uma injeção importantíssima de entretenimento e cultura. Faz anos que não vínhamos aqui e está sendo muito bacana fazer um show nessas condições, em um evento tão legal como o festival está oferecendo ao grande público. Esse é o show de 30 anos de estrada, que tem muito apelo visual, o telão com os clips para cada uma das músicas… É um show que tem tudo a ver com um público grande, bastante centrado nas músicas mais conhecidas do nosso repertório, bem popular, tudo a ver com um evento gratuito. Acredito que vai ser muito bacana e esperamos que a plateia ache a mesma coisa”, frisou.

Foram tantas músicas que o público quase ficou rouco para acompanhar a banda em cerca de duas horas de espetáculo

Dívida paga

Por último, o baixista Bi Ribeiro aproveitou o microfone da DIÁRIO TV para saudar Teresópolis. “A gente estava nessa dívida de voltar a Teresópolis e agora estamos matando essa dívida, pois fazia tempo que não voltávamos. O pessoal vai adorar o show dos 30 anos e esperamos voltar em breve, até lá”, prometeu.
E a plateia correspondeu a expectativa dos músicos, cantando e aplaudindo o verdadeiro espetáculo apresentado pelo trio. “Bora Bora”, “Carro Velho”, “Vulcão Dub”, “Uma Brasileira”, “Melô do Marinheiro”… Com tantas canções, excelente qualidade de som e iluminação, o público teresopolitano teve a sensação de estar participando da gravação de mais um DVD da banda.
A participação da plateia fez com que Herbert, Bi e Barone estendessem o já tradicional “biz”, que teve, entre outras, “Vital e Sua Moto” e “Aonde quer que eu vá” e, para fechar levantando a plateia mais uma vez, “Que país é este”. A canção da Legião Urbana, regravada mais de uma vez pelos Paralamas, foi magicamente interpretada e fez com que os presentes já ficassem com vontade de assistir mais um show do trio e com saudade do Festival de Inverno do Sesc.

 

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Titãs fazem noite de rock e de recordação

Brito, Melo e Belloto: músicos do Titãs agitaram o públicos com sucessos da banda

– Músicos paulistas agitam público com sucessos em noite de recordações

O frio intenso da sexta-feira não segurou o pique nos Titãs. A banda paulista, com 31 anos de carreira, levou para o palco da Praça Olímpica uma coletânea de sucessos, principalmente os mais antigos. O show teve com base o álbum ‘Cabeça Dinossauro’, de 1986, em um repertório que não sai da boca do público, que lotou o espaço. Registra-se, lamentavelmente, a ausência do músico PauloMiklos, que está em luto pela morte da esposa, Raquel Salém. Raquel lutava contra um câncer e morreu na terça, 23.
Antes dos primeiros acordes, os músicos Sérgio Brito, Tony Bellotto e Branco Melo atenderam a reportagem de O DIÁRIO nos camarins.

Casa cheia no Festival – fãs da banda de rock Titãs lotaram a Praça Olímpica para cantar e dançar com os sucessos do grupo

Grandes sucessos

Sérgio Brito prometeu animar o grande público. “Vamos colocar todo mundo para pular e cantar. Trouxemos uma seleção dos nossos grandes sucessos, um apanhado de toda a nossa carreira, trazendo uma ou outra novidade. Vamos tocar uma boa parte do ‘Cabeça Dinossauro’ e outros sucessos como ‘Epitáfio’, ‘Marvin’, e ‘Desordem’. O pessoal não vai ter do que reclamar”, garantiu.
Questionando sobre a visão da banda sobre a atual situação do país, onde a população está nas ruas protestando e reivindicado, Tony Bellotto comemorou. “A gente vê esse momento com muita alegria. Sempre fomos a favor do inconformismo, do questionamento. Vemos uma garotada, uma nova geração questionando as coisas, o que é muito importante numa democracia. Democracia que a gente ajudou a consolidar. Lançamos o ‘Cabeça Dinossauro’ no momento em que o Brasil estava se redemocratizando, tinha censura. Então a gente acha muito importante e se identifica com essa galera. Esse pessoal também se identifica com o nosso trabalho e em algumas manifestações as pessoas estão cantando nossas músicas e isso nos deixa orgulhosos”, opina.
Já Branco Mello lembrou a volta da banda para a cidade. “A gente gosta, vem para cá a muitos anos. São 31 anos de carreira e sempre é uma surpresa, algo bacana estar aqui e ter essa identificação com a cidade, com essa região do Rio, com esse frio. Aliás, esse frio é muito bom para fazer rock. A gente gosta muito”, garante.

 

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Diogo Nogueira lança o CD ‘Mais Amor’ em Teresópolis

Diogo Nogueira apresentou músicas de seu trabalho recente e também fez homenagens a outros artistas da música popular brasileira

– Apresentação do Festival de Inverno reuniu canções novas e clássicos do cancioneiro popular em um espetáculo cheio de animação e samba de raiz

 

O público de Teresópolis curtiu, neste sábado, 27, o animadíssimo show do sambista Diogo Nogueira, que apresentou em cerca de 1h40 de espetáculo músicas de seu mais novo trabalho “Mais Amor”, além de faixas do cancioneiro popular, na voz grave de sotaque carioca do cantor. Apesar da fala mansa, o artista mostrou grande energia na apresentação dos partidos altos e trouxe a melancolia característica dos choros.
Mesmo com intenso frio e neblina, o publico lotou a Praça Olímpica que se tornou um verdadeiro terreiro de bambas. O repertório encantou a todos os presentes, especialmente as mulheres que estavam na primeira fila e gritavam a cada gesto e olhar de Diogo, que diga-se de passagem, interage o tempo todo com a plateia, demonstrando grande carinho pela audiência.

As homenagens à genialidade de seu pai João Nogueira, também estiveram neste show

Mais amor

O setlist faz passagem pela carreira de Diogo, mas a grande maioria das músicas está no CD ‘Mais Amor’, como é o caso de ‘Desejo me chama’, ‘Cada dia mais Amor’, ‘Partido agarradinho’ e ‘Quem vai chorar sou eu’, que simplesmente agitou o público que cantou e dançou junto. Além dessas, o bom humor da letra de ‘Carinho não pode faltar’, agradou, e muito o público satirizando a descoberta sobre o que as mulheres realmente querem. Entre as faixas de homenagem a outros artistas estão ‘Verdade Chinesa’ – Emílio Santiago; ‘O que é, o que é?’ – Gonzaguinha; ‘Deixa eu te amar’ – Agepe; ‘Canta canta minha gente’ – Martinho da Vila.
Sempre presentes em sua trajetória na música, as homenagens à genialidade de João Nogueira, também estiveram neste show: A faixa ‘Lá de Angola’, foi um espetáculo à parte. Diogo, com seu timbre de voz idêntico ao do pai se apresentou junto aos dançarinos da Companhia Carlinhos de Jesus com uma coreografia que trouxe todo o calor da África para o Festival de Inverno de Teresópolis.
Cerca de sete mil pessoas assistiram ao espetáculo, isso sem contar os “camarotes” em que se transformaram as janelas dos prédios vizinhos.

Pelo menos sete mil pessoas estiveram na Praça Olímpica para acompanhar a apresentação do cantos e compositor Diogo Nogueira

No camarim

Depois do término do evento Diogo, muito atenciosamente, recebeu a equipe da DIÁRIO TV em seu camarim. Ele, que já esteve em Teresópolis em 2008, também em um Festival de Inverno, afirmou que é sempre um prazer estar em nossa cidade: “É sempre bom, porque aqui é um lugar que o povo me recebe com muito carinho, com muita atenção e a gente procura retribuir no palco. Hoje nós estamos lançando o CD novo ‘Mais Amor’, muitas canções novas, mas mesmo assim a gente pode perceber que o público se divertiu bastante, dançou, cantou, mesmo com esse frio maravilhoso”.
Diogo explicou ainda as inspirações para a produção deste show: “Isso tudo começou antes de eu lançar o DVD de Cuba, e eu tive a proposta de fazer o show em Cuba, fizemos o registro, mas eu já vinha fazendo todo o projeto de lançar um disco novo de canções novas, falando de amor, muito mais romântico, e daí eu parei o processo por um tempo e quando eu comecei a viajar pelo Brasil divulgando o DVD de Cuba, eu comecei, junto com o Leandro Sapucahy retomamos o processo separando as canções para este novo disco, e eu acredito que a gente conseguiu atingir o objetivo de reunir as canções mais românticas, falando de amor dos mais variados níveis, das formas mais diversas de amar e saiu isso que vocês viram. A inspiração surge do amor mesmo, de tudo o que a gente vive por essa estrada da vida. As mulheres que me cercam também são uma grande inspiração, minha família, minhas irmãs, minha mãe, minha avó, e acima de tudo, as mulheres guerreiras que fizeram diferença no mundo”.

Sempre entre amigos

Comuns em seu trabalho desde o princípio, as parcerias são muito valorizadas por Diogo, especialmente porque são sempre entre amigos. “Eu tenho grandes amigos na música popular brasileira que sempre que a gente se encontra tem boas ideias e projetos maravilhosos e sempre que a gente pode a gente procura colocar em prática os projetos que a gente imagina. Tem uns que dão certo, outros não, e esse foi um que deu certo”, diz.
Diogo afirmou ainda que tem planos para voltar em breve a Teresópolis: “Quem sabe? Tomara que seja em breve, não depende só de mim, depende do público e das pessoas que quiserem contratar nosso show”.
Diogo é filho do saudoso compositor e cantor João Nogueira, antes mesmo de completar um mês de vida, Diogo já acompanhava os pais nos pagodes e acostumou-se desde cedo a ser embalado ao som de sambas e choros. Em pouco mais de seis anos de carreira, Diogo já alcançou marcas notáveis: São 400 mil unidades vendidas, entre CDs (três discos de ouro) e DVDs (um de platina; outro, certificado como platina dupla), dos títulos que começou a lançar em 2007 teve sete músicas incluídas em trilhas de novelas e minisséries globais; ganhou o Grammy Latino por “Tô Fazendo a Minha Parte” – (Melhor Álbum de Samba); teve quatro vitórias consecutivas no concurso de sambas-enredo da Portela; é sucesso com o programa “Samba na Gamboa” (exibido pela TV Brasil, já na terceira temporada), que tantos encontros especiais vem proporcionando. Desde 2007 são seis CDs lançados, além de três DVDs.

 

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Erasmo Carlos sobe ao palco do Festival de Inverno

No show, o parceiro de Roberto Carlos, com quem compôs mais de 500 canções, sobe ao palco sem pudor, porém divertido, terno, corajoso e criativo

– Tremendão colocará o público para dançar com sucessos da carreira no show Sexo & Rock´N´Roll

Para comemorar os 50 anos de estrada, o cantor e compositor Erasmo Carlos está rodando o país com seu show Sexo & Rock´N´Roll, e uma das paradas dessa turnê é Teresópolis, durante o 12º Festival Sesc Rio de Inverno, nesta sexta-feira, dia 19/7. No show, que inicia às 21h30, na quadra do Sesc, o Tremendão fará um passeio por todas as fases da carreira cantando sucessos como “Sentado à beira do caminho” e “Minha fama de mau”, além de composições dos CDs “Rock´N´Roll” e “Sexo”.  Os ingressos, que podem ser adquiridos no site www.ticketsforfun.com.br, custam R$ 30. Associados do Sesc Rio pagam R$ 8.
No show, o parceiro de Roberto Carlos, com quem compôs mais de 500 canções, sobe ao palco sem pudor, porém divertido, terno, corajoso e criativo. Na sua companhia, ele terá o maestro José Lourenço (teclados), Percy (guitarra), Billy Brandão (guitarra solo) e os novatos “Filhos de Judith” Pedro Dias (baixo), Luiz Lopez (guitarra) e Alan Fontenele (bateria). O show de Erasmo Carlos está entre as cerca de 200 apresentações deste que é o maior evento cultural do estado e que se estende até o dia 28 de julho, nas cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo sob o mote “move envolve e compartilha”.

Na sua companhia, ele terá o maestro José Lourenço (teclados), Percy (guitarra), Billy Brandão (guitarra solo) e os novatos “Filhos de Judith” Pedro Dias (baixo), Luiz Lopez (guitarra) e Alan Fontenele (bateria).

Musicalidade singular

Nascido em 1941, no Rio de Janeiro, Erasmo Carlos cresceu cercado por elementos que tornariam sua identidade musical singular. Ainda adolescente, formou o grupo Snakes com os dissidentes de outro grupo local, os Sputniks – que encerraram atividades após lendária briga entre dois de seus integrantes, Roberto Carlos e Tim Maia. Influenciado pelo movimento tropicalista e pela música negra americana, cravou sequência antológica de discos durante a década de 70, como “Carlos, Erasmo…” (1971), “Sonhos & memórias 1941-1972” (1972) ou “Pelas esquinas de Ipanema” (1978). Tal fase desembocaria, já no início dos anos 80, em período de grande sucesso comercial, com os discos “Erasmo Carlos convida…” (1980), “Mulher (Sexo Frágil)” (1981) e “Amar pra viver ou morrer de amor” (1982).
Após trabalhar mais esporadicamente durante a década de 90 (quando regravou antigos sucessos, participou de homenagens à Jovem Guarda e de discos-tributos vários), em 2001, completou 60 anos e lançou seu 22º disco, “Pra falar de amor”. Em 2002, os 40 anos de carreira de Erasmo foram comemorados com o lançamento da caixa “Mesmo que seja eu”, contendo toda a sua discografia no período 1971-1988. Em 2003, no 10º Prêmio Multishow de Música, Erasmo foi o grande homenageado da noite, com um prêmio especial pelo conjunto da obra.
Em 2009, publicou o livro “Minha fama de mau”, reunindo suas memórias. Neste mesmo ano, produziu o CD “Rock’n’Roll” em que Erasmo retoma seu lado mais roqueiro. Em 2012, lançou o disco “Sexo”, com participações de Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhoto, Chico Amaral, Nelson Mota e Frejat. Para comemorar os 50 anos de carreira, gravou DVD e CD em show, ao vivo, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

PROGRAMAÇÃO DE QUINTA A DOMINGO

Quinta-feira, 18 de julho

• Local: SESC Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea
13h, Eletrônica e Arte–Organismos Solares. Oficina de experimentações em eletrônica e seus princípios básicos para construção de pequenos robôs solares. Com Guto Nobre. Classificação 15 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
15h – Mix Lit. Oficina de montagem de remixes literários com Leonardo Villa-Forte. Classificação 15 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
15h – Cinepipoca: ‘Um gato em Paris’. Classificação livre. Grátis. Ingressos retirados uma hora antes do espetáculo.
18h – Fátima Gaspar canta Emilio Santiago. Classificação livre. Grátis.
20h – Teatro ‘A arte da comédia’. Classificação 10 anos. Com Ricardo Blat, Thelmo Fernandes, Érika Riba, André Dias, Alcemar Vieira, Celso André, Alex Pinheiro, Ricardo Souzedo, Teresa Tostes, Poena Vianna, Saulo Segreto e Sérgio Somene. Ingresso R$ 8 (associado SESC), R$ 15 (estudante e idoso), R$ 30. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
21h30 – Teatro ‘A revista do ano’. Espetáculo que resgata o teatro de revista. Classificação 12 anos. Ingresso R$ 8 (associado SESC), R$ 15 (estudante e idoso), R$ 30. (21) 2743-6939, 9h às 19h.

Sexta-feira, 19 de julho

• Local: SESC Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea
10h – Oficina Eletrocoisa: os alunos levam brinquedos, roupas e material escolar e aprendem a fazer pequenos circuitos elétricos para incorporar luzes aos objetos. Classificação 7 e 11 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
10h – Oficina Videoarte e Videoinstalação. Classificação 7 e 12 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
18h – Literatura ‘Por uma ideia de literatura expandida’. Classificação Livre. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
20h – Espetáculo de dança ‘Água de Beber’. Seis atores-músicos-capoeiristas, sob a direção de Cláudio Baltar, encenam pequenas histórias com música e jogos de capoeira. Classificação 10 anos. Ingresso R$ 5 (associado SESC), R$ 10 (estudante e idoso), R$ 20.
21h30 – Erasmo Carlos e o show ‘Sexo & Rock’n Roll’. Classificação 18 anos. Ingresso R$ 10 (associado SESC), R$ 20 (estudante e idoso), R$ 40.

Sábado, 20 de julho

• Local: SESC Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea
10h – Oficinas Eletrocoisa: os alunos levam brinquedos, roupas e material escolar e aprendem a fazer pequenos circuitos elétricos para incorporar luzes aos objetos. Classificação 7 e 11 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
10h – Oficina Videoarte e Videoinstalação. Classificação 12 e 16 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
11h – Literatura ‘Cantando e contando histórias’: o compositor e arte-educador Paulo Bi propõe um encontro lítero-poético-musical. Classificação livre. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
14h – Oficina de Palhaços com o Grupo Off-Sina. Classificação 6 a 11 anos. Grátis com inscrição prévia. (21) 2743-6939, 9h às 19h.
16h – Narrativas Fantásticas ‘A literatura da invenção’. As tendências e desafios da literatura fantástica no atual cenário cultural. Classificação livre. Grátis.
18h – Espetáculo ‘Avenidas’ com o músico, educador, cantor e compositor Fernando Mello. Classificação livre. Grátis.
20h – Teatro ‘A garota do adeus’. Com Maria Clara Gueiros, Edson Fieschi, Clara Garcia, Sergio Maciel e Sofia Viamonte. Classificação 10 anos. Ingresso R$ 8 (associado SESC), R$ 15 (estudante e idoso), R$ 30.
21h30 – Roberta Sá e o show ‘Segunda pele’. Classificação 12 anos. Ingresso R$ 10 (associado SESC), R$ 20 (estudante e idoso), R$ 40.

• Local: Praça Olímpica Luís de Camões – Várzea

11h – Teatro ‘Tremelicando’ – Grupo Off-Sina. Espetáculo de circo-teatro com os palhaços Currupita e Café Pequeno. Classificação livre. Grátis
13h – Espetáculo de música ‘Caco de Vidro’. Classificação livre. Grátis.
14h – Literatura ‘Assalto Poético’, em que a dupla João Pedro Fagerlande e Julia Pastore aborda as pessoas na rua apresentando poemas. Classificação livre. Grátis

Domingo, 21 de julho

• Local: SESC Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea
11h – Carlos Navas e o show infantil ‘Algumas canções da Arca’. Classificação livre. Ingressos retirados uma hora antes do espetáculo.
13h – Marcos André Martins e o show ‘Improvisos’: releituras de clássicos da MPB e internacional e canções de sua autoria. Classificação Livre. Grátis
16h – Teatro infanto-juvenil ‘A menina Edith e a velha sentada’. Com Isabel Filardis, Rose Lima, George Sauma, Suzana Nascimento e Orlando Caldeira. Classificação livre. Ingressos retirados uma hora antes do espetáculo.

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Programação do Festival de Inverno do SESC

Titãs toma no dia 26/07

PROGRAMAÇÃO COMPLETA TERESÓPOLIS

MÚSICA

 

ERASMO CARLOS
19/7 – sexta-feira – Quadra – 21h30 – Classificação etária: 18 anos -Ingressos: R$ 10 (associado Sesc Rio), R$ 20 (estudantes e idosos) e R$ 40 (inteira).

ROBERTA SÁ
20/7 – Sábado – Quadra – 21h30 – Classificação etária: 12 anos – Ingressos: R$ 10 (associado Sesc Rio), R$ 20 (estudantes e idosos) e R$ 40 (inteira).

ZÉ RAMALHO
25/7 – Quinta-feira – 20h30 – Praça Olímpica – Classificação etária: 14 anos. Ingressos: Grátis.

TITÃS
26/7 – sexta-feira – 20h30 – Praça Olímpica – Classificação etária: livre.
Ingressos: Grátis.

DIOGO NOGUEIRA
27/7 – sábado – 20h30 – Praça Olímpica – Classificação etária: 14 anos. Ingressos: Grátis.

PARALAMAS DO SUCESSO
28/7 – domingo –19h – Classificação etária: 14 anos – Ingressos: Grátis.

A cantora Roberta Sá se apresenta no dia 20/07

TEATRO

O FILHO ETERNO
17/7 – quarta-feira – Teatro – 20h – Classificação etária: 12 anos – Ingressos: R$ 5 (associado Sesc Rio), R$ 10 (estudantes e idosos) e R$ 20 (inteira).

A ARTE DA COMÉDIA
18/7 – quinta-feira – Teatro – 20h – Classificação etária: 10 anos – Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

A REVISTA DO ANO
18/7 – quinta-feira – Quadra – 21h30h – Classificação etária: 12 anos – Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

A GAROTA DO ADEUS
20/7 – sábado – Teatro – 20h – Classificação etária: 10 anos – Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

NA SOBREMESA DA VIDA
25/7 – quinta-feira – Teatro – 18h – Classificação etária: 10 anos – Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

GONZAGÃO – A LENDA
25/07 – quinta-feira – Quadra – 19h – Classificação etária: 12 anos. Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

MISTERO BUFFO
27/7 – sábado – Teatro – 20h – Classificação etária: 14 anos – Ingressos: R$ 8 (associado Sesc Rio), R$ 15 (estudantes e idosos) e R$ 30 (inteira).

O Tremendão Erasmo Carlos se apresenta no dia 19/07

 

DANÇA

ÁGUA DE BEBER
19/7 – quinta-feira – Teatro – 20h – Classificação etária: 10 anos – Ingressos: R$ 5 (associado Sesc Rio), R$ 10 (estudantes e idosos) e R$ 20 (inteira).

OGNAT
26/7 – sexta-feira – Teatro – 20h – Classificação etária: 12 anos – Ingressos: R$ 5 (associado Sesc Rio), R$ 10 (estudantes e idosos) e R$ 20 (inteira).

INFANTIL

O GRANDE JÚRI INFANTIL
14/7 – domingo – Teatro – 16h – Classificação etária: livre – Grátis – Estreando no Festival Sesc Rio de Inverno, “O grande júri infantil” julga o Lobo Mau por suas supostas maldades contra os três porquinhos.

A MENINA EDITH E A VELHA SENTADA
21/7 – domingo – Teatro – 16h – Classificação etária: livre – Grátis.

UMA PEÇA COMO EU GOSTO
28/7 – domingo – Teatro – 16h – Classificação etária: livre – Grátis.

 

Diogo Nogueira estará em Teresópolis no dia 27/07

LITERATURA

ENCONTRO LITERÁRIO – POR UMA IDEIA DE LITERATURA EXPANDIDA
19/7 – sexta-feira – Biblioteca – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

PAULO BI CANTANDO E CONTANDO HISTÓRIAS
20/7 – sábado – Biblioteca – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

ENCONTRO LITERÁRIO: NARRATIVAS FANTÁSTICAS, COM EDUARDO SPOHR E BRÁULIO TAVARES
20/7 – quinta-feira – Biblioteca – 16h – Classificação etária: 16 anos – Grátis.

ENCONTRO LITERÁRIO: A LITERATURA E AS CIDADES
26/7 – sexta-feira – Biblioteca – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

POEMA ATRAVESSADO PELO MANIFESTO SAMPLER
27/7 – sábado – Biblioteca – 19h – Classificação etária: 12 anos – Grátis.

 

No dia 28/07 Os Paralamas do Sucesso encerram o Festival

TAMANHO FAMÍLIA

SAMBINHA
14/7 – domingo – Quadra – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

CARLOS NAVAS
21/7 – domingo – Quadra – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

REPRISE (Show Palhaços)
28/7 – Domingo – Quadra – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

ARTES VISUAIS

EXPOSIÇÃO ARTE + TECNOLOGIA | SIGNIFICADOS | PERCEPÇÕES
De 13 a 28 de julho, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h – Classificação etária: livre – Grátis.

CINEMA

CINEPIPOCA – UM GATO EM PARIS
18/7 – sábado – Sala de vídeo – 15h – Classificação etária: livre – Grátis

CINEPIPOCA – KÉRITY, A MANSÃO DOS CONTOS
25/7 – quinta-feira – Sala de vídeo – 18h – Classificação etária: livre – Grátis

CAMINHÃO CINESESC – OS CROODS
27/7 – sábado – Praça Tiro de Guerra, Bairro São Pedro – 18h – Classificação etária: livre – Grátis

CAMINHÃO CINESESC – CORDA BAMBA
28/7 – domingo – Granja Florestal – 18h – Classificação etária: livre – Grátis

ATIVIDADES DE RUA

TREMELICANDO – GRUPO OFFSINA
20/7 – sábado – Praça Olímpica – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

ASSALTO POÉTICO
27/7 – sábado – Praça Olímpica – 14h – Classificação etária: livre – Grátis.

FAMÍLIA CLOU 10 ANOS
27/7 – sábado – Praça Olímpica – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

 

ATRAÇÕES LOCAIS

MÚSICA

CHORO NA FEIRA
13/7 – Praça Olímpica – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

TONI REZENDE
14/7 – Sesc Café – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

FÁTIMA GASPAR
18/7 – Sesc Café – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

CACO DE VIDRO
20/7 – Praça Olímpica – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

FERNANDO MELLO – AVENIDAS
20/7 – Sesc Café – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

MARCOS ANDRÉ MARTINS
21/7 – Sesc Café – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

TAYNAH
25/7 – Sesc Café – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

CAFÉ BRASIL
27/7 – Praça Olímpica – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

MANI CARNEIRO
27/7 – Sesc Café – 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

GRUPO TANGARÁ
28/7 – Sesc Café – 13h – Classificação etária: livre – Grátis.

LITERATURA

SARAU POÉTICO
25/7 – Biblioteca – 19h – Classificação etária: livre – Grátis.

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS
27/7 – Biblioteca – 11h – Classificação etária: livre – Grátis.

OFICINAS

OFICINA DJ
17/7 a 19/7 – Sala do corpo – das 13h às 16h – Classificação etária: 16 anos – Grátis.

OFICINA DE PALHAÇOS – GRUPO OFF-SINA
20/7 – Sala do corpo – das 14h às 17h – Classificação etária: 6 a 11 anos -Grátis.

CONFERÊNCIA OS PALHAÇOS DO GRUPO LA MÍNIMA
26/7 – Sala do corpo – das 17h às 18h – Classificação etária: livre – Grátis

OFICINA LÚDICA DE CIRCO
27/7 – Sala do corpo – das 14h às 17h – Classificação etária: 6 a 11 anos – Grátis.

OFICINA DE JAZZ COM REGINA SAUER
24/7 a 26/7 – Sala do corpo – das 10h às 12h – Classificação etária: 12 anos – Grátis.

OFICINA PROJEÇÃO MAPEADA
24/7 e 25/7 – Sala de vidro – das 13h às 17h – Classificação etária: 18 anos – Grátis.

PALESTRA ARTE EM VIDEO: UMA MEMÓRIA DAS ARTES VISUAIS BRASILEIRAS – CLAUDIA SALDANHA
19/7 – Biblioteca – das 16h às 18h – Classificação etária: livre – Grátis.

OFICINA DE ELETRÔNICA E ARTE – GUTO NÓBREGA
17/7 e 18/7 – Sala de vidro – das 13h às 16h – Classificação etária: 15 anos – Grátis.

OFICINA TEÓRICA ARTE E TECNOLOGIA: HISTÓRIA E DESENVOLVIMENTO – MALU FRAGOSO
17/7 e 18/7 – Sala polivalente – das 13h às 16h – Classificação etária: 15 anos – Grátis.

OFICINA ELETROCOISA – BRUNO VIANA
17/7 e 18/7 – Sala de vidro – das 10h às 13h – Classificação etária: 7 a 11 anos – Grátis.

OFICINA INTRODUÇÃO A TÉCNICAS INTERATIVAS – JULIO FEFERMAN
24/7 e 25/7 – Sala – das 10h às 13h – Classificação etária: 16 anos – Grátis.

OFICINA DE VÍDEO ARTE E VÍDEO INSTALAÇÃO – ELISA PESSOA
19/7 e 20/7 – Sala Polivalente – das 10h às 13h – Classificação etária: 19/7 – 7 a 12 anos e 20/7 – 12 a 16 anos – Grátis.

OFICINA AUDIOVISUAL INFANTIL
16/7 e 27/7 – Sala de vidro – das 13h às 16h – Classificação etária: livre – Grátis.

OFICINA DE VIDEO PORTÁTIL / AUDIOVISUAL COMO DIREITOS HUMANOS
17/7 a 19/7 – Sala do corpo – das 9h às 12h – Classificação etária: 10 a 17 anos – Grátis.

OFICINA MIXLIT + INSTALAÇÃO LITERÁRIA REMIX
17/7 e 18/7 – Biblioteca – das 15h às 18h – Classificação etária: 15 anos – Grátis.

OFICINA LEITURA E HIPERLEITURA NO MUNDO DIGITAL
24/7 e 25/7 – Biblioteca – das 15h às 18h – Classificação etária: 15 anos – Grátis.

 

 

 

 

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Dia Mundial do Rock em Teresópolis

O Dia Mundial do Rock começou no dia que os músicos se uniram para ajudar a os carentes do continente africano no USA for Africa

– Lenine abre o Festival de Inverno do SESC no dia que comemora o estilo no mundo inteiro

 

13 de julho é o Dia Mundial do Rock. O estilo que completa sessenta anos e está mais jovem do que nunca será tema de um importante festival na cidade. O maior da região serrana. O Festival de Inverno do SESC 2013 será puro rock n roll com atrações que chamam a atenção novamente dos jovens de todas as idades. Do Tremendão Erasmo Carlos, passando pelo enigmático e místico Zé Ramalho e os influentes Paralamas do Sucesso, com os megaplatinados Titãs ao seminal Lenine, que abre o festival neste 13 de julho. É verdade que os “roqueiros” de Teresópolis se sentiam um tanto abandonados, mas certamente nunca abandonaram o estilo que perdura por muitos e muitos anos, desde Elvis, passando por Led Zeppelin, até o System of a Down. Sempre com alegria e atitude, marcas registradas de um movimento que se tornou popular no Brasil nos anos oitenta.

Carolina Cândida. “O rock é bem mais do que música, de colocar uma roupa preta… É uma ideologia”

Muito mais que um estilo

O rock é muito mais do que um estilo musical, a roupa ou o jeito de falar… O rock é um estilo de vida para muitas pessoas desde muito tempo e não é restrito aos garotos. Pelo rock n roll muitas amizades foram “forjadas” e permanecem até hoje. Nos encontros de moto, nos shows, nos bares e nos grupos das redes sociais. “O rock é bem mais do que música, de colocar uma roupa preta… É uma ideologia!”, explica a artesã Carolina Cândida, roqueira convicta. “Através do rock nós temos a amizade, o amor… É tudo de bom!”, exclama Carol, que é fã Van Halen, The Cult e aguarda ansiosamente o show do Zé Ramalho no festival.

Rock é todo dia

Antigamente, curtir o bom rock’n’roll, era uma grande dificuldade para os jovens teresopolitanos, que tinham que sair da cidade para ir à capital em busca dos discos de vinil raros. Hoje, com o advento da internet, o bom e velho rock (e até o novo) estão bem mais perto e acessíveis. Um micro chip cabe milhares de músicas. Mas nem sempre foi essa moleza. Tinha a necessidade de se carregar dezenas de fitas cassete para se ouvir um som pesado em uma viagem, por exemplo. “Rock n roll é todo dia. Quem curte de verdade sabe. O 13 de julho foi só uma data criada pela mídia… Pra gente é todo dia!”, explica Fábio Vargas, vocalista da banda Sobcerco, grupo que compõe junto com o seu filho de doze anos, que toca guitarra há três. “Lá em casa é rock pra todo mundo. Minha mulher curte, o Juan já nasceu ouvindo e agora toca guitarra. Faz parte da educação dele”, sorri o designer gráfico. O rock une, através da sua energia, famílias e amigos.

Fábio Vargas. “Rock n roll é todo dia. Quem curte de verdade sabe. O 13 de julho foi só uma data criada pela mídia…”

Um lucrativo negócio

O estilo que já foi revolucionário com Bill Halley, Elvis e Beatles, também foi panfletário no final dos anos sessenta com o movimento Flower Power com os jovens pedindo o final da guerra em Woodstock. Foi taxado de marginal, bandido e até satânico no surgimento do heavy metal, mas hoje é um lucrativo negócio. O rock emociona, motiva a cultura e embala gerações. Nos anos oitenta, explodiu no Brasil com Barão Vermelho, Capital Inicial, RPM e Legião Urbana, entre outros que movimentaram a juventude geração Rock in Rio. Titãs e Paralamas do Sucesso estavam nesta barca e também aterrissam em Teresópolis no Festival de Inverno. “O rock é estilo de vida e o que levanta o astral da garotada”, opina Dudu Shimoo, profissional de marketing que é adepto do estilo criado a partir dos blues no sul dos Estados Unidos. Há exemplo do malabarista Ivo Bernardo, que acredita ser a música “maldita” uma verdadeira porta para a garotada à cultura. “O rock é uma ferramenta eficaz para se ter contato com referências culturais valiosas. É muito bom!”, completa o agente cultural, que curte o famoso “rock way of life” (estilo rock de vida).
O rock tem sessenta anos de idade, desde o “Aroud the clock” de Bill Halley até os revolucionários do System of a Down, passando por milhões de vozes para todos os cantos do mundo e parece se valer do “sistema Tostines” até hoje. Ele é “maldito” porque vende mais ou vende mais porque é “maldito”. O segredo do estilo é certamente a sua linguagem que é universal e não há vestígios de que o seu poder terá fim algum dia. E que assim seja.

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