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Hemonúcleo de Teresópolis comemora 14 anos

– Aniversário terá café da manhã especial e sorteio de brindes

O Hemonúcleo de Teresópolis é responsável pelo fornecimento de sangue para o próprio município e para cidades vizinhas

O Hemonúcleo de Teresópolis é responsável pelo fornecimento de sangue para o próprio município e para cidades vizinhas

O Hemonúcleo de Teresópolis completa no sábado, dia 27, 14 anos de existência e para comemorar será oferecido para os doadores um café da manhã especial durante a próxima semana, entre os dias 22 e 26, além de sorteio de brindes, como camisas e garrafas de água. O slogan escolhido para marcar a data é ‘14 Anos Salvando Vidas. A Vida em Suas Veias’.
O Hemonúcleo de Teresópolis é responsável pelo fornecimento de sangue para o próprio município e também para São José do Vale do Rio Preto, Guapimirim e Bom Jesus de Itabapoana. O banco de sangue tem capacidade para coletar até 25 bolsas por manhã. Na parte da tarde, são feitos o fracionamento e a armazenagem do material, que segue para o HemoRio (Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti) para testagem sorológica.
O banco de sangue possui um ambulatório de inaptos, no qual é feito atendimento às pessoas que se prontificaram a ser doadoras, mas que a análise sorológica apontou alguma patologia, impedindo a doação. Esse atendimento é feito às quintas-feiras, na parte da tarde pela médica responsável pelo local, Jéssica de Souza Campos.
“Não nos preocupamos somente com os receptores de sangue, mas também com os doadores. Assim realizamos o atendimento das pessoas inaptas, dando orientações sobre os resultados apontados na testagem sorológica. Nós solicitamos um exame confirmatório, notificamos a Divisão de Vigilância Epidemiológica e fazemos os encaminhamentos adequados”, explica a médica.
Atualmente o Hemonúcleo atende a cerca de 300 doadores por mês, somando em 2014, até o momento, em torno de três mil atendimentos. Para incentivar o gesto de doar, são promovidas ações voltadas para esse intuito, como a palestra que Jéssica Campos realizou no Unifeso esta semana para estudantes dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e de Direito, dentro do projeto da universidade Calouro Solidário.

Serviço volta a funcionar de segunda a sexta
Para doar, é necessário estar bem alimentado, mas não ter ingerido alimentos ricos em gordura, possuir boa saúde e idade entre 16 e 67 anos. Quem estiver apto a doar deve comparecer ao Hemonúcleo da cidade (Rua Francisco Sá, 299 – Várzea) para realizar a doação. O atendimento que desde o último dia 1º de setembro estava sendo feito segundas, quartas e sextas, a partir da próxima segunda, dia 22, volta a ser de segunda a sexta, das 8h às 12h.

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Banco de Sangue em novo horário de atendimento

– Doações agora só podem ser feitas três vezes por semana

A médica Jéssica Campos, responsável pelo Hemonúcleo municipal, garante que a medida não é definitiva e não vai prejudicar a coleta da cidade

A médica Jéssica Campos, responsável pelo Hemonúcleo municipal, garante que a medida não é definitiva e não vai prejudicar a coleta da cidade

O Hemunúcleo Municipal, posto de coleta de sangue da Secretaria de Saúde, passou a atender em novo horário. Devido à falta de médicos especialistas, a unidade agora só funciona para coleta as segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 12h. Apesar da diminuição nos dias de coleta, a direção da unidade garante que a medida não vai prejudicar a demanda que a cidade precisa para atender os hospitais e cidades vizinhas.
A unidade é chefiada pela médica hematologista e hemoterapeuta Jéssica Campos. “Neste momento nós precisamos readaptar nossos horários por questão de pessoal, de equipe. Não temos médicos suficientes para compor a coleta durante todos os dias da semana. Vamos concentrar nossa equipe as segundas, quartas e sextas e manter um fornecimento adequado para o município”, justifica. Ela explica que o procedimento de coleta deve sempre ser acompanhado por um médico. Dois profissionais de sua equipe tiveram de deixar o posto, sendo um por aposentadoria e outro por transferência de local.
O Hemonúcleo de Teresópolis tem capacidade para coletar até 25 bolsas de sangue diárias, bem acima da demanda da cidade, que costuma realizar em média 200 transfusões por mês. “A princípio essa mudança não vai prejudicar a coleta. A ideia é concentrar esse trabalho nos três dias, em vez de distribuir ao longo da semana. Com o número de coletas que estamos propondo fazer neste dias, podemos quase que garantir que não vai haver um desabastecimento de sangue no município”, detalha.

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Hemonúcleo comemora 13 anos

– Cerca de 300 pessoas são necessárias por mês para manter os estoques em estado adequado

Nesta sexta-feira, dia 27 de setembro, foi celebrado com uma festa o 13° aniversário do Hemonúcleo de Teresópolis. A unidade que atende a todos os hospitais da cidade, e instituições de cidades vizinhas, aposta na solidariedade para manter os estoques dentro do que é necessário para suprir a demanda.
Além de atender aos hospitais locais, a unidade também supre cidades vizinhas como Magé, Guapimirim, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro, nos casos de emergência. Por conta disso, a unidade depende de uma média de 300 doadores por mês. Para manter um vínculo estreito com os doadores, e estimular o aparecimento dos novos, a coordenação do Hemonúcleo promoveu um café da manhã nesta sexta para brindar os 13 anos de funcionamento do centro.
“A gente tem que pensar sob o ponto de vista do primeiro aspecto da existência do Hemonúcleo, que está aqui porque nosso serviço salva vidas. Não é um trabalho muito visível, e geralmente quando se pensa em saúde pública, não se pensa muito sobre a questão do sangue, mas é importante para a gente até porque não inventaram nenhum substituto para o sangue e sem ele a gente não sobrevive”, disse a assistente social do Hemonúcleo Rita Valadão.

“Sempre doei. Acho que poder contribuir é sempre muito bom”, enfatiza a jornalista Glória Nunes

“Sempre doei. Acho que poder contribuir é sempre muito bom”, enfatiza a jornalista Glória Nunes

Colaboração da polpulação

O bom funcionamento da instituição depende diretamente da boa vontade e da sensibilização da população, e Rita aproveita para agradecer alguns teresopolitanos que vem apoiando a causa na cidade. “A gente depende totalmente desse princípio da solidariedade, mas hoje estamos aqui para festejar a existência do Hemonúcleo e a gente contou muitos parceiros para que a gente pudesse fazer essa festinha. Agradeço a essas pessoas como é o caso do Augusto da Ortobom, o Ricardo e a Marilene da Corpo de Ação, que sempre nos disponibilizam camisas para que a gente presenteie nossos doadores, além da Toca das Flores, Floricultura Teresópolis, Arbor Brasil, a Viação Dedo de Deus. Temos outras pessoas que fazem parte dessa rede que não aparecem, mas que estão sempre com a gente no dia-a-dia, que são os nossos funcionários, uma equipe engajada, que é apaixonada pelo que faz e os doadores são muito bem tratados e hoje eu estou mais aqui para agradecer a todas essas pessoas que fazem parte desse grupo”.
A médica responsável e coordenadora da unidade Fortunée Meyohas explica que o número de doadores varia entre os meses do ano, mas que uma média tem que ser mantida: “Para um estoque razoável, eu diria que a gente precisa de uns 300 doadores por mês, para abrangência atual. Não sei se nós vamos assumir novos serviços, a população acaba aumentando e isso vai acabar dependendo, mas acho que a média é essa mesma, o que nos daria um estoque confortável, até para momentos com situações especial”.
Interessados em doar podem procurar o Hemonúcleo atendendo a alguns requisitos. “Normalmente a idade para a doação fica entre 16 anos completos, com atestado do responsável até os 18 anos; e de 18 até 67, sendo que entre 60 e 67 não pode ser a primeira vez. Tem que ter mais de 50 kg, gozar de boa saúde, aqui não é um local para se fazer exames, os que são feitos aqui são somente para atestar doenças transmissíveis pelo sangue, somente. Aqui não é uma unidade assistencial. A pessoa não precisa estar em jejum, apenas evitar o consumo de alimentos muito gordurosos, deve tomar bastante líquido; não tem problema estar menstruada. E algumas especificidades com relação a medicamentos que serão determinadas na entrevista antes da doação”, disse.
Glória Nunes é jornalista e doadora assídua: “É um ato de generosidade, de solidariedade que beneficia tanta gente. Eu sempre fui doadora enquanto morei no Rio, e agora estou doando pela primeira vez aqui na cidade e espero continuar contribuindo com quem tanto precisa. Meu tipo sanguíneo é relativamente raro, por isso procuro ajudar de alguma maneira.
Ela explica que não é necessário ter medo do procedimento: “Eu não sinto nenhum tipo de dor, a moça faz o trabalho dela e eu fico muito tranquila. Não dói nada”.

A equipe do Hemonúcleo Municipal comemorou junto com os doadores o 13° aniversário da unidade

A equipe do Hemonúcleo Municipal comemorou junto com os doadores o 13° aniversário da unidade

Processo

Antes da doação, o candidato irá passar por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir a doação. Após cada doação serão realizados os seguintes exames no sangue coletado: Tipagem sangüínea ABO e Rh; Pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares (PAI); Teste de Coombs Indireto; Fenotipagem do Sistema Rh Hr (D, C, E.c,e), Fenotipagem de outros sistemas e Testes sorológicos para: Hepatite B, Hepatite C, Doença de Chagas, Sífilis, HIV (AIDS), HTLV I/II. Esse procedimento se repetirá após cada doação e os resultados serão comunicados ao doador.
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.
O trabalhador sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário, por um dia, em cada doze meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada (art. 473 da CLT). Os funcionários públicos civis federais, sem qualquer prejuízo, podem se ausentar do serviço por um dia para doação de sangue, sem limite anual de doações (art. 97 da Lei nº 8.112/1990).
O Hemonúcleo Municipal funciona na Rua Francisco Sá, 299, junto ao Centro de Saúde da Várzea. Doações são colhidas de segunda à quinta-feira, das 8h às 12h, e às sextas-feiras, das 8h às 11h45. Mais informações podem ser obtidas também através do 3641-5872.

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Doação de sangue

Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social

Mais que uma doação, um ato de amor para com o próximo.

 

Estiveram participando do programa Super Mais, Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social, para levar um pouco mais de informação sobre a doação de sangue, já que é muito comum as pessoas terem dúvidas e até mesmo muito medo em doar. Foi um bate papo muito esclarecedor e em uma linguagem muito simples que trouxeram inclusive, muitas curiosidades sobre o armazenamento das bolsas de sangue, por exemplo.
A minha primeira pergunta foi sobre a importância desse gesto tão nobre. “A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”, declara a assistente social Rita Valadão.

Já Dra. Fortunée, nos explica que quem doa sangue pode salvar a vida de até 4 pessoas, já que as bolsas de sangue podem ser fracionadas em até 4 hemo componentes. Em Teresópolis, costuma-se fracionar em 2 hemo componentes , plasma e hemácias e em alguns momentos até plaquetas que é outro hemo componente. Não temos substituto para o sangue. “Eu gosto de lembrar que a transfusão de sangue é o primeiro transplante da humanidade,as pessoas tem que encarar como um transplante, da mesma forma que você pode precisar de um rim, fígado ou outro órgão, você pode precisar de sangue para sobreviver”, afirma Dra. Fortunée. “O sangue não é um órgão sólido, é um tecido líquido, mas é um transplante”, conclui.

“A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”

Mais segura

Hoje em dia ela é mais segura, por conta da experiência ao longo dos anos. O ato de doar sangue e receber vem desde o início do século passado, contudo, nessa época não se conhecia os grupos sanguíneos, que só foi acontecer em 1904. “É tudo muito recente embora seja o mais antigo dos transplantes”, acrescenta a doutora.
O número de doações no país diminuiu consideravelmente nos últimos anos, não se sabe o motivo, porém sabe-se que não tem a ver com a questão de transmissão de doenças pela doação de sangue, uma vez que hoje em dia o procedimento é mais seguro com materiais descartáveis. A questão de divulgação tem sido menos intensa por parte do governo, apesar de existir uma coordenação de sangue do Ministério da Saúde que é muito ativa, mas é um processo lento. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, existe a questão da distância e em vários casos a disponibilidade das pessoas, o que não acontece aqui em Teresópolis com relação á distância, já que o hemonúcleo é bem central. Um dos maiores problemas em se manter um estoque razoável, e que já foi constatado, são as doações que são feitas para alguém em específico, ou seja, uma pessoa vai doar porque o amigo vai operar, ou aconteceu alguma coisa e ele precisa de sangue, “Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée.
Em outros países, principalmente da Europa, existe um desprendimento maior na doação de sangue, eles entendem que é importante para todos, já faz parte da cultura européia. No Brasil, ainda temos muito o que fazer para mudarmos esse quadro.

“Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée

De três em três meses

A doação de sangue pode ser feita de três em três meses, mas é muito comum as pessoas ficarem esperando algum pedido específico para fazerem a doação, aquela velha história de que quando for solicitado, a pessoa doadora já ter feito a doação recentemente e não poder doar em seguida.
O indivíduo pode realizar o procedimento até quatro vezes por ano. A mulher pode doar de três em três meses, e o homem de dois em dois meses, não podendo ultrapassar as quatro vezes por ano.
“A população que pode doar, se o fizesse duas vezes por ano, já estaria de bom tamanho e nosso estoque estaria bom”, afirma Rita Valadão.
A necessidade de se ter um estoque é importante, pois se acontecer alguma coisa de uma hora para outra, o hemonúcleo terá como ajudar. O sangue tem validade de 35 dias sob refrigeração, o plasma tem uma validade maior, mas as plaquetas por exemplo, a validade é de apenas 5 dias. A bolsa de sangue não pode ficar mais do que isso nas geladeiras dos hemonúcleos, e após esse período elas devem ser descartadas.
Segundo Rita Valadão, a primeira coisa que as pessoas tem que ter em mente é a seguinte frase: “hoje vou fazer uma boa ação. As pessoas tem que pensar assim”.

“Uma doação de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas” afirma Dra. Fortunée

Alguns procedimentos

Para a doação de sangue, o doador tem que ter uma boa noite de descanso, não pode ir em jejum, deve tomar um café da manhã porém sem o consumo de gorduras, como o leite, por exemplo. A partir dos 16 anos já se pode doar, contudo, é necessário que o adolescente tenha o termo de consentimento, que é preenchido lá no hemonúcleo, assinado pelos pais e até os 67 anos e 11 meses. É imprescindível que as pessoas que querem doar, sejam comprometidas com as outras pessoas.
Nossa cidade tem a característica de acidentes freqüentes, daí a importância da doação de sangue, pois precisamos estar preparados para atender a essa demanda. O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis tem parceria com o HCT que é pra onde vai o sangue coletado. A solidariedade para com o hemonúcleo é muito grande, além dos doadores de sangue. É importante ressaltar que para a mulher, a menstruação não é impeditivo para doação, desde que ela não esteja anêmica.
Rita nos contou que o hemonúcleo da cidade realiza palestras em algumas escolas para conscientizarem os futuros doadores, e que durante as palestras, os alunos podem tirar dúvidas e conhecer o procedimento, quebrando inclusive alguns tabus muito comuns ao tema.
O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis fica na Rua Francisco Sá, 299, ao lado da Receita Federal. O telefone para maiores informações é o 3641-5872
Email: hemotere@yahoo.com.br
Facebook: Hemonucleo de Teresópolis
Funcionamento para doação: de 2ª a 5ªfeira das 08:00h ás 12:00h e as 6as feiras das 08:00h ás 11:30h.

 

 

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Precisa-se de sangue A positivo e O negativo

Rita Valadão, assistente social do Hemonúcleo: Demandas de pacientes fizeram cair os estoques do banco de sangue

– Hemonúcleo convoca doadores para garantir atendimento

 

A demanda de sangue dos tipos A positivo e O negativo esgotou o estoque das duas tipagens no Hemonúcleo Municipal. O banco de sangue está em plena campanha para que doadores, cadastrados ou novos, compareçam para doar e garantir as reservas locais para que sejam mantidos estoques emergenciais. A necessidade atual é para os sangues ‘A’ Positivo e ‘O’ Negativo.
“Neste momento nós estamos precisando especificamente destes dois tipos de sangue. Temos uma demanda no Hospital das Clínicas de Teresópolis de pacientes que precisaram de grandes quantidades desses dois grupos sanguíneos e hoje os estoques estão comprometidos. Precisamos que nossos doadores e doadoras venham. Todos são bem vindos”, convoca a assistente social do Hemonúcleo, Rita Valadão.

Macas vazias: Hemonúcleo Municipal precisa de doadores de sangue A+ e O-

Todos são importantes

Segundo a funcionária pública, toda ajuda neste momento é importante. “Ainda que chegue aqui na nossa triagem e por algum motivo a pessoa for inapta a doar, ela pode ajudar conversando com outras pessoas e convence-las de vir. Todos são importantes nesse movimento”.
Para regularizar a situação do estoque, Teresópolis necessita de pelo menos 45 doadores por dia. A média atual é de apenas 25. Além de atender aos hospitais locais, a unidade também supre cidades vizinhas como Magé, Guapimirim, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro, nos casos de emergência.De acordo com a técnica em enfermagem Maria Norma Mendes, não é fácil estimar uma média de doadores. “Aqui é imprevisível. Hoje (ontem) atendemos oito pessoas. Em alguns dias chegam até dez. Há dias que ninguém aparece”, conta.

 

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Vista a fantasia e doe o seu sangue neste Carnaval

No Carnaval cerca de 50% dos doadores somem dos bancos de sangue

– Hemonúcleo aguarda doadores antes do recesso do período de folia

 

Carnaval é sinônimo de salões cheios, foliões na avenida, gente na estrada e hemonúcleo vazio. O período de folia normalmente causa um esvaziamento no espaço responsável pela coleta de sangue dos doadores de Teresópolis. Na correria e na ansiedade de entrar na festa, muita gente acaba esquecendo de fazer sua doação e ajudar a salvar vidas. Antes de cair na folia, ainda dá tempo de fazer uma doação. Doadores têm até as 11h30 da manhã desta sexta-feira para ir ao Hemonúcleo Municipal e fazer a doação. O posto fica na Rua Francisco Sá, 299, junto ao Centro de Saúde da Várzea. É preciso estar gozando de boa saúde, ter idade entre 16 e 67 anos e não ter comido alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação.
Segundo Rita Valadão, assistente social do Hemonúcleo, épocas de festa normalmente provocam sumiço dos doadores. “Esperamos mesmo que as pessoas que estão engajadas neste movimento de doação de sangue venham nesta sexta-feira, até 11h30, para doar”, convoca.

Rita Valadão, do Hemonúcleo Municipal: Doações ainda podem ser feitas nesta sexta-feira, dia 8

Vista a fantasia da solidariedade

A Campanha encabeçada pelo Hemorio, com apoio do Governo do Estado do Rio e do Governo Federal convoca a população para comparecer aos institutos no período pré-carnaval para doar sangue e manter a média diária de doadores. Também visa alertar a população para os riscos da falta de sangue no período, onde há uma queda de aproximadamente 50% do número de doações. Em grandes centros acontecem campanhas de doação com unidades móveis que vão ao encontro dos doadores. “A campanha chama o povo para a solidariedade, que é importante. Apesar do semblante de alegria dos cartazes, doação de sangue é um assunto sério. Se uma pessoa precisar de sangue e não tiver, não há como comprar. Precisamos demais dos doadores, moças e rapazes, que venham doar para que possamos manter nossos estoques regulares e poder atender, sempre que necessário e quando houver uma emergência. Nesta época acontecem muitos acidentes e são períodos que somos muito acionados”, explica.

Doar sangue não dói e só faz bem. Ao próximo.

Boa saúde

Segundo Rita, para doar sangue é necessário que a pessoa goze de boa saúde, idade entre 16 e 67 anos e mais de 50 quilos. Adolescentes precisam pegar no próprio local da doação um termo de consentimento que será assinado pelo seu responsável. “É importante que o doador saiba que o Hemonúcleo não é um lugar para se examinar o sangue. Quem vem tem que estar consciente que está com a saúde boa e que sabe que não pode colocar em risco a vida de outras pessoas. Doar sangue proporciona uma alegria muito particular pela certeza de que se está salvando e de que aquele sangue será destinado a fazer o bem para uma pessoa que pode estar enferma, sofrendo. Doar traz alegria, dá samba”, conclui.
O hemonúcleo funciona até as 11h30 desta sexta-feira e depois reabre na Quarta-feira de Cinzas, dia 13. Apesar de não ficar aberto para os doadores, haverá um plantão entre os técnicos para fornecer bolsas de sangue para possíveis situações de emergência nos hospitais de Teresópolis.

 

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Hemonúcleo Municipal inicia o ano convocando doadores

Para doar sangue é necessário está com a saúde em dia e ter solidariedade, sabendo que este gesto pode salvar uma vida

– Doadores de qualquer tipo sanguíneo podem fazer a doação na unidade

O Hemonúcleo de Teresópolis começa o ano convocando doadores para reforçar o estoque da unidade após as festas de final de ano. O aumento da necessidade por sangue nos hospitais coincide com o período de férias, onde muitos doadores viajam e as doações ficam escassas, além do aumento de acidentes.

Segundo a coordenadora do Hemonúcleo Fortunée Meyohas, qualquer pessoa pode doar, desde que sejam obedecidas algumas regras. “É necessário apresentar documento oficial de identidade com foto (RG, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, carteira de Conselho Profissional o Carteira de Habilitação), ter idade entre 16 e 67 anos, estar gozando de boa saúde e pesar mais de 50 quilos. A mulher não pode estar grávida e nem amamentando. A pessoa não pode ter ingerido bebida alcoólica pelo menos 12 horas antes da doação. Não é preciso estar em jejum, basta evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação”, explica a médica responsável. “O hemonúcleo é essencial à vida da cidade. Precisamos deste centro porque é aqui que se capta, aqui que se colhe o sangue que vai ser utilizado na cidade, nas cirurgias, nos acidentes, principalmente no atendimento público do SUS. Precisamos de mais doadores para manter os estoques para qualquer emergência. O sangue tem uma durabilidade, é um produto perecível. Precisamos não é só no momento crítico, mas sempre”, explica.

Doar sangue não dói

Boa média de doadores

Teresópolis costuma ter uma boa média de doares. “Costumamos receber cerca de 200 doações por mês. Queremos agradecer a presença e a disponibilidade destas pessoas e contamos que, quem puder, retorne aqui para que possamos garantir o atendimento neste fim de ano”, completa.
É importante lembrar que o Hemonúcleo de Teresópolis disponibiliza as plaquetas para hospitais de cidades vizinhas como Guapimirim e São José do Vale do Rio Preto. Como tem validade de 35 dias, quando as bolsas estão chegando à data de vencimento, para não serem desperdiçadas, são doadas para hospitais do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nova Friburgo.

O banco de coleta fica na Rua Francisco Sá, 299, na Várzea e funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h

Quem pode doa sangue

Quem estiver apto a doar deve procurar o Hemonúcleo da cidade, localizado na Rua Francisco Sá, nº 299, na Várzea, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h.
A coordenadora do hemonúcleo Fortuné Fortunê Meyohas explicou que todos os tipos de sangue estão em falta, mas os de fator negativo são mais difíceis de serem encontrados, abrangendo apenas de 10 a 15% apenas da população:
“É muito importante que os doadores de RH negativo compareceram para doar sangue, nós estamos com uma demanda aumentada de pacientes RH negativo e nós precisamos desses doadores. Essas situações flutuam em alguns momentos você tem uma demanda maior de um grupo ou outro e isso é normal e o estoque para doar sangue ainda é um sonho para a gente, ainda temos um estoque inadequado em todo o país. Teresópolis ainda tem uma situação um pouco melhor do que a maioria, mas nós precisamos manter o estoque”.

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Hemonúcleo de Teresópolis convoca doadores de sangue

O banco de coleta fica na Rua Francisco Sá, 299, na Várzea e funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h

– Proximidade de festas de final de ano influenciam em maior demanda e na falta de oferta

O Hemonúcleo de Teresópolis está precisando reforçar o seu estoque. Para isso convoca doadores de qualquer tipo para esse gesto de solidariedade. A proximidade das festas de final de ano provoca aumento na necessidade por sangue nos hospitais, ao mesmo tempo em as doações ficam escassas.

 

Hemonúcleo de Teresópolis precisa de doadores para garantir o estoque durante as festas de fim de ano

Pessoas de 16 a 67 anos podem doar

Segundo a coordenadora do Hemonúcleo Fortunée Meyohas, qualquer pessoa pode doar, desde que sejam obedecidas algumas regras. “É necessário apresentar documento oficial de identidade com foto (RG, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, carteira de Conselho Profissional o Carteira de Habilitação), ter idade entre 16 e 67 anos, estar gozando de boa saúde e pesar mais de 50 quilos. A mulher não pode estar grávida e nem amamentando. A pessoa não pode ter ingerido bebida alcoólica pelo menos 12 horas antes da doação. Não é preciso estar em jejum, basta evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação”, explica a médica responsável. “O hemonúcleo é essencial à vida da cidade. Precisamos deste centro porque é aqui que se capta, aqui que se colhe o sangue que vai ser utilizado na cidade, nas cirurgias, nos acidentes, principalmente no atendimento público do SUS. Precisamos de mais doadores para manter os estoques para qualquer emergência. O sangue tem uma durabilidade, é um produto perecível. Precisamos não é só no momento crítico, mas sempre”, explica.

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