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Teresópolis poderá solicitar vagas no Mais Médicos

“A iniciativa atende a reivindicação de cidades do país inteiro por nova chance de integrar ou ampliar o número de profissionais”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro (Agência Brasil)

“A iniciativa atende a reivindicação de cidades do país inteiro por nova chance de integrar ou ampliar o número de profissionais”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro (Agência Brasil)

– Novo edital do Programa visa a atender cidades mais vulneráveis e garante às prefeituras 100% das vagas

 

O Ministério da Saúde vai expandir o Programa Mais Médicos para assegurar profissionais em municípios com dificuldade de contração na Atenção Básica. O novo edital abre uma nova oportunidade para 1.500 prefeituras e garante a incorporação de 100% das vagas do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab). Municípios e médicos deverão aderir ao novo edital até o dia 29 de janeiro. A seleção, aberta na sexta-feira (16), integra 424 cidades que ainda não participam do Mais Médicos. No estado do Rio de Janeiro, 36 municípios poderão solicitar novas vagas pelo Programa, entre elas Teresópolis.

“A ampliação do Mais Médicos dá nova oportunidade a esses municípios que, por algum motivo, não puderam aderir ao programa. A iniciativa atende a reivindicação de cidades do país inteiro por nova chance de integrar ou ampliar o número de profissionais. O Mais Médicos tem papel fundamental no fortalecimento e consolidação da Atenção Básica e se complementa com o trabalho na área da formação médica e com obras de melhoria na infraestrutura”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. (Agência Brasil)

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Ministério da Saúde reforça ajuda às vítimas das chuvas

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante videoconferência com autoridades do Espírito Santo e Minas Gerais para tratar de medidas emergenciais de auxílio aos desabrigados e desalojados pelas enchentes

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante videoconferência com autoridades do Espírito Santo e Minas Gerais para tratar de medidas emergenciais de auxílio aos desabrigados e desalojados pelas enchentes

– Transporte aéreo está sendo usado para resgatar pessoas em áreas inundadas ou em locais de deslizamentos no Espírito Santo

Duas toneladas de medicamentos embarcam esta noite de Brasília para o Espírito Santo para atender às vítimas das enchentes no estado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (26)  pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo Padilha, são 30 tipos de medicamentos – desde anti-inflamatórios, antitérmicos, alguns tipos de antibióticos, remédios para hipertensão e diabetes até itens para socorro como atadura, gaze e soro fisiológico. O material enviado hoje será suficiente para atender a 15 mil pessoas por 30 dias. Esta é a segunda vez que o Ministério socorre o estado, desde o dia 20 de dezembro. O governo capixaba já havia recebido duas toneladas de medicamentos.
Com o reforço de dois helicópteros – um da Força Aérea Brasileira (FAB) e outro do governo local –, o Ministério da Saúde decidiu hoje enviar ao estado mais três equipes especializadas em transporte aéreo para ajudar nos resgates do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os grupos são formados por médico, enfermeiro e auxiliar de enfermagem. No último dia 24, uma equipe já tinha embarcado para o Espírito Santo.

Os capixabas vão receber o reforço de quatro viaturas do Samu com tração 4x4

Os capixabas vão receber o reforço de quatro viaturas do Samu com tração 4×4

Via aérea

O transporte aéreo está sendo usado para resgatar pessoas em áreas inundadas ou em locais de deslizamentos e levá-las para hospitais. Além dos helicópteros, Padilha disse que, até o fim da semana, os capixabas vão receber o reforço de quatro viaturas do Samu com tração 4×4, além das nove que já tinham sido disponibilizadas no início das inundações.
O Ministério da Saúde também vai deslocar dois coordenadores da Força Nacional do SUS para avaliar, junto com as autoridades de saúde locais, a necessidade de enviar equipamentos hospitalares e equipes especializadas em cirurgia para atendimentos de urgência em hospitais da região norte do Espírito Santo. A medida pode ser adotada para que os atendimentos não fiquem concentrados numa mesma região. “Até agora, está descartada a necessidade de montarmos um hospital de campanha naquela região. No entanto, [essa possibilidade] não está descartada definitivamente, caso aumentem as chuvas”, disse Padilha.

A triste situação do estado do Espírito Santo está mobilizando todo o país

A triste situação do estado do Espírito Santo está mobilizando todo o país

Preocupação com os pacientes

Apesar de não ter havido dano a nenhuma unidade que faz tratamentos de diálise e quimioterapia no Espírito Santo, desde o dia 24, as pessoas que estão em tratamento crônico estão sendo mapeadas. A Secretaria de Saúde local quer saber se os pacientes estão em abrigos, desalojados ou em casa de parentes para organizar os atendimentos, se for o caso. Os serviços de atenção básica no estado receberam reforço de 114 profissionais do Programa Mais Médicos.
Padilha também acompanha a situação em Minas Gerais. “Desde o dia 24 [de dezembro], a situação no município de Aimorés preocupa o Ministério da Saúde. Nós, inclusive, mandamos para o Minas Gerais dois kits de medicamentos e insumos de socorro que foram solicitados. Até o momento, Minas não pediu aumento da ajuda do ministério”, informou Padilha, que se reuniu, em videoconferência, com autoridades de saúde do Espírito Santo e de Minas Gerais.
“A previsão é que as chuvas continuem. Ainda temos que manter o estado de alerta, pois há risco de chuva forte, sobretudo no Espírito Santo. Nos próximos dias, há possibilidade de inundações, deslizamentos, ou seja, o alerta tem que ser constante”, disse o ministro. [Crédito: Agência Brasil]

 

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Pesquisa aponta que maioria da população está obesa

O endocrinologista Humberto Vilhena explicou que é necessário investir em educação alimentar

– Médico destaca o caminho para enfrentar o problema que atinge 51% dos brasileiros

 

O Ministério da Saúde divulgou o resultado de uma pesquisa que aponta que 51% da população acima de 18 anos estão acima do peso ideal. O excesso de peso atinge 54% dos homens e 48% das mulheres. A pesquisa é feita desde 2006 e é a primeira vez que o percentual de maiores de 18 anos com excesso de peso supera os 50%. Em 2006, 43% dessas pessoas estavam acima do peso ideal.
A pesquisa fornece informações sobre os hábitos da população em relação à alimentação, prática de atividade física, tabagismo, consumo de álcool e existência de doenças como diabetes e hipertensão. As informações são usadas pelo governo para elaborar programas de prevenção de doenças e ações para melhorar a qualidade de vida da população.

O refrigerante apontado como um dos principais vilões para o organismo e ajuda a aumentar a obesidade

Qual o caminho?

O endocrinologista Humberto Vilhena aponta que o principal caminho para conter o avanço desse problema é investir na educação alimentar, já que a população está tendo um aumento de poder aquisitivo e com isso acaba adquirindo o hábito de comprar alimentos que prejudicam a saúde pelo excesso de gordura ou açúcar: “O que vem ocorrendo é realmente um aumento da incidência da obesidade no Brasil, que pode ser facilmente visto nas escolas e também pelo número de cirurgias bariátricas que hoje em dia assumem proporções muito grandes. Acredito que hoje em dia, seja uma das principais cirurgias dentro dos hospitais. Essa epidemia está chegando e é urgente que se prepare pessoal e estrutura para atender a essas pessoas, mas o que é especialmente necessário é o capítulo de educação em saúde, ou seja, que não se trate a obesidade, que se previna, mudando hábitos de vida, hábitos de consumo”.

O baixo consumo de frutas está se tornando outro problema apontado pela pesquisa do Ministério da Saúde

Capital fluminense é exemplo negativo

O Rio de Janeiro acompanha a tendência nacional. A frequência de obesidade e de excesso de peso na população da capital fluminense passou de 12,8% e 48,1%, em 2006, para 19,5% e 52,4%, respectivamente. O aumento ocorre tanto em homens quanto mulheres. Apesar de a obesidade estar relacionada a fatores genéticos, há uma influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados no aumento dos índices brasileiros.
Forte aliado na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, o consumo de frutas e hortaliças está sendo deixado de lado por uma boa parte da população. Menos de um quarto da população ingere a porção diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco ou mais porções ao dia. Outro indicador que preocupa é o consumo excessivo de gordura saturada, vindas, por exemplo, do consumo regular de carnes gordurosas e leite integral. Os refrigerantes também têm consumidores fieis, pois quase um terço da população consome essa bebida ao menos cinco vezes por semana. “O consumo exagerado de refrigerantes, por exemplo, está intimamente relacionado à obesidade. Eu diria que entre os meus pacientes, a coisa número um que eu corto é o refrigerante. Nos Estados Unidos já foi comprovado que os maiores índices de obesidade acontecem nos estados onde mais se consome refrigerante. Lá eles estão tomando medidas e estão tendo um relativo sucesso, ao pressionar as redes de fast-food a mudar a alimentação acrescentando alimentos menos gordurosos”, destacou Vilhena.

Não é tão simples assim

A maior propagação dos meios de tratamento para a obesidade pode causar a falsa impressão de que é fácil lidar com o distúrbio, mas lançar mão de medicamentos ou até de cirurgia bariátrica não é tão simples assim, já que o paciente acaba sofrendo muitas dificuldades em intervenções como estas.“A cirurgia bariátrica é uma solução extrema, final. Ela é praticamente uma tentativa desesperada, mas em determinados momentos se torna necessária para evitar os males da obesidade e das conseqüências como diabetes, depressão, doenças cardiovasculares. Nós temos que trabalhar no sentido de tornar essa solução cada vez menos popular”, alertou o especialista.
Os dados mostram que, além dos fatores genéticos, o excesso de peso está ligado a escolaridade. É entre as pessoas com menos anos de estudo que está a maior parcela dos que tem excesso de peso. Um total de 57,3% dos que tem até oito anos de estudo está com excesso de peso. Entre os que tem entre nove e 11 anos de estudo, o percentual é 46,7% e entre aqueles com 12 ou mais anos de estudo é 48,4%.

 

 

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Planos de saúde terão que justificar negativa

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha avaliou como importante uma medida regulatória  [Agência Brasil]

Operadoras terão que justificar negativa de atendimento por escrito

Operadoras de planos de saúde vão ter que justificar por escrito qualquer tipo de negativa de atendimento caso o serviço seja solicitado pelo beneficiário. A resposta, em linguagem clara, deverá ser enviada por correspondência ou por meio eletrônico em até 48 horas. A norma foi anunciada hoje (5) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em parceria com o Ministério da Saúde.

De acordo com a Resolução Normativa nº 319, para obter o documento, o beneficiário deverá fazer a solicitação das informações por telefone, por exemplo, e anotar o número do protocolo. A resposta repassada pela operadora deve incluir a cláusula contratual ou o dispositivo legal que justifique a negativa do atendimento.

O diretor-presidente da ANS, André Longo, lembrou que o órgão tem acompanhado as demandas relacionadas a negativas de atendimento desde 2011  [Agência Brasil]

Acompanhando os casos

O diretor-presidente da ANS, André Longo, lembrou que o órgão tem acompanhado as demandas relacionadas a negativas de atendimento desde 2011. No ano passado, 76% das reclamações recebidas pela agência envolviam a cobertura de planos de saúde. “É uma iniciativa bastante importante para empoderar o cidadão a exercer seus direitos”, disse.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avaliou como importante uma medida regulatória que garanta aos usuários de planos de saúde o direito à informação em tempo hábil. Ele alertou que a regra não vale para situações de urgência e emergência, quando o atendimento oferecido pelas operadoras deve ser imediato e, portanto, não cabe negativa. “É uma resolução muito importante para o aprimoramento do ciclo de monitoramento que estamos fazendo. O usuário, ao fazer a reclamação, pode qualificar a justificativa dada pelo plano. Isso permite que a ANS possa agir mais rapidamente.”

O Ministro alertou que a regra não vale para situações de urgência e emergência [Agência Brasil]

Multa

A pasta informou ainda que as justificativas de atendimento por escrito poderão ser anexadas a eventuais processos com que os usuários ingressem na Justiça. A norma entra em vigor 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União, prevista para o dia 6 de março. A multa para os planos que descumprirem a nova regra é R$ 30 mil. Já a multa prevista por negativa de cobertura indevida varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Atualmente, cerca de 62 milhões de pessoas têm cobertura de planos médicos e/ou odontológicos no país.

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Veterinária do UNIFESO ganha projeto do Ministério da Saúde

O edital de seleção para o programa de Residência em Clínica Médica de Animais de Companhia do UNIFESO será divulgado em breve

– “Residência em Clínica Médica de Animais de Companhia” aprovado no SGTES

A Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde, e a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação divulgaram o resultado do processo de seleção dos projetos que se candidataram ao Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde. O Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) teve o projeto de “Residência em Clínica Médica de Animais de Companhia” aprovado. Vinculado ao curso de graduação em Medicina Veterinária e coordenado pelo professor Fernando Luis Fernandes, o programa será executado em 2013.
Com previsão de início para março e carga horária total de 5.760 horas, a Residência tem como objetivo principal proporcionar a qualificação de jovens profissionais, permitindo e facilitando uma melhor inserção no mercado de trabalho, desenvolvendo conhecimentos específicos que atendam as demandas regionais, principalmente dentro de áreas específicas do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o programa visa promover o aprimoramento técnico-científico dos profissionais, por meio de treinamento intensivo profissional em serviço, sob supervisão; desenvolver senso de responsabilidade e ética inerentes ao exercício de suas atividades profissionais; e estimular o espírito de trabalho em equipe.
O programa está estruturado em atividades teóricas, práticas e teórico-práticas, de acordo com as características dos módulos a serem cursados. As atividades teóricas e práticas serão realizadas no UNIFESO e as práticas na Clínica-Escola de Medicina Veterinária da Instituição, que apresenta estrutura e equipamentos apropriados à inserção de alunos no Programa de Residência e no Centro de Triagem de Animais da Secretaria Municipal de Saúde, onde são realizados procedimentos de esterilização de animais e políticas de controle populacional de cães e gatos. Confira a matéria completa em nossa edição impressa. Nas bancas.

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