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Automóveis com promoções tentadoras neste fim de ano

– Volkswagen, Fiat e Renault investem pesado em facilidades para aquecer as vendas

 

O Duster faz parte da promoção da Renault que oferece vantagens no parcelamento e carência para a primeira parcela

O Duster faz parte da promoção da Renault que oferece vantagens no parcelamento e carência para a 1ª parcela

Neste fim de ano, as promoções de carros zero quilômetro estão a todo vapor e quem já estava preparado, aguardando uma boa oportunidade, pode fazer um grande negócio. As concessionárias querem limpar o estoque e por conta disso estão oferecendo vantagens imperdíveis para aumentar as vendas. Taxas zeradas, descontos e facilidades no financiamento são alguns dos grandes atrativos que as marcas dispõem para conseguir renovar a linha. Além disso, a partir de janeiro os preços dos carros zero terão um aumento médio de 4% com a volta da alíquota cheia do IPI.
O mês de dezembro já é tradicionalmente um período em que as concessionárias costumam conceder descontos para os modelos fabricados naquele ano, ainda que sejam modelos zero quilômetro do ano seguinte, com o objetivo de liquidar os estoques para dar espaço aos modelos fabricados no ano seguinte. Assim, um modelo 2015 fabricado em 2014 (os chamados modelos 14/15) deverá ganhar um desconto frente ao mesmo modelo 2015, que será fabricado no ano que vem (os modelos 15/15).
Volkswagen, Fiat e Renault contam ainda com um bom momento em que as pessoas estão recebendo o décimo terceiro salário e podem utilizar esse valor para dar na entrada de um financiamento. O ano de 2014 foi de queda nas vendas de uma forma geral, então as montadoras estão com preços agressivos e também com a política de taxa zero.

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Renault Sandero: Racionalidade moderna

Sandero (2)Relação custo/benefício é o grande trunfo da versão Dynamique

No Brasil são raríssimos os automóveis que entregam tudo aquilo que a etiqueta de preço sugere. O máximo que ocorre são os modelos apresentarem uma relação custo/benefício favorável, diante da realidade do mercado. Um carro que se aproxima dessa “equação” é o Renault Sandero – principalmente na versão topo de linha Dynamique. O preço competitivo foi a forma que a marca francesa encontrou para vencer a desconfiança do consumidor brasileiro, que custou a enxergá-la como montadora nacional. E resolveu manter a estratégia, mesmo que uma remodelação, como a ocorrida em junho desse ano, pudesse servir de pretexto para majorar a tabela.
O preço atraente se soma a outras qualidades já consagradas do modelo. Mesmo sendo um compacto, o Sandero fornece um bom espaço interno e manteve as boas qualidades dinâmicas da plataforma, que é apenas uma evolução da anterior. Neste recente e profundo face-lift a Renault decidiu acompanhar o novo visual com recursos mais “moderninhos”, ao oferecer equipamentos que já estavam presentes em alguns modelos da concorrência. E na configuração “top” Dynamic, estes itens estão reunidos por um valor bastante competitivo.
Sem dúvidas, o principal ponto de evolução do Sandero foi a estética. Além de substituir o “pragmático” design anterior, que exigia um certo “desapego estético” do comprador, o novo hatch traz o “family face” e fica alinhado ao atual visual da Renault no mundo – apresentado em 2012 no compacto Clio de segunda geração, feito na Argentina. O Sandero ostenta o grande logo na parte central da grade frontal e os frisos cromados que se estendem até os faróis. Na traseira, os para-choques continuam “parrudos” e as lanternas ganharam um novo desenho – que as deixaram no estilo de hatches concorrentes como Volkswagen Gol e Chevrolet Onix.
A remodelação do Sandero também passou no quesito tecnologia. Para não ficar atrás da concorrência – que cada vez mais oferece modelos “recheados”, a Renault deu bons equipamentos ao hatch. A versão “top” Dynamique vem com rádio, entradas USB/AUX, conexão Bluetooth, o lúdico indicador de troca de marcha no quadro de instrumentos, volante multifuncional revestido de couro, bancos traseiros rebatíveis com encosto de cabeça para três ocupantes e cintos de três pontos para dois, além de retrovisores externos com ajuste elétricos. Rodas de liga leve de 15 polegadas e soleiras das portas exclusivas são os adornos estéticos. A marca francesa cobra R$ 43.180 pelo Sandero Dynamique e ainda oferece o pacote Techno Plus. Por R$ 1.600 é possível adicionar sistema multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, ar-condicionado automático e sensor de estacionamento traseiro.
As mudanças visual e tecnológica foram bastante profundas, mas não se pode falar o mesmo da parte mecânica e da motorização. A estrutura básica do carro se manteve e o motor não recebeu nenhum recurso mais modernos ou sofisticados, como cabeçote multiválvula, válvulas com tempo de abertura variável ou partes em alumínio. A configuração Dynamique usa o velho propulsor 1.6 8V do modelo anterior – que estreou no Brasil a bordo da primeira geração do Clio, em meados nos anos 1990. Para este novo Sandero, ele se manteve com a mesma potência e torque, de 98 cv/14,5 kgfm com gasolina e 106 cv/15,5 kgfm com etanol. Exatamente para não ter de voltar a oferecer o motor de 1.6 16V, que trabalhava em conjunto com o câmbio automático, a marca francesa passou a oferecer uma transmissão automatizada de cinco marchas, a partir da versão intermediária Expression, que acrescenta R$ 2.400 ao preço final dos modelos. De série, o câmbio é manual de cinco velocidades.

Por Raphael Panaro – Auto Press

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Duster ganha série limitada Outdoor

Duster Out Door . Curitiba, 11/08.2014./ Foto: Rodolfo BUHRER/ La Imagem.Versão ganha faróis de máscara negra e rodas de liga leve, com o mesmo preço da versão de entrada: R$ 59.990
Derivado da versão Expression 1.6 16V, o Duster Outdoor trás componentes que valorizam ainda mais o design do modelo, mas que estão presentes somente como opcionais e em versões mais equipadas. É o caso dos faróis de máscara negra e das rodas de liga leve. A versão Expression do Duster possui uma opção de compra sem os equipamentos acima, mas, a série limitada Outdoor oferece estes itens de série pelo mesmo preço de entrada R$ 59.990,00.
Disponível em quatro opções de cor: Branco Glacier, Prata Étoile, Verde Amazonas e Vermelho Fogo, o modelo é identificado com os adesivos Outdoor fixados nas laterais e na tampa do porta-malas.
Já no interior do veículo, as mesmas qualidades disponíveis em toda linha do Duster, como o conforto e o ótimo espaço interno para acomodar cinco passageiros, foram mantidas. O Duster Outdoor é equipado com direção hidráulica, ar-condicionado, travas e vidros elétricos, freios com sistema ABS, airbag duplo e rádio CD/MP3 3D Sound by Arkamys com conexão USB e auxiliar.
Seu motor 1.6 16V Hi-Flex desempenha 115 cv (etanol) e 110 cv (gasolina) @ 5.750 rpm.
Garantia de 3 anos – Assim como todos modelos Renault comercializados no país, a série limitada Duster Outdoor também é comercializada com garantia total de fábrica de 36 meses ou 100.000 quilômetros (o que ocorrer primeiro). Este benefício é possível devido a durabilidade, a robustez e a facilidade de manutenção oferecida pelo modelo.

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Novos Sandero e Logan ganham câmbio automatizado

Automatizados Renault . Curitiba, 10/09/2014./ Foto: Rodolfo BUHRER / La ImagemAlém do conforto no anda e para do trânsito, transmissão EasyR consome cerca de 20% de combustível a menos que câmbio automático convencional

Para quem quer mais conforto, principalmente nas grandes cidades, a Renault passa a oferecer nos modelos Sandero e Logan uma solução automatizada econômica em combustível e a preço bem atrativo. Trata-se da moderna transmissão automatizada Easy R de cinco marchas, que chega aos modelos como opcional nas versões com motor 1.6 8v (Expression e Dynamique), por R$ 2.400.
Além da praticidade, outra vantagem do câmbio automatizado é o baixo consumo de combustível, cerca de 20% inferior ao de um câmbio automático convencional (com conversor de torque).
O câmbio automatizado, diferentemente dos automáticos convencionais, possui embreagem e um câmbio mecânico semelhante ao da versão manual. Um sistema eletrônico controla a embreagem e faz as trocas automaticamente.
No EasyR, a troca de marchas é realizada de maneira eletroeletrônica. O motorista também pode escolher trocar as marchas de forma manual sequencial, com toques na alavanca de marcha.
Há também a possibilidade de dirigir de forma mais econômica ou esportiva automaticamente, pois o sistema se adapta ao modo de dirigir do motorista. Em caso de acelerações bruscas (o chamado “kick down”), o câmbio Easy R fará as trocas tornando a condução esportiva ou possibilitando uma ultrapassagem mais segura.
Para facilitar as manobras de estacionamento, o Easy R traz a função Creeping, que faz com que o veículo se mova lentamente bastando tirar o pé do freio com o veículo engatado em primeira marcha ou marcha a ré. O Creeping auxilia também nas arrancadas em rampas de até 4 graus de inclinação.
Com o câmbio EasyR, o Sandero Expression 1.6 8V tem preço sugerido de R$ 43.000 e o Sandero Dynamique, R$ 47.180. O Logan Expression 1.6 8V sai por R$ 45.490 e o Logan Dynamique por R$ 50.180.
O câmbio EasyR utiliza o sistema eletroeletrônico da alemã ZF e foi desenvolvido ao longo de 3 anos, com mais de um milhão de quilômetros rodados em bancos de ensaios e em testes dinâmicos nos novos Sandero e Logan em três continentes. Na Renault, essa tecnologia faz a sua estreia mundial no Brasil.
Sandero e Logan têm garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. O plano de manutenção dos modelos prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10.000 quilômetros ou a cada ano de uso.
Dividindo-se o custo total do programa de manutenção pelo número de dias dos três anos de garantia, o resultado é um custo de manutenção em torno de R$ 1 por dia (para as versões sem ar-condicionado) –um dos mais baixos das categorias.

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Novo Sandero chega para ampliar o sucesso do modelo

Novo Sandero 2015 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Com design marcante e mantendo o maior espaço interno do segmento, a nova geração do hatch da Renault oferece conteúdos inéditos na categoria

A primeira geração do Sandero, lançada mundialmente no Brasil há sete anos, foi criada levando em conta o gosto e as necessidades do consumidor daqui. Por isso, o desenvolvimento do carro foi realizado por designers e engenheiros sediados no país. As vendas que já somam cerca de 500 mil unidades comprovam o sucesso do modelo no mercado.
O Sandero participa do principal segmento do mercado brasileiro, o de hatches compactos, que corresponde a 50% das vendas de automóveis de passeio. Sendo um segmento tão grande no Brasil, o seu leque de público é bastante diverso. Referência em robustez, em espaço interno e com o maior porta-malas da categoria, o Sandero agrada tanto às famílias como aos jovens solteiros, que procuram um carro bonito, prático e bem equipado. Graças ao Media NAV, o Sandero também chama a atenção dos mais conectados que não abrem mão de tecnologia.
“O Novo Sandero é uma evolução em termos de design e inovação acessível de um produto que sempre foi reconhecido pelo maior espaço interno do segmento e pela sua robustez”, diz Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.
Tornar acessíveis as novas tecnologias também é uma preocupação da Renault. O Novo Sandero traz para o segmento ar-condicionado automático e geração 1.2 do Media NAV (central multimídia que oferece GPS, sistema de som, Bluetooth e as funcionalidades Eco-Coaching e Eco-Scoring) e piloto automático (controlador e limitador de velocidade), entre outras tecnologias, que tornam mais agradável o dia a dia do motoristas e dos passageiros.
O Novo Sandero é construído sobre uma nova plataforma, ou seja, nova estrutura, novo sistema elétrico, novo sistema de freios, de direção e novas suspensões, além de novo design e reformulação total do interior. Ao mesmo tempo, o carro mantém inalteradas as características que o tornaram um dos modelos de maior sucesso no mercado brasileiro: o espaço interno inigualável e robustez, além de baixo custo de manutenção e garantia total de três anos.
“O Sandero é um produto desenvolvido para o mercado brasileiro e representa 40% das vendas da Renault. Com o Novo Sandero vamos dar continuidade a essa importante história de sucesso”, diz Gustavo Luis Schmidt, vice-presidente comercial da Renault do Brasil.
Um visual mais dinâmico e sofisticado caracteriza o Novo Sandero. As linhas do carro seguem a nova identidade de design global da marca, criada por Laurens van den Acker, vice-presidente sênior de Design do Grupo Renault.
A evolução do projeto se manifesta também no interior do carro, reforçada pela aplicação de materiais de alta qualidade e por componentes que aumentam ainda mais o conforto dos ocupantes. O amplo espaço interno – uma das qualidades mais celebradas do Sandero – se mantém como ponto forte do carro.
Outra novidade é o novo motor 1.0 16V Hi-Power, que estreou no Clio e é oferecido também no Novo Logan. Com quatro válvulas por cilindro e potência máxima de 80 cv (abastecido com etanol), ele oferece mais economia. Prova disso é que o Novo Sandero recebeu nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, que classifica os automóveis produzidos no país de acordo com a economia de consumo.

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Carro destruído e dois feridos na estrada Rio-Bahia

O carro ficou completamente destruído após colidir frontalmente com um paredão rochoso no quilômetro 87 da Rio-Bahia

– Condutor de Scenic perdeu o controle e atingiu paredão no km 87

 

Bruno Eugênio, 18 anos, morador do Jardim Europa, e Alessandro Pinto de 23, do bairro de Iúcas, ficaram feridos e foram levados para o pronto socorro do Hospital das Clínicas no final da noite desta quarta-feira. Eles estavam na Renault Scenic prata placa LUE-0544, carro que ficou completamente destruído após colidir frontalmente com um paredão rochoso no quilômetro 87 da Estrada Rio-Bahia, entre Soberbo e Vale da Revolta.
Segundo informações apuradas no local, eles seguiam do Soberbo sentido Meudom quando o motorista perdeu o controle em uma curva. O veículo rodou e atingiu violentamente o paredão. O trânsito ficou parcialmente interditado para o atendimento às vítimas e a retirada do Renault.
Em dezembro do ano passado, O DIÁRIO publicou reportagem mostrando o grande número de acidentes entre Vale da Revolta e Soberbo. As colisões e tombamentos acontecem principalmente devido a dois fatores: Após o km 86, há grandes declives e curvas fortes até as proximidades do 89, onde fica o mirante do Soberbo. A impressão que se tem é que, depois de encarar uma subida forte no Vale da Revolta, os motoristas aproveitam para recuperar o tempo perdido nas descidas seguintes e acabam se envolvendo em colisões graves.

 

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DIÁRIO MOTOR: Teste do Renault Fluence GT

Renault Fluence GT: Proposta com conjunto mecânico mais “afiado”

Diversão é a solução. Renault Fluence GT tenta mostrar que um sedã médio também pode ser jovem e esportivo

 

Os sedãs médios têm aquele papel de significarem “algo a mais” em termos de luxo no Brasil. São uma saída natural para um consumidor mais maduro, que quer sair do “minimalismo” dos compactos. Mas, recentemente, ganharam mais uma tarefa. A carência de carros com desempenho realmente esportivo no mercado criou uma lacuna a ser preenchida. Longe da proposta dos “esportivados”, que só incorporam adereços visuais, alguns sedãs começaram a apostar em conjuntos mecânicos mais “afiados”. Uma tendência explicitada pela chegada recente de modelos de três volumes com motor turbo. Dentre esses, o que mais escancara a proposta esportiva é o Renault Fluence GT, com motor 2.0 turbo de torque elevado e câmbio manual de seis marchas. Uma configuração que tenta seduzir um consumidor mais purista, adepto de uma interação maior com o carro. Gente que gosta de ter controle sobre a máquina e não de ser controlado por ela.

Um passo acima do Fluence tradicional com uma pitada de agressividade

 

Motor poderia ser mais forte

Apesar de ter um propulsor potente e algumas outras alterações mecânicas, o GT não chega a oferecer uma proposta extrema. É como se fosse um passo acima do Fluence tradicional, ao qual acrescenta uma pitada de agressividade. O próprio motor, por exemplo, poderia ser muito mais forte. Na Europa, o mesmo 2.0 turbo chega a 265 cv em versões do Mégane. Por aqui, a escolha foi de dar a ele “apenas” 180 cv. Até porque, um carro de 260 cv precisaria de freios maiores, suspensão bem mais rígida e outras adaptações que poderiam se tornar proibitivas para um modelo de nicho.

Desde que chegou ao mercado, em novembro, o GT não modificou a média de vendas do Fluence – que se manteve ligeiramente superior às 1.200 unidades por mês. O Fluence, por sinal, terminou o primeiro mês de 2013 em quinto lugar entre os sedãs médios, à frente do Mitsubishi Lancer, Peugeot 408, Hyundai Elantra e Citroën C4 Pallas e atrás de Toyota Corolla, Volkswagen Jetta, Chevrolet Cruze e Honda Civic.

O motor 2.0 turbo é usado na Europa também em variações esportivas dos modelos tradicionais da marca

Direto da França

Para criar o Fluence GT, a subsidiária brasileira da Renault foi buscar na França uma maneira de deixar o carro mais forte. O motor 2.0 turbo é usado na Europa também em variações esportivas dos modelos tradicionais da marca. Por aqui, ele recebeu uma calibração intermediária com 180 cv a 5.500 rpm e 30,6 kgfm a 2.250 rotações. O câmbio, também importado da França, é manual de seis velocidades. Com a dupla, o sedã acelera de zero a 100 km/h em oito segundos e atinge os 220 km/h – limitados eletronicamente.

A estrutura do carro recebeu leves modificações para acompanhar a proposta. Os pneus 205/55 R17 são exclusivos da versão e a suspensão ficou mais rígida graças a novos amortecedores e molas. A altura da suspensão em si é a mesma. Entretanto, existem novos para-choques e saias laterais que diminuem a altura entre o veículo e o solo – na frente, o GT é 4 cm mais baixo que o Fluence tradicional.

O interior “limpo” agradou em cheio

Concebido em São Paulo 

As modificações estéticas, por sinal, foram concebidas pelo centro de design da Renault na América Latina, em São Paulo. As alterações são discretas. Resumem-se aos tais novos para-choques e saias laterais, além de rodas de liga leve, aerofólio traseiro e algumas logos com o nome da versão espalhadas pela carroceria e no interior. A cabine, por sua vez, ganha pedais de alumínio, costuras vermelhas aparentes no volante e bancos e o exclusivo painel de instrumentos com velocímetro digital.

Em termos de equipamento, o GT é quase idêntico ao Fluence Privilège 2.0 CVT. Traz controle de estabilidade e tração, seis airbags, ABS, revestimento interno em couro, ar-condicionado dual zone, faróis de xenon, teto solar elétrico e rádio/CD/USB/Bluetooth/GPS com tela de cinco polegadas no painel e comandos na coluna de direção. Com tudo isso, o Fluence GT custa R$ 80.640 contra R$ 73.050 do modelo tradicional. A diferença, nesse caso, é totalmente explicada pela mudança no desempenho. O carro pode nem vender muito, mas sem dúvida cumpre bem a função mercadológica de aumentar o “appeal” do Fluence comum.

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