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Renault Sandero: Racionalidade moderna

Sandero (2)Relação custo/benefício é o grande trunfo da versão Dynamique

No Brasil são raríssimos os automóveis que entregam tudo aquilo que a etiqueta de preço sugere. O máximo que ocorre são os modelos apresentarem uma relação custo/benefício favorável, diante da realidade do mercado. Um carro que se aproxima dessa “equação” é o Renault Sandero – principalmente na versão topo de linha Dynamique. O preço competitivo foi a forma que a marca francesa encontrou para vencer a desconfiança do consumidor brasileiro, que custou a enxergá-la como montadora nacional. E resolveu manter a estratégia, mesmo que uma remodelação, como a ocorrida em junho desse ano, pudesse servir de pretexto para majorar a tabela.
O preço atraente se soma a outras qualidades já consagradas do modelo. Mesmo sendo um compacto, o Sandero fornece um bom espaço interno e manteve as boas qualidades dinâmicas da plataforma, que é apenas uma evolução da anterior. Neste recente e profundo face-lift a Renault decidiu acompanhar o novo visual com recursos mais “moderninhos”, ao oferecer equipamentos que já estavam presentes em alguns modelos da concorrência. E na configuração “top” Dynamic, estes itens estão reunidos por um valor bastante competitivo.
Sem dúvidas, o principal ponto de evolução do Sandero foi a estética. Além de substituir o “pragmático” design anterior, que exigia um certo “desapego estético” do comprador, o novo hatch traz o “family face” e fica alinhado ao atual visual da Renault no mundo – apresentado em 2012 no compacto Clio de segunda geração, feito na Argentina. O Sandero ostenta o grande logo na parte central da grade frontal e os frisos cromados que se estendem até os faróis. Na traseira, os para-choques continuam “parrudos” e as lanternas ganharam um novo desenho – que as deixaram no estilo de hatches concorrentes como Volkswagen Gol e Chevrolet Onix.
A remodelação do Sandero também passou no quesito tecnologia. Para não ficar atrás da concorrência – que cada vez mais oferece modelos “recheados”, a Renault deu bons equipamentos ao hatch. A versão “top” Dynamique vem com rádio, entradas USB/AUX, conexão Bluetooth, o lúdico indicador de troca de marcha no quadro de instrumentos, volante multifuncional revestido de couro, bancos traseiros rebatíveis com encosto de cabeça para três ocupantes e cintos de três pontos para dois, além de retrovisores externos com ajuste elétricos. Rodas de liga leve de 15 polegadas e soleiras das portas exclusivas são os adornos estéticos. A marca francesa cobra R$ 43.180 pelo Sandero Dynamique e ainda oferece o pacote Techno Plus. Por R$ 1.600 é possível adicionar sistema multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, ar-condicionado automático e sensor de estacionamento traseiro.
As mudanças visual e tecnológica foram bastante profundas, mas não se pode falar o mesmo da parte mecânica e da motorização. A estrutura básica do carro se manteve e o motor não recebeu nenhum recurso mais modernos ou sofisticados, como cabeçote multiválvula, válvulas com tempo de abertura variável ou partes em alumínio. A configuração Dynamique usa o velho propulsor 1.6 8V do modelo anterior – que estreou no Brasil a bordo da primeira geração do Clio, em meados nos anos 1990. Para este novo Sandero, ele se manteve com a mesma potência e torque, de 98 cv/14,5 kgfm com gasolina e 106 cv/15,5 kgfm com etanol. Exatamente para não ter de voltar a oferecer o motor de 1.6 16V, que trabalhava em conjunto com o câmbio automático, a marca francesa passou a oferecer uma transmissão automatizada de cinco marchas, a partir da versão intermediária Expression, que acrescenta R$ 2.400 ao preço final dos modelos. De série, o câmbio é manual de cinco velocidades.

Por Raphael Panaro – Auto Press

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Novos Sandero e Logan ganham câmbio automatizado

Automatizados Renault . Curitiba, 10/09/2014./ Foto: Rodolfo BUHRER / La ImagemAlém do conforto no anda e para do trânsito, transmissão EasyR consome cerca de 20% de combustível a menos que câmbio automático convencional

Para quem quer mais conforto, principalmente nas grandes cidades, a Renault passa a oferecer nos modelos Sandero e Logan uma solução automatizada econômica em combustível e a preço bem atrativo. Trata-se da moderna transmissão automatizada Easy R de cinco marchas, que chega aos modelos como opcional nas versões com motor 1.6 8v (Expression e Dynamique), por R$ 2.400.
Além da praticidade, outra vantagem do câmbio automatizado é o baixo consumo de combustível, cerca de 20% inferior ao de um câmbio automático convencional (com conversor de torque).
O câmbio automatizado, diferentemente dos automáticos convencionais, possui embreagem e um câmbio mecânico semelhante ao da versão manual. Um sistema eletrônico controla a embreagem e faz as trocas automaticamente.
No EasyR, a troca de marchas é realizada de maneira eletroeletrônica. O motorista também pode escolher trocar as marchas de forma manual sequencial, com toques na alavanca de marcha.
Há também a possibilidade de dirigir de forma mais econômica ou esportiva automaticamente, pois o sistema se adapta ao modo de dirigir do motorista. Em caso de acelerações bruscas (o chamado “kick down”), o câmbio Easy R fará as trocas tornando a condução esportiva ou possibilitando uma ultrapassagem mais segura.
Para facilitar as manobras de estacionamento, o Easy R traz a função Creeping, que faz com que o veículo se mova lentamente bastando tirar o pé do freio com o veículo engatado em primeira marcha ou marcha a ré. O Creeping auxilia também nas arrancadas em rampas de até 4 graus de inclinação.
Com o câmbio EasyR, o Sandero Expression 1.6 8V tem preço sugerido de R$ 43.000 e o Sandero Dynamique, R$ 47.180. O Logan Expression 1.6 8V sai por R$ 45.490 e o Logan Dynamique por R$ 50.180.
O câmbio EasyR utiliza o sistema eletroeletrônico da alemã ZF e foi desenvolvido ao longo de 3 anos, com mais de um milhão de quilômetros rodados em bancos de ensaios e em testes dinâmicos nos novos Sandero e Logan em três continentes. Na Renault, essa tecnologia faz a sua estreia mundial no Brasil.
Sandero e Logan têm garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. O plano de manutenção dos modelos prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10.000 quilômetros ou a cada ano de uso.
Dividindo-se o custo total do programa de manutenção pelo número de dias dos três anos de garantia, o resultado é um custo de manutenção em torno de R$ 1 por dia (para as versões sem ar-condicionado) –um dos mais baixos das categorias.

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