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Novas versões para Hilux e SW4 2015

Hillux (1)Limited Edition e a SRV Flexfuel, com transmissão automática e, agora, tração 4×2, ampliam o line up da linha Hilux

As linhas Hilux e SW4 2015 estão com novidades. Ao completar 45 anos de história, desde o seu lançamento, a Hilux ganha mais duas versões para atender à demanda dos consumidores, tanto do segmento diesel, com a introdução da Limited Edition, como no flexfuel, com a SRV, de transmissão automática e, agora, com tração 4×2. Ao todo, a família Hilux conta com 14 configurações para satisfazer o seu amplo perfil de clientes.
Com a liderança absoluta no segmento de utilitários esportivos médios, o SW4 detém 37,2% de participação na categoria, no acumulado deste ano, apresentando crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2013. Para reforçar ainda mais a sua presença, a Toyota apresenta mais uma versão para o line up flexfuel, com a introdução do SR, transmissão automática e mais dois assentos, somando sete. Além disso, o modelo diesel conta com opção de interior preto para sua versão topo de linha, a SRV, automática, também com sete assentos. Com as novidades, a linha SW4 passa a oferecer seis versões, ampliando as opções e atendendo aos desejos de seus consumidores.
Neste mês de novembro, a Toyota iniciou as vendas de mais duas versões da Hilux. Apresentada no 28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, a Limited Edition, negociada a R$ 155.650,00, é uma série especial com base na versão SRV Top Diesel 4×4. A edição limitada terá 3 mil unidades, voltadas a clientes que buscam exclusividade, além dos reconhecidos conforto, robustez e desempenho do modelo.
A picape média chega ao mercado com um novo pacote de acessórios. Na parte frontal, a versão ganhou mais proteção ao para-choque, com a instalação de uma capa nas cores preto e cinza, aumentando ainda mais sua robustez.
Na lateral, a Hilux Limited Edition agrega novas rodas aro 17″, em tonalidade preto fosco, e adesivos personalizados que se prolongam pela traseira. Na caçamba, a Hilux traz santantônio Sport cromado com protetores laterais em preto e capota marítima de lona. Na parte interna, jogo de tapetes exclusivos e soleira cromada personalizada completam o pacote de acessórios.
Outra novidade da Toyota é a Hilux SRV Flexfuel 4×2 com transmissão automática. Como diferencial, a opção de tração ao line up flexfuel, que contava apenas com a 4×4, a um preço competitivo – R$ 99.900,00. Esta versão é a única picape do mercado equipada com transmissão automática, acabamento topo de linha, motor flexfuel e 4×2, comercializada abaixo de R$ 100.000,00.
Ao todo, a linha Hilux Diesel e Flexfuel tem 14 versões para atender ao amplo perfil de consumidores de picapes médias.
A Toyota inova no mercado nacional de SUVs médios flexfuel com mais uma versão de seu utilitário esportivo SW4 2015. Criado com base na SR Flexfuel de cinco lugares, o SW4 SR Flexfuel possui sete assentos e preço competitivo, abaixo dos R$ 125.000,00, também inédito para o segmento. O modelo é negociado a R$ 122.280,00. Com o lançamento, a linha SW4 Diesel e Flexfuel passa a contar com seis versões.
Outra novidade é a versão topo de linha SRV diesel com sete assentos, que agora oferece a opção de acabamento interno na cor preta, além da bege, para a topo de linha.
Até outubro, foram vendidas 11.155 unidades do SW4, crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado garante ao modelo 37,2% de participação no segmento de utilitários esportivos médios, considerando as motorizações diesel e flexfuel.

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Etios ganha série especial Platinum

Bancos que mesclam couro e padrão couro, sensor de estacionamento e design exclusivo das rodas são os destaques da nova versão

Etios-Platinum-sedaO modelo agrega novos itens de série destinados a consumidores que buscam mais conforto e sofisticação, além dos já reconhecidos pontos fortes como excelente desempenho, economia de combustível, amplo espaço interno, segurança e qualidade e confiança da marca.
O Etios Platinum 2014, à venda nas concessionárias a partir de 18 de junho, está disponível nas carrocerias hatchback e sedã custando R$47.090,00 e R$49.790,00, respectivamente.
Ambos têm como base a versão topo de linha XLS, com transmissão manual de cinco velocidades, motor de 1.5L 16V Flex e direção eletroassistida progressiva. Ainda contam com air bag duplo frontal, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, cinto de segurança com pré-tensionador e limitador de força, pintura metálica, acabamento Total Black com velocímetro Black & Blue, retrovisores com comando elétrico, entre outros itens.
Na parte externa, o Etios Platinum ganhou nova grade frontal, agora totalmente cromada, máscara negra para as lanternas traseiras e ornamento cromado para os faróis de neblina. Ao porta-malas foi agregado friso cromado em sua base, sensor de estacionamento na cor da carroceria e o emblema “Platinum”. Para completar as novidades externas, as rodas de aro 15 polegadas têm design exclusivo.
No interior, para maior conforto e sofisticação, a grande modificação está nos bancos, que agora mesclam couro e padrão couro. Complementando o acabamento, também foram adicionados ornamentos cromados na base e na manopla do câmbio, que na série especial Platinum é revestida em couro.
Além disso, o Etios Platinum oferece itens como ar-condicionado, painel Total Black, velocímetro e tacômetro com grafia Black & Blue, maçanetas internas das portas em prata fosco, travamento das portas e acionamento elétrico dos vidros, espelhos retrovisores com comando elétrico e maçanetas externas na cor da carroceria.
O áudio Double DIN com design moderno, que integra rádio AM/FM, CD player e entrada USB tem comando no volante de base reta com acabamento em couro e costura diferenciada.
O Toyota Etios foi o primeiro carro compacto no País a conquistar quatro estrelas (de cinco possíveis) em proteção para os passageiros dos bancos dianteiros, e duas estrelas na proteção dos ocupantes dos bancos traseiros, no teste de colisão do Latin NCAP.
Isso se deve à preocupação que a Toyota tem com segurança, desde a concepção do veículo. Sua carroceria tem vários pontos de absorção de impacto e deformação programável, seguindo a mesma linha de construção do Corolla.
Com relação aos equipamentos de série, todas as versões do Etios oferecem air bag duplo e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem. Também item de série, o cinto de segurança com pré-tensionador e limitador de força é outro ponto relevante e que diferencia o Etios, uma vez que a maioria dos concorrentes disponibiliza esse item apenas como opcional.

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Muito além da razão

Corolla (3)Para retomar a liderança dos sedãs médios, novo Toyota Corolla tenta acrescentar sedução à sua receita de confiabilidade

Não é tarefa fácil renovar um carro de sucesso. Ainda mais quando o modelo em questão é simplesmente o automóvel mais vendido de todos os tempos. Caso do Toyota Corolla, “best seller” mundial que emplacou 40 milhões de unidades desde que surgiu, em 1966. No lançamento da 11ª geração do modelo no Brasil, no dia 11 de março, o engenheiro chefe responsável pelo Corolla, o japonês Shinichi Yasui, revelou as premissas que orientaram o desenvolvimento do novo produto. “O Corolla é reconhecido mundialmente como um carro durável, confiável e qualificado. Seus pontos fracos eram o design e a emoção”, explicou o engenheiro. Assim, tornar o novo Corolla mais charmoso, sem abrir mão da notória confiabilidade, foi o caminho que a Toyota escolheu. No Brasil, a proposta do modelo é resgatar o posto de líder nacional do segmento de sedãs médios – que está com a rival conterrânea Honda, com seu Civic. “Tenho certeza de que retomaremos a liderança”, avisou o vice-presidente da Toyota, Luiz Carlos Andrade Jr.
Quando a atual geração do Corolla foi revelada no Hemisfério Norte, em junho do ano passado, foram mostrados dois diferentes estilos para o sedã. No mercado europeu, o design seguiu um aspecto mais sofisticado e sóbrio, enquanto o consumidor norte-americano recebeu um modelo com proposta mais despojada, jovial e esportiva – o Corolla é posicionado como carro de entrada no mercado local, onde quem mais vende mesmo é o Camry. Ciente do perfil conservador do público que sempre consome o Corolla por aqui desde 1994, a Toyota optou por produzir na fábrica de Indaiatuba, no interior paulista, o modelo com design europeu. Mas não está descartada a possibilidade que o estilo destinado aos norte-americanos seja oferecido aqui, numa futura versão esportiva.
Com raras exceções – como os motores 1.8 e 2.0 –, quase tudo é realmente novo no novo Corolla. A proposta estilística é baseada nos conceitos de design “Keen Look” e “Under Priority”. O “Keen Look” reflete a nova identidade visual dos veículos Toyota, apresentada no Brasil no novo RAV4, e é uma expressão inspirada em um olhar nervoso. Já o “Under Priority” tem como característica o posicionamento mais baixo da grade frontal, o que melhora a aerodinâmica e oferece maior nível de proteção aos pedestres, em caso de acidentes. A ideia geral do desenho é reforçar a percepção de aumento de volume do sedã – a começar pela nova grade dianteira, ladeada pelos faróis amplos, recortados e envolventes. Na traseira, a impressão de crescimento é ressaltada pela barra cromada que liga as lanternas grandes, que avançam sobre a tampa da mala. Mas, além dos efeitos do design, o Corolla de fato mudou de dimensões. Está 8 centímetros mais comprido e 15 cm mais largo, mas perdeu imperceptível meio centímetro na altura. O entre-eixos cresceu 10 centímetros.
Por dentro, além da efetiva ampliação do espaço, foi adotada a mesma estratégia de ressaltar a impressão de crescimento. O painel tem estilo sóbrio e o padrão de acabamento sofreu considerável evolução, com nítida adoção de materiais mais requintados. Além incorporar revestimentos mais qualificados, o isolamento acústico também foi incrementado e o novo Corolla traz mais superfícies “soft touch”, macias e agradáveis ao toque. Nas versões intermediária XEi e topo de linha Altis, destaca-se a tela de 6,1 polegadas do novo sistema multimídia, que congrega as funções do áudio, navegação, câmara de ré, conexões USB para iPod e Bluetooth, além de funcionar também como DVD player e até TV digital.
Os motores são basicamente os mesmos 1.8 e 2.0  que moviam a geração anterior, com pequenos ajustes. Foram abolidos os tanquinhos de gasolina para partida a frio, típicos dos propulsores flex mais antiquados. O 1.8 flex, de 144 cv e 18,4 kgfm com etanol, mantém os números do anterior. No 2.0 flex, agora são 154 cv – ganho de 1 cv – e 20,3 kgfm de torque com etanol. A caixa de câmbio manual da versão GLi – que deve atender prioritariamente os frotistas – também é a mesma, com seis marchas. Para as demais versões, a grande novidade do trem de força: o câmbio CVT Multidrive, que simula sete marchas sequenciais e substitui o obsoleto câmbio automático de quatro marchas do modelo antigo. Mas não foi em todos os aspectos que a Toyota espalhou tecnologias. Controle eletrônico de estabilidade ESP, corriqueiro nos sedãs concorrentes, não está disponível nem como opcional, em nenhuma das versões. Na suspensão traseira, o novo Corolla optou por um minimalista eixo de torção, sem braços múltiplos.
Se o carro cresceu e incorporou algumas novidades, os preços também receberam um “upgrade”. O modelo básico GLi parte dos R$ 69.900, o intermediário XEi começa em R$ 79.990 e o topo de gama Altis, que deve responder por menos de 10% das vendas, já parte de R$ 92.900. Mas o Corolla é um modelo que possui uma grande legião de fãs no Brasil. Dá para acreditar que a nova geração venda bastante por aqui.

 
Corolla (2)
Até embaixo d’água
o Circuito escolhido pela Toyota para a apresentação do novo Corolla tinha pouco mais de 120 km, entre as cidades paulistas de Campinas e Jaguariúna, na maior parte por rodovias bem asfaltadas. O horário escolhido foi o final da tarde e, logo na partida, uma garoa começou a cair. Em vários momentos, converteu-se em chuva intensa. Nada que chegasse a atrapalhar as possibilidades de avaliar os atributos dinâmicos da nova geração do sedã.  Alguns desses atributos, como a capacidade de frenagem, até foram mais desafiados pelas condições meteorológicas.
No novo Corolla, não é difícil achar um ajuste ideal para altura e profundidade do volante e posição do banco. A versão avaliada era uma intermediária XEi, que a Toyota imagina que seja responsável por mais da metade das vendas do modelo. Ela permitiu testar a mais bem-vinda novidade do novo Corolla – o câmbio CVT com sete marchas simuladas, acionáveis manualmente através de borboletas no volante. Sua utilização no modo manual permitiu tirar muito mais diversão do manjado motor 2.0 flex, que antes sofria na mão do ultrapassado câmbio automático de quatro marchas usado no modelo anterior. Agora os 154 cv de potência máxima e o torque de 20,3 kgfm estão bem mais acessíveis, o que tornou a direção menos anestesiada e mais divertida – embora o Corolla não tenha maiores pretensões de esportividade. O foco continua a estar no conforto. E isso a nova geração entrega ainda mais que a anterior. O GPS do sistema multimídia é eficiente e presta bem a função de orientar os caminhos a seguir.
O circuito com trânsito denso escolhido para a avaliação só não permitiu verificar se a opção pela suspensão com eixo de torção na traseira, no lugar das multibraços adotadas pela concorrência, e a ausência de sistemas de controle de estabilidade ESP efetivamente comprometem o desempenho em curvas de alta velocidade. Nas feitas em velocidades médias, mesmo em pista molhada, não foi possível detectar qualquer problema. Já nas retas em alta, a sensação é que a ampliação do entre-eixos e da largura contribuíram para deixar o carro ainda mais estável. Nas frenagens, mesmo sob chuva forte, o Corolla esbanjou serenidade e parou sempre rapidamente. Sem desvios nem vacilações.
Além do arquirrival Civic – que deve receber em breve uma discreta atualização –, o Corolla enfrentará concorrentes recentemente renovados, como Nissan Sentra, Citroën C4 Lounge e Ford Focus, todos apresentados no segundo semestre de 2013. Além desses, Chevrolet Cruze, Renault Fluence e Volkswagen Jetta, já um pouco mais “antigos na praça”, também brigam no mesmo segmento. O novo sedã da Toyota vai colocar mais calor na disputa.

* Por Luiz Humberto Monteiro Pereira – Auto Press

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