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Congresso quer mais proteção para motociclista

Condutores e passageiros de motocicleta terão que usar – além do capacete – vestimentas e acessórios que protejam a sua integridade física

Pilotos de motos poderão ter que usar equipamento de segurança completo

Condutores e passageiros de motocicleta serão obrigados a usar – além do capacete – botas, luvas e vestimenta que cubra todo o corpo, como macacão ou calça e jaqueta, dotados de estrutura completa de proteção, bem como colete ou jaqueta airbag. Pelo menos é o que prevê uma nova lei que está tramitando no Congresso Nacional.

Um Substitutivo da senadora Ana Amélia (PP-RS) com esse objetivo foi aprovado nesta quarta-feira (03) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Agora, a matéria segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, posteriormente, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.
O projeto original (PLS) 404/2012, de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), torna obrigatório o uso de colete inflável de proteção (colete airbag) por condutores de motocicletas e assemelhados. A proposta também pretende isentar esses equipamentos do pagamento de impostos. O substitutivo aprovado pela CAS também inclui outros itens, além do colete, ao vestuário dos motociclistas, que terão o prazo de um ano para se adequarem à medida a partir da promulgação da lei. No caso do colete com airbag, o prazo para adaptação é de três anos.

Segundo o motociclista Luiz Carlos… “É mais uma segurança né? Melhor mesmo! A gente tem que andar sempre prevenido e protegido. Esse tipo de iniciativa é sempre positiva”

Bem vista

Entre os usuários das motocicletas a medida é bem vista. Todos os ouvidos aprovaram a obrigatoriedade dos novos equipamentos, apontando que a segurança é indispensável.
“É mais uma segurança né? Melhor mesmo! A gente tem que andar sempre prevenido e protegido. Esse tipo de iniciativa é sempre positiva” afirma Luiz Carlos Rodrigues.
Outro que concorda é Rafael Rocha, “É uma lei válida, porque protege quem está na rua pilotando. Tudo que é para nossa proteção é valido”. Já Walter Lopes acredita que a lei vai estimular os usuários das motos a andar e trabalhar corretamente. “É bem legal sim, protege a gente. Tem muita gente trabalhando e fazendo besteira. Quem anda certo tem que correr atrás de tudo o que é determinado para melhorar”, reconhece.

Rafael Rocha concorda com a lei: “É uma lei válida, porque protege quem está na rua pilotando. Tudo que é para nossa proteção é importante”

Infração Gravíssima

O texto aprovado na CAS também modifica a Lei dos Motoboys (Lei 12.009/2009) para obrigar o uso de dispositivos retrorreflexivos nas roupas. O vestuário de segurança deverá ser fornecido aos motoboys pela empresa ou pessoa que empregar ou contratar o condutor, salvo quando o motociclista trabalhar como autônomo.
A proposta aprovada ainda altera o código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/1997), para determinar que a condução sem estes itens de segurança, tanto do motociclista como do passageiro, configurará infração gravíssima.
– Temos consciência das dificuldades que existirão para garantir a efetividade da norma que propomos. Não obstante, a história tem mostrado que o caminho da obediência às regras de trânsito passa não somente pela fiscalização, mas, principalmente, pela educação e conscientização de condutores, motoristas, passageiros e pedestres – disse a senadora Ana Amélia.
No debate da matéria, a senadora Ana Rita (PT-ES) disse que a proposta vai contribuir para reduzir os acidentes de trânsito. Ela observou que, além dos problemas causados à saúde do condutor, os acidentes com motocicletas consomem grande parte dos recursos destinados à saúde.

 

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SUPER MAIS: Corpo e moda

A personal stylist Alana Andrade

As formas do corpo variam de pessoa para pessoa, duas pessoas podem usar o mesmo número de roupa, mas ter formato do corpo diferente. Para que você aprenda a se vestir da melhor maneira possível, é necessário saber exatamente como você é e não como gostaria de ser. Julgar o próprio corpo de uma maneira muito dura, tendo como referência as capas de revistas, só irá atrapalhar. O grande desafio é você analisar suas características e tentar diagnosticar qual é o seu tipo físico.
Pensando nisso, eu convidei a personal stylist Alana Andrade, que participa do quadro Dressing You no programa Super Mais, para nos ajudar nessa difícil questão. Segundo Alana, a importância de identificar qual o seu tipo físico, é o pontapé inicial para quem quer se vestir adequadamente, se sentir bem, não cometer erros, saber o que usar e o que não usar de acordo com seu corpo.

Os 5 formatos de corpo

Corpo proporcional

O corpo considerado proporcional e cobiçado por 90% das mulheres, tem as unidades de medida da seguinte maneira: a medida dos ombros é igual a medida dos quadris e a cintura é menor, na proporção de 1/3, isto é, se os ombros tem 3 medidas, a cintura tem 2, e o quadril tem 3. Exemplo dessa medida em centímetros: ombros com 90 centímetros, cintura com 60 centímetros e o quadril com 90 centímetros.

As 5 formas do corpo

“Os tipos físicos foram reduzidos em 5 formas: triângulo, triângulo invertido, oval, ampulheta e retângulo.Basta pegar uma foto sua e formar linhas retas, ligando um ombro a outro, a cintura e o quadril e verificar qual o desenho que vai se formar.

Tipo Triângulo

O tipo triangular

A forma triangular, os ombros são menores do que a medida do quadril, a cintura é fina, geralmente a mulher tem culote e tronco longo. O objetivo desse tipo físico é de dar volume aos ombros e suavizar os quadris, já o triângulo invertido é justamente ao contrário, quadril menor e ombros menores”, explica a personal stylist, nesse caso o objetivo é equilibrar a parte de cima com a parte de baixo. Para atingir o objetivo de equilibrar o look, opte por linhas estruturadas ou volumosas na parte de cima. A altura ideal da saia é na parte mais fina da perna, geralmente no joelho. A altura dos blazers e casacos, deve ser na cintura para não aumentar o volume dos quadris. O bolero também é uma ótima opção.

Para mulheres de costas mais largas

Esse é o tipo físico conhecido como triângulo invertido, ombros e costas mais largos que os quadris. A cintura e as pernas costumam ser finas. O objetivo é equilibrar a parte de cima com a parte de baixo, diminuir os ombros e adicionar curvas aos quadris. Aposte nas cores escuras na parte de cima do corpo, blusas com decotes que aparecem parte do colo, calça reta com detalhes nos bolsos e quadris, lavagens mais claras, vestidos decotados com volume na parte inferior.

Corpo “violão” é o tipo ampulheta

Corpão violão

O tipo ampulheta é o considerado corpão violão, ombros e quadril largos e a cinturinha fina, as mulheres com esse biótipo podem usar quase tudo, são extremamente curvilíneas. O objetivo é valorizar as curvas sem marcar demais a cintura, para suavizar o volume dos quadris, equilibrar o volume dos ombros, cintura e quadris atenuando a finura da cintura. Aposte nos decotes “V”, mangas três-quartos ou arregaçadas, blusas transpassadas. O ideal é usar calça escura reta, calças jeans com lavagem homogênea, saia evasê.

As mais “cheinhas” são o tipo Oval

Ausência de cintura

O tipo retângulo possui a medida mais fácil de se verificar, pois os ombros e quadril tem o mesmo tamanho e a ausência de cintura definida, as pernas costumam ser finas e o tronco mais curto. O objetivo é criar a ilusão de cintura e curvas, dando volume aos ombros e quadris. A cintura deve ser marcada de forma discreta com faixas ou cintos, para dar a ilusão de cintura mais fina. Aposte nas cores e estampas, tecidos com texturas, mangas volumosas, coletes acinturados. As calças devem ter cintura no lugar, logo abaixo do umbigo, vestidos de cintura baixa também convém, calça de alfaiataria com bolso faca veste super bem.

As mais cheinhas

O tipo oval tem o corpo arredondado, principalmente na linha da cintura,as costas, os seios e os braços são volumosos, as pernas costumam ser bem desenhadas. A grande aposta para esse tipo físico é valorizar a parte mais fina, nesse caso os braços e as pernas. O colo deve estar sempre á mostra e ser valorizados com colares curtos ou broches.
Gloria Kalil define bem o jogo das proporções: “o curto deve alongar, o longo deve esticar para os lados, o estreito pede mais volume, o avantajado precisa esconder-se”. Aposte nas cores escuras, decotes “V” ou “U”, regata com alças largas, túnicas, blusas por fora das calças. Já as calças podem ser retas e escuras, saias com tecido duplo para não marcar, cintos da mesma cor que a calça, são algumas dicas para valorizar você!

 

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