Teresópolis receberá recurso para combater o Aedes aegypti

O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, considera de fundamental importância este recurso extra para as ações de prevenção e controle do vetor - foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, considera de fundamental importância este recurso extra para as ações de prevenção e controle do vetor – foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil

– Governo federal anuncia R$ 13,4 milhões para serem rateados entre os 92 municípios do estado

Com a chegada do verão, o Governo Federal intensifica sua atuação contra o mosquito transmissor da Dengue, vírus Zika e febre Chikungunya. Para reforçar a prevenção, o Ministério da Saúde vai repassar a todos os municípios brasileiros e ao Distrito Federal R$ 152 milhões extras destinados às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. Para os 92 municípios do Rio de Janeiro, serão destinados R$ 13,4 milhões ao enfrentamento ao vetor.
O recurso foi garantido em portaria publicada na última semana e deverá ser liberado aos municípios em duas etapas. Na primeira, R$ 91,2 milhões serão repassados a partir da data da publicação da portaria. Para o estado do Rio de Janeiro, a primeira parcela corresponde a R$ 8 milhões. O repasse da segunda parcela está condicionado ao cumprimento de alguns critérios, cujas informações deverão ser consolidas pelas Secretarias Estaduais de Saúde e repassadas ao Ministério até o dia 30 de junho de 2017.
Para receberem a segunda parcela de R$ 60,8 milhões, sendo R$ 5,3 milhões para o Rio de Janeiro, os municípios deverão: realizar o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) para os casos de cidades com mais de dois mil imóveis precisarão; já os municípios com menos de 2 mil imóveis deverão realizar o Levantamento de Índice Amostral (LIA); as cidades sem infestação do mosquito deverão realizar monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa e, excepcionalmente serão consideradas as metodologias alternativas de levantamento de índices executados pelos municípios, desde que essas informações sejam repassadas ao Governo Federal.
O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, considera de fundamental importância este recurso extra para as ações de prevenção e controle do vetor. “Com este reforço financeiro, os municípios vão poder concentrar ainda mais esforços no combate ao mosquito evitando, assim, a proliferação do mosquito e, consequentemente a transmissão da dengue, vírus Zika e chikungunya. A necessidade de realização de levantamentos de índices de infestação será uma ferramenta fundamental para qualificar as ações de prevenção e controle do mosquito”, reforçou o ministro.
No ano passado, Teresópolis registrou centenas de casos de dengue, além de contabilizar atendimento a pacientes com as outras doenças causadas pelo mesmo vetor. O número correto, porém, nunca foi disponibilizado pela Secretaria Municipal de Saúde. Apesar de informações dos hospitais sobre o cada vez maior número de casos, o governo Mário Tricano preferiu esconder tais dados. Se a situação se repetir em 2017, o município pode perder a segunda parte do recurso do governo federal.

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