<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Artigos - O Diário de Teresópolis</title>
	<atom:link href="https://netdiario.com.br/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://netdiario.com.br/category/artigos/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 23 May 2026 11:44:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.2</generator>

<image>
	<url>https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2022/02/favicon.png</url>
	<title>Arquivos Artigos - O Diário de Teresópolis</title>
	<link>https://netdiario.com.br/category/artigos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Retrofit: preservar o passado para construir o futuro</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/retrofit-preservar-o-passado-para-construir-o-futuro/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/retrofit-preservar-o-passado-para-construir-o-futuro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110823</guid>

					<description><![CDATA[<p>O retrofit é, literalmente, uma forma de deixar “fit” aquilo que é retrô. O conceito une modernização e preservação: recuperar prédios antigos, mantendo sua identidade arquitetônica e histórica, mas adaptando-os às necessidades atuais de conforto, tecnologia, segurança e funcionalidade. Muito além de uma tendência arquitetônica, o retrofit pode ser uma estratégia de desenvolvimento urbano.Segundo dados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/retrofit-preservar-o-passado-para-construir-o-futuro/">Retrofit: preservar o passado para construir o futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O retrofit é, literalmente, uma forma de deixar “fit” aquilo que é retrô. O conceito une modernização e preservação: recuperar prédios antigos, mantendo sua identidade arquitetônica e histórica, mas adaptando-os às necessidades atuais de conforto, tecnologia, segurança e funcionalidade. Muito além de uma tendência arquitetônica, o retrofit pode ser uma estratégia de desenvolvimento urbano.<br>Segundo dados apresentados pela Caixa Econômica Federal e pelo SindusCon-SP, o setor de retrofit urbano tem potencial para movimentar cerca de R$ 40 bilhões por ano até 2040 no Brasil, com expectativa de crescimento de 15% ao ano na próxima década. Só em São Paulo, mais de 7 mil edifícios têm potencial para revitalização.<br>No Rio de Janeiro, programas como o Reviver Centro, que acaba de ter mais uma etapa lançada, vêm incentivando justamente a recuperação de imóveis antigos para novos usos, ajudando a revitalizar áreas históricas e movimentar o mercado imobiliário.<br>Um dos exemplos mais emblemáticos no Rio é o edifício “A Noite”, na Praça Mauá. Inaugurado em 1929 e considerado um marco da arquitetura brasileira, o prédio já abrigou rádio, escritórios e órgãos públicos. Agora, passa por um processo de retrofit para receber unidades residenciais e um hotel, devolvendo vida a um dos símbolos do Centro carioca.<br>Em Teresópolis, vemos esse movimento ganhando força. O antigo prédio da Casa de Saúde será transformado pela Gênesis em um hotel de bandeira internacional, o Ibis Styles. Um imóvel histórico, presente na memória de gerações de teresopolitanos, ganhará uma nova função sem perder sua importância para a cidade, com impacto direto na economia local. Outro exemplo que reforça o potencial desse tipo de revitalização é o prédio do antigo Hotel Caxangá, que em breve também ganhará nova vida. Espaços como esses carregam parte da identidade de Teresópolis e mostram que preservar também é desenvolver.<br>Mais do que recuperar prédios antigos, o retrofit ajuda a movimentar a economia, fortalecer o turismo, gerar empregos e valorizar regiões inteiras. Além disso, traz um importante ganho ambiental ao aproveitar estruturas existentes e reduzir desperdícios na construção civil.<br>O futuro das cidades passa cada vez mais pela capacidade de unir modernidade e preservação. E Teresópolis tem todas as condições para fazer parte desse novo ciclo de desenvolvimento urbano inteligente.</p>



<p><strong><em>Rogério Branco é CEO da Gênesis Empreendimentos</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/retrofit-preservar-o-passado-para-construir-o-futuro/">Retrofit: preservar o passado para construir o futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/retrofit-preservar-o-passado-para-construir-o-futuro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Hotel inteiro vende: Quem entendeu isso sai na frente</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/o-hotel-inteiro-vende-quem-entendeu-isso-sai-na-frente/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/o-hotel-inteiro-vende-quem-entendeu-isso-sai-na-frente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110821</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Seu hotel está realmente vendendo… ou apenas esperando reservas acontecerem?”</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/o-hotel-inteiro-vende-quem-entendeu-isso-sai-na-frente/">O Hotel inteiro vende: Quem entendeu isso sai na frente</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Essa é uma pergunta que muitos meios de hospedagem evitam fazer. Em um mercado cada vez mais competitivo, depender apenas das OTAs, da alta temporada ou da sorte já não garante resultados consistentes. Enquanto alguns hotéis apenas reagem ao movimento do mercado, outros criam estratégias, desenvolvem equipes e transformam cada contato com o cliente em oportunidade de negócio.</p>



<p>Na hotelaria moderna, vender não é responsabilidade de uma única pessoa ou setor. A venda começa no primeiro atendimento, passa pela experiência oferecida e continua mesmo após o check-out. Quem consegue enxergar o todo entende que reservas, recepção, eventos, marketing, relacionamento e operação fazem parte da mesma engrenagem.</p>



<p>Vender uma diária não significa apenas ocupar um quarto. Significa gerar receita, movimentar setores, fortalecer a marca e criar oportunidades para novas experiências e fidelização. Hotéis e pousadas que entendem isso deixam de apenas “receber hóspedes” e passam a atuar de forma estratégica no mercado.</p>



<p>As vendas dentro de um meio de hospedagem acontecem de várias formas: diárias individuais, pacotes românticos, hospedagens corporativas, grupos, excursões, eventos sociais, casamentos, convenções, retiros, experiências gastronômicas, day use, locação de espaços, além de ações em datas comemorativas e feriados prolongados.</p>



<p>E uma pergunta importante precisa ser feita: &#8220;Afinal, quem vende dentro de um hotel ou pousada?&#8221;</p>



<p><strong>A resposta é simples: Todos.</strong></p>



<p>O setor de reservas vende quando apresenta benefícios, argumenta com segurança e conduz o cliente ao fechamento da hospedagem. A recepção vende quando encanta no atendimento, oferece upgrades, divulga serviços adicionais e transforma o hóspede em cliente recorrente. As equipes comerciais atuam diretamente na prospecção de empresas, eventos e parceiros estratégicos. As agências de viagens ajudam na distribuição e captação de públicos específicos. As OTAs ampliam a visibilidade e trazem alcance imediato. O marketing desperta desejo. Até mesmo o setor operacional influencia nas vendas, pois uma boa experiência gera avaliações positivas e novas reservas.</p>



<p><strong>Na prática, o hotel inteiro vende.</strong></p>



<p>Por isso, é fundamental que todos entendam sua importância dentro do processo comercial. Muitas empresas ainda enxergam vendas como responsabilidade exclusiva do comercial ou da gerência, quando na verdade o sucesso da hotelaria moderna depende da integração entre todos os setores. É preciso que a equipe consiga “enxergar o todo”, compreendendo que cada atendimento, cada detalhe operacional e cada contato com o cliente impactam diretamente nos resultados do empreendimento.</p>



<p><strong>Mas surge então outra questão importante: como motivar a equipe a vender mais?</strong></p>



<p>A premiação pode ser uma excelente ferramenta de incentivo, desde que seja transparente, justa e alinhada aos objetivos do empreendimento. Comissões sobre vendas, bonificações por metas atingidas, premiações para captação de eventos, campanhas internas, reconhecimento público, folgas estratégicas e até experiências oferecidas aos colaboradores podem gerar excelentes resultados.</p>



<p>Quando o colaborador percebe que sua dedicação também é valorizada, o envolvimento muda completamente. A equipe deixa de apenas executar tarefas e passa a participar ativamente do crescimento do hotel ou pousada.</p>



<p>No caso da captação de eventos, por exemplo, muitos hotéis perdem oportunidades porque não estimulam suas equipes a identificar potenciais clientes. Um recepcionista que percebe uma empresa realizando reuniões frequentes na cidade, um colaborador que recebe um contato interessado em casamento ou um atendente que identifica demanda corporativa podem se tornar importantes canais de negócios para o hotel.</p>



<p>Entretanto, toda ação comercial precisa de direção. E é justamente aí que entra a responsabilidade da diretoria e da gestão.</p>



<p>A montagem da estratégia comercial deve partir da liderança. É a diretoria que precisa definir posicionamento, metas, público-alvo, canais de vendas, políticas tarifárias, relacionamento com OTAs, atuação junto às empresas, calendário promocional, campanhas e investimentos em treinamento.</p>



<p><em>Não basta cobrar resultados sem entregar planejamento, ferramentas e acompanhamento.</em></p>



<p><strong>Uma estratégia comercial eficiente precisa considerar:</strong></p>



<p><em>. O perfil do hotel ou pousada;<br>. O mercado regional;<br>. A sazonalidade;<br>. A concorrência;<br>. O comportamento do cliente;<br>. A experiência oferecida;<br>. O potencial de eventos e empresas da região;<br>. A qualificação da equipe.</em></p>



<p>Além disso, hotéis e pousadas precisam aprender a equilibrar suas vendas. A dependência excessiva de OTAs, por exemplo, pode aumentar ocupação, mas reduzir rentabilidade e enfraquecer o relacionamento direto com o cliente. O ideal é criar uma estratégia equilibrada entre vendas diretas, canais parceiros e ações comerciais próprias.</p>



<p>Outro ponto essencial é entender que vender não deve ser visto como pressão, mas como hospitalidade. O cliente não quer apenas comprar uma diária. Ele deseja viver uma experiência, sentir confiança, acolhimento e perceber valor naquilo que está adquirindo.</p>



<p>Quando todos os setores trabalham alinhados, conhecem os objetivos da empresa e entendem sua participação nos resultados, as vendas deixam de ser uma obrigação e passam a fazer parte da cultura do empreendimento.</p>



<p>Na hotelaria, vender bem é consequência de estratégia, treinamento, relacionamento e experiência.</p>



<p>E hotéis que transformam suas equipes em verdadeiros embaixadores da marca conseguem não apenas aumentar receitas, mas também construir algo ainda mais valioso: reputação, fidelização e crescimento sustentável.</p>



<p>Sou Gilberto Luiz Braga, consultor operacional para hotéis e pousadas, atuando na análise de processos, estratégias comerciais, treinamento de equipes, hospitalidade e aumento de eficiência operacional. Também atuo com consultoria para compra, venda e arrendamento de hotéis e pousadas, sempre preservando o sigilo e a discrição de toda operação.</p>



<p>Se deseja preparar melhor seu empreendimento para grandes eventos, melhorar seus resultados operacionais ou avaliar oportunidades no setor de hospedagem, estou à disposição para conversarmos.</p>



<p><strong><em>Até o próximo check-in de boas ideias.</em></strong></p>



<p><strong>Gilberto Luiz Braga<br></strong>Consultor em Hospitalidade, Turismo e Serviços<br>Especialista em Estratégias Operacionais.<br>LinkedIn: Gilberto Luiz Braga<br>E-mail: gilbertolabraga@gmail.com</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/o-hotel-inteiro-vende-quem-entendeu-isso-sai-na-frente/">O Hotel inteiro vende: Quem entendeu isso sai na frente</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/o-hotel-inteiro-vende-quem-entendeu-isso-sai-na-frente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compensa opinar, hoje em dia?</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/compensa-opinar-hoje-em-dia/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/compensa-opinar-hoje-em-dia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110813</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escrever ou emitir uma opinião já foi um convite para o diálogo, e eu cresci lendo jornais e revistas que me ensinavam isto. Hoje, parece ser apenas um gatilho para a exaustão. Quem gosta do ofício da escrita e da reflexão tem se sentido cada vez mais deslocado no mundo. E o motivo não é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/compensa-opinar-hoje-em-dia/">Compensa opinar, hoje em dia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Escrever ou emitir uma opinião já foi um convite para o diálogo, e eu cresci lendo jornais e revistas que me ensinavam isto. Hoje, parece ser apenas um gatilho para a exaustão. Quem gosta do ofício da escrita e da reflexão tem se sentido cada vez mais deslocado no mundo. E o motivo não é a falta de público, mas uma certa falência da interpretação. A internet nos transformou em uma sociedade que não lê para entender o ponto central de uma conversa; lê-se apenas para encontrar uma brecha, uma falha, um motivo para rebater.<br>Outro dia, vi uma moça gravar um vídeo simples na prateleira de um supermercado. Ela segurava um refrigerante (que não mencionava ser “zero”) e mostrava, de forma objetiva, que a bebida não tinha calorias. Era apenas isso: um dado numérico, até mesmo uma surpresa pra ela. A caixa de comentários, no entanto, virou um tribunal. Uma enxurrada de pessoas a atacava violentamente, argumentando que a bebida &#8220;não era saudável&#8221;, que tinha conservantes, que fazia mal.<br>Ela foi obrigada a gravar um segundo vídeo para explicar o óbvio: ela não estava recomendando um estilo de vida, não estava falando de saúde. Ela estava falando de calorias. Mas a nuance morreu.<br>Esse fenômeno se repete em todos os cantos. Alguém publica que a estatística mostra que a altura média do europeu é maior que a do oriental. Imediatamente, surge alguém nos comentários para gritar: &#8220;Mentira! Eu conheço um japonês que tem dois metros de altura!&#8221;.<br>A incapacidade de compreender o que é uma estatística, ou a diferença entre uma regra geral e uma exceção anedótica, escancara uma realidade amarga. Não se trata apenas de analfabetismo funcional. Trata-se da necessidade doentia de discordar.<br>Tudo precisa ser absolutizado. Se você não cobriu todas as variáveis possíveis do universo em uma frase de duas linhas, você está errado. A comunicação virou um campo minado onde a exceção é usada como arma para destruir a regra, e onde o contexto não importa mais.<br>Diante disso, a pergunta que martela a cabeça de quem ainda tenta propor ideias é inevitável: compensa opinar hoje em dia?<br>Se a nossa mensagem será tirada de contexto e usada para alimentar a vaidade de quem só quer &#8220;desconstruir&#8221; o outro para ganhar likes, talvez o silêncio pareça o caminho mais seguro. É desanimador perceber que a vontade de ter razão engoliu a vontade de compreender o outro.<br>Mas a verdade é que abdicar da palavra é entregar o mundo aos gritões. Continuamos escrevendo, não para os que buscam exceções ou para os que tropeçam na própria interpretação. Escrevemos para aquele leitor silencioso que ainda sabe saborear uma ideia, que entende o contexto e que, no meio desse caos digital, ainda sabe a diferença entre um debate e um linchamento de ego.</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/compensa-opinar-hoje-em-dia/">Compensa opinar, hoje em dia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/compensa-opinar-hoje-em-dia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Mediação e a Importância da Escuta nos Conflitos Familiares e Demais Conflitos do Cotidiano</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/a-mediacao-e-a-importancia-da-escuta-nos-conflitos-familiares-e-demais-conflitos-do-cotidiano/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/a-mediacao-e-a-importancia-da-escuta-nos-conflitos-familiares-e-demais-conflitos-do-cotidiano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110810</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os conflitos são inevitáveis na vida em sociedade, especialmente dentro das famílias, onde os laços afetivos profundos podem, ao mesmo tempo, intensificar desentendimentos. No cotidiano, os conflitos de interesses também geram tensões que, se não forem geridas adequadamente, podem escalar e resultar em processos judiciais longos, caros e desgastantes. É nesses cenários que a mediação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/a-mediacao-e-a-importancia-da-escuta-nos-conflitos-familiares-e-demais-conflitos-do-cotidiano/">A Mediação e a Importância da Escuta nos Conflitos Familiares e Demais Conflitos do Cotidiano</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os conflitos são inevitáveis na vida em sociedade, especialmente dentro das famílias, onde os laços afetivos profundos podem, ao mesmo tempo, intensificar desentendimentos. No cotidiano, os conflitos de interesses também geram tensões que, se não forem geridas adequadamente, podem escalar e resultar em processos judiciais longos, caros e desgastantes. É nesses cenários que a mediação surge, como um método eficaz para resolver os conflitos de forma pacífica, humanizada e eficiente, tendo a escuta ativa como pilar fundamental.</p>



<p><strong>O que é Mediação?<br></strong>A mediação é um processo no qual uma terceira pessoa imparcial, o mediador, ajuda e apoia as partes envolvidas em um conflito a dialogarem, a compreenderem os pontos de vista e interesses, uns dos outros e a encontrarem, juntas, soluções que atendam aos seus interesses, sem que uma terceira pessoa, um JUIZ, venha dizer o que elas devem ou não devem fazer. Ou seja, a mediação chama as pessoas ao diálogo, facilita o acordo, como a melhor forma de resolução de conflitos, diferente do julgamento tradicional, que impõe uma decisão.</p>



<p><strong>A Importância da Escuta na Mediação<br></strong>A escuta ativa é peça fundamental na mediação, porque o mediador não está ali só para ouvir as pessoas falarem, muitas vezes exaltadas, mas envolve prestar atenção genuína, reconhecer as emoções e compreender as necessidades subjacentes das partes.<br>Com a escuta ativa, o mediador, ao ajudar as pessoas a se colocarem no lugar do outro, promove a empatia, reduz a tensão emocional e, com isso, cria um ambiente seguro para o diálogo, facilitando que os sentimentos e opiniões sejam ditos de forma clara e respeitosa, permitindo que as pessoas envolvidas no conflito identifiquem pontos comuns e diferenças reais.<br>Quando a escuta é valorizada, o conflito deixa de ser uma batalha a ser vencida e passa a ser uma oportunidade para crescimento e fortalecimento dos laços familiares e sociais.</p>



<p><strong>Evitando a Judicialização dos Conflitos<br></strong>Via de regra, o primeiro impulso das pessoas para enfrentar um problema, ou desafio, ou conflito, é buscar a via judicial.<br>Diferente do processo judicial, que pode ser demorado, caro e deixar feridas emocionais profundas, a mediação oferece alternativas para reduzir o tempo e os custos para a resolução das disputas, preserva as relações interpessoais, evitando o desgaste de um litígio, dá autonomia para que as próprias pessoas em conflito controlem o resultado, com soluções personalizadas e mais adequadas à sua realidade<br>A mediação pode ser utilizada em diversos tipos de conflitos familiares, como disputas patrimoniais, guarda e visitas de filhos, divórcios, entre outros e, também, nas mais variadas disputas que acontecem na sociedade, trazendo benefícios para todos os envolvidos.</p>



<p><strong>A Mediação no Cotidiano<br></strong>A escuta ativa e o diálogo construtivo, devem prevalecer, no dia a dia, mesmo fora do ambiente formal da mediação.<br>Incorporar certos hábitos pode evitar que pequenos conflitos cresçam e impactem negativamente as relações pessoais e familiares.</p>



<p><strong>Veja como:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Reserve tempo e espaço para conversas sinceras;</em></li>



<li><em>Procure compreender antes de ser compreendido;</em></li>



<li><em>Evite interromper ou julgar rapidamente;</em></li>



<li><em>Utilize sempre uma linguagem clara e respeitosa;</em></li>



<li><em>Esteja aberto a negociações e compromissos.</em></li>
</ul>



<p>A mediação, ancorada na escuta ativa, é um caminho poderoso para resolver conflitos de maneira pacífica, fortalecer as relações e diminuir a necessidade de judicialização.<br>Ao valorizar o diálogo e o entendimento mútuo, as pessoas transformam desafios em oportunidades de crescimento e convivência harmoniosa.</p>



<p><strong>A Mediação de Conflitos como a Melhor Solução<br></strong>Nós sabemos que tudo pode ser resolvido na justiça, mas evitar a judicialização dos conflitos, é a melhor alternativa para todos.<br>A Mediação de Conflitos é o método mais econômico, prático e rápido para a resolução de disputas, porque o mediador, através da aplicação de técnicas e ferramentas, colabora para que a desavença se transforme em entendimento entre todos os envolvidos e com plena validade jurídica.</p>



<p><em>Fátima Cristo, residente em Teresópolis/RJ, é advogada, com experiência de mais de 40 anos, especialista no Direito de Família e Sucessões, em Planejamento Patrimonial da Família e Responsabilidade Civil, aí incluído o Direito do Consumidor. É mediadora, certificada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, cadastrada no CEJUSC/RJ – Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania e no CNJ – Conselho Nacional de Justiça.</em></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/a-mediacao-e-a-importancia-da-escuta-nos-conflitos-familiares-e-demais-conflitos-do-cotidiano/">A Mediação e a Importância da Escuta nos Conflitos Familiares e Demais Conflitos do Cotidiano</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/a-mediacao-e-a-importancia-da-escuta-nos-conflitos-familiares-e-demais-conflitos-do-cotidiano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Família: o primeiro alicerce de tudo</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/familia-o-primeiro-alicerce-de-tudo/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/familia-o-primeiro-alicerce-de-tudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110192</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ontem, 15 de maio, foi celebrado o Dia Internacional da Família. Mais do que uma data no calendário, é um momento que nos faz refletir sobre aquilo que realmente sustenta a vida: os vínculos, a parceria e a construção feita a muitas mãos. Para mim, essa reflexão tem um significado ainda mais especial porque a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/familia-o-primeiro-alicerce-de-tudo/">Família: o primeiro alicerce de tudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ontem, 15 de maio, foi celebrado o Dia Internacional da Família. Mais do que uma data no calendário, é um momento que nos faz refletir sobre aquilo que realmente sustenta a vida: os vínculos, a parceria e a construção feita a muitas mãos. Para mim, essa reflexão tem um significado ainda mais especial porque a história da Gênesis nasceu justamente de um sonho familiar. Literalmente.<br>Muita gente conhece a empresa pelos empreendimentos, pelos lançamentos e pela atuação na Região Serrana. Mas poucos sabem que tudo começou dentro de casa. Foi a partir da venda do nosso próprio lar que conseguimos comprar o primeiro terreno e dar início a um projeto que, naquele momento, parecia muito maior do que as nossas possibilidades.<br>A Gênesis é, até hoje, uma empresa familiar. Minha esposa é minha sócia nessa caminhada e nossos filhos também trabalham conosco, participando do dia a dia, ajudando a construir essa história e dando continuidade aos valores que sempre acreditamos desde o início. Talvez por isso a gente entenda tão bem o verdadeiro significado de um lar. Não se trata apenas de paredes, acabamento ou localização. Um lar é o espaço onde a vida acontece, onde as famílias crescem, compartilham conquistas, enfrentam desafios e criam memórias.<br>Em um mundo cada vez mais acelerado, essa reflexão também nos lembra da importância da presença. De valorizar as conversas, os encontros, os momentos simples e as pessoas que caminham ao nosso lado.<br>No fim das contas, são os laços que sustentam tudo. Empresas podem crescer, projetos podem evoluir e sonhos podem se transformar. Mas é a família que continua sendo o primeiro alicerce de qualquer construção verdadeira.<br>E talvez seja justamente por termos começado assim, em família, com coragem, união e propósito, que seguimos acreditando tanto no poder dos sonhos construídos juntos.<br><br><strong><em>Rogério Branco é CEO da Gênesis Empreendimentos</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/familia-o-primeiro-alicerce-de-tudo/">Família: o primeiro alicerce de tudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/familia-o-primeiro-alicerce-de-tudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Animais de Suporte e de Serviço: Direitos da Pessoa com Deficiência e a Proteção Jurídica do Paciente</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/animais-de-suporte-e-de-servico-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e-a-protecao-juridica-do-paciente/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/animais-de-suporte-e-de-servico-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e-a-protecao-juridica-do-paciente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110190</guid>

					<description><![CDATA[<p>A relação entre humanos e animais ultrapassou o campo afetivo e passou a integrar práticas relevantes no cuidado à saúde física e mental. Nesse contexto, destacam-se os animais de serviço e de suporte emocional, especialmente no cotidiano da pessoa com deficiência (PCD), como instrumentos de promoção de autonomia, inclusão e bem-estar.A distinção entre essas categorias [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/animais-de-suporte-e-de-servico-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e-a-protecao-juridica-do-paciente/">Animais de Suporte e de Serviço: Direitos da Pessoa com Deficiência e a Proteção Jurídica do Paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A relação entre humanos e animais ultrapassou o campo afetivo e passou a integrar práticas relevantes no cuidado à saúde física e mental. Nesse contexto, destacam-se os animais de serviço e de suporte emocional, especialmente no cotidiano da pessoa com deficiência (PCD), como instrumentos de promoção de autonomia, inclusão e bem-estar.<br>A distinção entre essas categorias é essencial. O animal de serviço é treinado para executar tarefas específicas em benefício direto da pessoa com deficiência, como os cães-guia ou aqueles que auxiliam em crises médicas. Já o animal de suporte emocional, embora não necessariamente treinado, exerce função terapêutica ao contribuir para a estabilidade psíquica, sendo indicado em casos como ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Essa diferença impacta diretamente o reconhecimento jurídico e o alcance dos direitos envolvidos.<br>Sob o prisma constitucional, a dignidade da pessoa humana e o direito à saúde fundamentam a proteção desses instrumentos terapêuticos. A interpretação ampliativa do direito à saúde abrange não apenas tratamentos convencionais, mas também práticas que favoreçam a qualidade de vida. O Estatuto da Pessoa com Deficiência reforça a vedação à discriminação e assegura a acessibilidade em sentido amplo, permitindo, em determinadas hipóteses, a inclusão desses animais como meios auxiliares legítimos.<br>No plano infraconstitucional, há regulamentação expressa quanto aos cães-guia, com garantia de acesso irrestrito a ambientes públicos e privados. Contudo, a ausência de disciplina específica para animais de suporte emocional gera insegurança jurídica e decisões divergentes, especialmente em situações envolvendo transporte, hospedagem, condomínios e estabelecimentos diversos.<br>Na prática, tem-se exigido a comprovação da necessidade terapêutica por meio de laudo médico idôneo, como forma de evitar abusos e assegurar a seriedade do instituto. Ainda assim, a análise costuma ser casuística, o que reforça a necessidade de critérios mais objetivos.<br>A controvérsia se intensifica em estabelecimentos de saúde, onde normas sanitárias, em regra, restringem a presença de animais. Todavia, tal vedação não é absoluta. Em situações específicas — como tratamentos prolongados ou cuidados paliativos — a presença do animal pode ser determinante para o bem-estar do paciente. Nesses casos, aplica-se a ponderação de princípios, equilibrando a proteção à saúde coletiva com os direitos individuais à dignidade, à saúde e ao tratamento humanizado.<br>A ausência de regulamentação clara tem impulsionado a judicialização do tema. A jurisprudência vem, gradualmente, reconhecendo a relevância dos animais de suporte emocional, desde que devidamente comprovada sua necessidade, ao mesmo tempo em que evita a equiparação automática com os animais de serviço.<br>Essa discussão dialoga com a evolução do conceito de cuidado em saúde, que passa a valorizar uma abordagem integral do paciente. A humanização do atendimento exige o reconhecimento das dimensões emocionais e psicológicas no processo terapêutico, sendo os animais de suporte instrumentos compatíveis com esse modelo.<br>Persistem, contudo, desafios relevantes, sobretudo quanto à necessidade de um marco normativo específico que estabeleça critérios técnicos claros, assegure segurança jurídica e previna fraudes. A construção dessas diretrizes demanda diálogo interdisciplinar entre Direito, medicina e demais áreas envolvidas.<br>O reconhecimento jurídico desses animais representa avanço significativo na tutela dos direitos da pessoa com deficiência e do paciente. Mais do que regular o acesso a espaços, trata-se de adaptar o ordenamento jurídico a novas formas de cuidado, reafirmando a centralidade da dignidade humana e a efetividade do direito à saúde.</p>



<p><em>Cláudia Mateus, Advogada, Membro do Conselho da 13a Subseção Teresópolis da OAB-RJ; Presidente da Comissão de Segurança Pública; Presidente da Comissão de Proteção e Defesa Animal</em></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/animais-de-suporte-e-de-servico-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e-a-protecao-juridica-do-paciente/">Animais de Suporte e de Serviço: Direitos da Pessoa com Deficiência e a Proteção Jurídica do Paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/animais-de-suporte-e-de-servico-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e-a-protecao-juridica-do-paciente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Chegada da Seleção Brasileira: A Hora Perfeita Para Seu Hotel ou Pousada Encantar e Fidelizar Clientes</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/a-chegada-da-selecao-brasileira-a-hora-perfeita-para-seu-hotel-ou-pousada-encantar-e-fidelizar-clientes/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/a-chegada-da-selecao-brasileira-a-hora-perfeita-para-seu-hotel-ou-pousada-encantar-e-fidelizar-clientes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110188</guid>

					<description><![CDATA[<p>A chegada da Seleção Brasileira de Futebol em Teresópolis para o início dos treinamentos visando a disputa da Copa do Mundo FIFA representa muito mais do que um grande acontecimento esportivo para a cidade. É uma oportunidade única para hotéis e pousadas fortalecerem suas marcas, conquistarem novos clientes e criarem experiências memoráveis. Junto com jogadores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/a-chegada-da-selecao-brasileira-a-hora-perfeita-para-seu-hotel-ou-pousada-encantar-e-fidelizar-clientes/">A Chegada da Seleção Brasileira: A Hora Perfeita Para Seu Hotel ou Pousada Encantar e Fidelizar Clientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chegada da Seleção Brasileira de Futebol em Teresópolis para o início dos treinamentos visando a disputa da Copa do Mundo FIFA representa muito mais do que um grande acontecimento esportivo para a cidade. É uma oportunidade única para hotéis e pousadas fortalecerem suas marcas, conquistarem novos clientes e criarem experiências memoráveis.</p>



<p>Junto com jogadores e comissão técnica, a cidade receberá jornalistas, equipes de apoio, convidados, patrocinadores e turistas vindos de várias regiões, todos movimentando a economia local e aumentando significativamente a procura por hospedagem, gastronomia e serviços.</p>



<p>E nesse momento surge uma pergunta importante:</p>



<p>Seu hotel ou pousada está realmente preparado para aproveitar essa oportunidade?</p>



<p>Muitos hóspedes chegam à cidade apenas para acompanhar os treinamentos, cobrir o evento ou viver a emoção de estar próximo da Seleção Brasileira. Porém, embora o futebol seja o motivo da viagem, será a experiência de hospedagem que fará esse cliente desejar voltar em outros períodos.</p>



<p>É a hora de mostrar o que seu hotel ou pousada tem de melhor.</p>



<p>Sua equipe precisa estar preparada para atender bem, orientar corretamente e facilitar a vida do hóspede. Informações sobre horários, acessos, deslocamentos, restaurantes, pontos turísticos, trânsito e detalhes sobre os treinamentos fazem diferença na experiência do cliente.</p>



<p>O hóspede valoriza agilidade, organização e atenção.</p>



<p>Ter um canal rápido para solucionar demandas, responder dúvidas e auxiliar o visitante demonstra profissionalismo e cuidado.</p>



<p><strong>Os detalhes contam muito:</strong></p>



<p><em>. Atendimento cordial;<br>. Check-in organizado;<br>. Respeito aos horários;<br>. Agilidade nos serviços;<br>. Equipe treinada;<br>. Limpeza impecável;<br>. Boa comunicação;<br>. Atenção constante às necessidades do cliente;<br>. Nada de improvisos.</em></p>



<p>Durante grandes eventos, os hóspedes observam tudo.</p>



<p>E justamente nesses períodos de maior movimento é que hotéis e pousadas conseguem demonstrar sua verdadeira qualidade operacional.</p>



<p>Além disso, momentos assim podem abrir portas para novos negócios, futuras parcerias e fortalecimento da reputação do empreendimento. Um jornalista bem atendido pode recomendar sua hospedagem. Um turista encantado pode retornar com a família. Um convidado corporativo pode indicar seu hotel para novos eventos e hospedagens futuras.</p>



<p>Encantar um cliente vai muito além de oferecer uma boa acomodação.</p>



<p>É proporcionar acolhimento, praticidade, conforto e experiências positivas que permanecem na memória.</p>



<p>A chegada da Seleção Brasileira coloca Teresópolis em evidência. E todo hotel ou pousada que souber aproveitar esse momento com planejamento, treinamento e excelência no atendimento poderá colher resultados muito positivos no futuro.</p>



<p>Aproveite esta oportunidade.</p>



<p>Seu próximo hóspede fiel pode estar chegando agora.</p>



<p>Sou Gilberto Luiz Braga, consultor operacional para hotéis, pousadas e empreendimentos de hospitalidade, atuando na análise de serviços, treinamento de equipes, melhoria operacional, estratégias de hospitalidade e fortalecimento da experiência do hóspede.</p>



<p>Também atuo com consultoria especializada para compra, venda e arrendamento de hotéis e pousadas, sempre conduzindo todo o processo com absoluto sigilo, discrição e segurança para as partes envolvidas.</p>



<p>Se deseja preparar melhor seu empreendimento para grandes eventos, melhorar seus resultados operacionais ou avaliar oportunidades no setor de hospedagem, estou à disposição para conversarmos.</p>



<p><strong><em>Até o próximo check-in de boas ideias.</em></strong></p>



<p><strong>Gilberto Luiz Braga<br></strong><em>Consultor em Hospitalidade, Turismo e Serviços<br>Especialista em Estratégias Operacionais.<br>LinkedIn: Gilberto Luiz Braga<br>E-mail: gilbertolabraga@gmail.com</em></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/a-chegada-da-selecao-brasileira-a-hora-perfeita-para-seu-hotel-ou-pousada-encantar-e-fidelizar-clientes/">A Chegada da Seleção Brasileira: A Hora Perfeita Para Seu Hotel ou Pousada Encantar e Fidelizar Clientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/a-chegada-da-selecao-brasileira-a-hora-perfeita-para-seu-hotel-ou-pousada-encantar-e-fidelizar-clientes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um Olhar Otimista sobre a Praça Olímpica</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/um-olhar-otimista-sobre-a-praca-olimpica/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/um-olhar-otimista-sobre-a-praca-olimpica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=110195</guid>

					<description><![CDATA[<p>Começando pelo final: política pública para a infância e juventude precisa incluir uma praça poliesportiva.Por esses dias, parado no sinal do Parque Regadas, observava o movimento da Praça Olímpica. Havia jovens jogando vôlei e futebol nas quadras, e uns garotos com uma bola de basquete aguardando num canto. Ao fundo, bicicletas e patins dividiam o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/um-olhar-otimista-sobre-a-praca-olimpica/">Um Olhar Otimista sobre a Praça Olímpica</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começando pelo final: política pública para a infância e juventude precisa incluir uma praça poliesportiva.<br>Por esses dias, parado no sinal do Parque Regadas, observava o movimento da Praça Olímpica. Havia jovens jogando vôlei e futebol nas quadras, e uns garotos com uma bola de basquete aguardando num canto. Ao fundo, bicicletas e patins dividiam o espaço onde antigamente (e bota antigamente nisso) ficava a quadra de futebol de salão em que eu e meus amigos da escola brincávamos todos os sábados. Os ídolos da época não eram os jogadores europeus, como hoje, e sim os astros de basquete da NBA. Lembro muito bem.<br>Mas o olhar que eu lançava sobre as crianças não era mais de saudosismo. Era o olhar de alguém que, trinta e tantos anos depois, entendeu a função social de um espaço como a nossa Praça Olímpica Luís de Camões. Além de ser um local de socialização para jovens e crianças, o lazer livre permite o interesse por uma prática esportiva, que pode auxiliar ainda mais no desenvolvimento desses jovens através das lições de respeito e colaboração.<br>Eu estou tendendo a pensar a praça de uma forma otimista, mesmo sabedor dos perigos que nossos filhos e filhas, infelizmente, enfrentam em locais assim. Ter essa visão otimista me auxilia a compreender que as políticas públicas para jovens e adultos passam não somente pela educação e pela formação humana, mas também pelo lazer e pelo esporte. E espaços como este, que além de agregar jovens, reúnem também jovens pais com seus pequenos filhos, têm potencial tremendo para que o legado de lazer integral seja permanente. Que a nossa praça seja sempre um espaço de cidadania para os nossos jovens e famílias!</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/um-olhar-otimista-sobre-a-praca-olimpica/">Um Olhar Otimista sobre a Praça Olímpica</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/um-olhar-otimista-sobre-a-praca-olimpica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É a polícia, estúpido.</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/e-a-policia-estupido/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/e-a-policia-estupido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=109737</guid>

					<description><![CDATA[<p>O meu olhar sobre a política pública de Segurança tem como base a minha atuação na política, em algumas situações como ghost writer, outras como organizador de planos de governo e, em todo o tempo, como cidadão que não consegue compreender a forma de funcionar a política de segurança pública, num lugar onde as polícias [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/e-a-policia-estupido/">É a polícia, estúpido.</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O meu olhar sobre a política pública de Segurança tem como base a minha atuação na política, em algumas situações como ghost writer, outras como organizador de planos de governo e, em todo o tempo, como cidadão que não consegue compreender a forma de funcionar a política de segurança pública, num lugar onde as polícias não são respeitadas como organizações fundamentais.</p>



<p>É a polícia, estúpidos.<br>A frase do estrategista americano James Carville, “é a economia, estúpido”, atravessou décadas como síntese da vitória de Bill Clinton na disputa com George W. Bush, uma vitória improvável, uma vez que Bush era presidente e disputava a reeleição.</p>



<p>Posso adaptar a frase ao meio século de fracassos na política de Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro, uma situação que transborda para o resto do país há bastante tempo. É a polícia, estúpidos.</p>



<p>A cada eleição estadual, o debate sobre a segurança pública reaparece embalado por novas promessas, slogans renovados e diagnósticos aparentemente sofisticados. Discute-se tráfico, facções, milícias, prisões, ocupação territorial, tecnologia, urbanização de favelas, inteligência, integração federativa e guerra às drogas. Esquece-se as polícias. Esquecidas, elas passaram a apostar nas soluções caseiras, ambiente onde surgiram as milícias.<br>Desde os anos 1970, praticamente todos os governos estaduais elegeram um “grande projeto” de segurança pública. Nenhum, porém, apresentou uma política permanente de reforma policial baseada em formação continuada, disciplina institucional, avaliação de desempenho, inteligência, integração operacional, controle externo, modernização dos equipamentos de investigação e remuneração decente, que comporte também garantias para as famílias de quem coloca a vida em risco todos os dias.</p>



<p>Os governadores trocaram os nomes dos programas, mas as estruturas policiais permaneceram intactas. O cidadão Anthony Garotinho chegou a proclamar a criação de uma “Nova Polícia”, com retoques até nos uniformes, mas nenhuma mudança para valer no modelo.</p>



<p>Leonel Brizola acreditava que a violência poderia ser reduzida pela inclusão social. Os CIEPs e a educação integral tornaram-se símbolos de sua gestão, acompanhados de uma política de contenção do confronto policial e defesa dos direitos humanos. Brizola não reformou as polícias. Preferiu combatê-las.O resultado foi um conflito permanente entre as corporações, com a população no meio.</p>



<p>Moreira Franco apostou nos presídios de segurança máxima. A lógica era simples: mais repressão e mais encarceramento produziriam controle territorial. O efeito foi outro. Presídios transformaram-se em centros de organização criminosa e incubadoras das facções, que mais tarde dominariam o estado. Mais uma vez, a polícia permaneceu intocada.</p>



<p>Marcello Alencar fez da política de segurança a estética da guerra urbana. Sob influência do general Nilton Cerqueira, a gratificação por “bravura” premiava confrontos e consolidava a lógica da produtividade letal. O Estado transformou o confronto em política pública.Não modernizou investigação, inteligência, gestão operacional ou mecanismos de controle interno.</p>



<p>A consequência foi o fortalecimento da cultura bélica e a naturalização da letalidade policial como indicador de eficiência.</p>



<p>Anthony Garotinho talvez tenha conduzido a tentativa mais institucional do período com as Delegacias Legais e a criação do Instituto de Segurança Pública. Ele contou com a ajuda do Secretário Luiz Eduardo Soares. Houve informatização, modernização administrativa e reorganização física das delegacias. Mas, detonou o Luiz Eduardo Soares assim que pode e a modernização ficou na superfície. Mudaram os prédios e a cultura policial permaneceu praticamente a mesma.</p>



<p>Nas gestões de Sérgio Cabral, as UPPs surgiram como grande vitrine internacional do Rio de Janeiro. O projeto reformou territórios, não a polícia. A ocupação permanente de favelas ocorreu sem transformação profunda da formação policial, da carreira, da inteligência ou dos mecanismos de controle institucional. Quando o desgaste político e financeiro chegou, o projeto colapsou.</p>



<p>Wilson Witzel radicalizou a militarização do discurso estatal. Helicópteros, “abate” de criminosos e confronto aberto tornaram-se linguagem oficial do governo. Ele extinguiu a Secretaria de Segurança, concentrou poder nas polícias sem construir governança policial. A letalidade cresceu, o agravamento da crise institucional também.<br>Cláudio Castro chegou perto, mas acreditou que a valorização das forças policiais seria suficiente com uma política salarial. Ele optou por uma administração pragmática da precariedade policial.</p>



<p>O programa Segurança Presente ampliou o efetivo nas ruas e recriou o conceito da polícia de proximidade, mas se deixou vencer pela interferência da base aliada e não refez o conceito de institucionalização do “bico”, nas horas de folga.</p>



<p>O Estado adotou o “bico” como mecanismo de sobrevivência econômica da própria polícia sem uma reforma estrutural.</p>



<p>Ao longo de mais de cinco décadas, o Rio de Janeiro discutiu favela, tráfico, ocupação territorial, presídios, helicópteros, inteligência, integração federativa e guerra às drogas e fugiu como o “diabo da cruz” da construção de uma polícia profissional, disciplinada, tecnicamente preparada, permanentemente avaliada com as lupas de uma corregedoria forte.</p>



<p>Inexiste existe política de segurança eficiente sem instituições policiais estruturadas. É impossível combater o crime com corporações desorganizadas, baixa capacidade investigativa, cultura improvisada e ausência de métricas permanentes de desempenho.</p>



<p>Segurança pública não se produz apenas com operações espetaculares, tecnologia ou discursos de guerra. Produz-se com instituições profissionais.</p>



<p>No Rio de Janeiro, o alerta continua sendo: “É a polícia, estúpido.”</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/e-a-policia-estupido/">É a polícia, estúpido.</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/e-a-policia-estupido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salário-maternidade: INSS tem indeferido benefício, quando a contribuição é paga após o parto, mas a lei garante o direito</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/salario-maternidade-inss-tem-indeferido-beneficio-mas-a-lei-garante-o-direito/</link>
					<comments>https://netdiario.com.br/artigos/salario-maternidade-inss-tem-indeferido-beneficio-mas-a-lei-garante-o-direito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://netdiario.com.br/?p=109652</guid>

					<description><![CDATA[<p>O salário-maternidade é um direito fundamental assegurado às mulheres, garantindo proteção financeira no período que envolve o nascimento de um filho e demais hipóteses previstas em lei. Apesar disso, têm sido cada vez mais frequentes os indeferimentos administrativos por parte do INSS em situações que envolvem o pagamento da contribuição previdenciária após o parto.O principal [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/salario-maternidade-inss-tem-indeferido-beneficio-mas-a-lei-garante-o-direito/">Salário-maternidade: INSS tem indeferido benefício, quando a contribuição é paga após o parto, mas a lei garante o direito</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O salário-maternidade é um direito fundamental assegurado às mulheres, garantindo proteção financeira no período que envolve o nascimento de um filho e demais hipóteses previstas em lei. Apesar disso, têm sido cada vez mais frequentes os indeferimentos administrativos por parte do INSS em situações que envolvem o pagamento da contribuição previdenciária após o parto.<br>O principal motivo das negativas está na alegação de ausência de qualidade de segurada na data do fato gerador, sob o entendimento de que não seria possível o recolhimento de contribuição na mesma competência em que se inicia o benefício. Em muitos casos, o benefício é negado simplesmente porque a contribuição foi recolhida após o nascimento da criança.<br>No entanto, essa interpretação não é absoluta e, em diversas situações, não está de acordo com a legislação previdenciária.<br>No caso das contribuições mensais, quando realizadas dentro do prazo legal da competência, o simples fato de o pagamento ocorrer após o parto não autoriza, por si só, o indeferimento do benefício, embora a análise deva ser feita com cautela.<br>Situação semelhante ocorre nas contribuições trimestrais. Nessa modalidade, a lei permite que o pagamento seja realizado até o prazo legal do trimestre, produzindo efeitos desde o seu início. Isso significa que, mesmo que o parto ocorra antes da data do pagamento, a contribuição pode ser considerada válida, desde que tenha sido quitada dentro do vencimento.<br>O que se observa, na prática, é que muitas negativas decorrem de interpretações restritivas, que desconsideram formas de contribuição expressamente previstas na legislação.<br>Importante destacar que o salário-maternidade não exige mais carência mínima de contribuições, o que torna ainda mais relevante a análise correta da qualidade de segurada no momento do parto.<br>Além disso, o próprio Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), por meio de seus enunciados e decisões reiteradas, tem consolidado o entendimento de que o recolhimento realizado dentro do prazo legal não pode ser considerado extemporâneo, devendo ser reconhecido para fins de concessão do benefício, ainda que o pagamento ocorra após o nascimento.<br>Esses enunciados exercem papel fundamental na uniformização das decisões administrativas e refletem entendimento consolidado nas instâncias recursais, devendo ser observados pelo INSS, especialmente quando respaldados por diversos julgados no mesmo sentido.<br>Diante desse cenário, é essencial que as gestantes estejam atentas. O indeferimento administrativo não representa, necessariamente, a negativa definitiva do direito, sendo possível sua revisão por meio de recurso ou medida judicial.<br>O acesso ao salário-maternidade deve respeitar não apenas a formalidade das regras previdenciárias, mas também sua finalidade social: garantir proteção à mulher em um dos momentos mais importantes de sua vida.</p>



<p><strong><em>Pamela Cristina Leal Ferreira Advogada OAB/RJ nº 263.913. Atuante em Direito Previdenciário, especialista em salário-maternidade</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/artigos/salario-maternidade-inss-tem-indeferido-beneficio-mas-a-lei-garante-o-direito/">Salário-maternidade: INSS tem indeferido benefício, quando a contribuição é paga após o parto, mas a lei garante o direito</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://netdiario.com.br/artigos/salario-maternidade-inss-tem-indeferido-beneficio-mas-a-lei-garante-o-direito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
