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	<title>Arquivos Pró Memória - O Diário de Teresópolis</title>
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	<title>Arquivos Pró Memória - O Diário de Teresópolis</title>
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		<title>Colina dos Mirantes, um potencial turístico pouco aproveitado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criação de capela pode mudar realizada da grande área, doada ao município na década de 60</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Marcello Medeiros</p>



<p>&#8220;Num festival de beleza / que meu olhar descortina / faz ciranda a natureza / em torno desta colina!”. O poema de M.de Araújo Peres está em um dos azulejos do mirante central da Colina, na parte mais alta do bairro Fazendinha, e ilustra muito bem a potencialidade de um lugar que muito pode contribuir com o turismo, mas que, há muitos anos, não tem sido tratado como deveria. Apesar da manutenção básica e um pouco menos do reflexo de tanto tempo de esquecimento do poder público, o espaço de onde se avista de cima maravilhosamente boa parte de Teresópolis e da Serra dos Órgãos segue em segundo plano.<br>O terreno de aproximadamente 85 mil metros quadrados pertencia ao empresário Joaquim Rolla e foi doado ao município em 1968, a pedido do secretário Deraldo Portella, na gestão do prefeito Waldir Barbosa Moreira. O projeto, esboçado pelo próprio prefeito, visava criar um mirante panorâmico no cume do morro da Fazendinha, oferecendo uma visão completa da área urbana e das montanhas do Parnaso.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="672" height="960" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-4.jpg" alt="" class="wp-image-107423" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-4.jpg 672w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-4-210x300.jpg 210w" sizes="(max-width: 672px) 100vw, 672px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Com cerca de 85.000m² de área doada ao Município pelo empresário Joaquim Rolla, a Colina do Mirante foi inaugurada em 1968, no governo do prefeito Waldir Barbosa Moreira, como parte de um projeto de lazer. Frequentado para caminhadas, contemplação da vista panorâmica da cidade e para atividades de educação ambiental, passou, ao longo dos anos, por momentos de abandono. Fotos: Acervo Pró Memória / Wanderley Peres</em></figcaption></figure>



<p><strong>Muitas promessas, pouca ação<br></strong>Nos últimos anos, dezenas de promessas de grandes investimentos para o local foram feitas. Em tempos mais recentes, um teleférico que ligaria a Colina dos Mirantes ao ‘bairro George March’, na área da antiga Sudamtex. O mesmo prefeito, que acabou atrelando esse projeto a liberação de um condomínio nessa área, depois prometeu construir uma rampa para salto de parapente. Nada saiu do papel.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina5-JL-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-107432" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina5-JL-1024x768.jpeg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina5-JL-300x225.jpeg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina5-JL-768x576.jpeg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina5-JL.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ao longo dos anos, o espaço acabou abandonado e ainda ganhou uma torre de telefonia. Foto: Juliana Ludwig / O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Uma capela para elevar a fé e admirar a serra<br></strong>Em um ato simbólico no último sábado (28), o prefeito Leonardo Vasconcellos anunciou a assinatura do termo de cessão de uso de espaço público, na Colina do Mirante, no bairro Fazendinha, para a construção de capela dedicada à Nossa Senhora Aparecida. Assinado pelo padre Carlos Henrique de Morais, representando a Mitra Diocesana de Petrópolis, por meio da Paróquia de São Judas Tadeu, o documento foi publicado no Diário Oficial. Situado em um ponto estratégico, o santuário, em formato de leque, permitirá que os fiéis tenham uma vista panorâmica do centro da cidade pelo fundo envidraçado do altar, com destaque para a beleza da Serra dos Órgãos e a imponência do Dedo de Deus. O projeto inclui a construção de quiosques, sanitários com acessibilidade, estacionamento e jardins ao redor, com arruamento para a circulação de veículos e acesso a um pedestal, onde será colocada a imagem de Nossa Senhora das Graças.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-o-di-rio-de-teres-polis wp-block-embed-o-di-rio-de-teres-polis"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="w5e6iFdAFk"><a href="https://netdiario.com.br/noticias/colina-do-mirante-em-teresopolis-ganhara-capela-com-vista-panoramica-da-serra-dos-orgaos/">Colina do Mirante, em Teresópolis, ganhará capela com vista panorâmica da Serra dos Órgãos</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Colina do Mirante, em Teresópolis, ganhará capela com vista panorâmica da Serra dos Órgãos&#8221; &#8212; O Diário de Teresópolis" src="https://netdiario.com.br/noticias/colina-do-mirante-em-teresopolis-ganhara-capela-com-vista-panoramica-da-serra-dos-orgaos/embed/#?secret=8WGP5cqszY#?secret=w5e6iFdAFk" data-secret="w5e6iFdAFk" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-107429" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM-1536x1152.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina3-MM.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8216;Caminhada nas alturas&#8217;: o pequeno bosque é mais um atrativo da nossa colina. Foto: Marcello Medeiros / O Diário</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina6-JL-1024x768.png" alt="" class="wp-image-107435" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina6-JL-1024x768.png 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina6-JL-300x225.png 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina6-JL-768x576.png 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina6-JL.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>As maravilhas da nossa Serra dos Órgãos, vistas a partir da Colina dos Mirantes. Foto: Juliana Ludwig / O Diário</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-107419" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-1536x1152.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina8-JL-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8216;Caminhada nas alturas&#8217;: o pequeno bosque é mais um atrativo da nossa colina. Foto: Marcello Medeiros / O Diário</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-107431" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM-1536x1152.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina4-MM.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Azulejos da década de 60 contam um pouco da história de Teresópolis e enaltecem nossas belezas. Foto: Marcello Medeiros / O Diário</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="672" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-3.jpg" alt="" class="wp-image-107422" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-3.jpg 960w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-3-300x210.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-3-768x538.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Com cerca de 85.000m² de área doada ao Município pelo empresário Joaquim Rolla, a Colina do Mirante foi inaugurada em 1968, no governo do prefeito Waldir Barbosa Moreira, como parte de um projeto de lazer. Frequentado para caminhadas, contemplação da vista panorâmica da cidade e para atividades de educação ambiental, passou, ao longo dos anos, por momentos de abandono. Fotos: Acervo Pró Memória / Wanderley Peres</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="596" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7-1024x596.jpg" alt="" class="wp-image-107426" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7-1024x596.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7-300x174.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7-768x447.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7-1536x893.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-7.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="1024" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-2-638x1024.jpg" alt="" class="wp-image-107421" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-2-638x1024.jpg 638w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-2-187x300.jpg 187w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/zcolina-antigas-2.jpg 750w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
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		<item>
		<title>Comerciantes e população discutem reabertura da Rua Francisco Sá ao tráfego de veículos</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/comerciantes-e-populacao-discutem-reabertura-da-rua-francisco-sa-ao-trafego-de-veiculos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 05:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento cresce com críticas à situação atual da Calçada da Fama, enquanto Prefeitura ainda não se posiciona oficialmente</p>
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<p><em>Luiz Bandeira</em></p>



<p>Um movimento popular, encabeçado por comerciantes do centro de Teresópolis, vem ganhando força nos últimos meses: a reabertura da Rua Francisco Sá ao tráfego de veículos. O trecho, fechado desde 13 de dezembro de 2003 para dar lugar à Calçada da Fama — criada com a proposta de se tornar um atrativo turístico e cultural —, passou a ser alvo de críticas por conta do abandono, problemas de infraestrutura e impacto negativo no trânsito do centro da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="843" height="518" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-09-10-as-19.15.56_24d1f7f0-1.jpg" alt="" class="wp-image-93295" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-09-10-as-19.15.56_24d1f7f0-1.jpg 843w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-09-10-as-19.15.56_24d1f7f0-1-300x184.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-09-10-as-19.15.56_24d1f7f0-1-768x472.jpg 768w" sizes="(max-width: 843px) 100vw, 843px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rua Francisco Sá antes de ser construída da &#8220;Calçada da Fama&#8221;</em></figcaption></figure>



<p>Durante evento na Câmara Municipal, o presidente do Sincomércio, Igor Edelstein, surpreendeu ao anunciar que pretende levar ao prefeito Leonardo Vasconcellos a proposta de reabertura da via. “Na verdade, isso é um grito. A Calçada da Fama é o principal centro comercial da cidade e não pode continuar do jeito que está. Entra gestão, sai gestão, promessas são feitas, projetos são apresentados, mas o que temos hoje é um local em decadência, com falta de manutenção, iluminação, segurança e organização”, afirmou Edelstein, em tom de apelo.</p>



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<p>Para o presidente do sindicato, o fechamento da rua contribuiu para o caos no trânsito da região, especialmente no Parque Regadas, que absorveu o fluxo antes direcionado pela Francisco Sá. Ele destaca ainda os acidentes frequentes devido à má conservação do calçamento. “As pessoas se acidentam, tropeçam. Do jeito que está, não dá para continuar. Abrir a via é uma opção. Mas, caso ela continue fechada, que ao menos se crie uma associação que cuide da calçada, que haja manutenção, eventos, apoio da prefeitura e da Câmara. Não podemos mais conviver com o abandono”, completou.</p>



<p><br><strong>Acidentes e insegurança<br></strong>Márcio Alexandre, comerciante antigo da Calçada da Fama, compartilha da insatisfação com a atual situação do espaço, embora não concorde com a reabertura para veículos. “Tem um cano sobressalente onde antes havia um orelhão. Já vi uma senhora cair feio ali, tive que socorrer.”, relatou. Apesar disso, Márcio acredita que manter a rua como espaço exclusivo para pedestres ainda é o melhor caminho. “A Calçada da Fama é um diferencial. Os turistas gostam, vêm passear, tirar fotos. Não acho que abrir para carros vá ajudar o comércio. Precisamos de melhorias, sim, mas não necessariamente reabrir a rua”, opinou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="698" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama1-1024x698.jpg" alt="" class="wp-image-93293" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama1-1024x698.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama1-300x204.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama1-768x523.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama1.jpg 1029w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>“A Calçada da Fama é um diferencial. Os turistas gostam, vêm passear, tirar fotos. Não acho que abrir para carros vá ajudar o comércio. Precisamos de melhorias, sim, mas não necessariamente reabrir a rua”, opinou Márcio Alexandre, comerciante.</em></figcaption></figure>



<p><strong>Insegurança jurídica e incertezas<br></strong>Leandro Carvalho, que administra um dos quiosques da calçada com a família desde 2003, teme pelo futuro do negócio com a possível reabertura da rua. “Se reabrirem, como fica nosso comércio? Não temos contrato com a prefeitura. Já tentamos diversas vezes um posicionamento, mas nunca fomos atendidos. Vivemos disso há mais de 20 anos”, desabafou.</p>



<p>Leandro destaca ainda a insegurança jurídica enfrentada pelos permissionários e a ausência de diálogo do poder público. “Ninguém da prefeitura explicou o que será feito, se haverá compensação, se vamos sair ou continuar. Pagamos impostos, temos clientela, empresa registrada. E agora ficamos no escuro”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="583" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama2-1024x583.jpg" alt="" class="wp-image-93291" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama2-1024x583.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama2-300x171.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama2-768x437.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/09/zcalcada-da-fama2.jpg 1239w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em> “Se reabrirem, como fica nosso comércio? Não temos contrato com a prefeitura. Já tentamos diversas vezes um posicionamento, mas nunca fomos atendidos. Vivemos disso há mais de 20 anos”, desabafou Leandro Carvalho, que administra um dos quiosques da calçada com a família desde 2003</em></figcaption></figure>



<p><strong>Prefeitura ainda não se manifestou<br></strong>Apesar da crescente mobilização de comerciantes e da população, até o momento a Prefeitura de Teresópolis não se pronunciou oficialmente sobre a possibilidade de reabertura da Rua Francisco Sá. Uma reunião entre representantes do comércio e o prefeito Leonardo Vasconcellos está prevista, onde o assunto deverá ser tratado formalmente.</p>



<p>Enquanto isso, a cidade segue dividida entre manter a Calçada da Fama como símbolo turístico — ainda que abandonado — ou reverter a via ao seu uso original, como alternativa viária e tentativa de revitalização comercial.</p>



<p></p>
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		<title>Lago Comary, vale a pena ver de perto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 14:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Lago Comary]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entrada é gratuita, mas é necessária a identificação; O acesso de veículos é restrito a moradores</p>
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<p><em><strong>O Diário de Teresópolis</strong></em></p>



<p>Um dos lugares mais bonitos de Teresópolis, o Lago Comary foi criado no final dos anos 1920, com o represamentos de cursos d’água do entorno, projeto do empresário Carlos Guinle, criador da Granja Comary, bairro que se tornou um mais nobres e visitados de Teresópolis.</p>



<p>Com 106 mil m² de área, o Comary é um dos pontos turísticos mais encantadores da cidade. Apesar de não ser permitido para banho, o entorno do lago é perfeito para caminhadas e registros fotográficos, se destacando perfeitamente a Serra dos Órgãos. Além da beleza natural, o Comary também abriga o centro de treinamento da Seleção Brasileira de Futebol, sede da CBF que pode ser percebida de perto a sua grandiosidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="538" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zlago-comary.jpg" alt="" class="wp-image-91141" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zlago-comary.jpg 720w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zlago-comary-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O Lago Comary é artificial, criado no final dos anos 1920, com o represamentos de cursos d’água do entorno, projeto do empresário Carlos Guinle. Foto: Pró Memória Teresópolis</em></figcaption></figure>



<p>A entrada na Granja Comary é gratuita, mas é necessária a identificação. O acesso de veículos é restrito a moradores, então o passeio precisa ser feito a pé. O Lago está localizado na Avenida Hercílio Ferreira dos Santos, e vale a pena reservar um tempo para apreciar esse pedacinho de tranquilidade no coração de Teresópolis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-91142" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2-1024x576.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2-300x169.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2-768x432.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2-1536x864.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-SITE-1-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Antigo túnel da Estrada de Ferro Therezópolis é reaberto</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/antigo-tunel-da-estrada-de-ferro-therezopolis-e-reaberto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 11:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Teresópolis RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção histórica estava fechada há anos e pode se transformar em atrativo histórico e cultural</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Luiz Bandeira</em></p>



<p>A secretaria de Serviços Públicos deu início nesta semana a uma importante ação de resgate histórico em Teresópolis: a desobstrução do acesso ao antigo Túnel da Serra dos Órgãos, situado no terreno da Prefeitura na área onde funcionou a fábrica de tecidos Sudamtex. Desde segunda-feira, máquinas e operários vem trabalhando na retirada de entulho e terra acumulada que, por anos, vinham obstruindo a entrada do túnel, resultado de deslizamento da encosta e do descarte irregular de resíduos ao longo do tempo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-89607" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-1536x1152.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-5-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>No interior do “Túnel dos Órgãos” é possível ainda encontrar material descartado pela antiga fábrica têxtil</em> </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p><br>O túnel, construído pela extinta Estrada de Ferro Therezópolis no início do século XX, entrou em operação em 1921 como parte do trecho da linha férrea que ligava os bairros do Alto e da Várzea. A ferrovia funcionava em um trecho de cerca de 16 quilômetros entre Guapimirim e Várzea, sendo fundamental para o transporte de pessoas e cargas até o encerramento das atividades em 1957. O fechamento da linha férrea marcou o fim de uma era em Teresópolis, que vivia um período de efervescência turística e econômica sob o impulso do trem.<br>Com a inauguração da Sudamtex em 1965, o túnel, que já havia deixado de ter função ferroviária, e passou a ser utilizado como depósito de sucatas e materiais inservíveis da fábrica. Após o encerramento das atividades industriais no local, o espaço foi completamente abandonado. Uma parede foi construída na entrada voltada para o bairro Beira Linha para impedir o acesso, e o trecho voltado para o terreno da antiga fábrica acabou sendo obstruído naturalmente por barreiras de terra e vegetação decorrentes de ocupações irregulares na encosta acima.<br>Em 2008, a pedido do Pró-Memória Teresópolis, a Câmara Municipal tombou o túnel como bem de interesse histórico local, e desde 2019 ele pertence oficialmente à Prefeitura, mas só agora começa a ser reintegrado ao cotidiano da cidade. A atual ação da Secretaria de Serviços Públicos representa mais do que uma simples obra de limpeza: é o início de um processo de valorização do patrimônio e da memória local.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="328" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-7-1.jpg" alt="" class="wp-image-89614" style="width:800px;height:auto" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-7-1.jpg 640w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-7-1-300x154.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Estação da Várzea era o ponto final do trem que partia da Leopoldina no Centro do Rio de Janeiro</em></figcaption></figure>



<p><br>“O trabalho é de recuperação e limpeza, mas, acima de tudo, de resgate da história da cidade”, explicou Judas Tadeu, que dá suporte à equipe da Prefeitura. Segundo ele, o túnel estava completamente bloqueado. Houve uma invasão na parte de cima da fábrica, e muito lixo foi jogado. Duas barreiras se formaram e fecharam a entrada principal. Hoje, já conseguimos limpar cerca de 90% da área de acesso”, detalhou.<br>Durante os trabalhos, a equipe também identificou o despejo irregular de esgoto por moradores de construções próximas, que lançam resíduos diretamente na canaleta destinada à drenagem pluvial. “Isso já está sendo resolvido. Técnicos da Secretaria de Serviços Públicos estiveram aqui, avaliaram a situação, e o esgoto já está sendo canalizado de forma correta”, informou Tadeu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-10-1024x585.jpg" alt="" class="wp-image-89611" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-10-1024x585.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-10-300x171.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-10-768x438.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ztunel-sudamtex-10.jpg 1263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Máquina da Secretaria do Serviços Públicos trabalha na desobstrução do Túnel Serra do Órgãos</em></figcaption></figure>



<p><br>Além da desobstrução do túnel, foi feita a limpeza de uma ampla área em frente ao “Túnel dos Órgãos”, e que também pertence ao município. A Prefeitura estuda a possibilidade de utilizar o espaço para fins culturais, turísticos ou comunitários. &#8220;O túnel está intacto. Não há uma pedra solta. É um espaço preservado que pode receber qualquer projeto positivo para a cidade. Só precisa ser bem planejado e executado”, disse o encarregado, ao acompanhar a reportagem por dentro da estrutura.<br>A recuperação do Túnel da Serra dos Órgãos reacende a discussão sobre o aproveitamento de estruturas históricas em Teresópolis. A reabertura do local pode contribuir tanto para o fortalecimento da identidade cultural da cidade quanto para o desenvolvimento de iniciativas voltadas ao turismo e à educação patrimonial.<br>Com o avanço das obras, a expectativa é de que o local seja finalmente reintegrado à vida urbana de Teresópolis, quase sete décadas após ter sido fechado. Mais do que uma intervenção física, a reabertura do túnel representa a reativação de uma memória coletiva que estava soterrada ? literalmente ? pelo tempo e pelo abandono.</p>



<p><em>DIREITOS AUTORAIS &#8211; Não é autorizado, mesmo com créditos, cópia de fotos, texto ou parte do texto do site netdiario.com.br</em></p>



<p><br></p>
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		<title>Gruta de Lourdes reapareceu no terreno do Hospital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monumento de fé e destino turismo poderá ser revitalizada</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>São comuns as imagens da Gruta de Lourdes que havia na Ilha da Saúde, chácara do farmacêutico Coxito Granado que ocupava, antigamente, desde o palacete do Sesc até a região onde está a Praça Olímpica Luis de Camões. Diante da gruta esculpida em cimento, foram flagrados ministros e presidentes de Estado, e do país; escoteiros, alunos das escolas da primeira metade do século passado, casais de namorados e famílias tradicionais da cidade, além de viajantes famosos como o aviador Gago Coutinho, herói da travessia do Atlântico em 1922 ao lado de Sacadura Cabral, e ainda as famílias que se ajuntavam aos Granado nos fins de tarde em visita à elegante propriedade que teve seu áureo tempo entre os primeiros anos de 1900 até meados dos anos 1930, quando entrou em decadência com a morte do empresário, em 1935, sendo vendida pelos herdeiros para o surgimento do Parque Regadas e apropriado o restante da área pela Prefeitura, nos anos 1950.</p>



<p>Uma outra Gruta de Lourdes também muito interessante em Teresópolis surgiu ao mesmo tempo da gruta da Ilha da Saúde, esta inaugurada em 1º de março de 1931, “em meio às mais significativas demonstrações de fé católica”. Ficava no colégio São Paulo, aberto em 8 de janeiro de 1928, no casarão da fazendola chamada Vila Muqui, onde surgiria o bairro do mesmo nome a partir da mudança do educandário para o bairro do Alto, em 1934.</p>



<p>Segundo o jornal O Therezopolis, a inauguração da gruta ocorreu às 8h da manhã com uma comunhão geral na capela do Colégio e logo após teve procissão que percorreu a cidade, com a presença de todas as irmandades e grande número de povo, entoando durante o trajeto hinos sacros. Depois, houve cerimônia da bênção da gruta e das estátuas de Nossa Senhora de Lourdes e Bernadette, ofertas da família Regadas, seguida de concorridíssima missa campal, “com a assistência de notável maioria de famílias teresopolitanas em ambiente todo impregnado de homenagens das mais expressivas, cânticos, preces e orações de fé”.</p>



<p>Como a gruta da Ilha da Saúde, que desapareceu para o surgimento de uma praça e o alongamento da avenida Lúcio Meira, no início do governo Roger Malhardes, entre 1951 e 1954, apesar de frustrada tentativa do Ministério Público de exigir da Prefeitura ação para reaver a propriedade e recuperar o patrimônio público, a gruta da Vila Muqui com a sua fonte de água mineral também se perdeu, mais recentemente, a menos de 50 anos, desde quando o terreno em que ficava foi invadido, não se sabendo que fim levou o inquérito e a investigação para reaver o bem.</p>



<p>Além destas duas “grutas” que desapareceram, e de outras menos conhecidas em diversas propriedades cidade afora, uma outra também chamada de Lourdes, surgiu em 8 de dezembro de 1929, na avenida Alberto Torres, na elegante residência de Inês e Manoel Alves Luzes, na descida do morrote entre o Alto e a Várzea, onde surgiria, no ano de 1962, no terreno em frente, o hospital São José, iniciado em 1948 no território ermo que foi desbravado a partir da criação do bairro Vale das Iúcas. A Gruta de Lourdes da família Luzes foi inaugurada com missa campal, rezada pelo padre Jerônimo Rozen, que voltaria ao local 30 anos depois, em dezembro de 1959, para cultuar o lugar sagrado em nova missa, culminando uma procissão com centenas de fiéis, quando foi conduzida a imagem da santa, com a presença dos congregados marianos, representantes de missões religiosas, as Angélicas do colégio São Paulo, autoridades, e a população em geral, nela a viúva Ignês Luzes, quando foi honrada, também, a memória daquele que, três décadas antes, havia construído a gruta, ao lado de uma fonte de água mineral muito apreciada que brotava abaixo do morro das Iucas.</p>



<p>A única que restou entre as tantas que tivemos em Teresópolis, e ignorada há bastante tempo, reapareceu essa semana essa famosa Gruta de Lourdes, fonte que encantou a tantos e virou até cartão postal, sendo conhecida a sua beleza mundo afora. A curiosa gruta foi redescoberta com a roçada que a secretaria de Limpeza Urbana fez no terreno, mostrado essa semana pela Prefeitura, predestinado para a construção do Hospital Municipal. Estava num canto rente ao muro de divisa, escondida no matagal que virou o elegante jardim da residência abandonada desde o final do século passado, então propriedade da viúva Josepha Mourão, doada ao Asilo São Vicente de Paula, e adquirida há algum tempo pela Prefeitura, que desde 2010 se apropriou dela.</p>



<p>Sítio histórico que remonta a comportamentos religiosos já esquecidos ou pouco praticados e destino turístico que tanto ilustrou os passeios pela cidade desde cerca de noventa anos atrás, embora tenha se perdido a imagem do monumento religioso em louvor à santa a quem recorrem os católicos nos momentos de dor e doença, está em boas condições de conservação o sítio histórico ao acaso revelado, bastando acurada limpeza e a devida guarda para a proteção e proveito do importante&nbsp;patrimônio.</p>
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		<title>Teresópolis e a Carta da Paz Social</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2025 12:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição na Casa da Memória conta sobre encontro das associações comerciais em Teresópolis em que foi criado o Sistema S</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/noticias/teresopolis-e-a-carta-da-paz-social/">Teresópolis e a Carta da Paz Social</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
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<p><em>Maria Eduarda Maia</em></p>



<p>A Casa da Memória Arthur Dalmasso abriu no início do mês a exposição &#8220;Carta Econômica de Teresópolis, que fica aberta ao público todos os dias, das 10h às 17h. Os painéis ilustrados são de fácil entendimento, exposição que conta sobre o encontro das associações comerciais de todo o país, ocorrido na primeira semana de maio de 1945, revelando as discussões ocorridas em Teresópolis na última semana da Segunda Guerra Mundial. &#8220;A Carta Econômica foi um evento que fez proposições em todos os âmbitos da sociedade, como combate à pobreza, melhor distribuição de renda, propostas para o agronegócio, indústria e comércio. Foi algo grandioso e a nossa cidade foi palco de tudo isso&#8221;, explica o pesquisador da Casa da Memória, Rafael Corrêa, enfatizando que tal Carta gerou impacto não só para Teresópolis, mas para todo o Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-85631" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-1024x576.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-300x169.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-768x432.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-1536x864.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-3-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Durante a conferência das classes produtoras, realizada no Hygino Palace Hotel entre os dias 2 e 6 de maio de 1945, completando 80 anos agora em 2025, foi criado o importante &#8220;Sistema S&#8221;. Foto: Maria Eduarda Maia / O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Sistema S</strong></p>



<p>Durante a conferência das classes produtoras, realizada no Hygino Palace Hotel entre os dias 2 e 6 de maio de 1945, completando 80 anos agora em 2025, foi criado o &#8220;Sistema S&#8221;, que contempla entidades como SESC, SENAC, SENAI, SEBRAE, SESI, SENAR, SEST, SENAT e SESCOOP, associações que prestam serviços sociais com foco em educação e desenvolvimento de diversas áreas da economia da sociedade. &#8220;Todo esse sistema não existia, então com toda essa reunião eles começaram a ver, como classe produtora do Brasil, como a gente pode contribuir com o país, com os nossos empregados. Assim, eles moldam todo esse sistema de atendimento social, lazer, treinamento, preparação de mão de obra, até para que o Brasil pudesse se industrializar melhor&#8221;, contou Rafael Corrêa. Dessa forma, todo esse importante sistema teve como seu berço Teresópolis. &#8220;Nossa cidade foi importante para que tudo isso hoje existisse. Na verdade, fomos pioneiros. Tanto o SESC quanto o SENAC começaram no Rio de Janeiro, mas quando começam a expandir, Teresópolis também é pioneira no assunto e quem recebe primeiro esses serviços&#8221;, destacou o pesquisador da Casa da Memória.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-8-1024x576.png" alt="" class="wp-image-85632" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-8-1024x576.png 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-8-300x169.png 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-8-768x432.png 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-8.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8220;A Carta Econômica foi algo grandioso e a nossa cidade foi palco de tudo isso&#8221;, explicou o pesquisador da Casa da Memória, Rafael Corrêa, enfatizando que tal Carta gerou impacto não só para Teresópolis, mas para todo o Brasil. Foto: Maria Eduarda Maia / O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>A IMPORTÂNCIA DA CASA DA MEMÓRIA</strong></p>



<p>Em entrevista à Diário TV, Rafael Corrêa também enfatizou a importância de um local como a Casa da Memória de Teresópolis, que homenageia o homem público Arthur Dalmasso, desde 2009 um espaço para o resgate das memórias de Teresópolis. &#8220;Aqui é um espaço onde trazemos a memória e a história da nossa cidade. Grande parte do nosso acervo é doado, então, se alguém tiver algo, pode contribuir com a gente. Quem sabe na nossa próxima exposição o seu acervo pode estar aqui sendo exibido&#8221;, frisou o pesquisador, que é servidor público desde o surgimento da Casa, em 2009.</p>



<p>A Casa da Memória Arthur Dalmasso fica localizada na Praça Balthazar da Silveira, 91, na Várzea e está aberta todos os dias, de domingo a domingo, das 10h às 17h, com visitas guiadas com pessoas aptas para garantir a melhor experiência possível.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="85635" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-85635" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-1024x576.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-300x169.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-768x432.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-1536x864.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-5-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="85636" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-85636" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-1024x576.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-300x169.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-768x432.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-1536x864.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/05/zexposicao-cultura-6-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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		<title>O Dedo de Deus, a história do montanhismo e Teresópolis nisso tudo</title>
		<link>https://netdiario.com.br/ecologia-e-turismo/o-dedo-de-deus-a-historia-do-montanhismo-e-teresopolis-nisso-tudo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecologia e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresópolis RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conquista de teresopolitanos foi uma das principais responsáveis para a evolução do esporte</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="213" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/mochileiro-1-1024x213-1.jpeg" alt="" class="wp-image-78524" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/mochileiro-1-1024x213-1.jpeg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/mochileiro-1-1024x213-1-300x62.jpeg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/mochileiro-1-1024x213-1-768x160.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Quando começaram a subir montanhas em nosso país? A partir de quando houve interesse em desbravar os altos montes? Certamente, as primeiras ascensões às formações rochosas brasileiras aconteceram durante o período das explorações territoriais empreendidas pelos bandeirantes a partir do século 16, mas sem os fins que buscamos hoje. Oficialmente, os primeiros registros de pessoas chegando aos pontos mais altos do país apareceram no século 19, destacando-se o pioneirismo, a pesquisa e levantamentos topográficos. Na metade desse século, já se fala em subidas à Pedra da Gávea, elevações da Serra da Carioca e Maciço da Tijuca, feitas por ruralistas do ciclo do café, entre outros feitos pelo Brasil. Mas foi em 1912 que cinco moradores de Teresópolis acabaram se tornando os responsáveis por um dos principais feitos do montanhismo tupiniquim: a conquista do Dedo Deus! O dito impossível acabou se tornando um marco desse esporte que tem tudo a ver com a terra de onde saíram seus desbravadores e, logicamente, com o Rio de Janeiro!<br>Voltando um pouco no tempo, em 1817 cidadãos estrangeiros teriam subido pela via hoje conhecida como Costão do Pão de Açúcar e colocado uma bandeira no seu topo. O fato teria ferido os brios dos alunos da antiga Escola Militar da Praia Vermelha, que pouco depois teriam repetido a façanha, hasteando o pavilhão nacional. Em 1856, foi a fez de José Franklin Massena vencer parte das Agulhas Negras, no Parque Nacional do Itatiaia. No Paraná, a Serra do Marumbi recebeu a primeira equipe de montanhistas do Brasil, que em 1879 planejaram toda a subida no que hoje é conhecido como Monte Olimpo, em homenagem ao pioneiro Joaquim Olímpio de Miranda. Antes de terminar aquele século, novas investidas nas Agulhas Negras – ainda consideradas como ponto mais alto do país – por Horácio de Carvalho e José Frederico Borba.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="997" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_2-1024x997.jpg" alt="" class="wp-image-82652" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_2-1024x997.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_2-300x292.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_2-768x748.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_2.jpg 1226w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vista da Cabeça de Peixe, a linha da Via Teixeira e a indicação do último lance, onde anos depois foi colocada uma escada</em></figcaption></figure>



<p><strong>A conquista do Dedo<br></strong>Mas o verdadeiro desafio que se apresentava na virada do século só foi vencido no início da sua segunda década: o Dedo de Deus. Há muito considerado como inatingível, pois derrotara várias levas de veteranos montanhistas estrangeiros, acabou sendo conquistado por alguns teresopolitanos que, embora aficionados das atividades ligadas à natureza, não tinham grande experiência em escalada. Eram eles o ferreiro José Teixeira Guimarães, o caçador Raul Carneiro e os irmãos Acácio, Alexandre e Américo Oliveira. Contaram também com a preciosa colaboração do menino João Rodrigues de Lima, que percorria diariamente a longa subida até a base da escalada, levando comida para o grupo.<br>Os preparativos para a conquista foram minuciosos, compreendendo desde o planejamento da operação e definição da rota, até a fabricação e seleção do material técnico empregado (grampos, estribos, hastes, brocas marretas, etc.). Destas últimas tarefas, incumbiu-se o próprio Teixeira, valendo-se para isso dos conhecimentos adquiridos na sua profissão de ferreiro.<br>No dia 3 de abril de 1912, o grupo partia para seu memorável feito. Com ajuda de pesadas cordas de sisal, bambus e ferragens, os diversos obstáculos foram, dia após dia, ultrapassados. Coragem, determinação e muita cooperação evidenciaram-se como qualidades imprescindíveis para subjugar o perigo, o cansaço, o frio e as condições adversas com que se defrontavam. Paredões abruptos, chaminés estreitas, passagens sobre abismos, tudo foi aos poucos superado, graças ao arrojo e espírito de equipe dos cincos companheiros. Finalmente no sexto dia de expedição &#8211; 8 de abril de 1912 &#8211; o grupo atingia o topo da montanha.<br>Tomados por intensa emoção abraçaram-se com alegria e tremularam a nossa bandeira, ao mesmo tempo em que eram saudados à distância pelos que os acompanhavam de binóculos e lunetas. No retorno, foram merecidamente recebidos como verdadeiros heróis pelo povo de Teresópolis. Dessa forma, a conquista do Dedo de Deus representou um marco glorioso na história do montanhismo brasileiro. O caminho idealizado por Teixeira, e que mais tarde recebeu o seu próprio nome, constitui, ainda hoje, uma importante via de acesso ao cume do imponente penhasco. O grampo criado por ele para se proteger de eventuais quedas também entrou para a história e prática do esporte até hoje – mesmo com a utilização atualmente de sistemas mais modernos, como as chapeletas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-82653" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-1536x1152.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_3-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Beleza e imponência: O Dedo de Deus atrai olhares do mundo inteiro e, ainda hoje, há quem diga que não é possível chegar ao topo</em></figcaption></figure>



<p><strong>Teresópolis no “teto do mundo”<br></strong>Além da conquista do Dedo de Deus e outras montanhas de relevante importância, Teresópolis teve o nome elevado ao ponto mais alto do mundo, o Monte Everest (8.848m). Em 14 de maio de 1995, os primeiros brasileiros a pisar naquele cume foram Waldemar Niclevicz e o teresopolitano Mozart Catão, que infelizmente perdeu a vida quando escalava a face sul do Aconcágua, na Argentina, em 1998. Créditos para as informações históricas (e mais detalhes): www.ceb.org.br.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="660" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_5.jpg" alt="" class="wp-image-82655" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_5.jpg 638w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_5-290x300.jpg 290w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Após a conquista do Dedo, Mozart Catão escreveu o nome de Teresópolis na história do montanhismo mais uma vez</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-82656" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-1024x681.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-300x199.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-768x511.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-1536x1021.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_6-2048x1361.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mais de cem anos depois, um dos históricos grampos ainda pode ser visto no final da escalada do Dedo de Deus</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-681x1024.jpg" alt="" class="wp-image-82657" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-681x1024.jpg 681w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-199x300.jpg 199w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-768x1155.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-1021x1536.jpg 1021w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-1361x2048.jpg 1361w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_7-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Chaminé &#8220;Arranca Botão&#8221;, um dos lances da via de conquista do Dedo</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-82650" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-1024x681.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-300x199.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-768x511.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-1536x1021.jpg 1536w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/04/zmochila_8-2048x1361.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>No cume do marco do montanhismo nacional. Tanto tempo depois, ainda dá para sentir o clima da importante escalada de 1912</em></figcaption></figure>
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		<title>Acervos doados à Secretaria de Cultura contam a história da participação do Brasil na Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 12:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documentos e fotografias dos pracinhas na Itália vão estar em exposição na Casa da Memória Arthur Dalmasso, na Várzea</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Casa da Memória Arthur Dalmasso está organizando a sua primeira exposição do ano, abrindo em maio, na data em que é lembrado o fim da Segunda Guerra Mundial, mostra de documentos e fotografias de pracinhas de Teresópolis que atuaram nos campos de guerra da Itália. Enquanto levanta a história dos 22 teresopolitanos que participaram da incursão à Europa 80 anos atrás, revendo acervo próprio que a Casa formou em 2010, quando foi apresentada exposição semelhante, servidores da Secretaria Municipal de Cultura estudam, também, dois acervos adquiridos recentemente, presentes da filha de um pracinha e de um comerciante de objetos antigos.<br>Solange Lima presenteou a municipalidade com o acervo do pai, Ary Pereira Lima, que estava sob a sua guarda, e o empresário Edson Benevides doou o rico tesouro que encontrou em meio ao mobiliário adquirido do apartamento que pertenceu a um piloto do Senta a Pua para revenda em sua loja. A papelada, que iria para o lixo, continha toda a história do aviador José Carlos de Miranda, último piloto do 1º Grupo de Aviação de Caça na Segunda Guerra Mundial, que teve entre os seus feitos diversos abates, inclusive de um submarino alemão.<br>A participação da FEB na Segunda Guerra Mundial marcou a história do Brasil e reforçou a capacidade das tropas brasileiras em operações militares de grande escala. Com mais de 25 mil soldados enviados ao front, a FEB enfrentou desafios imensos, desde a adaptação ao rigoroso inverno europeu até os intensos combates contra as forças nazifascistas.<br>Os pracinhas, como ficaram conhecidos os soldados da FEB, conquistaram respeito internacional por sua bravura e estratégia. Suas ações contribuíram para a expulsão das tropas alemãs do norte da Itália e ajudaram a acelerar o colapso das forças do Eixo na Europa.</p>



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		<title>Lembrança das “kombis de caldo de cana do Soberbo” faz sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pró Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feirantes hoje trabalham ao lado do terminal turístico, mas guardam histórias e amizades do antigo ponto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta quinta-feira (06), O Diário publicou em suas redes sociais três imagens dos antigos pontos de comércio de caldo de cana e pastéis no Mirante do Soberbo, às margens da BR-116, da época em que as Kombis eram referência para quem buscava os lanches enquanto contemplava a espetacular vista da Serra dos Órgãos. Aproveitando o dia de #tbt (Abreviação da expressão em inglês Throwback Thursday, que significa &#8220;quinta-feira do retorno&#8221; ou &#8220;quinta-feira das lembranças&#8221;), publicamos imagens de uma das expositoras, Adriana Lopes, do Quiosque Dedo de Deus, e as imagens fizeram um tremendo sucesso. “Foi onde tudo começou”, publicou a simpática empreendedora, que ao longo dos anos fez muitos amigos no seu local de trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="770" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo2-1024x770.jpg" alt="" class="wp-image-78498" style="width:840px;height:auto" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo2-1024x770.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo2-300x226.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo2-768x578.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo2.jpg 1203w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>As antigas VWs ficaram no Mirante por muitos anos, até intervenção da antiga concessionária que administra a BR-116, a CRT. Assim, os feirantes passaram a atender em quiosques construídos pela prefeitura de Teresópolis próximo ao Centro de Atendimento ao Turista. Os comerciantes são verdadeiros anfitriões dos turistas que param na entrada da cidade para admirar a Serra dos Órgãos e, logicamente, para degustar um delicioso caldo de cana e os variados pastéis e bolinhos. Além dos visitantes, os teresopolitanos adoram passam por lá para prestigiar os quatro quiosques em funcionamento atualmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-78499" style="width:840px;height:auto" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo-819x1024.jpg 819w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo-240x300.jpg 240w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo-768x960.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo-1229x1536.jpg 1229w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/02/zkombi-soberbo.jpg 1440w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>A publicação nas redes sociais do Diário teve centenas de comentários e curtidas. “Adriana é uma guerreira maravilhosa, não tem como não passar e não visitar o seu cantinho. É sempre um grande prazer e ser recebida com sorriso dela e sua equipe e saborear aquele bolinho de aipim e pastel delicioso que só ela sabe fazer, e tudo de bom nos faz sentir em casa, ela merece tudo de melhor”, comentou Celma Carvalho. “Tem Tia Rita também, que já é uma mulher de idade muito guerreira também, está desde o começo está lá com o senhor Antônio… Bolinho de aipim, pastel, aquele caldo de cana no capricho… Afinal todos são guerreiros e muito trabalhadores”, publicou Rô Nogueira.</p>
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		<title>O ipê plantado em 1958 no pátio da escola estadual Campos Salles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Teresópolis RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Árvore sexagenária reverenciada pelo ex-aluno Hélio Delgado, que promoveu encontro para marcar a longevidade do vegetal, prestigiado por amigos de quem a plantou</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Menino cerca de 65 anos atrás, o senhor Hélio Delgado voltou à escola Campos Salles na última sexta-feira, 24. Aposentado depois de 55 anos de trabalho, 45 como servidor público, trabalhando de 1959 a 2014, como jornaleiro, auxiliar de farmácia, técnico em contabilidade, professor, vereador, secretário municipal, diretor da Câmara Municipal e Analista Judiciário Federal, o professor foi ao tradicional colégio onde foi alfabetizado, e aprenderam as primeiras palavras também seus nove irmãos, para revisitar a árvore que plantou há mais de seis décadas.</p>



<p>Inaugurada em agosto de 1954, em homenagem ao quarto presidente do Brasil, a escola estadual Campos Salles ficava “à barra” da região do Imbuí, que fazia parte ainda da zona rural do município. “Esse trecho da cidade era considerado zona rural. A diretora era a professora Marília Nunes Claussen, esposa do ex-pracinha Jair Claussen, casal que residia na própria escola, onde eram acolhidas as crianças da Barra do Imbuí e de toda a região da Posse, Quebra-frascos e Parque do Imbuí, grande parte filhos de caseiros”, lembrou eu seu eloquente discurso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-77648" style="width:840px;height:auto" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-684x1024.jpg 684w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-200x300.jpg 200w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-768x1151.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-1025x1536.jpg 1025w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-1367x2048.jpg 1367w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ipe-helio-delgado-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Presidente da Câmara e vice, vereadores Luciano Santos e Fidel Faria com Hélio Delgado e Wanderley Peres no evento comemorativo do ipê amarelo</em></figcaption></figure>



<p>Na última série do ensino primário, quando se fazia a prova de “admissão ao ginásio” para entrar no segundo grau, a segunda parte do que hoje se chama ensino fundamental, a diretora da escola escolhia o melhor aluno ou um dos melhores para plantar uma árvore, seja na escola ou num espaço público qualquer. Foi assim que o melhor aluno da escola Campos Salles plantou a sua primeira árvore, um ipê amarelo, na data comemorativa que se antecipou para o dia 19, em setembro daquele 1958, porque o dia da Árvore caiu num domingo.</p>



<p>A árvore “do Hélio” cresceu assistindo ao crescimento de diversas outras crianças, e passou por adversidades, ficando doente e melhorando a saúde. Foi depois cortada quase rente ao chão e brotou, em diversos frondosos troncos, voltando à aparência que tinha há quase trinta anos. Marcando a data, o ancião Hélio providenciou uma placa comemorativa da idade anciã do vegetal, obra de arte do Zinho Aloha, que registra para a história o evento cheio de emoção.</p>



<p>Acompanhado da esposa Linalma, da tia Leda, e de Vicente, Lee e Lucas, seu filho, nora e neto; e ainda das irmãs Diva, Lúcia, Dulcinea, Rosilena, Rosângela e Fátima Regina, e o Ronaldo Delgado, e os sobrinhos Danilo e Maria Fernanda, o professor foi prestigiado com a presença da professora Lúcia Esteves, do Lions e do Elos Clube; do professor e historiador Carlos Artur Esteves; das professoras Denise e Cecília, atuais diretoras do Colégio; e dos vereadores Luciano Santos e Fidel Faria, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal; do ex-presidente da Câmara Municipal José Carlos Faria, e do prefeito Leonardo Vasconcellos, representado pelo secretário de Cultura Wanderley Peres.</p>
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