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	<title>Arquivos Adultização - O Diário de Teresópolis</title>
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	<title>Arquivos Adultização - O Diário de Teresópolis</title>
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		<title>Adultização infantil nas redes: veja os riscos emocionais e o impacto da cultura digital na saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 13:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adultização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Psicólogo e professor do curso de Psicologia da Estácio alerta que a questão vai além do consumo de conteúdos inapropriados</p>
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<p>O vídeo recente do youtuber Felca, que já ultrapassou 44 milhões de visualizações, reacendeu um debate urgente: a adultização e a exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais. O conteúdo denuncia práticas de exploração infantil online e reforça uma preocupação que extrapola casos pontuais: o impacto da cultura digital no desenvolvimento emocional e psicológico de jovens.</p>



<p>De acordo com o psicólogo e professor do curso de Psicologia da Estácio, Ítalo Silva, a questão vai além do consumo de conteúdos inapropriados. “Estamos diante de uma geração que cresce imersa em telas e redes. A cultura digital traz oportunidades, mas também riscos, como a erotização precoce e a pressão por se encaixar em padrões de comportamento adulto. Isso pode afetar diretamente a saúde mental de crianças e adolescentes, gerando ansiedade, baixa autoestima e dificuldades nas relações sociais”, explica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="769" height="1024" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zestacio-adultizacao1-769x1024.jpg" alt="" class="wp-image-92252" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zestacio-adultizacao1-769x1024.jpg 769w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zestacio-adultizacao1-225x300.jpg 225w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zestacio-adultizacao1-768x1023.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2025/08/zestacio-adultizacao1.jpg 961w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>“A cultura digital traz oportunidades, mas também riscos, como a erotização precoce e a pressão por se encaixar em padrões de comportamento adulto”, alerta o psicólogo e professor do curso de Psicologia da Estácio, Ítalo Silva. Foto: Divulgação Estácio</em></figcaption></figure>



<p>Segundo o especialista, a exposição precoce a conteúdos sexualizados impacta o desenvolvimento emocional e pode naturalizar comportamentos para os quais crianças e adolescentes não estão preparados. Outro ponto de atenção é quando a produção de conteúdos deixa de ser lúdica e passa a atender à lógica de engajamento e validação social, transformando o brincar em uma fonte de estresse.</p>



<p>“É fundamental que pais e responsáveis observem sinais de alerta, como mudanças bruscas de comportamento, isolamento, perda de interesse em atividades presenciais e aumento da ansiedade. Esses podem ser indícios de que o uso das redes está ultrapassando o limite saudável”, complementa Ítalo.<br>O psicólogo também reforça a importância de um uso consciente e equilibrado da internet. Ele orienta que crianças e adolescentes tenham tempo controlado de exposição às telas e que o acesso seja sempre acompanhado de diálogo. “As redes sociais podem ser parte da vida, mas não podem substituir a convivência familiar, a escola e as brincadeiras presenciais. O equilíbrio é o que garante saúde mental”, afirma.</p>



<p>O tema conecta um debate nacional a uma realidade muito atual: o papel da cultura digital na construção da identidade e na saúde mental de crianças e adolescentes. Para os pais, o desafio é ainda maior: conversar sobre sexualidade de forma adequada à idade, supervisionar o uso das redes e, acima de tudo, ser presença ativa na vida dos filhos.</p>
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		<title>Adultização e a China.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Ludwig]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Adultização]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Felca]]></category>
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<p>A adultização é uma palavra nova ou de circulação recente provocada pelo jovem paranaense, Felca, profissional de uma nova profissão, “influenciador”. Os detalhes do fato estão disponíveis em todos os cantos. No dia 6 de agosto, Felca postou um vídeo para apontar a sexualização e exploração de crianças nas redes sociais. O caso incensou um tema quente na sociedade brasileira: a proximidade das crianças com as “maquininhas do ódio”, com as redes, com os iphones, ipods, smartphones e coisas semelhantes. Como nada há novo debaixo do Sol (Eclesiastes), algo parecido já se viveu na relação das crianças com a TV.</p>



<p>E a China? Ela já foi mais humana, já foi a China dos filósofos. Hojé é só uma ditadura rica. Afinal, “contra a estupidez, até os deuses lutam em vão.” (Johann Christoph Friedrich Schiller &#8211; Ode à Alegria).</p>



<p>A China dos filósofos registra a existência do mestre Meng, conhecido no mundo ocidental como Mêncio. O historiador universal Will Durant cita a mãe de Mêncio no Livro I da coleção “ A História da Civilização”. Vejam o que ele diz:<br>“Conhecemos a mãe de Mêncio tanto quanto o filho, porque os historiadores chineses fizeram dela o modelo de mães, e contam sobre ela muitas histórias. Uma delas relata as razões que fizeram com que a mãe de Mêncio mudasse três vezes de residência. A primeira, porque, morando perto de um cemitério, seu filho começou a comportar-se como um coveiro; a segunda, porque residindo eles perto de um matadouro, o menino passou a imitar muito bem o grito dos animais sacrificados; a terceira mudança aconteceu porque, vivendo eles perto de um mercado, Mêncio começou a agir como negociante. A mãe de Mêncio finalmente sossegou quando conseguiu montar residência perto de uma escola.” O que se conhece da vida de Mêncio prova o acerto da escolha.</p>



<p>Será que a mãe de Mêncio sentiria-se segura residindo com o filho na Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde está a nata das autoridades? Quem seria Mêncio se criado naquele ambiente?</p>



<p>Confúcio, mestre de Mêncio, deu a dica: “O primeiro princípio de governo é o mesmo primeiro princípio para o caráter &#8211; a sinceridade. Assim, o primeiro instrumento de governo é o bom exemplo; o governante deve ser um modelo de conduta, porque a força da imitação fará que o povo também se conduza bem”. O que você me diz do exemplo oferecido pelas autoridades brasileiras?</p>



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