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	<title>Arquivos mulher - O Diário de Teresópolis</title>
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	<title>Arquivos mulher - O Diário de Teresópolis</title>
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		<title>Publicadas leis que ampliam combate à violência contra as mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isla Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normas definem casos de vicaricídio e monitoramento de agressores</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/noticias/publicadas-leis-que-ampliam-combate-a-violencia-contra-as-mulheres/">Publicadas leis que ampliam combate à violência contra as mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres de todo o país passam a contar nesta sexta-feira (10) com leis de proteção mais abrangentes para casos de violência. O Diário Oficial da União desta sexta-feira (10) traz publicadas normas que tipificam crimes e ampliam a vigilância sobre agressores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas foram sancionadas nessa quinta-feira (9) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atualizam a legislação sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 15.382/2026 cria o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser lembrado em 5 de setembro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tornozeleira</strong><br>Outra norma prevê o monitoramento eletrônico de agressores. A Lei 15.383/2026 altera a Lei Maria da Penha para incluir tal possibilidade, quando houver risco atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher em situação de violência doméstica e familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos casos em que for verificado o risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima, a imposição da tornozeleira será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violência vicária</strong><br>A Lei nº 15.384/2026 tipifica o crime de vicaricídio, que é o assassinato de filhos e parentes como forma de punir ou causar sofrimento às mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos casos mais recentes foi o do secretário de Governo da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, que atirou nos dois filhos e se matou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação prevê pena de 20 a 40 anos em regime fechado para casos de violência vicária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pena pode ser aumentada de um terço até a metade se o crime for praticado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento, punição ou controle;</li>



<li>contra criança ou adolescente ou pessoa idosa ou com deficiência;</li>



<li>em descumprimento de medida protetiva de urgência.</li>



<li>As medidas entram em vigor hoje</li>
</ul>
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		<title>Violência: pedido de audiência de retratação deve partir só da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isla Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos de desistência ocorrerão somente diante do juiz</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta terça-feira (7), audiências de retratação, em casos de violência contra a mulher, só ocorrerão a pedido da vítima, mediante manifestação expressa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, manifestações de desistência da queixa por parte da mulher só devem ocorrer diante do juiz, de forma escrita ou oral, antes de o magistrado receber a denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 15.380/2026 está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União e altera a Lei Maria da Penha para tratar desses dois pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tramitação<br>O Projeto de Lei 3.112/2023, de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), originou as alterações. Depois de passar pela Câmara, o texto foi aprovado pelo Senado no dia 10 de março, em meio às discussões do Mês da Mulher promovidas no Legislativo.</p>
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		<title>Mulheres passam a ter direito a acompanhante em atendimento de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 12:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão foi publicado no Diário Oficial da União</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Fabíola Sinimbú &#8211; Agência Brasil<br></em>Todas as mulheres agora têm direito a um acompanhante maior de idade, sem que haja necessidade de aviso prévio, durante as consultas médicas, exames e procedimentos realizados em unidades públicas e privadas de saúde. O direito foi ampliado pela lei 14.737/2023, publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova legislação altera a Lei Orgânica da Saúde (8.080/1990) e determina ainda que &#8211; em casos de procedimento com sedação que a mulher não aponte um acompanhante &#8211; a unidade de saúde será responsável por indicar uma pessoa para estar presente durante o atendimento. A renúncia do direito deverá ainda ser assinada pela paciente, com um mínimo de 24 horas de antecedência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação</strong><br>As mulheres também devem ser informadas sobre esse direito tanto nas consultas que antecedam procedimentos com sedação, quanto por meio de avisos fixados nas dependências dos estabelecimentos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para centros cirúrgicos e unidade de terapia intensiva em que haja restrição por motivos de segurança à saúde dos pacientes, o acompanhante deverá ser um profissional de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O direito de acompanhamento da mulher só poderá ser sobreposto nos casos de urgência e emergência, pela defesa da saúde e da vida. Isso só poderá acontecer quando a paciente chegar desacompanhada à unidade de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes, a Lei Orgânica da Saúde garantia o direito a acompanhamento somente nos casos de parto ou para pessoas com deficiência. E esse direito alcançava apenas o serviço público de saúde.</p>
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		<title>Ginecologista alerta para os cuidados da saúde íntima feminina no verão</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/ginecologista-alerta-para-os-cuidados-da-saude-intima-feminina-no-verao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 17:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Calor e umidade da estação, em conjunto com o uso de roupas molhadas, favorecem o desenvolvimento de infecções</p>
<p>O post <a href="https://netdiario.com.br/noticias/ginecologista-alerta-para-os-cuidados-da-saude-intima-feminina-no-verao/">Ginecologista alerta para os cuidados da saúde íntima feminina no verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://netdiario.com.br">O Diário de Teresópolis</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sol, praia, piscina e calor: essa parece a combinação perfeita! O verão traz várias coisas boas, mas também atenta para uma série de cuidados. Além da hidratação e da pele, também é importante cuidar da saúde íntima, principalmente no caso das mulheres que são muito mais suscetíveis ao desenvolvimento de doenças. Segundo Vanessa Teófilo, ginecologista do Hospital São José, os problemas mais comuns são as infecções fúngicas como a candidíase, que provoca vermelhidão intensa, coceira e corrimento. “Ficar com o biquíni molhado pode aumentar a incidência de infecções vaginais fúngicas (candidíase) e infecção da vulva (tinea cruris). Isso porque os fungos se proliferam em ambientes quentes e úmidos”, comenta a médica. Outra condição que está mais propensa a aparecer na estação é a infecção urinária, como conta a especialista: “O uso de biquínis molhados por um longo período de tempo facilita o contato de secreções do ânus com a uretra, também aumentando o risco de infecção urinária”.<br>Outros fatores que facilitam infecções são a areia da praia e o uso de roupas apertadas. A areia da praia pode estar contaminada por vírus, bactérias ou fungos, sendo mais comuns as infecções fúngicas, principalmente na vulva. Já o uso de roupas apertadas, como calças jeans, pode abafar a região, favorecendo o desenvolvimento de bactérias e fungos. No verão, alguns cuidados de higiene são ainda mais importantes e a médica do Hospital São José orienta as mulheres com algumas dicas: “As infecções podem ser evitadas trocando mais vezes o biquíni (não ficar por muito tempo com ele molhado), fazer a higienização antes e depois de ir à praia ou piscina com sabonete de pH neutro, usar calcinhas de algodão e roupas que não apertem muito, como vestidos e saias”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="454" height="636" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2023/01/zhsj_saude_feminina.jpeg" alt="" class="wp-image-42331" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2023/01/zhsj_saude_feminina.jpeg 454w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2023/01/zhsj_saude_feminina-214x300.jpeg 214w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Vanessa também ressalta que as calcinhas de algodão não devem ser preferíveis apenas no verão, mas durante o ano todo, já que o tecido ajuda a não reter a umidade e, dessa forma, previne infecções. Além disso, ela diz também que não é necessário que as mulheres façam mais visitas ao ginecologista neste período. “A periodicidade das consultas permanece a mesma: pelo menos uma vez ao ano. No entanto, se a mulher apresentar sinais e sintomas de que algo está errado (como corrimento com coceira, mal cheiro ou abundante), ela deverá marcar uma consulta para ser avaliada por um profissional”, finaliza Vanessa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Divulgação HSJ</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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