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ASSIND faz festa de final de ano

Jô Falceta com algumas das 36 crianças atendidas pela Assind na festa de encerramento da instituição

– Jovens atendidos pela entidade receberam presentes e cestas de Natal

Na tarde desta quinta-feira, 20, a ASSIND – Associação Síndrome de Down -, localizada no bairro de São Pedro, realizou sua festa de encerramento das atividades de 2012, já que entra em recesso até o início de janeiro de 2013. As crianças e adolescentes atendidos pela entidade receberam presentes, uma cesta de Natal e puderam confraternizar com familiares e amigos.

A ASSIND (Associação Síndrome de Down) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, com finalidade filantrópica que trabalha com atividades para estimular a socialização de crianças portadoras da Síndrome.

Bernadete Cupello e a filha Thais. Para ela a socialização é fundamental no desenvolvimento do Down

Utilizando as redes sociais

Jô Falceta, presidente da entidade fala sobre o evento, que teve a ajuda de doações para que as crianças pudessem ser presenteadas: “Todos os anos a gente faz uma festinha para celebrar tudo o que tivemos durante o ano e fazer um encerramento para promover a socialização com as famílias. A gente quer que todas as pessoas com Síndrome de Down e seus familiares se sintam acolhidos aqui na ASSIND. Este ano nós pedimos a ajuda de toda a comunidade através das redes sociais pedindo que todas as pessoas que pudessem, e quisessem fazer uma contribuição com a entidade que depositasse em conta corrente, ou que nos ligasse para que pudéssemos buscar os donativos que seriam uma cesta de Natal, um panetone, um presente para a criança, ou uma ave, para que eles pudessem passar uma noite de Natal mais farta. E realmente teve retorno. Conseguimos as cestas para 36 pessoas que são atendidas pela ASSIND”.
A Associação Síndrome de Down atende 36 jovens, entre crianças e adolescentes oferecendo serviços e atividades que possam facilitar a socialização e a inserção dos portadores da Síndrome de Down na sociedade de maneira efetiva. “Nós aqui trabalhamos somente com voluntários e a gente oferece um suporte para eles, já que eles vem para um primeiro atendimento, como o de psicologia, por exemplo, e depois eles retornam para suas casas, já que a aqui a gente não funciona como escola”, diz. Na entidade também são oferecidas oficinas que estimulam a criatividade dos assistidos bem como o desenvolvimento motor e social das crianças e adolescentes.

Giovana fez diversas poses, mostrando o quanto as crianças com Síndrome de Down são espertas e sociáveis

Casa precisa de mais voluntários

Atualmente a casa trabalha acolhendo quase 40 pessoas entre oficinas e atendimentos, mas segundo Jô, esse número pode ser maior, basta que mais voluntários se integrem ao trabalho: “A nossa casa pode atender mais gente, mas o que a gente precisa é de uma campanha grande para conseguir voluntários, para que as pessoas que queiram doar um pouco de tempo e o seu ofício”.
A casa vive basicamente de doações, seja de dinheiro para pagar as contas (luz, água e telefone), seja de peças de roupa para a realização de bazares que incrementam o orçamento da entidade. “Nós temos um projeto que se chama ‘Padrinhos Mágicos’, onde uma pessoa apadrinha um Down, não necessariamente um jovem específico, onde ele se compromete a doar uma quantia mensal, durante um ano e ele escolhe esse valor. Isso é o que faz com que a gente consiga pagar coisas como o aluguel. Fora isso, vivemos mesmo de doações”, explica.

“Todos os anos a gente faz uma festinha para fazer um encerramento para promover a socialização com as famílias”, disse Jô Falceta

 

Verdadeira inserção dos jovens na sociedade

Bernadete Cupello é professora e mãe da gracinha da Thais, que já tem 17 anos, e está no 7º ano. Bernadete fala sobre a importância da ASSIND no desenvolvimento da filha: “Esse convívio é muito importante. Além disso, tem também as estimulações, o relacionamento, a socialização, os eventos que nós participamos. Isso é muito bom. O convívio familiar também é fundamental”.
A verdadeira inserção dos jovens na sociedade também é bem visto pelos pais. “Isso também é uma forma de mudar a opinião das pessoas que muitas vezes acham que o Down não tem a mesma capacidade de uma outra criança. Minha filha já lê e está no 7º ano, e isso tudo é experiência para as crianças que estão chegando”, ressalta.
Quem quiser conhecer a ASSIND, a entidade fica na Rua Governador Roberto Silveira, número 200, no bairro de São Pedro. Para doações em dinheiro, os interessados podem doar qualquer quantia no Banco Itaú, Agência 6370, conta corrente 22100-1. Outras informações também podem ser obtidas pelo telefone 3642-8081.

 

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