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Cuidado com a postura ao usar os equipamentos eletrônicos móveis

A fisioterapeuta Isabel Peres e a postura ideal para navegar no Facebook sentado na cama

A fisioterapeuta Isabel Peres e a postura ideal para navegar no Facebook sentado na cama

– Falta de atenção ao navegar na internet pode ocasionar dor nas costas e outras lesões

Estamos na época da tecnologia e muitas pessoas vivem mais no mundo virtual do que no mundo real. As pessoas sobrevivem “a base” de Whatsapp, Facebook, Twitter, Instragram entre outras redes sociais menos festejadas. Absolutamente viciados em internet seja em casa, no trabalho ou mesmo na rua. O problema é que estas pessoas andam navegando nos celulares, tablets, notebooks. Mesmo sentados ou em pé não tem a postura ideal para fazê-lo e acabam por sofrer com dores na coluna, entre outros incômodos musculares e até a famosa LER – Lesões por Esforços Repetitivos com as hérnias de disco por utilização de forma indevida destes aparelhos. E como o brasileiro é famoso por gastar mais tempo em redes sociais do que todos os outros internautas do universo, o problema aqui é mais sério. Entre os teresopolitanos nós podemos encontrar diversos casos apenas dando uma volta na Calçada da Fama.

“Errado” é navegar no celular com a flexão de cabeça o tempo todo

ERRADO: Navegar no celular com a flexão de cabeça o tempo todo 

A Lesão por Esforço Repetitivo é corriqueira devido ao uso sem pausas de tecnologias como tablets, celulares, notebooks e computadores, por exemplo. “Essa postura pode acarretar em problemas que vão desde um incômodo até uma lesão cervical”, explica a fisioterapeuta Isabel Peres, que ilustra. “Você está lá com a cabeça em flexão e só fazendo este movimento de abaixar e o que isso pode te causar? Um problema de cervical, uma contratura muscular de trapézio, entre outros problemas”, explica a profissional que também detectou diversas manias pelas ruas. “Tem gente que desenvolveu uma técnica até de digitar com uma mão e ficar com a outra livre, mas o maior problema para nós fisioterapeutas é que a pessoa tem mesmo que abaixar para ver o visor do aparelho. Então ele pode cair em um buraco, atropelar o outro, mas segue navegando no celular”, sorri a profissional que não condena a utilização dos aparelhos, mas que a postura seja corrigida para se evitar os problemas futuros.

Outra mania detectada pela fisioterapeuta é com relação às pessoas que falam sem parar nos aparelhos celulares, sem usar as mãos. Estas pessoas acabam escorando o telefone no ombro e comprimindo junto a orelha. “É inacreditável, mas a pessoa tem não resiste a tentação de falar no telefone fazendo outras coisas e, para deixar os braços livres, acabam colocando o celular no ombro e comprimindo-o na orelha para segurar e falar. Na rua ou mesmo em casa. Não tem uma compensação estrutural neste processo. Uma elevação do ombro e lateralização da cabeça e a pessoa até se sente confortável, ‘esticando’ a conversa, mas quando você termina e volta para a posição normal de pescoço, cabeça e ombro, você já está todo dolorido com uma musculatura alongada e outra encurtada e isso pode trazer diversos problemas”, ensina Isabel que faz um trabalho específico com postura em seu consultório.

 Postura correta para navegação em notebook

É sempre recomendável que se faça uma pausa a cada hora de navegação para se relaxar a postura, dedos e punhos. Mas com a quantidade de sites de relacionamentos e informações por segundo que se absorve na internet hoje em dia, sabemos que a tentação de se seguir por horas a fio em navegação, as vezes são irresistíveis. “O internauta atento e disciplinado pode ficar horas navegando sem sentir dor alguma”, explica a profissional ao mostrar a posição correta. “O usuário do equipamento precisa estar bem sentado com a postura reta com a angulação do joelho para o pé de 90 graus e com a angulação da coluna com o quadril também retinho e o ideal, quando a pessoa estiver no notebook, que este equipamento nunca fique abaixo da sua visão, então o notebook tem que ficar um pouco acima de um computador normal, colocando um bom apoio no colo até que este notebook chegue à posição ideal, de forma que você não tenha que fazer flexão de cabeça para ver o que está na tela”, ensina a profissional que vê no pilates uma ótima saída para as dores adquiridas. “As pessoas que trabalham muito tempo sentados que precisam do notebook para trabalhar ou os tablets, nós temos o pilates que usa a resistência com as molas e os exercícios do solo e que certamente irá aliviar as articulações dos ombros, alongar a musculatura cervical e tudo mais e mesmo se você tentou ficar na postura correta e não obteve êxito, vale a pena correr para o pilates que vai aliviar as dores do dia-a-dia com certeza”, completa a fisioterapeuta que atende na Travessa Portugal, 54 – loja 01, bem no centro da cidade.

 

 

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Vale a pena consertar celulares e smartphones?

Jardel, diretor da Fricell, aponta que a maioria dos problemas apresentados são de quebra do visor e de problemas na alimentação do celular

Jardel, diretor da Fricell, aponta que a maioria dos problemas apresentados são de quebra do visor e de problemas na alimentação do celular

– Profissional dá dicas sobre a difícil decisão na hora de reparar defeitos nos aparelhos

 

Muito mais do que simples aparelhos de telefonia, celulares e smartphones estão definitivamente incluídos na rotina de boa parte da população. Agendas, redes sociais, aplicativos para ouvir música, enfim, cada aparelho carrega um pouco da característica de seu proprietário. Porém, a necessidade e a fragilidade andam de mãos dadas e esses periféricos acabam quebrando com muita facilidade. É aí que entram em campo os profissionais que trabalham no reparo. Mas, com tantos lançamentos, facilidades de pagamento para compra e novidades, será que vale a pena consertar o celular quebrado?

Com seis anos de experiência no mercado, o técnico Jardel Gonçalves explica que essa avaliação passa necessariamente por dois critérios: o valor do aparelho e o tempo de uso. Segundo o técnico, atualmente, os defeitos mais comuns aparecem por descuido do usuário. São casos de quedas que provocam danos no visor, mal uso de conectores para recarga de baterias ou ainda os casos em que os celulares entram em contato com a água.

De acordo com o problema encontrado, o reparo pode ser feito na hora. Porém, há casos em que é necessário aguardar a remessa da peça defeituosa

De acordo com o problema encontrado, o reparo pode ser feito na hora. Porém, há casos em que é necessário aguardar a remessa da peça defeituosa

“Sempre depende muito do aparelho e do problema apresentado. Há casos em que é preciso trocar a face inteira e isso pode representar um custo mais alto. Outros telefones têm condição de trocar apenas a tela e isso acaba barateando o conserto em cerca de 50%”, detalha. Segundo Jardel, que dirige a empresa Fricell, o tempo de uso do aparelho é um fator que pesa na hora do próprio cliente decidir se vai levar para reparar. “Se a pessoa comprou há pouco tempo, um ou no máximo dois anos, acabam trazendo para consertar. Raros são os telefones com mais de dois anos de uso”, revela. O preço de mercado de cada aparelho também acaba refletindo nessa ação. “Se um aparelho custou entre R$ 500 e R$ 1000 e se o custo do conserto chega a 50% disso, a pessoa acaba decidindo comprar um novo. Agora, telefones mais caros, como os I-Phones, que custam a partir de R$ 1800, o conserto acaba sendo vantajoso. Uma troca de tela desse telefone custa em média R$ 600. Acaba sendo válido fazer a troca”, opina.

 

A empresa recebe, em média, 200 aparelhos, entre celulares, I-Phones e tablets, para conserto

A empresa recebe, em média, 200 aparelhos, entre celulares, I-Phones e tablets, para conserto

Vai demorar?

Além de lidar com a relação de preços e se o reparo é vantajoso, o técnico explica que há ainda uma curiosa relação em relação ao tempo que o serviço vai demorar para ser executado. Muita gente chega na loja querendo eficiência e rapidez no reparo, já que não quer ficar longe do aparelho. “A gente procura sempre conversar, acalmar a clientes. As funcionárias da loja são treinadas para isso. Muitas vezes a pessoa chega nervosa, vê o aparelho quebrado e precisa que volte a funcionar, seja para trabalhar ou para o uso comum. Se o reparo é simples e temos a peça em estoque, é possível fazer o trabalho rapidamente. Mas na maioria os casos o telefone fica aqui para a avaliação. Se o problema for muito sério, pedimos até mais tempo para fazer o trabalho. Temos casos em que precisamos esperar a remessa da peça que terá de ser trocada. Isso pode demorar de sete a dez dias”, revela.

Jardel explica que todo o processo começa com o orçamento, peça chave para a decisão sobre consertar ou não o telefone. “Não cobramos nada pelo orçamento. Recebemos o telefone e fazer uma avaliação detalhada e criteriosa. Algumas vezes o cliente pode ver um defeito e quando abrimos encontramos outros problemas. Tudo é relatado para que não fiquem dúvidas. Depois da autorização o serviço é executado de forma a unir fatores como agilidade e precisão na execução do reparo”, garante.

A Fricell funciona na Avenida Delfim Moreira, 716, na Várzea. O telefone para maiores informações é o (21) 2641-4794. Também é possível saber um pouco mais no site fricell.com.br ou pelo Facebook/tecfricell.

 

 

 

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Jovem é assaltado na Rua Tietê em Araras

Este foi o telefone furtado pelos bandidos. O proprietário caminhava pelo bairro de Araras quando foi abordado pelo grupo

Este foi o telefone furtado pelos bandidos. O proprietário caminhava pelo bairro de Araras quando foi abordado pelo grupo

– Três maiores e um menor foram apontados como autores do crime

 

Um rapaz foi vítima de furto no bairro de Araras na manhã desta quarta-feira, 16. Quatro homens abordaram a vítima e levaram o celular dela. Depois que os marginais fugiram a vítima foi atrás dos meliantes e conseguiu deter um deles até a chegada da PM. Apesar de ter conseguido reaver o telefone e pegar um dos marginais, os órgãos de segurança orientam que as vítimas não devem agir por conta própria nestes casos e que os agentes devem ser chamados imediatamente. Já na delegacia a vítima contou que estava caminhando nas proximidades da Casa de Cultura Adolpho Bloch, na Rua Tietê, no bairro de Araras, quando foi rendido pelos marginais, que insinuaram estarem armados. O jovem passou o telefone celular da marca Samsung e eles foram embora.

 

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Uso indevido de celular pode gerar demissão

Joselito Lopes explicou que é necessário haver bom senso na regulação do uso de telefones celulares no trabalho

Joselito Lopes explicou que é necessário haver bom senso na regulação do uso de telefones celulares no trabalho

– Restrição ao uso do aparelho precisa estar descrita em norma da empresa

A utilização em excesso de celulares e smartphones que tira o empregado do foco de sua função pode acarretar prejuízos à produtividade e por isso é motivo para que ocorram sanções contra ele, que podem chegar até a demissão por justa causa.
Nesses aparelhos celulares as pessoas conseguem realizar diversos serviços on line e também acessar redes sociais para interagir com parentes e amigos. Essa tecnologia está cada vez mais acessível, mas está se tornando um problema na relação entre patrão e funcionários e a utilização destes aparelhos está sendo motivo até de demissões.
Não existe uma legislação específica para este assunto, mesmo assim, é preciso haver algumas circunstâncias especificas para que seja caracterizado esse caso extremo para cumprir os procedimentos exigidos em lei: “Vai depender de uma norma interna editada pela empresa. O empregador que quiser coibir ou pelo menos reduzir o uso dos smartphones, celulares, ou acesso a rede sociais ou ao próprio telefone no ambiente de trabalho, deve primeiramente editar um regulamento interno da empresa, uma ordem de serviço ou até um código de conduta trazendo a proibição ou a inibição sob pena de trazer ao empregado advertência por escrito, depois a suspensão e somente depois disso a justa causa. Sem uma norma anterior editada pela empresa, eu acho bastante arriscado aplicar uma justa causa nesse sentido”, explicou o advogado Joselito Lopes.
Caso a empresa passe a proibir ou restringir o uso de telefone celular, é preciso deixar um telefone fixo disponível para que o empregado possa fazer ou receber ligações de emergência.
Há algumas atividades em que o uso de aparelhos como o smartphone já é vedado por conta de uma legislação específica e do risco à segurança, como nos casos de condutores de veículos que são proibidos pelo do Código de Trânsito para que não haja desvio de atenção. Nas demais situações, o advogado destaca que é essencial ter a noção dos limites e o uso do celular pode ser tolerado para situações de necessidade: “No ambiente de trabalho administrativo o que deve imperar é o bom senso, tanto do lado do empregador, tanto do lado do empregado. Eu penso que não devem ser restringidas ligações de emergência, tanto feitas ou recebidas para não inibir o empregado de falar com a família quando foi estritamente necessário. O que deve ser inibido o uso de forma indiscriminada, o acesso a redes sociais, quando começa a interferir na produtividade do dia-a-dia e até a do colega da mesa ao lado, porque isso acaba interferindo no ambiente de trabalho”, disse Joselito.
A punição vai desde uma advertência verbal até uma demissão por justa causa e deve ser dosada em conformidade com a gravidade do ato e a sua repetição, assim como o histórico do empregado e o tempo de serviço. Várias discussões sobre o assunto já chegaram aos tribunais: “Já tem decisões de realmente aplicar a justa causa quando há a norma interna pré-editada e o empregado está devidamente avisado. Ele pode ser dispensado por justa causa pela indisciplina se violar essa norma da empresa e o judiciário reconhece dessa forma”.

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Defesa Civil chama para cadastramento de celulares

– Sistema avisa, via SMS, sobre a situação de áreas de risco em caso de emergências como enchentes e deslizamentos

Com a mudança de estação e as previsões de uma primavera chuvosa, a população pode ficar tranquila e fazer uso da internet para o acesso a informações sobre a situação climática no município. Para prevenir acidentes geológicos que tomem vidas de cidadãos teresopolitanos a Defesa Civil disponibiliza para a população informativos periódicos, além de um sistema de alerta via mensagens de celular, ou o popular SMS. Os interessados tem apenas que fazer um simples cadastramento no site www.dcteresopolis.blog.br, onde também estão outras informações importantes sobre o clima na cidade.

Para agilizar o serviço de informações, a Defesa Civil está cadastrando números de telefone celular que receberão SMS de alertas em casos de emergência

Período de chuvas

O Departamento de Recursos Minerais (DRM-RJ) divulgou novo levantamento sobre o número de pessoas que vivem em encostas de alto risco nos 92 municípios do estado: São 207.547, sendo que quase 10% desse número vivem em Teresópolis. Por aqui, são 19.200 nessa situação, ficando o município, na Região Serrana, atrás de Nova Friburgo. Por lá, são 22.400. Em Petrópolis, são 18 mil pessoas vivendo – ou sobrevivendo – em locais com grande risco de deslizamento e faltando poucos meses para o período mais chuvoso do ano, o Verão.

Segundo os números do DRM, a capital é o local com maior número de pessoas que correm anualmente risco de vida, cerca de 100 mil. O Departamento de Recursos Minerais recebeu recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam), através da Secretaria Estadual do Ambiente, para realizar os estudos. Os dados, levantados em parceria com universidades, estão sendo encaminhados para as prefeituras que, agora, são obrigadas a anexar esses estudos em seus planos diretores. A determinação aconteceu graças a lei estadual 6.442, sancionada em maio passado pelo governador Sérgio Cabral.
Pensando em minimizar os estragos causados pelas chuvas em nossa cidade, que são inevitáveis graças ao tipo de solo e a geografia da cidade, além das ocupações irregulares, a Defesa Civil em Teresópolis tem buscado cada vez mais ações para informar com a maior rapidez sobre a situação de cada comunidade em casos de emergências, como os alagamentos que castigam a Ilha do Caxangá, ou os deslizamentos nas regiões do Rosário. Uma das ferramentas que vem sendo implementada é o sistema de alerta via torpedos, como explica do Secretário de Defesa Civil o Coronel Roberto Silva. “São duas vertentes. Uma nós conseguimos com a Defesa Civil nacional e esse sistema que está disponível em nosso blog é para que as pessoas se cadastrem para receber mensagens dos alertas que Brasília paga para a gente. Ao repassar para as Defesas Civis automaticamente repassa para as pessoas que estão cadastradas, e através dessa reportagem esperamos que mais pessoas tenham acesso a esse serviço. Especialmente as pessoas do interior devem se cadastrar. A segunda vertente trata da contratação que a Defesa Civil está fazendo, de um milhão de mensagens de SMS e um milhão de mensagens de voz para telefone fixo para passar especificamente da Defesa Civil para as áreas críticas”, disse.

“Para nós, a maior arma é a prevenção e a gente tenta fazer um trabalho informativo para que as pessoas tenham tempo de reagir a ações”, como disse Roberto Silva

 Cadastro

Para fazer o cadastro é simples, basta que os interassados entrem no blog da Defesa Civil e preencham algumas informações como nome e CPF, além de informar a área de onde desejam receber os dados. Além de outras informações que também podem ser conseguidas no portal: “Em nosso site, do lado esquerdo, temos disponibilizados todos os alertas que nós recebemos de qualquer órgão, seja ele estadual ou federal. Por isso, a população tem que se acostumar com isso, usando como uma ferramenta de prevenção”.
Outro meio de comunicação que tem sido usado como ferramenta pelos funcionários do órgão. “O ministério público através de um termo de ajustamento de conduta, brindou a Defesa civil com um sistema de rádio amador, e dentro da nossa equipe nós inserimos pessoas que tem prática com esses equipamentos, e a própria equipe da Defesa civil também está sendo capacitada para agir como rádio amador. Vimos que o rádio amador é um grande instrumento para difundir as mensagens. Queria fazer um agradecimento a todos os rádio-amadores e pedir que eles continuem participando e estejam sempre com a gente nesse trabalho de prevenção e colaboração. Agradeço a boa vontade”, ressalta.
De abril até outubro, período de estiagem, a Defesa Civil trabalha na prevenção e na preparação das comunidades. É quando são montados os Núcleos de Defesa Civil – que são grandes instrumentos para mostrar às populações que elas têm que ter um potencial de articulação e conhecem os riscos das comunidades próximas e que são bem característicos em cada área. “Tudo o que falamos não é uma ação da Defesa civil somente. Quem pensa que fazer Defesa Civil entre quatro paredes estão redondamente enganado, e não vai ter sucesso nenhum. Hoje o grande sucesso se deve às comunidades. Ao trabalho que é feito junto aos moradores, e como eles tem recebido as equipes da Defesa Civil e como eles tem percebido como conviver com essa situação de risco, que é uma característica do município. Essas pessoas moram nessas áreas, onde cerca de 90% está. E é dentro dessas comunidades que a Defesa Civil tem trabalhado, não só no 1º Distrito como no interior. Essa semana estamos no Morro do Tiro, e semana que vem estaremos em Bonsucesso”, explica.

 

Nudec’s

A Defesa Civil Municipal vem intensificando o trabalho de prevenção através da implantação de NUDECs (Núcleos Comunitários de Defesa Civil) no município. São unidades formadas por grupos comunitários, que participam de atividades de defesa civil como voluntários. O curso tem por objetivo organizar e preparar a comunidade local para atuar na prevenção de acidentes e na pronta resposta após a ocorrência de desastres naturais, como inundações e deslizamentos de terra, até a chegada dos órgãos oficiais de socorro.
Atualmente, Teresópolis conta com 22 NUDECs, na cidade e no interior. Cinco foram instalados este ano: os da Granja Guarani, Corta Vento e Santa Cecília – na cidade, e os de Três Córregos e de Cruzeiro – no interior. Encontra-se em fase final de implantação o núcleo do Morro do Tiro, e na próxima semana terá início a mobilização popular visando a instalação do NUDEC de Bonsucesso, no 3° Distrito.
O curso preparatório detalha o projeto de instalação dos NUDECs e orienta os moradores a monitorar as condições climáticas através da internet, para que percebam quando há previsão de chuva forte com risco de alagamentos ou deslizamentos de terra.
No final do curso, os moradores percorrem o bairro para mapear as áreas de risco e definir as rotas de fuga até os pontos de apoio na comunidade, ou seja, os lugares seguros para onde deverão se dirigir em caso de ocorrências.
Além de certificado, os moradores recebem mochila, capas de chuva, lanternas e camisetas de identificação. O programa de instalação dos NUDECs prevê também a entrega de rádio-comunicador e/ou telefone celular aos voluntários, para que mantenham contato direto com a Defesa Civil Municipal em caso de emergência.

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Fim da linha para os mal educados nos ônibus!

Música no celular agora no ônibus só com fone de ouvido

Lei proíbe ouvir música alta dentro dos ônibus de Teresópolis

 

Se a educação e o bom senso não deram jeito, agora vai ser na base da força. O péssimo hábito de ouvir música alta nos ônibus – utilizando-se da tecnologia moderna oferecida por Iphones, Ipads, celulares, MP3 e companhia – está com os dias contados. Acaba de ser publicada a Lei Municipal 3.202 de 25 de junho de 2013, que proíbe o uso de aparelhos sonoros ou musicais por parte dos usuários de veículos de transporte coletivo. Quem resolver se achar dono da verdade e desrespeitar a Lei vai ser gentilmente convidado a sair do ônibus, podendo motorista e cobrador lançar mão da ajuda policial.

“Tem gente que até aceita, mas eu não gosto disso” – Orlando Lopes, motorista

Semancol

Reconheçamos, a lei é um alento. Nem precisava disso, mas, em tempos de receitas médicas obrigatórias, o ‘semancol’ deve se encaixar na categoria daqueles do receituário especial, com direito a cópia carbonada e tudo mais. Não há nada mais desagradável do que ter que compartilhar o gosto alheio por música. Seja qual for esse gosto. Funks, axés, MPBs e até música clássica. O estilo não está em discussão, mas sim, o compartilhamento. Ninguém é obrigado a gostar ou deixar de gostar da música. Aí é que está. Um dia alguém inventou um certo periférico de nome ‘fone de ouvido’. Alguém abençoado, diga-se de passagem. Falta apresentar o apetrecho funcional aos mal educados.
Opiniões à parte, vamos às ruas. A população, usuária dos transportes comemora. É unânime o descontentamento com a turma do celular com musiquinhas. Ouvimos algumas pessoas que são usuárias do transporte coletivo da nossa cidade. “Aquela música alta incomoda muito. Quem houve é por falta de orientação ou até de princípios. Pessoas assim tem que viver isoladas, não saber viver em comunidade”, opina o aposentado Moacir Bastos. A opinião é a mesma do pedreiro Jonas Medas. “É muito ruim, tem que acabar com isso. Incomoda muito. É falta de respeito e de educação”.
A lavradora Roseli Ramos faz coro. “Não é certo, é errado. Isso incomoda demais”. O motorista aposentado Orlando Lopes também não curte. “Isso é errado, tem gente que até aceita, mas eu não gosto, não aceito isso”.
Os mesmos entrevistados foram informados sobre a lei municipal e aprovam que o abuso seja coibido. “Com a lei as pessoas vão respeitar. Se é lei é porque tem que ser assim. E se não respeitar, o motorista vai poder tomar uma atitude”, opina o aposentado Moacir. “Se acabar mesmo vai ser uma beleza e ninguém mais vai ser incomodado”, acredita o pedreiro Jonas. “Acredito que com essa lei as pessoas vão respeitar mais”, aponta o motorista Orlando. Já a lavradora Roseli é mais cética. “Depende muito se a lei vai pegar ou não. Uns até vão respeitar, mas outros não vão”.

A Lei Municipal 3.202 de 25 de junho de 2013 mexe com os hábitos do teresopolitano e “exige” educação ao usuário

A Lei

A Lei Municipal 3.202 de 25 de junho de 2013, decretada pela Câmara Municipal e sancionada pelo Prefeito Arlei é taxativa no seu texto sobre a proibição dos aparelhos sonoros. “Fica PROIBIDO o uso de aparelhos sonoros ou musicais por parte dos usuários no interior de veículos de transporte coletivo de passageiros, salvo mediante auditivo pessoal”. Para não deixar dúvidas, o texto relata claramente quais seriam esses aparelhos sonoros. “Para fins desta Lei, a expressão ‘aparelhos sonoros ou musicais’, compreende, dentre outros, os tocadores pessoais de música em formato digital, telefones celulares, Ipod, tablet, notebook, netbook, rádio, MP3, MP4 e similares”.
O artigo segundo fala sobre as punições para os infratores, passando por advertência para o uso de fones ou desligamento do aparelho; convite para se retirar do veículo; e solicitação de intervenção policial, em caso de resistência.
A lei municipal prevê ainda que as viações afixem em local visível de pelo menos dois cartazes falando sobre a proibição e fala sobre punição para a falta de providências por parte das concessionárias. Quem permitir o uso dos aparelhinhos poderá ser advertido e pagar multa de até R$ 100 por dia e por veículo infrator, dobrando em caso de reincidência. Também pode ser aplicadas medidas administrativas como apreensão, retenção ou remoção do veículo até que seja sanada a infração.

 

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Jovem é preso por furto em loja de celulares

Também com o suspeito, foram encontradas duas camisas

 

– Rapaz tentava fugir em ônibus quando foi detido por populares

 

Um jovem de 21 anos foi detido dentro de um coletivo após furtar um celular em uma loja especializada no Centro. Ele tentou fugir, mas foi impedido pelos ocupantes de um coletivo que atende a linha Jardim Féo. O rapaz, que já tem passagens pela polícia acabou ferido quando tentava sair pela janela do ônibus.
De acordo com informações, o acusado invadiu uma loja de celulares no centro da cidade e as vendedoras correram atrás dele, que conseguiu se desvencilhar das moças, mas mesmo assim ele ainda foi seguido por uma mulher, que viu o acusado entrando em um coletivo no Ponto nas proximidades da Casa de Portugal.

O rapaz teria furtado o celular em uma loja e tentado fugir em um coletivo

Acionando a Polícia Militar

O Guarda Municipal Luis Fernando Guarda, que estava no local no momento de toda a confusão, acionou a Polícia Militar. “Eu estava no ponto esperando um ônibus para poder fazer meu horário de almoço e a menina chegou falando que o rapaz tinha roubado a loja e que estava pegando um ônibus para ir embora. Foi quando eu chamei a PM”.
Nesse meio tempo até a chegada da Patamo, os populares e os funcionários da viação que estavam de serviço ajudaram a prender o acusado, que ainda tentou fugir pulando uma das janelas do ônibus.

O motorista Márcio Santos também falou sobre incidentes: “Ele estava pulando a janela e eu peguei ele e a Polícia chegou e levou ele”.
Quando os militares chegaram, prenderam o suspeito e o levaram para a 110ª Delegacia de Polícia. Com ele ainda foram encontradas duas camisas, que ele disse terem sido adquiridas legalmente. Ainda segundo informações dos militares, o rapaz já teria outras passagens pela polícia.

 

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Primeira ligação em celular completa quarenta anos

Seu Helber e Dona Célia: “Para quem mora na roça é muito importante!”

– Teresopolitano também se vê “dependente” do aparelho telemóvel

 

Foi lá no longínquo 1973, quando a Guerra do Vietnã terminou e foi inaugurado o World Trade Centre em Nova York. Na mesma cidade que o funcionário da Motorola saiu pelas ruas para falar pela primeira vez através de um aparelho telemóvel. O dia era 3 de abril e muita coisa mudou desde então. Hoje, as Torres Gêmeas nem existem mais e o celular já virou uma coqueluche mais difundida do que o Elvis Presley e os Beatles juntos. Em Teresópolis, como em quase todas as cidades urbanas do planeta, o que mais se vê são transeuntes falando em seus celulares ou até – em momentos de malabarismo extremo – navegando na internet ao caminhar, enquanto amigos trocam música via bluetooth ou mesmo atualizam seus websites através de um clique no telefone. Jamais o executivo Martin Cooper e o seu super aparelho de quase um quilo e meio poderia, naquela tarde ensolarada, imaginar a amplitude do invento que naquele momento colocava para funcionar e introduzia na história.

Hélio Lippi Jr: “Meu celular é simples, só para ligar mesmo. Mas já me dá muito trabalho”

 

 

Aparelho simples, mas útil

Não que o celular seja uma necessidade. Acreditamos que uma pessoa “normal” possa caminhar, sentar, levantar, entrar e sair de lugares sem fazer uso de um aparelho. Mas é muito mais difícil hoje se imaginar a existência de um mundo como o de hoje em dia sem o telefone móvel. Mesmo que um simples, pequeno, com pouquíssimas funções. “Fico imaginando a dificuldade de se usar um telefone celular na década de oitenta”, sorri o comerciante Hélio Lippi Júnior, que usa o celular mais “basicão”, apenas para falar mesmo. “Meu celular é simples, só para ligar mesmo. Mas já me dá muito trabalho”, brinca Júnior, para depois elogiar. “Mas é muito útil. Ficou pensando no tempo do meu pai, que muita gente vivia de aluguel de telefone e hoje todo mundo tem um no bolso”, completa mostrando o seu pequeno, mas moderno aparelho.

Pedrinho Bitelo é DJ e fecha todas as fastas através do celular: “Fundamental pra viver”

Negócios fechados via celular

Se a primeira conversa através do celular foi em 1973, quando Cooper ligou para a Bell Labs, uma divisão da operadora AT&T na época, e disse: “Estou ligando para você para saber se minha voz está clara aí do outro lado da linha”, hoje muitas reclamações são feitas sobre as ligações de celular e as operadoras são campeãs de ações na justiça, provando que muita coisa continua “na mesma”. Mas as pessoas estão cada vez mais “dependentes” do pequeno aparelho. Como o deejay Pedrinho Bitelo, que utiliza o celular como meio de fechar negócio. “Toca a toda hora. As festas vão sendo marcadas e as pessoas ligam para contratar DJ, iluminação, segurança… Tudo através do celular”, explica o garoto que está sempre em ação na noite teresopolitana. “Hoje não dá mais pra pensar em ficar sem, mas desde que eu me entendo por gente, falo em celular”, termina o jovem, que tem um bom aparelho (que tocou, inclusive na hora da entrevista). “Era a cobrar”, ri o DJ.

Gisele Soledade: “Ah, com tanta possibilidade de conectar com todo mundo… É mesmo viciante, não acha?”

Viciados em Facebook e SMS

O celular, nestes quarenta anos, é uma história de muitos prós e contras. Histórias felizes de tantas pessoas que tiveram a coragem (e crédito, lógico) para ligar para as outras e começarem um relacionamento, uma família. Outras nem tanto, dos que ligam para avisar da blitz da Lei Seca, atrapalhando o trabalho dos profissionais da lei e pondo em risco a vida do amigo. Mas muitas pessoas não conseguem mesmo é “desgrudar” do seu aparelho telefônico, em função da mais nova mania mundial. O Facebook. “Eu sou muito viciada em telefone!”, admite a auxiliar de vendas Gisele Soledade, simpática menina com um moderno aparelho, envolvido pela bela capa de “bichinho”. “Ah, com tantas tecnologias e a possibilidade de conectar com todo mundo… É mesmo viciante, não acha?”, pergunta a menina, meio que justificando a mania. Um belo contraponto com seu Helber de Oliveira, que nunca fez uma ligação sequer em um aparelho móvel. “Nunca liguei em um desses aí. A minha esposa é que liga pra mim”, explica o aposentado, ao lado de dona Célia, que traz um aparelho pendurado no pescoço. “Pra gente que mora na roça é fundamental. Acabei de botar carga agora!”, completa a dona de casa, feliz com o seu aparelho, grande companheiro na vida no campo. O celular já virou parte da família do teresopolitano, no asfalto, no morro e até na roça. E que venham mais quarenta, oitenta, cem anos deste simpático e viciante “bichinho”.

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Anatel: Acesso à internet móvel é maior problema

A Anatel passou a acompanhar o índice de qualidade do serviço no ano passado

– Todas as grandes empresas do setor descumpriram as metas estabelecidas pela Agência, mas não podem ser punidas

 

O primeiro relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com a avaliação trimestral do desempenho das empresas de telefonia celular mostra que o acesso à rede de internet móvel é o principal problema do setor. O resultado desse levantamento leva em consideração dados recolhidos de agosto a outubro de 2012 e serve apenas para acompanhamento da Anatel. Na prática, as empresas não podem ser punidas pelo descumprimento porque só em dezembro de 2012 elas passaram a ser obrigadas a obedecer à meta estabelecida.
De acordo com o relatório, nenhuma das quatro grandes operadoras do país – Oi, Claro, TIM e Vivo –, cumpre a meta estipulada pela agência, de cerca de 98% de sucesso nas tentativas de conexão à rede de dados. O resultado mostra que a rede das empresas não suportava a demanda dos clientes por acesso à internet móvel.

A Anatel chegou a suspender a venda de chips da Claro, Oi e TIM nos estados em que cada empresa era campeã de queixas

Vivo, o pior desempenho

O acesso à rede de dados foi o único dos quatro indicadores acompanhados pela Anatel que as empresas não cumpriram. Nos outros três – acesso à rede de voz (sucesso nas tentativas de fazer chamadas), queda de chamadas e queda de conexões de internet móvel –, as quatro operadores estão dentro das metas.
No caso da Claro, o índice de acesso dos clientes à rede de internet estava dentro da meta em agosto, mas caiu para cerca 93% em setembro e, em outubro, voltou a subir para cerca de 96%, mas ficou abaixo do estabelecido pela agência.
Os dados relativos à Oi mostram que a empresa ficou abaixo da meta durante todo o trimestre, com índice médio de cerca de 96%. Já a TIM tinha cerca de 96% de sucesso nas conexões de dados durante agosto e setembro, mas caiu para cerca de 95% em outubro. Segundo o levantamento da Anatel, o pior desempenho foi da Vivo, que registrou índice de cerca de 93% entre setembro e outubro (o relatório não apresenta o número de agosto para a operadora).

O objetivo do acompanhamento, que vai durar dois anos e terá relatórios trimestrais para acompanhamento da população

Aumento de reclamações

A Anatel passou a acompanhar o índice de qualidade do serviço das operadoras de telefonia celular no ano passado, devido ao aumento das reclamações de clientes dessas empresas. Em julho de 2012, a agência chegou a suspender a venda de chips da Claro, Oi e TIM nos estados em que cada empresa era campeã de queixas. As vendas só foram autorizadas depois que as empresas se comprometeram a realizar investimento na melhoria de suas redes e no atendimento dos usuários. O objetivo do acompanhamento, que vai durar dois anos e terá relatórios trimestrais para acompanhamento da população, é verificar os problemas apresentados pelo setor e exigir das empresas solução para eles.

Tim na liderança

Em dezembro, a Anatel já havia divulgado dados preliminares do relatório que apontavam que a TIM continuava líder em número de reclamações de clientes, mesmo após a medida cautelar que suspendeu a venda de chips da empresa, além de Claro e Oi.
De acordo com a agência, em outubro, três meses depois da suspensão, a TIM foi alvo de pouco mais que 3.500 reclamações de clientes que procuraram o call center da Anatel. Apesar de ainda ser o maior entre as três operadoras, o número de queixas caiu em relação julho, quando foram registradas mais de 4.000. A Claro teve 2.000 reclamações em outubro, pouco abaixo do que havia sido verificado em julho. Já as queixas de usuários contra a Oi caíram de pouco mais de 1.500 em julho para pouco mais de 1.000 em outubro.

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Celular e acidente de trânsito

Secretário Da Luz: campanhas para conscientização dos motoristas

– Guarda Municipal de Teresópolis ainda aposta na conscientização dos motoristas

Uma decisão do Tribunal Federal Regional da 1ª Região pode provocar mudanças nas punições aos motoristas que insistem em falar ao telefone celular enquanto estão dirigindo. Quem provocar um acidente ou atropelar alguém nestas condições vai responder por crime doloso, ou seja, intencional. Agora os réus serão julgados por um júri popular e estarão sujeitos a penas mais severas do que se condenados por um crime culposo, quando não há intenção.
Ao julgar o recurso do administrador de empresas Márcio Assad Cruz Scaff, acusado de ter atropelado e matado a policial rodoviária federal Vanessa Siffert, o juiz da 3ª Turma do TRF-1, Tourinho Neto, considerou que “as provas produzidas até o momento sugerem que o réu assumiu o risco de produzir o resultado [morte da policial]”, mesmo estando dentro dos limites de velocidade permitida.

Acidente com motorista falando ao celular pode dar até 20 anos de prisão

Até 20 anos

Se for condenado pelo crime de homicídio simples, o administrador pode pegar de seis a 20 anos de prisão, em regime fechado. Caso respondesse por crime culposo, estaria sujeito a pena que varia de um a três anos. Além disso, em 2011, o Instituto Nacional do Seguro Social anunciou que passaria a cobrar judicialmente dos motoristas que provoquem acidentes de trânsito dolosos os gastos com benefícios previdenciários pagos às vítimas que tiverem que se afastar do trabalho. A primeira “ação regressiva” de ressarcimento por acidente de trânsito foi ajuizada na Justiça Federal em 3 de novembro, pelo próprio ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves.

Campanhas da Guarda Municipal estão obtendo resultados diretos

Teresópolis: Conscientização

Em Teresópolis a responsabilidade pela fiscalização de trânsito compete aos agentes da Guarda Municipal. A corporação é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, dirigida por Marco Da Luz. Segundo o secretário, antes de punir motoristas pela direção perigosa, a orientação aos guardas é que façam a orientação. “Realmente a Guarda Municipal vem fazendo um trabalho de conscientização. É norma minha e meta de trabalho. Para que possamos mudar o pensamento do nosso motorista e também dos pedestres. Gosto disso, trabalho com prevenção e quero manter isso ao longo de 2013 nesta secretaria. Através de campanhas, de resultados e estatísticas, vamos trabalhar para melhorar o trânsito de Teresópolis”, explica o secretário. Confira a matéria completa em nossa edição impressa. Nas bancas.

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