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Doação de sangue

Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social

Mais que uma doação, um ato de amor para com o próximo.

 

Estiveram participando do programa Super Mais, Dra. Fortunée, responsável técnica pelo Hemonúcleo Municipal de Teresópolis e Rita Valadão, assistente social, para levar um pouco mais de informação sobre a doação de sangue, já que é muito comum as pessoas terem dúvidas e até mesmo muito medo em doar. Foi um bate papo muito esclarecedor e em uma linguagem muito simples que trouxeram inclusive, muitas curiosidades sobre o armazenamento das bolsas de sangue, por exemplo.
A minha primeira pergunta foi sobre a importância desse gesto tão nobre. “A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”, declara a assistente social Rita Valadão.

Já Dra. Fortunée, nos explica que quem doa sangue pode salvar a vida de até 4 pessoas, já que as bolsas de sangue podem ser fracionadas em até 4 hemo componentes. Em Teresópolis, costuma-se fracionar em 2 hemo componentes , plasma e hemácias e em alguns momentos até plaquetas que é outro hemo componente. Não temos substituto para o sangue. “Eu gosto de lembrar que a transfusão de sangue é o primeiro transplante da humanidade,as pessoas tem que encarar como um transplante, da mesma forma que você pode precisar de um rim, fígado ou outro órgão, você pode precisar de sangue para sobreviver”, afirma Dra. Fortunée. “O sangue não é um órgão sólido, é um tecido líquido, mas é um transplante”, conclui.

“A importância da doação de sangue para o receptor, é de viver. Ele depende da doação para viver ou sobreviver a alguma doença”

Mais segura

Hoje em dia ela é mais segura, por conta da experiência ao longo dos anos. O ato de doar sangue e receber vem desde o início do século passado, contudo, nessa época não se conhecia os grupos sanguíneos, que só foi acontecer em 1904. “É tudo muito recente embora seja o mais antigo dos transplantes”, acrescenta a doutora.
O número de doações no país diminuiu consideravelmente nos últimos anos, não se sabe o motivo, porém sabe-se que não tem a ver com a questão de transmissão de doenças pela doação de sangue, uma vez que hoje em dia o procedimento é mais seguro com materiais descartáveis. A questão de divulgação tem sido menos intensa por parte do governo, apesar de existir uma coordenação de sangue do Ministério da Saúde que é muito ativa, mas é um processo lento. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, existe a questão da distância e em vários casos a disponibilidade das pessoas, o que não acontece aqui em Teresópolis com relação á distância, já que o hemonúcleo é bem central. Um dos maiores problemas em se manter um estoque razoável, e que já foi constatado, são as doações que são feitas para alguém em específico, ou seja, uma pessoa vai doar porque o amigo vai operar, ou aconteceu alguma coisa e ele precisa de sangue, “Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée.
Em outros países, principalmente da Europa, existe um desprendimento maior na doação de sangue, eles entendem que é importante para todos, já faz parte da cultura européia. No Brasil, ainda temos muito o que fazer para mudarmos esse quadro.

“Precisamos manter um estoque. Um acidente de carro por exemplo, pode acontecer a qualquer momento, e se não tivermos sangue em estoque a pessoa pode morrer”, afirma Dra. Fortunée

De três em três meses

A doação de sangue pode ser feita de três em três meses, mas é muito comum as pessoas ficarem esperando algum pedido específico para fazerem a doação, aquela velha história de que quando for solicitado, a pessoa doadora já ter feito a doação recentemente e não poder doar em seguida.
O indivíduo pode realizar o procedimento até quatro vezes por ano. A mulher pode doar de três em três meses, e o homem de dois em dois meses, não podendo ultrapassar as quatro vezes por ano.
“A população que pode doar, se o fizesse duas vezes por ano, já estaria de bom tamanho e nosso estoque estaria bom”, afirma Rita Valadão.
A necessidade de se ter um estoque é importante, pois se acontecer alguma coisa de uma hora para outra, o hemonúcleo terá como ajudar. O sangue tem validade de 35 dias sob refrigeração, o plasma tem uma validade maior, mas as plaquetas por exemplo, a validade é de apenas 5 dias. A bolsa de sangue não pode ficar mais do que isso nas geladeiras dos hemonúcleos, e após esse período elas devem ser descartadas.
Segundo Rita Valadão, a primeira coisa que as pessoas tem que ter em mente é a seguinte frase: “hoje vou fazer uma boa ação. As pessoas tem que pensar assim”.

“Uma doação de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas” afirma Dra. Fortunée

Alguns procedimentos

Para a doação de sangue, o doador tem que ter uma boa noite de descanso, não pode ir em jejum, deve tomar um café da manhã porém sem o consumo de gorduras, como o leite, por exemplo. A partir dos 16 anos já se pode doar, contudo, é necessário que o adolescente tenha o termo de consentimento, que é preenchido lá no hemonúcleo, assinado pelos pais e até os 67 anos e 11 meses. É imprescindível que as pessoas que querem doar, sejam comprometidas com as outras pessoas.
Nossa cidade tem a característica de acidentes freqüentes, daí a importância da doação de sangue, pois precisamos estar preparados para atender a essa demanda. O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis tem parceria com o HCT que é pra onde vai o sangue coletado. A solidariedade para com o hemonúcleo é muito grande, além dos doadores de sangue. É importante ressaltar que para a mulher, a menstruação não é impeditivo para doação, desde que ela não esteja anêmica.
Rita nos contou que o hemonúcleo da cidade realiza palestras em algumas escolas para conscientizarem os futuros doadores, e que durante as palestras, os alunos podem tirar dúvidas e conhecer o procedimento, quebrando inclusive alguns tabus muito comuns ao tema.
O Hemonúcleo Municipal de Teresópolis fica na Rua Francisco Sá, 299, ao lado da Receita Federal. O telefone para maiores informações é o 3641-5872
Email: hemotere@yahoo.com.br
Facebook: Hemonucleo de Teresópolis
Funcionamento para doação: de 2ª a 5ªfeira das 08:00h ás 12:00h e as 6as feiras das 08:00h ás 11:30h.

 

 

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Precisa-se de sangue A positivo e O negativo

Rita Valadão, assistente social do Hemonúcleo: Demandas de pacientes fizeram cair os estoques do banco de sangue

– Hemonúcleo convoca doadores para garantir atendimento

 

A demanda de sangue dos tipos A positivo e O negativo esgotou o estoque das duas tipagens no Hemonúcleo Municipal. O banco de sangue está em plena campanha para que doadores, cadastrados ou novos, compareçam para doar e garantir as reservas locais para que sejam mantidos estoques emergenciais. A necessidade atual é para os sangues ‘A’ Positivo e ‘O’ Negativo.
“Neste momento nós estamos precisando especificamente destes dois tipos de sangue. Temos uma demanda no Hospital das Clínicas de Teresópolis de pacientes que precisaram de grandes quantidades desses dois grupos sanguíneos e hoje os estoques estão comprometidos. Precisamos que nossos doadores e doadoras venham. Todos são bem vindos”, convoca a assistente social do Hemonúcleo, Rita Valadão.

Macas vazias: Hemonúcleo Municipal precisa de doadores de sangue A+ e O-

Todos são importantes

Segundo a funcionária pública, toda ajuda neste momento é importante. “Ainda que chegue aqui na nossa triagem e por algum motivo a pessoa for inapta a doar, ela pode ajudar conversando com outras pessoas e convence-las de vir. Todos são importantes nesse movimento”.
Para regularizar a situação do estoque, Teresópolis necessita de pelo menos 45 doadores por dia. A média atual é de apenas 25. Além de atender aos hospitais locais, a unidade também supre cidades vizinhas como Magé, Guapimirim, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro, nos casos de emergência.De acordo com a técnica em enfermagem Maria Norma Mendes, não é fácil estimar uma média de doadores. “Aqui é imprevisível. Hoje (ontem) atendemos oito pessoas. Em alguns dias chegam até dez. Há dias que ninguém aparece”, conta.

 

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Vista a fantasia e doe o seu sangue neste Carnaval

No Carnaval cerca de 50% dos doadores somem dos bancos de sangue

– Hemonúcleo aguarda doadores antes do recesso do período de folia

 

Carnaval é sinônimo de salões cheios, foliões na avenida, gente na estrada e hemonúcleo vazio. O período de folia normalmente causa um esvaziamento no espaço responsável pela coleta de sangue dos doadores de Teresópolis. Na correria e na ansiedade de entrar na festa, muita gente acaba esquecendo de fazer sua doação e ajudar a salvar vidas. Antes de cair na folia, ainda dá tempo de fazer uma doação. Doadores têm até as 11h30 da manhã desta sexta-feira para ir ao Hemonúcleo Municipal e fazer a doação. O posto fica na Rua Francisco Sá, 299, junto ao Centro de Saúde da Várzea. É preciso estar gozando de boa saúde, ter idade entre 16 e 67 anos e não ter comido alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação.
Segundo Rita Valadão, assistente social do Hemonúcleo, épocas de festa normalmente provocam sumiço dos doadores. “Esperamos mesmo que as pessoas que estão engajadas neste movimento de doação de sangue venham nesta sexta-feira, até 11h30, para doar”, convoca.

Rita Valadão, do Hemonúcleo Municipal: Doações ainda podem ser feitas nesta sexta-feira, dia 8

Vista a fantasia da solidariedade

A Campanha encabeçada pelo Hemorio, com apoio do Governo do Estado do Rio e do Governo Federal convoca a população para comparecer aos institutos no período pré-carnaval para doar sangue e manter a média diária de doadores. Também visa alertar a população para os riscos da falta de sangue no período, onde há uma queda de aproximadamente 50% do número de doações. Em grandes centros acontecem campanhas de doação com unidades móveis que vão ao encontro dos doadores. “A campanha chama o povo para a solidariedade, que é importante. Apesar do semblante de alegria dos cartazes, doação de sangue é um assunto sério. Se uma pessoa precisar de sangue e não tiver, não há como comprar. Precisamos demais dos doadores, moças e rapazes, que venham doar para que possamos manter nossos estoques regulares e poder atender, sempre que necessário e quando houver uma emergência. Nesta época acontecem muitos acidentes e são períodos que somos muito acionados”, explica.

Doar sangue não dói e só faz bem. Ao próximo.

Boa saúde

Segundo Rita, para doar sangue é necessário que a pessoa goze de boa saúde, idade entre 16 e 67 anos e mais de 50 quilos. Adolescentes precisam pegar no próprio local da doação um termo de consentimento que será assinado pelo seu responsável. “É importante que o doador saiba que o Hemonúcleo não é um lugar para se examinar o sangue. Quem vem tem que estar consciente que está com a saúde boa e que sabe que não pode colocar em risco a vida de outras pessoas. Doar sangue proporciona uma alegria muito particular pela certeza de que se está salvando e de que aquele sangue será destinado a fazer o bem para uma pessoa que pode estar enferma, sofrendo. Doar traz alegria, dá samba”, conclui.
O hemonúcleo funciona até as 11h30 desta sexta-feira e depois reabre na Quarta-feira de Cinzas, dia 13. Apesar de não ficar aberto para os doadores, haverá um plantão entre os técnicos para fornecer bolsas de sangue para possíveis situações de emergência nos hospitais de Teresópolis.

 

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