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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Mais um protesto contra a lei que prevê prédios de até 20 andares em Teresópolis

Movimento contra a 351/25 foi realizado em frente à sede do governo municipal

Foi realizado em frente ao Palácio Teresa Cristina, sede do governo municipal na Avenida Feliciano Sodré, na Várzea, mais um protesto contra a Lei 351/25 – a que prevê a liberação de prédios de até 60 metros de altura, ou seja, 20 andares, em determinada região do bairro Alto, em Teresópolis. Além de cartazes, faixas, panfletos e adesivos, os manifestantes passaram o abaixo-assinado que pede a revogação da lei. Uma maquete e até um chapéu simulando um ‘espigão’ foram utilizados pelos manifestantes.

“Esse é mais um movimento contra essa lei aprovada no fim do ano passado, um movimento que vem ganhando força a cada dia, onde vários movimentos estão se unindo. Esse é apenas um deles, um movimento grande que vem ganhando mais força; nosso abaixo-assinado já tem 16 mil assinaturas. Essa é uma lei que vai afetar diretamente a cidade, a mobilidade urbana, e por isso as pessoas estão se unindo por um objetivo comum, pelo bem do futuro de Teresópolis”, pontuou a manifestante Mayara Charles, lembrando ainda que “é um movimento apartidário, sem lado político, que uniu muitas ideologias e muitas organizações, pessoas com diferentes objetivos em prol de um tema em comum”.

A vereadora Amanda Albuquerque (Republicanos) também falou à Diário TV que o assunto precisa voltar a ser debatido na Câmara Municipal: “Na votação do projeto, em 09 de dezembro, identificamos vícios no procedimento legislativo, o que temos obrigação de fazer um conserto. O projeto de lei 026, que deu origem a lei 351, teve dois temas dentro, que acabou gerando um conflito em relação ao que foi votado. Identificamos isso e o encaminhamos para análise da mesa diretora”.

A vereadora Amanda Albuquerque (Republicanos) também falou à Diário TV e informou que o assunto precisa voltar a ser debatido na Câmara Municipal. “Identificamos vícios no processo”, pontuou. Foto: Juliana Ludwig / O Diário

O projeto oficial, que indica como seriam os prédios de até 20 andares liberados para o terreno onde por muitos anos funcionou o Cassino Higino, no bairro do Alto, ainda não foi divulgado. Ele tem como sócios empresários e empresas de Teresópolis, como Marcelo Maturano, Construtora BPWL, André da Taco e Dafel.

“Essa é uma lei que vai afetar diretamente a cidade, a mobilidade urbana, e por isso as pessoas estão se unindo por um objetivo comum, pelo bem do futuro de Teresópolis”, pontuou Mayara Charles. Foto: Juliana Ludwig / O Diário
Teresópolis 11/04/2026
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