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Saúde: sem atendimento e ambulância em Guapimirim, adolescente busca HCTCO para realizar parto

Hospital municipal teria informado não ter estrutura para atender parto prematuro e ambulâncias estariam quebradas; médico de plantão teria pago transporte para garantir atendimento

Uma adolescente de 16 anos, em trabalho de parto, precisou ser levada de Uber de Guapimirim até Teresópolis, depois que o hospital municipal da cidade vizinha teria informado não ter estrutura para realizar o atendimento e não dispor de ambulância para transferência. De acordo com o que está sendo divulgado em redes sociais, o caso ocorreu no Hospital Municipal José Rabello de Mello, gerou repercussão entre moradores e foi denunciado pela página ‘PC Repórter’, no Facebook.
Segundo relatos enviados por um seguidor da página nas redes sociais, a jovem chegou ao hospital já em trabalho de parto e com perda de líquido amniótico, o que indicaria uma situação de urgência. Ainda de acordo com o relato, a unidade teria informado que não possuía estrutura para realizar o parto por se tratar possivelmente de um bebê prematuro. A transferência para outra unidade também não teria sido realizada naquele momento porque as ambulâncias responsáveis pelo transporte neonatal estariam quebradas. Sem internação e sem transporte disponível para encaminhamento a outro hospital, a situação gerou apreensão entre familiares e pessoas que estavam no local.
Diante do cenário, o médico de plantão teria decidido ajudar por conta própria e pago uma corrida de aplicativo para que a adolescente e sua mãe seguissem até o Hospital das Clínicas de Teresópolis (HCTCO), onde há estrutura para atendimento obstétrico de maior complexidade. De acordo com as informações mais recentes, a adolescente conseguiu chegar à unidade de saúde, realizou o parto e tanto ela quanto o bebê passam bem.
“O caso levanta questionamentos entre moradores sobre a estrutura da rede municipal de saúde em Guapimirim, especialmente em situações de emergência obstétrica, além da disponibilidade de ambulâncias para transferências hospitalares. O gesto do médico também foi destacado por pessoas que presenciaram a situação, sendo visto como um ato de solidariedade diante da urgência do caso. A reportagem deixa espaço aberto para posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde de Guapimirim e da direção do hospital para esclarecimentos sobre o ocorrido”, divulgou PC Repórter em publicação que teve grande repercussão. Até o final da tarde desta segunda-feira, a prefeitura de Guapimirim não havia se pronunciado sobre o assunto.

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Teresópolis 07/03/2026
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