Cadastre-se gratuitamente e leia
O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
em seu dispositivo preferido

Deputados viram réus e vão continuar presos

Por cinco votos a 0, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região acolheu ontem a denúncia do Ministério Público Federal por corrupção e organização criminosa contra cinco deputados estaduais do Rio de Janeiro, deputados André Corrêa (DEM), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius ?Neskau? (PTB), presos em Bangu, e ainda Chiquinho da Mangueira (PSC), todos agora réus no processo. Os magistrados também decidiram, por 4 votos a 1, pela manutenção das prisões preventivas dos cinco ? Chiquinho da Mangueira segue em prisão domiciliar, e os outros, na cadeia preventivamente.

Por cinco votos a 0, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região acolheu ontem a denúncia do Ministério Público Federal por corrupção e organização criminosa contra cinco deputados estaduais do Rio de Janeiro, deputados André Corrêa (DEM), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius “Neskau” (PTB), presos em Bangu, e ainda Chiquinho da Mangueira (PSC), todos agora réus no processo. Os magistrados também decidiram, por 4 votos a 1, pela manutenção das prisões preventivas dos cinco – Chiquinho da Mangueira segue em prisão domiciliar, e os outros, na cadeia preventivamente.

O MPF na 2ª Região (RJ/ES) os investigou a partir da Operação Furna da Onça e os denunciou em dezembro com mais 24 pessoas, como o ex-governador Sérgio Cabral, ex-deputados e assessores da Assembleia Legislativa (Alerj), ex-secretários de Estado e ex-dirigentes da cúpula do Detran-RJ. Os denunciados sem prerrogativa de foro, incluindo os ex-deputados não reeleitos Coronel Jairo, Edson Albertassi, Jorge Picciani, Marcelo Simão e Paulo Melo, tiveram o processo desmembrado para a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que recebeu essa denúncia em fevereiro, tornando-os réus.

Na denúncia, o MPF demonstrou esquemas de nomeações indevidas e pagamentos de propina na Alerj em troca de apoio aos governos Cabral (2007-2014) e Pezão (2014-2018). Os ex-deputados Jorge Picciani e Paulo Melo (MDB, ambos), ex-presidentes da Assembleia, são considerados pelo MPF líderes da organização criminosa pluripartidária ao lado do ex-governador Cabral, acusado desta vez de oferecer propina a parlamentares (corrupção ativa). Para os investigadores, ficou comprovado um grande esquema de loteamento de cargos e de mão de obra terceirizada em órgãos estaduais como o Detran-RJ.

Mais cedo, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou os pedidos de liberdade dos deputados estaduais julgados pelo TRF-2 nesta quinta-feira, negando a soltura. Os parlamentares pediram liberdade ao STF depois que o Supremo estendeu a imunidade de prisão, prevista na Constituição para parlamentares federais, a deputados estaduais. O pedido teve como base o julgamento realizado pela Corte no último dia 8 de maio.

Tags

Compartilhe:

Teresópolis 22/05/2026
Diário TV Ao Vivo
Mais Lidas

Um ano após queda de muro, moradores do Edifício Granado seguem sem solução

Conheça as curiosas montanhas com nomes de animais na Região Serrana

Programa “Olhar para Todos” leva carreta de oftalmologia à Barra do Imbuí

Progresso social: Teresópolis é quarto melhor município do estado

Seleção inicia reta final de preparação para a Copa na próxima quarta em Teresópolis

WP Radio
WP Radio
OFFLINE LIVE