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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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IA no trabalho deve ser parceira, não mentora

As ferramentas de Inteligência Artificial já dominam os ambientes profissionais por todo o mundo, e as IAs generativas, em especial, têm se tornado centrais na área administrativa das empresas. Já há algum tempo que trabalhadores recorrem a estas ferramentas não apenas para a construção de textos, planilhas ou apresentações, mas também para consultar informações e sanar dúvidas de rotina. As IAs generativas, em termos de relevância e agilidade, já substituíram os famosos “buscadores” tradicionais. Porém, nem tudo são flores, ainda.
Em recente artigo publicado pela Harvard Business Review e comentado pela revista Forbes, especialistas apontam que a utilização desordenada e mal orientada tem trazido prejuízos com retrabalhos, o que, claro, interfere diretamente na produtividade. Vamos direto ao assunto: As IAs generativas trouxeram uma vantagem tremenda para os usuários, facilitando desde a escrita de um e-mail até a conclusão da formatação de uma planilha, ou ainda apresentações complexas. É possível notar, contudo, que parcela significativa dos usuários deixa de lado cuidados básicos na conclusão de seus trabalhos, e é justamente neste ponto que reside o que torna a atividade humana ainda superior: a criatividade e a análise. Ou seja, utilizar ferramentas de IA sem domínio do tema tratado ou do objetivo final do trabalho pode fazer o profissional “passar vergonha”, com resultados incongruentes e parciais. O ideal é que as ferramentas de IA sejam tratadas como parceiras de pensamento e produção, e não como um mentor superior. Daí muitas pessoas ingressam em temas onde não possuem o devido respaldo, confiando todo o resultado a um ente ainda em desenvolvimento.
O artigo elenca cinco ideias fundamentais para líderes e usuários das ferramentas, e são estas: testar as IAs em atividades de baixo risco; definir metas claras (como maior qualidade, rapidez e menos erros); integrar a tecnologia gradualmente, evitando movimentos bruscos na equipe; avaliar constantemente os resultados; e, sobretudo, manter o toque humano, aquilo que dará criatividade e humanidade na relação final. Ou seja, a tecnologia, como sempre, é uma aliada que devemos saber utilizar com a sabedoria humana.

Eustáquio Pereira

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Teresópolis 17/01/2026
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