Rogério Branco *
Comprar na planta ainda vale a pena, desde que o projeto entregue o que promete. Em um cenário de mais informação e cautela, o comportamento de quem compra imóvel mudou, e isso impacta diretamente a forma como o mercado enxerga os empreendimentos na planta.
Se antes a decisão era muitas vezes impulsiva, hoje ela passa por análise, comparação e, principalmente, confiança. O comprador quer entender o projeto, acompanhar a obra e ter segurança de que aquilo que está sendo prometido será, de fato, entregue.
Ainda assim, comprar na planta continua sendo uma estratégia extremamente relevante, especialmente para quem pensa no médio e longo prazo. A possibilidade de valorização ao longo da obra, somada a condições de pagamento mais flexíveis, segue como um dos principais atrativos.
Um exemplo claro disso é o Vibrant, empreendimento que a Gênesis acaba de entregar no bairro de Agriões, que registrou uma valorização superior a 50% desde o seu lançamento, há cerca de três anos. Mas é importante destacar: esse tipo de resultado não é regra; ele só acontece quando há um projeto bem concebido, bem executado e alinhado às demandas reais do mercado.
Esse tipo de desempenho reforça um ponto importante: mais do que o momento econômico, o que realmente pesa na decisão é a credibilidade de quem está por trás do projeto. Empresas que mantêm padrão de entrega, transparência e relacionamento ao longo do processo tendem a gerar mais segurança e, consequentemente, mais valor.
No fim, comprar na planta ainda vale a pena. Mas, hoje, vale principalmente quando a escolha é feita com base em confiança. Porque, mais do que investir em um imóvel, o comprador está investindo em quem vai torná-lo realidade.
- Rogério Branco é CEO da Gênesis Empreendimentos


