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	<title>O Diário de Teresópolis</title>
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	<title>O Diário de Teresópolis</title>
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		<title>Pessoa que invadiu casas na região de Iúcas também agiu em Araras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícias Militar e Civil estão na ‘cola’ de autora de ataques a residências em Teresópolis</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Marcello Medeiros</em></p>



<p>Primeiro, ela age durante a madrugada. Dias depois, a mesma pessoa volta a invadir residências em um horário que aumentam as chances de encontrar alguém após a prática dos crimes de furto, por volta das 19h. Imagens de sistemas de monitoramento de nos bairros Iúcas e Parque São Luiz mostram as criminosas praticadas em diferentes datas no mês de julho. Apurando a história, O Diário foi informado pela PMERJ que, apesar de os vídeos terem ganhado as redes sociais nos últimos dias, as invasões não foram comunicadas à polícia. Porém, delitos semelhantes, praticados por ela no mesmo período, também ocorreram em residências no bairro de Araras que, devidamente comunicados, já estão sendo apurados. Agora, com as novas imagens, as forças de segurança têm mais elementos para solicitar mandado judicial contra tal pessoa – aparentemente uma mulher.<br>Em todos os casos, além de pular muros das residências e ficar cerca de 30 minutos ‘procurando algo para levar’, a semelhança é que os objetos escolhidos geralmente são pequenos e de maior valor – como joias. Afinal, carregar uma televisão nas costas em plena madrugada poderia chamar bastante atenção. Nas imagens que circularam nas redes sociais, as invasões ocorreram no dia 07 de julho, por volta de 0h40, e no dia 25 do mesmo mês, no início da noite, por volta das 19h, e depois, às 22h.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="833" height="464" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zinvestiga-invasao-residencias-3.jpg" alt="" class="wp-image-115980" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zinvestiga-invasao-residencias-3.jpg 833w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zinvestiga-invasao-residencias-3-300x167.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zinvestiga-invasao-residencias-3-768x428.jpg 768w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagens de sistemas de monitoramento de nos bairros Iúcas e Parque São Luiz mostram as criminosas praticadas em diferentes datas no mês de julho. Primeiro, ela age durante a madrugada. Dias depois, a mesma pessoa volta a invadir residências em um horário que aumentam as chances de encontrar alguém após a prática dos crimes de furto, por volta das 19h. Foto: Reprodução</em></figcaption></figure>



<p><strong>Registre e denuncie<br></strong>Para que fatos do tipo sejam devidamente investigados e as responsabilidades imputadas aos seus responsáveis, é preciso que sejam registrados diretamente na 110ª Delegacia de Polícia (Rua Alfredo Rebello Filho, no Alto) ou mesmo virtualmente, no site https://delegaciaonline.pcivil.rj.gov.br . Além disso, a Polícia Reservada do 30º BPM, a P2, recebe anonimamente denúncias que podem levar aos autores e recuperação dos bens através dos telefones 190 e 2742-7755. Ambos os números também funcionam como WhatsApp, com sistema que protege a identidade do denunciante.</p>



<p><br></p>
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		<title>Procon explica ações de fiscalização em restaurantes de Teresópolis</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/procon-explica-acoes-de-fiscalizacao-em-restaurantes-de-teresopolis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coordenador da Região Serrana detalha os critérios adotados durante as inspeções e pontua quando um estabelecimento pode ser interditado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Maria Eduarda Maia</em></p>



<p>A segurança alimentar é uma preocupação que envolve tanto consumidores quanto comerciantes. Para garantir que os alimentos servidos estejam próprios para consumo, o Procon-RJ realiza fiscalizações periódicas em restaurantes da Região Serrana, verificando aspectos como a validade dos produtos e as condições de armazenamento. Mas como esse trabalho é feito na prática? O que é avaliado durante as inspeções? E por que nem toda irregularidade encontrada leva ao fechamento de um estabelecimento? Para esclarecer essas dúvidas, a reportagem do Diário conversou com o coordenador do Procon-RJ na Região Serrana, Rafael Bolsonaro, que explicou como funciona a atuação do órgão e quais critérios são adotados durante as fiscalizações.<br>De acordo com ele, as inspeções têm como foco principal garantir que os produtos oferecidos estejam próprios para consumo. &#8220;Fazemos isso verificando a validade dos produtos e também a forma como eles são armazenados. Muitas vezes o alimento está dentro do prazo de validade, mas é conservado de maneira inadequada, o que também representa risco à saúde e pode causar intoxicações alimentares&#8221;, explica.<br>Além da validade, os fiscais observam as condições de higiene, armazenamento e conservação dos alimentos, verificando se o estabelecimento segue as normas sanitárias e de proteção ao consumidor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes2-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-116022" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes2-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes2-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes2-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes2.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>As inspeções têm como foco principal garantir que os produtos oferecidos estejam próprios para consumo. Foto: O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Fechamento do restaurante<br></strong>Um dos questionamentos mais comuns da população é por que alguns restaurantes autuados continuam funcionando. Segundo o coordenador, isso acontece porque nem toda irregularidade caracteriza uma situação grave. Ele explica que, quando são encontrados apenas problemas pontuais, como um ou poucos produtos vencidos ou armazenados incorretamente, o estabelecimento é autuado, mas não necessariamente interditado. &#8220;O fechamento acontece quando identificamos uma situação mais grave, com grande quantidade de produtos impróprios para consumo ou quando fica evidente que o estabelecimento está agindo de má-fé&#8221;, afirma. Segundo Rafael, na maioria das fiscalizações realizadas na região, mais de 98% dos produtos analisados estão em condições adequadas, sendo registradas apenas irregularidades isoladas.</p>



<p><strong>Caráter educativo<br></strong>Além da atuação punitiva, o Procon destaca que também exerce um papel de orientação junto aos comerciantes. Segundo Rafael Bolsonaro, tanto o Procon quanto a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon) trabalham para que os estabelecimentos compreendam as exigências legais e façam as adequações necessárias. &#8220;O nosso objetivo final é que o consumidor receba um produto de qualidade. Não temos interesse em prejudicar o empresário, fechar estabelecimentos ou aplicar multas por aplicar. O empresário gera empregos e movimenta a economia. O que queremos é que ele respeite o consumidor e cumpra a legislação.&#8221;, pontuou.<br>Ele ressalta, no entanto, que quando as orientações deixam de ser cumpridas e há reincidência nas irregularidades, acompanhadas de denúncias e indícios de má-fé, o órgão adota medidas mais rigorosas, que podem incluir multas e até a interdição do estabelecimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes4-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-116024" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes4-1024x768.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes4-300x225.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes4-768x576.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zfiscalizacao-restaurantes4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Além da validade, os fiscais observam as condições de higiene, armazenamento e conservação dos alimentos, verificando se o estabelecimento segue as normas sanitárias e de proteção ao consumidor. Foto: O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Nomes dos restaurantes autuados<br></strong>Outra dúvida frequente da população é sobre a ausência da divulgação dos nomes dos restaurantes autuados. Segundo o coordenador regional, essa decisão busca evitar prejuízos desproporcionais aos estabelecimentos que cometeram apenas falhas pontuais e que demonstram interesse em corrigir os problemas. &#8220;Quando entendemos que não existe má-fé, procuramos preservar o estabelecimento. A divulgação de um nome pode afetar não apenas o empresário, mas também os empregos gerados direta e indiretamente. Agora, se houver uma situação grave, com má-fé comprovada, interdição e risco ao consumidor, aí sim essa divulgação pode acontecer&#8221;, explica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/znova-unidade-procon3-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-107672" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/znova-unidade-procon3-1024x768.jpeg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/znova-unidade-procon3-300x225.jpeg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/znova-unidade-procon3-768x576.jpeg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/04/znova-unidade-procon3.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8220;O nosso objetivo final é que o consumidor receba um produto de qualidade. Não temos interesse em prejudicar o empresário, fechar estabelecimentos ou aplicar multas por aplicar. O empresário gera empregos e movimenta a economia. O que queremos é que ele respeite o consumidor e cumpra a legislação.&#8221;, pontuou o coordenador do Procon-RJ na Região Serrana, Rafael Bolsonaro. Foto: Maria Eduarda Maia / O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Como denunciar<br></strong>Consumidores que identificarem possíveis irregularidades em restaurantes ou outros estabelecimentos podem procurar o Balcão do Consumidor para registrar denúncias e reclamações. O atendimento é realizado na Avenida Lúcio Meira, nº 256, na Várzea, com todo o suporte para formalizar denúncias. &#8220;Lá nós temos toda a assistência necessária para receber suas denúncias e reclamações, assim como advogados, assistência social, psicológica, gratuita para receber toda a população.&#8221;, concluiu Rafael Bolsonaro.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Faetec Teresópolis prorroga prazo de matrículas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido aos eventos climáticos recentes no estado do Rio de Janeiro, foi alterado o calendário de matrículas e aulas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A unidade da Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) em Teresópolis prorrogou o prazo de matrículas para os cursos oferecidos neste semestre. A mudança no calendário foi adotada em razão dos recentes eventos climáticos que atingiram o estado do Rio de Janeiro, alterando também as datas para ocupação de vagas remanescentes e o início das aulas.<br>Os candidatos aprovados no sorteio têm até a próxima segunda-feira, 3 de agosto, para efetuar a matrícula. O atendimento acontece das 8h às 19h30. Já o período destinado ao preenchimento das vagas ociosas será realizado entre os dias 5 e 7 de agosto, também das 8h às 19h30. O início das aulas foi remarcado para 10 de agosto. Para realizar a matrícula, é necessário apresentar RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de escolaridade.<br>O Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), abriu 45 mil vagas em cursos gratuitos de Formação Inicial e Continuada (FIC) na modalidade de Educação a Distância (EaD) e também presencial em todo o estado. Para Teresópolis, foram oferecidas 958 vagas. CETEP Teresópolis funciona no antigo CIEP da Barra, na Avenida Presidente Roosevelt. As oportunidades são voltadas para quem deseja se qualificar para o mercado de trabalho e ampliar conhecimentos em áreas como gestão, beleza, tecnologia, inovação e língua estrangeira, entre outros.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estado deposita em agosto o pagamento do Piso Nacional para professores</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/estado-deposita-em-agosto-o-pagamento-do-piso-nacional-para-professores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida garante pagamento do valor mínimo previsto em lei para matriculados na Seeduc</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Estado depositará em agosto o pagamento complementar para assegurar o valor mínimo do Piso Salarial Nacional para os professores da Secretaria de Educação. A medida foi regulamentada por decreto, publicado no início de julho, e estabelece o repasse do valor aos docentes, sempre que necessário, para alcançar a base da categoria.<br>Os ajustes na folha de pagamento de julho, referentes à complementação e à recomposição salarial, estão sendo implementados de forma gradual para viabilizar o crédito dos valores em agosto. Para isso, as secretarias de Estado de Planejamento e Gestão e de Educação trabalham com uma folha suplementar, com previsão de crédito no mesmo dia do pagamento da folha.<br>A medida também se aplica aos professores contratados, conforme a carga horária efetivamente cumprida, além de inativos e pensionistas com reajustes vinculados à paridade de remuneração. Os professores com carga horária de 40 horas semanais receberão o valor necessário para complementar o piso de R$ 5.130,63. Para aqueles com carga horária inferior, o cálculo será feito de forma proporcional.<br>A complementação não terá reflexo sobre outras verbas remuneratórias ou indenizatórias, com exceção dos triênios. O decreto, com efeitos financeiros a 1 de janeiro de 2026, se estende a professores contratados, de acordo com a carga horária efetivamente cumprida, e aos inativos e pensionistas com reajustes vinculados à paridade de remuneração.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Saúde: veja como proceder juridicamente em caso de erro médico em situações não evidentes</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instrumento reconhecido pelo STJ busca reparação em ocasiões em que a falha profissional retira do paciente uma oportunidade real de um melhor desfecho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Luiz Bandeira</em></p>



<p>Em casos envolvendo possíveis erros médicos, nem sempre a relação entre a conduta do profissional e o dano sofrido pelo paciente aparece de forma direta. Em algumas situações, a falha não provoca imediatamente a morte ou a invalidez, mas pode retirar da pessoa uma oportunidade concreta de tratamento, recuperação ou até mesmo de uma sobrevida com mais qualidade. É nesse contexto que surge a chamada ‘Teoria da Perda de uma Chance’, um importante instrumento da responsabilidade civil contemporânea. O tema foi abordado pela advogada Rafaela Rubi, do escritório Monteverde e Miller Advogados Associados, que explicou que o erro médico, tradicionalmente, costuma ser associado a situações evidentes, como a aplicação de uma medicação incorreta, o esquecimento de um objeto durante um procedimento cirúrgico ou uma lesão causada diretamente pela atuação profissional. “Nesses cenários, a responsabilidade civil é mais direta, porque existe uma ligação clara entre a conduta e o dano causado. Mas a prática médica e a rotina dos tribunais mostram que existem situações mais complexas, em que essa relação não é tão evidente”, explicou a advogada.<br>Segundo Rafaela, a ‘Teoria da Perda de uma Chance’ é aplicada justamente nesses casos em que não é possível afirmar, com certeza absoluta, que a falha médica causou diretamente o resultado final, mas existem elementos que indicam que aquela conduta retirou do paciente uma possibilidade real de melhora.</p>



<p><strong>Atraso no diagnóstico ou tratamento<br></strong>Um dos exemplos apresentados pela especialista é o de pacientes com doenças graves que enfrentam demora na realização de exames, na avaliação dos resultados ou no início de um tratamento. Mesmo diante de uma enfermidade de difícil controle, a demora ou a omissão podem influenciar no agravamento do quadro. “Nesse modelo tradicional, muitas vezes o profissional poderia alegar que o falecimento ocorreu em razão da própria doença. A ‘Teoria da Perda de uma Chance’ muda essa lógica: o foco deixa de ser apenas o resultado final, como a morte ou a invalidez, e passa a ser a oportunidade que foi perdida pelo paciente”, explicou. Nesse sentido, o dano indenizável não é necessariamente a perda da vida ou da cura, mas a retirada de uma possibilidade concreta de um tratamento mais eficaz, uma recuperação ou uma condição melhor de sobrevivência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="686" src="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zadvogado-erro-hospitalar-2-1024x686.jpg" alt="" class="wp-image-116012" srcset="https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zadvogado-erro-hospitalar-2-1024x686.jpg 1024w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zadvogado-erro-hospitalar-2-300x201.jpg 300w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zadvogado-erro-hospitalar-2-768x514.jpg 768w, https://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2026/07/zadvogado-erro-hospitalar-2.jpg 1265w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>De acordo com a advogada, para que exista direito à indenização, essa oportunidade perdida precisa ser comprovada, já que, segundo entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça, não basta uma hipótese ou uma simples expectativa. Foto: Luiz Bandeira / O Diário</em></figcaption></figure>



<p><strong>Chance precisa ser real e comprovada<br></strong>A advogada destaca que a aplicação dessa teoria não ocorre de forma automática. Segundo entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a chance perdida precisa ser real, séria e comprovável, não podendo ser baseada apenas em uma expectativa ou hipótese. “Não se indeniza uma esperança frustrada, mas uma probabilidade que foi interrompida por uma conduta inadequada, uma demora ou uma omissão”, ressaltou Rafaela.<br>Embora a ‘Teoria da Perda de uma Chance’ não esteja descrita com esse nome no Código Civil, sua aplicação encontra fundamento em dispositivos relacionados à responsabilidade civil, como os artigos 186, 402 e 927 do Código Civil, além do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p><strong>Documentos e orientação jurídica são fundamentais<br></strong>Para familiares de pacientes que passaram por situações desse tipo, a busca por orientação especializada pode ser determinante. A análise entre uma evolução natural da doença e uma possível falha profissional exige conhecimento técnico e avaliação detalhada. “É uma linha muito tênue entre a fatalidade da doença e a falha médica. Por isso, é necessário analisar documentos, laudos periciais, receitas, exames e todo o histórico do tratamento”, afirmou a advogada.<br>A especialista reforça que a teoria representa uma evolução do Direito Médico ao reconhecer que o tempo e a técnica são elementos fundamentais para o paciente. “Ela impede que uma fatalidade seja utilizada como justificativa para uma possível negligência profissional, reconhecendo que uma oportunidade perdida também pode representar um dano que precisa ser reparado”, concluiu.<br>A orientação é que pacientes e familiares que suspeitem de uma situação envolvendo possível perda de uma chance busquem avaliação jurídica especializada para verificar se o caso atende aos critérios necessários para uma eventual ação de reparação.</p>



<p><br></p>
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		<title>Unidade Móvel de Saúde percorrerá comunidades da zona rural de Teresópolis em agosto</title>
		<link>https://netdiario.com.br/noticias/unidade-movel-de-saude-percorrera-comunidades-da-zona-rural-de-teresopolis-em-agosto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eduarda Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Teresópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Teresópolis RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consultas médicas e atendimento odontológico serão oferecidos em nove localidades a partir do dia 3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Unidade Móvel de Saúde da Prefeitura de Teresópolis voltará a percorrer o interior do município em agosto para ampliar o acesso da população aos serviços básicos de saúde. A partir da próxima segunda-feira (03), equipes da Secretaria Municipal de Saúde estarão em comunidades da zona rural oferecendo consultas médicas e atendimento odontológico em um calendário que se estende até o dia 31 e contempla nove localidades.<br>Os atendimentos médicos serão realizados das 9h às 16h, enquanto o consultório odontológico funcionará das 9h às 15h. A programação foi organizada para atender, em sistema de rodízio, comunidades mais distantes da área urbana, reduzindo a necessidade de deslocamento dos moradores em busca de assistência.</p>



<p>O roteiro começa pelo Brejal e segue por Providência, Andradas, Três Córregos e Fischer na primeira semana do mês. Na sequência, a unidade passa por Mottas, Cruzeiro, Vale Alpino, Sebastiana e Campo Limpo, repetindo o circuito ao longo de agosto e encerrando o cronograma com um novo atendimento no Brejal, no dia 31. A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que o calendário poderá sofrer alterações em função de necessidades operacionais ou condições climáticas.</p>



<p><strong>CONFIRA O CALENDÁRIO DE ATENDIMENTOS</strong></p>



<p>Atendimento odontológico: das 9h às 15h<br>Atendimento médico: das 9h às 16h</p>



<p>Primeira semana<br>03/08 (segunda): Brejal<br>04/08 (terça): Providência<br>05/08 (quarta): Andradas<br>06/08 (quinta): Três Córregos<br>07/08 (sexta): Fischer</p>



<p>Segunda semana<br>10/08 (segunda): Mottas<br>11/08 (terça): Cruzeiro<br>12/08 (quarta): Vale Alpino<br>13/08 (quinta): Sebastiana<br>14/08 (sexta): Campo Limpo</p>



<p>Terceira semana<br>17/08 (segunda): Brejal<br>18/08 (terça): Providência<br>19/08 (quarta): Andradas<br>20/08 (quinta): Três Córregos<br>21/08 (sexta): Fischer</p>



<p>Quarta semana<br>24/08 (segunda): Mottas<br>25/08 (terça): Cruzeiro<br>26/08 (quarta): Vale Alpino<br>27/08 (quinta): Sebastiana<br>28/08 (sexta): Campo Limpo</p>



<p>Quinta semana<br>31/08 (segunda): Brejal</p>



<p>Importante: A Secretaria Municipal de Saúde informa que o cronograma está sujeito a alterações ao longo do mês.</p>
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		<title>O direito à moradia é para todos. Mas não “no meu quintal”</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/o-direito-a-moradia-e-para-todos-mas-nao-no-meu-quintal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O déficit habitacional é um dos maiores desafios das cidades brasileiras. Milhões de famílias sonham com a casa própria, jovens adiam a independência porque não conseguem comprar ou alugar um imóvel, e trabalhadores são obrigados a morar cada vez mais longe do emprego porque não encontram opções acessíveis onde há infraestrutura, serviços e oportunidades. Quase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O déficit habitacional é um dos maiores desafios das cidades brasileiras. Milhões de famílias sonham com a casa própria, jovens adiam a independência porque não conseguem comprar ou alugar um imóvel, e trabalhadores são obrigados a morar cada vez mais longe do emprego porque não encontram opções acessíveis onde há infraestrutura, serviços e oportunidades. Quase ninguém discorda de que é preciso construir mais moradias. O problema aparece quando essas moradias são planejadas perto de onde vivem as pessoas que mais influenciam o debate público. Basta surgir um novo empreendimento para aparecer uma lista de argumentos: vai aumentar o trânsito, sobrecarregar os serviços públicos, desvalorizar imóveis, mudar o perfil do bairro ou comprometer a qualidade de vida. Muitas dessas preocupações são legítimas. Nenhuma cidade deve crescer sem planejamento. É indispensável discutir mobilidade, saneamento, preservação ambiental e a capacidade da infraestrutura para atender novos moradores.</p>



<p>Mas nem toda resistência nasce dessas preocupações. Em muitos casos, o que realmente incomoda não é o prédio. É quem poderá morar nele. Esse comportamento tem até um nome. No urbanismo, ele é conhecido como NIMBY, sigla para a expressão inglesa Not In My Backyard — “não no meu quintal”. O conceito descreve pessoas que defendem uma determinada causa em tese, mas rejeitam que ela aconteça perto de onde vivem. Quando o assunto é habitação, o NIMBY aparece de forma muito clara. Defende-se a necessidade de mais moradias, mas não se aceita um empreendimento de interesse social no próprio bairro. Reconhece-se que os jovens precisam de imóveis mais acessíveis, mas eles devem ser construídos em outra região da cidade. </p>



<p>Concorda-se que o déficit habitacional é um problema, desde que a solução fique longe da própria janela. Essa postura contribui para cidades cada vez mais segregadas.Enquanto os bairros mais valorizados concentram infraestrutura, comércio, serviços e oportunidades, quem tem menor renda acaba sendo empurrado para regiões cada vez mais distantes. O resultado é conhecido: mais tempo no transporte, maior custo de deslocamento e menos acesso às oportunidades que a própria cidade oferece.</p>



<p>A pergunta é inevitável: se essas moradias não podem ser construídas onde há infraestrutura, emprego e serviços, onde essas pessoas deverão morar? No fundo, a discussão não é apenas sobre prédios. É sobre como queremos que nossas cidades se desenvolvam. Uma cidade saudável reúne pessoas de diferentes realidades, fortalece o comércio local, amplia oportunidades e permite que novas gerações continuem vivendo onde nasceram. Isso não significa defender construções sem critérios. Pelo contrário. É preciso exigir planejamento, infraestrutura, mobilidade, áreas verdes e respeito às características de cada bairro. Mas também é preciso reconhecer que toda cidade está em constante transformação.</p>



<p>Novas famílias se formam, jovens buscam independência, pessoas chegam para trabalhar e outras desejam permanecer perto de suas raízes. Se não houver espaço para elas, a consequência será uma cidade cada vez mais cara e menos acessível para quem sempre viveu nela. Talvez a pergunta mais importante seja esta: se concordamos que todos têm direito à moradia, onde ela deve ser construída? Essa resposta exige mais do que dizer “sim” ou “não” a um empreendimento. Exige planejamento, responsabilidade e disposição para pensar a cidade como um espaço que pertence a todos. O verdadeiro desafio não é escolher entre preservar a cidade ou permitir que ela cresça. É encontrar um equilíbrio para que ela continue sendo um lugar onde diferentes pessoas possam viver, trabalhar e construir suas histórias.</p>



<p></p>
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		<title>Aposentadoria rural: quem tem direito e como comprovar o tempo de trabalho?</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/aposentadoria-rural-quem-tem-direito-e-como-comprovar-o-tempo-de-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria rural é um dos principais benefícios destinados aos agricultores, especialmente aqueles que exerceram suas atividades ao longo da vida em regime de economia familiar.Apesar de ser um direito amplamente previsto na legislação previdenciária, ainda existem muitas dúvidas sobre seus requisitos e, principalmente, sobre a forma correta de comprovação da atividade rural.A legislação reconhece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A aposentadoria rural é um dos principais benefícios destinados aos agricultores, especialmente aqueles que exerceram suas atividades ao longo da vida em regime de economia familiar.<br>Apesar de ser um direito amplamente previsto na legislação previdenciária, ainda existem muitas dúvidas sobre seus requisitos e, principalmente, sobre a forma correta de comprovação da atividade rural.<br>A legislação reconhece como segurado especial o trabalhador rural que exerce atividade individualmente ou com sua família, sem a utilização de empregados permanentes. Essa categoria inclui pequenos produtores rurais, bem como aos trabalhadores que retiram da terra o sustento do núcleo familiar.<br>Para ter direito à aposentadoria rural por idade, é necessário cumprir dois requisitos, o primeiro deles: A idade mínima, que para os homens é de 60 (sessenta) anos e para as mulheres 55 (cinquenta e cinco) anos.<br>O legislador leva, em consideração as condições desgastantes do trabalho no campo, e assim, como nas aposentadorias especiais dos trabalhadores urbanos, há uma redução quanto a idade mínima, afim de compensar o período de grande exposição as ações do tempo, esforços físicos intensos, entre outras dificuldades enfrentadas ao longo dos anos.<br>O segundo requisito, é a parte mais difícil, mas não impossível, a comprovação da atividade rural.<br>Nestes casos é necessário comprovar o exercício da atividade rural por período equivalente à carência exigida, que corresponde, a 180 meses no mínimo, e não possuir anotações de contratos na carteira de trabalho (CTPS), e não possuir empresas, ou ser MEI – mesmo que cumulativamente.<br>Para esta aposentadoria, é necessária a dedicação exclusiva a atividade rural. Se houver períodos prenotados no extrato de contribuição (CNIS), descaracteriza a natureza de aposentadoria especial rural e torna-se uma aposentadoria de outra natureza, conhecida como híbrida, somando os períodos de atividade rural e período urbano, com o intuito de atingir a carência mínima exigida, entretanto nesta modalidade a idade sofre alterações, de 55 para 62 (sessenta e dois) anos para as mulheres e de 60 para 65 (sessenta e cinco) anos para os homens.<br>A comprovação do trabalho rural é o ponto mais sensível do processo. O INSS exige início de prova material, ou seja, documentos que indiquem a atividade exercida à época.<br>Entre eles, destacam-se certidões públicas, contratos rurais, notas fiscais de produção, declarações entre outros que comprovam a atividade desenvolvida.<br>A maior dificuldade do produtor é reunir estes documentos, quando questionados quanto a possibilidade de apresentação de alguns destes citados, a maioria responde que: “nunca guardou”, que “jamais pensou que fosse precisar” e em alguns casos ou até mesmo afirmam que já “queimaram” essas provas, por falta de conhecimento.<br>A falta de informação quanto a reunião destes documentos, traz grandes prejuízos, mesmo com a possibilidade de mais do que 120 documentos que podem ser usados como prova material da atividade rural desenvolvida ao longo de mais de 40 anos!<br>A ausência de documentação adequada é uma das principais causas de indeferimento do benefício. Por isso, a organização e a reunião prévia dos documentos são essenciais.<br>A solicitação administrativa, pode ser realizada pelo próprio produtor rural, através do seu aplicativo – MEU.INSS – utilizando a sua senha GOV.BR para validar o acesso.<br>Entretanto é importante ter conhecimento técnico de que, se o processo administrativo não for bem estruturado, poderá ser indeferido e ao solicitar em esfera judicial, os pagamentos em atraso, desde o protocolo (DER) serão negados, de acordo com julgados já consolidados.<br>E se mesmo com a apresentação dos documentos de forma correta, o pedido for indeferido, é importante ter um advogado especialista para a realização do processo judicial.<br>A aposentadoria rural é um direito a todo trabalhador, que se dedicou exclusivamente ao labor no campo, mas depende diretamente da correta comprovação da atividade exercida ao longo dos anos.</p>



<p><strong>Lais Schuenck da Cunha<br></strong><em>OAB/RJ 213.271<br>Especialista em Direito Previdenciário<br>Presidente da Comissão em Direito Previdenciário de Teresópolis<br>escritoriolaiscunha@gmail.com</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como seu hotel deve ser lembrado por seus clientes?</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/como-seu-hotel-deve-ser-lembrado-por-seus-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que um lugar para dormir, um hotel deve ser uma experiência marcante.. Uma memória afetiva. Uma história que continua sendo contada mesmo depois do check-out Quando alguém se lembra de uma viagem, nem sempre recorda o tamanho do quarto, a marca da televisão ou os detalhes da estrutura. Lembra-se de como foi tratado. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais do que um lugar para dormir, um hotel deve ser uma experiência marcante.<br>. Uma memória afetiva<br>. Uma história que continua sendo contada mesmo depois do check-out</p>



<p>Quando alguém se lembra de uma viagem, nem sempre recorda o tamanho do quarto, a marca da televisão ou os detalhes da estrutura. Lembra-se de como foi tratado. De como se sentiu. Das pessoas que conheceu, dos sabores que experimentou e das experiências que viveu.</p>



<p>É aí que começa o verdadeiro legado de um hotel!</p>



<p>Seu hotel deve ser lembrado pela hospitalidade genuína, aquela que acolhe com alma e não apenas com estrutura:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pelo sorriso sincero na recepção</li>



<li>Pelo cuidado da equipe de governança</li>



<li>Pela conversa gentil durante o café da manhã</li>



<li>Pela atenção de um colaborador que percebe uma necessidade antes mesmo que o hóspede precise pedir</li>
</ul>



<p>Cada profissional é um embaixador da marca e da experiência que o hotel deseja proporcionar.</p>



<p>Por isso, investir em pessoas, treinamento e cultura de atendimento não é apenas uma decisão operacional. É uma estratégia para construir relacionamentos e memórias.<br>O hóspede pode esquecer muitos detalhes da sua hospedagem, mas dificilmente esquecerá como foi tratado.</p>



<p>O hotel também pertence ao destino</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um hotel não existe isoladamente</li>



<li>Ele faz parte de uma cidade, de uma comunidade e de um território<br>Por isso, deve ser lembrado também pela sua capacidade de gerar impacto positivo onde está inserido.</li>
</ul>



<p>Valorizar produtores locais, contratar profissionais da região, comprar de pequenos fornecedores, apoiar artistas e artesãos e promover a cultura do destino são maneiras de fortalecer a economia local e criar pertencimento.</p>



<p>Um hotel verdadeiramente integrado à comunidade não é apenas um empreendimento que está naquele lugar.<br>Ele faz parte daquele lugar.<br>E pode fazer com que moradores e visitantes tenham orgulho de sua existência.</p>



<p>A gastronomia também é uma poderosa ferramenta para criar memórias.<br>Um sabor pode despertar lembranças. Uma receita pode contar a história de uma família. Um ingrediente pode apresentar ao visitante a identidade de uma região.</p>



<p>Por isso, valorizar a gastronomia local é muito mais do que oferecer uma boa refeição. É transformar o paladar em uma porta de entrada para a cultura do destino.</p>



<p>O mesmo vale para a sustentabilidade.<br>Um hotel pode ser lembrado pelo respeito ao meio ambiente, pela redução de desperdícios, pelo uso responsável da água e da energia, pela preservação dos recursos naturais e pela preocupação com as futuras gerações.</p>



<p>Sustentabilidade não deve ser apenas um discurso.<br>Precisa estar presente nas decisões e nas atitudes do dia a dia.</p>



<p>O que permanece depois do check-out?</p>



<p>Talvez essa seja uma das perguntas mais importantes que um hoteleiro pode fazer.<br>O que permanece quando o hóspede vai embora?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma fotografia?</li>



<li>Uma avaliação positiva?</li>



<li>Uma recomendação?</li>



<li>Ou uma memória que permanecerá por muitos anos?</li>
</ul>



<p>Um hotel pode proporcionar muito mais do que hospedagem.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode despertar curiosidade</li>



<li>Promover conhecimento</li>



<li>Valorizar uma cultura</li>



<li>Aproximar pessoas</li>



<li>Proporcionar descanso</li>



<li>Inspirar</li>



<li>E, quem sabe, fazer alguém voltar para casa um pouco diferente de quando chegou</li>
</ul>



<p>Porque viajar não é apenas mudar de lugar.<br>É, muitas vezes, permitir-se mudar por dentro.</p>



<p>Daqui a alguns anos, o hóspede talvez não se lembre exatamente da cor da parede do quarto ou de todos os detalhes da estrutura.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mas poderá se lembrar do funcionário que o recebeu.</li>



<li>Do café da manhã especial</li>



<li>Da experiência inesperada</li>



<li>Do sabor que descobriu</li>



<li>Da história que ouviu</li>



<li>Da paisagem que contemplou</li>



<li>E da sensação de ter sido verdadeiramente acolhido</li>
</ul>



<p>É nesse momento que entendemos que o legado de um hotel vai muito além de sua estrutura física.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Está nas histórias que ajudou a construir</li>



<li>Nas pessoas que desenvolveu</li>



<li>Nos negócios locais que fortaleceu</li>



<li>Na cultura que valorizou</li>



<li>Na natureza que preservou</li>



<li>E nas memórias que deixou</li>
</ul>



<p>Porque hotéis excepcionais não vivem apenas de reservas.<br>Vivem de reputação, confiança, pertencimento e recomendações.</p>



<p>O melhor hotel não é necessariamente aquele de que o hóspede se lembra por ter sido o mais luxuoso.<br>É aquele de que ele se lembra por ter feito diferença.</p>



<p>Por isso, deixo uma pergunta para você, hoteleiro:</p>



<p>Se seu hotel fechasse amanhã, o que faria falta para seus hóspedes, seus colaboradores e para a comunidade?</p>



<p>A resposta pode revelar muito sobre o verdadeiro valor do seu empreendimento.</p>



<p>Se você deseja que seu hotel seja reconhecido não apenas pela estrutura que oferece, mas pela experiência que entrega e pelo legado que constrói, posso ajudar.</p>



<p>Meu trabalho é analisar o empreendimento com um olhar de fora, identificar oportunidades, aprimorar processos, capacitar equipes e desenvolver estratégias para elevar o nível da hospitalidade e transformar boas experiências em resultados duradouros, tudo com absoluto sigilo.</p>



<p>Também atuo na compra, venda e arrendamento de hotéis e pousadas, unindo minha experiência em operação hoteleira à análise estratégica do negócio.</p>



<p>Porque um hotel pode vender quartos.<br>Mas um grande hotel constrói histórias.<br>E histórias bem construídas permanecem!</p>



<p>Até o próximo check-in de boas ideias.</p>



<p><strong>Gilberto Luiz Braga<br></strong><em>Consultor em Hospitalidade, Turismo e Serviços<br>Especialista em Estratégias Operacionais.<br>LinkedIn: Gilberto Luiz Braga<br>E-mail: gilbertolabraga@gmail.com</em></p>
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		<title>As nossas máscaras profissionais</title>
		<link>https://netdiario.com.br/artigos/as-nossas-mascaras-profissionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário TV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhar é uma realidade que não conseguimos evitar. Desde logo cedo, crescemos ouvindo aquela clássica pergunta: &#8220;O que você vai ser quando crescer?&#8221;. Ela envolve a beleza da imaginação infantil com a pressão por ter que decidir o futuro logo cedo. Até na Bíblia, por exemplo, vemos o apóstolo Paulo dizer que o trabalho está [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trabalhar é uma realidade que não conseguimos evitar. Desde logo cedo, crescemos ouvindo aquela clássica pergunta: &#8220;O que você vai ser quando crescer?&#8221;. Ela envolve a beleza da imaginação infantil com a pressão por ter que decidir o futuro logo cedo. Até na Bíblia, por exemplo, vemos o apóstolo Paulo dizer que o trabalho está ligado ao direito de comer.<br>Ao longo da nossa vida, a gente vai construindo uma &#8220;máscara&#8221; para conviver em sociedade. Ela serve para nos ajudar a respeitar as regras dos grupos, seja do condomínio ou da igreja. E é justamente aqui que entra o foco deste texto: as máscaras que usamos no trabalho, no mundo corporativo.<br>Não é à toa que o trabalho é a realidade social causadora da maioria dos pedidos de afastamento por problemas de saúde mental. Com a chegada de novas regras, como a NR1, o assunto ganhou destaque. Canais de tevê, internet e podcasts debatem o tema, cobrando das empresas programas educativos e condições de trabalho mais saudáveis, ou ainda, menos tóxicos.<br>Para falar das máscaras, vamos beber da psicanálise, especialmente para Donald Winnicott. Mas vale lembrar: para muitos, essa &#8220;máscara&#8221; nada mais é do que educação e bom senso. É aquela simpatia básica, como dar “bom dia” e “obrigado” para aquele colega de trabalho de quem a gente não gosta muito.<br>Winnicott chama isso de &#8220;falso self&#8221;, ou uma defesa inconsciente que criamos desde pequenos, conforme alguns níveis, desde o saudável, que é esta nossa capacidade de viver bem em sociedade, até o patológico, que é anular-se para caber nos moldes alheios, apagando quem realmente somos.<br>E no mundo corporativo atual, da “Revolução 4.0”, das pessoas transformadas em simples engrenagens onde o afeto e a transparência somem, quem é mais sensível sofre ainda mais com esse peso.<br>Para alguns analistas, a culpa é dividida. As empresas precisam criar ambientes menos tóxicos e líderes mais humanos para que os funcionários não “quebrem” no meio do caminho. Por outro lado, cabe a cada funcionário fazer uma autoavaliação, cuidar da própria saúde e buscar atividades que ajudem no processo de restauração. Afinal, não adianta uma empresa estruturada se a própria pessoa vive em ambientes tóxicos ou tem hábitos destrutivos.<br>No fim das contas, a responsabilidade é de todo mundo.</p>
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