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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Acesso de personal trainer em academias poderá ser liberado

Projeto em discussão na Alerj quer garantir acompanhamento de clientes

Os personal trainners poderão entrar em qualquer academia de ginástica para acompanhar seus clientes. É o que determina o projeto de lei 1.352/16, do deputado Milton Rangel (DEM), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última quinta-feira (01), em primeira discussão. O texto ainda será votado em segunda discussão e, se aprovado, será encaminhado para o governador Luiz Fernando Pezão.
Para entrar nas academias em que seus clientes estão matriculados, os personal trainners deverão apresentar a carteira de identidade profissional do Conselho Regional de Educação Física. As academias poderão cobrar do personal trainers, mediante formalização em contrato. O texto também determina que as academias não serão responsabilizadas pelos atos desses profissionais de educação física. O descumprimento da norma pode acarretar multa à academia no valor da mensalidade paga pelos clientes. Milton Rangel afirma que muitas vezes esses profissionais são impedidos de trabalhar.
GALÕES D´ÁGUA – A utilização de filmes plásticos que envolvam a parte externa de garrafões retornáveis de água mineral, de dez ou 20 litros, poderá ser proibida. É o que determina o projeto de lei 3.446/17, da deputada Lucinha (PSDB), que a Alerj aprovou em segunda discussão também na quinta-feira. A proposta seguirá para o governador Luiz Fernando Pezão que terá até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a norma. De acordo com o texto, as empresas envasadoras terão um prazo de 30 dias para se adaptar à regra. O descumprimento poderá acarretar as punições previstas no Código de Defesa do Consumidor. O objetivo, segundo a autora, é melhorar a visualização da água e evitar a contaminação da água com componentes químicos dos filmes plásticos. “Esse projeto dá continuidade ao trabalho que a gente vem fazendo pela Comissão de Segurança Alimentar com a distribuição de água para o consumo. É muito comum que as empresas coloquem nessas embalagens o filme plástico e aí o consumidor não consegue ver a transparência da água e avaliar sua qualidade”, explicou Lucinha.

 

 

 

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Edição 21/05/2024
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