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Alerj registra casos de fome, desemprego e falta de recursos em Teresópolis

Data: 04/05/2021

Fome, desemprego e falta de acesso ao abastecimento de água foram os problemas emergenciais identificados pela representante da Alerj - Divulgação Alerj

A Comissão Especial de Combate à Miséria e à Pobreza Extremada Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) visitou, na última sexta-feira, 30, algumas comunidades de Teresópolis. O objetivo é ouvir moradores sobre suas necessidades e fazer a interlocução com a administração municipal e o governo do estado para viabilizar soluções. O grupo foi ao aterro sanitário da cidade e às comunidades Fisher e complexo de São Pedro. Fome, desemprego e falta de acesso ao abastecimento de água foram os problemas emergenciais identificados. “Nosso papel é ouvir as pessoas, compreender os seus problemas, e construir com elas as ações para tentar corrigi-los. Desde já poderemos articular ações emergenciais. Para além da gravidade dos problemas estruturais, percebi a dor que essas pessoas enfrentam por sua invisibilidade, pelo sentimento de total abandono”, disse a presidente da Comissão, deputada Renata Souza (PSol), ao final das visitas, acompanhada por lideranças comunitárias e representantes de ONGs.
Após a visita, a deputada se reuniu com o prefeito da cidade, Vinicius Claussen, e os secretários municipais de Desenvolvimento Social, da Mulher, de Trabalho e Renda e de Administração. A Prefeitura se comprometeu a criar, em articulação com o governo estadual, uma cozinha comunitária na comunidade Fischer. Também se comprometeu a criar uma política de apoio a ações solidárias com recursos municipais de combate à fome e pelo aumento da empregabilidade. A administração municipal também concordou em priorizar o emprego de moradores de favelas e comunidades nos programas sociais do município. Foi proposto ainda que a prefeitura amplie a participação das mulheres no acesso ao emprego e ao aluguel social. Comissão Especial pretende incentivar a adoção dessas políticas em todo o estado.
Segundo a presidente da comissão, ainda será necessário avançar na busca de soluções para a precariedade do fornecimento de água e esgoto e o déficit de moradia. Ainda há vítimas das tragédias das chuvas sem casa ou sem aluguel social. Mesmo quem conseguiu receber apartamentos no condomínio Ermitage sofre com as falhas estruturais do projeto e com os erros no próprio método de distribuição dessas moradias. Desde março, logo após a instalação da comissão, a Comissão tem seguido um plano de ação que envolve visitas a diversos territórios em todo o estado. As visitas já foram realizadas no Complexo da Maré, na capital; e no Parque Analândia, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

 

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