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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Defesa Civil mantém alerta para eventos climáticos extremos

Chuva e ventos fortes no final de tarde de domingo deixaram rastro de detritos e destruição

Luiz Bandeira

O final de tarde e início de noite deste domingo, 03, foi de susto, apreensão e prejuízos em vários bairros da cidade por conta da chegada de uma frente fria que provocou chuva intensa e rajadas de vento fortes que causaram alagamentos, quedas de árvores e até um pequeno deslizamento de encosta. O resultado desse evento climático extremo foi sentido pela população logo nos primeiros minutos de chuva com a queda de energia elétrica em muitos bairros provocada por rompimento da rede, atingida por galhos de árvores, além de alagamentos que causaram a interrupção do tráfego de veículos e pedestres por ruas e avenidas da cidade que não tiveram capacidade para escoar todo o volume de água precipitado. A Defesa Civil foi acionada para atender algumas ocorrências ainda no domingo e nesta segunda-feira o trabalho foi intensificado para atender toda a demanda, como relatou em entrevista ao jornal O Diário e Diário TV o Coronel Albert Andrade, secretário da pasta no município. “A incidência de uma frente fria que entrou no estado agora por esses dias, provocou durante o dia um calor muito intenso e a noite a temperatura baixou com muita umidade, gerando essas dessas pancadas de chuva forte”, explicou.
O Coronel Albert disse que já às 16h de domingo, após acompanhar a evolução de núcleos de chuva sobre a cidade, a Defesa Civil emitiu os primeiros alertas via SMS, informando a população da possibilidade dessas pancadas isoladas mais fortes, mas confessou que não esperava que a intensidade fosse tão grande. “Um fator que trouxe um número maior de danos foi a associação com o vento forte, foram sete ocorrências registradas, tivemos quatro que são risco estrutural associado ao destelhamento das casas por conta do vento. Duas árvores com risco de queda e um pequeno deslizamento”, contabilizou o secretário.

Problemas
Enquanto a chuva castigava a cidade, recebemos várias imagens com informações dos nossos leitores e assinantes que mostravam o caos provocado pelo temporal. Na Rua Fernando Martins principal acesso à Vila Muqui, o sistema de águas pluviais não suportou o volume e se rompeu deixando a via totalmente esburacada. Na Rua Jorge Melick, no Corta Vento, parte da via cedeu impedindo a passagem do coletivo que atende os moradores do bairro. Na Ermitage, a Rua Manoel Lebrão parecia um rio e muitos veículos ficaram impedidos de passar. A população relatou também a falta de luz nos bairros Várzea, Tijuca, Pimenteiras, Panorama, Prata, Fisher, Montanhas, Fonte Santa, Albuquerque e Três Córregos no Segundo Distrito. 

Atenção constante
O Coronel Albert Andrade relatou que a segunda-feira foi de muito trabalho. “Hoje, 04, o número de ocorrências está intenso as equipes estão na rua trabalhando direto para poder atender essa demanda, porque geralmente à noite as pessoas não saem de casa né? E aí de manhã quando elas saem começam a observar situações em árvores, próprios telhados e aí entram em contato com a Defesa Civil pra que seja feita a vistoria no local”.
O secretário detalhou as operações da Defesa Civil atualmente, trabalhando com duas equipes de pronto emprego, sete dias por semana, 24 horas por dia. “o importante é que a população, sempre quando ocorrer alguma emergência, ligue para o 199 que é o canal mais rápido de atendimento, as pessoas têm que ficar atentas aos alertas vias SMS, através do 40199 cadastrar pelo celular e recebe os alertas de chuva pelo sistema de alerta e alarme. Nas comunidades contamos com os voluntários dos núcleos de proteção e Defesa Civil que são parceiros que conhecem os bairros e seus moradores, que acionam os recursos da Defesa Civil quando necessário.“Estamos sempre em contato porque independente do registro que nós temos no pluviômetro nós sempre estamos falando via telefone com essas pessoas ou pelo WhatsApp para saber a situação real nas comunidades e quando nos temos uma intensidade maior nós sempre mandamos uma viatura pra comunidade pra poder já estar no local em caso de alguma ocorrência”, pontuou.
Não corra riscos desnecessários. Ao menor sinal de alagamento, deslocamento de encostas ou ostes, muros e vias inclinadas ou ainda rachaduras em construções ou no solo, saia do local de risco e avise imediatamente a Defesa Civil. 

 

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Edição 24/02/2024
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