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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Desenvolvimento Social debate atendimento a pessoas em situação de rua em Teresópolis

Encontro recebeu profissionais de diversas áreas e instituições

Na manhã de sexta-feira, 04, no Teatro Municipal de Teresópolis (Avenida Feliciano Sodré, 675, segundo piso), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social comandou um encontro de profissionais de diversas áreas e instituições do Município de Teresópolis para discutir o atendimento especializado às Pessoas em Situação de Rua na cidade. O objetivo do encontro foi formular estratégias de abordagem, convivência e reinserção destes cidadãos vulneráveis à sociedade e teve como lema: “Pessoas em Situação de Rua – cidadãos que merecem respeito”. Segundo o Secretário de Desenvolvimento Social, Valdeck Amaral, a ideia do encontro foi “envolver todos num processo de entendimento sobre o assunto porque, quando se fala de PSR, não falamos apenas de um grave problema social, pois afeta também o comércio, o turismo, a segurança pública e até a economia”.
Além de Amaral, participaram do encontro a Subsecretária de Desenvolvimento Social Iracema Toledo, a Coordenadora do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) Karla Ribeiro – que atende à população em situação de rua e/ou em vulnerabilidade social no município –, Dra. Sandiane Takays, advogada do CREAS, Dra. Cissa Neves, advogada da SMDS; Luciana Bárbara Ferreira e Thiago Lima Silva, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente; Rafaela Carvalho, da Procuradoria de Justiça; Silvana Braga, da Secretaria Municipal de Turismo; e Arsênio Teixeira, da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Teresópolis (ACIAT).
Na segunda parte do encontro, Iracema e Karla comandaram um bate-papo informal entre os participantes, com esclarecimentos sobre os direitos e as particularidades no atendimento desses cidadãos em situação de rua. “Fico surpreso e satisfeito com o fato de que o poder público tenha tantas ações concretas. Tenho certeza de que quase a totalidade dos meus pares na ACIAT desconhecem que o assunto PSR envolve muito mais do que ‘apenas’ pessoas vivendo nas ruas.” comentou Arsênio Teixeira. “Nosso trabalho não é incisivo, nem repressivo. Temos que criar e manter vínculos com esses cidadãos vulneráveis, que têm direitos constitucionais como quaisquer outros”, explicou Karla Ribeiro, sobre a atuação da assistência social no atendimento à PSR, tem como princípio acolher as pessoas em vulnerabilidade para atender e sanar suas necessidades.

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Edição 20/02/2024
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