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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Dom Gregório se despede da Diocese de Petrópolis

Celebração especial foi realizada na Catedral São Pedro de Alcântara

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, participou, no último sábado (02) da missa de despedida do bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, na Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis. Dom Gregório exerceu seu ministério episcopal por 11 anos na diocese petropolitana e tomará posse como o sétimo Arcebispo da Arquidiocese de Fortaleza. Durante a celebração, Cláudio Castro desejou boa sorte à nova missão do bispo a quem conheceu antes mesmo de se tornar governador. “Dom Gregório é um amigo muito querido, alguém que sempre deu uma palavra de incentivo muito grande nos momentos da minha trajetória. Também hoje aqui, não está só o governador, mas o amigo, o filho Cláudio Castro. E Petrópolis tem toda essa importância na minha vida e para o Estado do Rio de Janeiro. É fundamental um evento como esse, uma despedida de um grande bispo”, disse o governador. Dom Gregório se despediu dos fiéis que lotaram a igreja na manhã deste sábado. Ele agradeceu pelo tempo que passou na Diocese de Petrópolis. O bispo foi aplaudido pelo público presente no local. “Muito obrigado por tudo. Com vocês vivi grandes alegrias”, disse o bispo, que também lembrou de momentos de tristezas para cidade durante as chuvas que atingiram o município.


Cláudio Castro foi à missa acompanhado do secretário de Estado de Governo, Bernardo Rossi. Na ocasião, também estava presente o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo. Ao final da celebração, o governador cantou uma música e dedicou ao bispo. A canção faz referência a passagem bíblica onde Jesus mandou que “jogasse a rede do outro lado”. Segundo Castro, Dom Gregório vai cumprir sua nova missão com alegria.
O governador também lembrou sobre a atuação do bispo durante as tragédias provocadas pelas chuvas no município. “Ano passado, nós tivemos a tragédia aqui em Petrópolis e a diocese, como um todo, o próprio bispo, também foi muito atuante. As igrejas chegam, muitas vezes, onde o Estado não consegue chegar. Independente de ser católico, evangélico, matriz africana, todas elas buscam sempre o bem”, ressaltou o governador.

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Edição 22/02/2024
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