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Estado do Rio ganha setor de Coordenação de Desaparecidos

Data: 10/01/2019

A Coordenação de Desaparecidos, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, foi lançada no Palácio Guanabara, com a presença do governador Wilson Witzel e da secretária Fabiana Bentes - Carlos Magno

A Coordenação de Desaparecidos, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, foi lançada esta semana no Palácio Guanabara, com a presença do governador Wilson Witzel e da secretária Fabiana Bentes.  A Coordenação de Desaparecidos será comandada pela mãe do lutador de MMA Vitor Belfort, Jovita Belfort, que teve a filha, Priscila, desaparecida há 15 anos.  - Tenho certeza de que a Fabiana Bentes fará o melhor possível para dar um mínimo de resposta às famílias. Perder alguém da família é simplesmente perder um pedaço da gente. Ela está de parabéns por escolher a Jovita. Daremos o máximo possível para estruturar a coordenadoria - disse o governador.
A iniciativa vai planejar e executar ações de atenção às principais demandas da população desaparecida, que reside no Rio de Janeiro, para consolidar um sistema estadual de referência na elaboração de políticas públicas e atendimento aos desaparecidos e suas famílias. A secretária Fabiana Bentes comenta a importância da coordenadoria, inédita no Estado do Rio. - Vamos lutar por um cadastro único e pela criação do Alerta Pri, que será semelhante ao alerta Amber, dos Estados Unidos, que avisa quando uma pessoa some e divulga seus dados. A coordenação está sendo criada principalmente para fortalecer as ações associadas a políticas públicas. E a coordenadoria dará ferramentas para que as políticas públicas possam se estender pelos governos seguintes - afirmou a secretária.
A nova coordenadora trabalhará em parceria com a delegada Ellen Souto, titular da Delegacia de Desaparecidos. Jovita ressaltou sua luta pela causa, justamente no dia em que o desaparecimento da sua filha completa 15 anos. - Tenho orgulho de ter contribuído com a campanha para a criação da primeira Delegacia de Desaparecidos, que hoje é um exemplo para o Brasil. Entre 80 e 90 por cento dos casos são resolvidos anualmente - explicou Jovita. 

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