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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Estradas continuam sendo grande problema no interior

Anteriormente conhecida como Córrego Sujo, a localidade de Vale Alpino, no Terceiro Distrito de Teresópolis, continua sofrendo por conta do descaso do governo municipal em relação a manutenção das estradas de terra batida. Apesar de características dessas regiões, e cercadas por lavouras diversas, elas precisam de manutenção para evitar grandes problemas principalmente nessa época do ano, quando a chuva deixa as vias em condições ainda mais precárias e inacessíveis em pontos com maior desnível ou charco

Marcello Medeiros

Anteriormente conhecida como Córrego Sujo, a localidade de Vale Alpino, no Terceiro Distrito de Teresópolis, continua sofrendo por conta do descaso do governo municipal em relação a manutenção das estradas de terra batida. Apesar de características dessas regiões, e cercadas por lavouras diversas, elas precisam de manutenção para evitar grandes problemas principalmente nessa época do ano, quando a chuva deixa as vias em condições ainda mais precárias e inacessíveis em pontos com maior desnível ou charco. E como o governo Mario Tricano não tem feito sua parte, moradores de Vale Alpino têm sofrido bastante nos últimos dias. Após um temporal, o coletivo da Viação Dedo de Deus que faz a linha 36A ficou atolado, sendo necessária intervenção com a utilização de um trator para retirar o ônibus do lamaçal. “Nossas estradas estão buraco puro, muita lama. Ficamos sem ônibus por uma semana, prejudicando também as crianças irem para o colégio”, relatou ao jornal O DIÁRIO o leitor Marcelo, quem também enviou as imagens que ilustram essa reportagem.

No início o mês, mostramos que moradores que utilizam a estrada que faz a ligação entre as localidades de Santa Rita e de Andradas, no Segundo Distrito, se uniram na obtenção de uma solução paliativa para conseguir circular dentro do bairro, visto que uma ponte destruída pelas chuvas aguardava os reparos da Prefeitura. Sem o socorro do serviço público, a comunidade resolveu improvisar um desvio que passa dentro do pequeno curso d’água para seguir caminho. 

“Desde que o problema surgiu, não faltaram promessas das autoridades de que o problema seria resolvido. Os próprios moradores já providenciaram pequenos reparos para tentar dar uma solução ao problema. No último final de semana, uma máquina retroescavadeira foi alugada para abertura de um caminho paliativo, passado ao lado da ponte e atravessando o leito do pequeno córrego, situação que pode ficar complicada em dias de chuva. Porém, recentemente, a situação se agravou. Carros que fazem o escoamento da produção agrícola da região também têm dificuldade para circular. Vans e micro-ônibus que transportam as crianças da região para as escolas”, relatou o jornal na edição do dia 06 de fevereiro.


Coletivo da Viação Dedo de Deus que faz a linha 36A ficou atolado, sendo necessária intervenção com a utilização de um trator para retirar o ônibus do lamaçal

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Edição 25/05/2024
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