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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Matagal “engole” pracinha e escadaria na Tijuca

Há meses sem o serviço de capina, área de lazer e acesso “desapareceram”

A ideia de um governo moderno, atento às necessidades da população e buscando resolver o mais rápido possível problemas que se arrastaram por meses com a “velha política” ficou na promessa mesmo. Entrando no sexto ano da chamada “gestão”, o teresopolitano já aprendeu que o “novo já nasceu velho” e que pouca coisa mudou em relação ao que se conhece bem na prestação dos serviços públicos. Mais um exemplo da lentidão no governo Vinicius Claussen é o matagal que toma conta de boa parte da Rua Primeiro de Agosto, no bairro da Tijuca. São tantos meses sem o serviço de capina que uma pequena pracinha localizada no trecho final da via, no meio de uma área de manobra, não pode ser mais utilizada – a não ser que a criança queira brincar de explorador selvagem, por exemplo. Os poucos equipamentos de lazer também desapareceram em meio ao matagal.

Escadaria foi construída para facilitar acesso ao trecho final da rua, mas hoje é preciso ter coragem para atravessar o matagal que toma conta da passagem. Foto: Leitor Repórter


Nas proximidades do número 400 da mesma rua, existe uma escadaria que permite que aqueles que residem no trecho final cheguem mais rápido e fácil em casa. Pelo menos era para funcionar assim. Hoje, é preciso ter coragem para desbravar o grande volume de mato que toma conta e fecha boa parte do acesso com muitos degraus e maior volume ainda de vegetação, que cresceu graças a pouca frequência de manutenção por parte do poder público. Em resposta a solicitação feita pelo Diário através da Assessoria de Comunicação, a secretaria municipal de Obras e Serviços Públicos informou “que fará uma vistoria no local nesta terça-feira e vai incluir o trabalho na programação de ações”.

O velho de sempre
E não é preciso se esforçar muito para perceber que essa situação se repete em diversos bairros. Enquanto se mantém secretarias com pouca produção, pastas importantes como as de Obras e Serviços Públicos padecem com número reduzido de funcionários e equipamentos, fazendo com que mesmo o melhor secretário não consiga atender tanta demanda. Capina aqui, cresce lá. Fecha um buraco aqui e abrem outros três no bairro vizinho. Faltam funcionários e reais investimentos no setor de Serviços Públicos. Limpar somente as tampas dos bueiros não resolve o problema dos alagamentos. É preciso investir em galerias, mas, pelo visto, “obra embaixo da terra” e que “não é vista” continua não sendo prioridade da classe política local.


Edição 17/04/2024
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