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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Morte de professor comove teresopolitanos

Corpo de antigo docente do Euclydes da Cunha foi encontrado dentro de carro no Rio de Janeiro

Marcello Medeiros

Morreu o professor Marcus Tristão, docente da área de Filosofia e que por vários anos trabalhou no Colégio Estadual Euclydes da Cunha, no bairro do Alto. Seu corpo foi encontrado dentro de um carro abandonado na Rua Marechal Jofre, no Grajaú, Zona Norte do Rio de Janeiro, na última sexta-feira. Porém, a identificação do cadáver aconteceu somente nesta segunda-feira, e, a partir daí, a notícia sobre o falecimento do educador ganhou repercussão – gerando comoção de centenas de ex-alunos, amigos e familiares. As causas e circunstâncias do crime serão investigadas pela especializada Delegacia de Homicídios (DH-Capital). No final da noite de segunda-feira, a sede Teresópolis do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE) emitiu nota de pesar informando o falecimento do professor. 
“Uma mente brilhante, uma cultura imensa e um dos caras mais de boa que já conheci, seu legado com certeza está em tudo que ele ensinou e soube, como ninguém, transmitir aos seu muitos alunos e amigos. Tristão não era muito chegado a nenhuma religião, mas consigo imaginá-lo agora fumando seu cachimbo no céu. Seja lá o céu que for. Que sua alma encontre paz!”, postou em sua página na rede social o Professor de História Marcelo Fabiano Ferreira.
Em várias outras publicações, mensagens homenageando o educador que por muitos anos deu aulas no Euclydes da Cunha. “Perdemos um grande mestre, Marcus Tristão. Um grande fã de Belchior e admirador das belezas da vida. O conheci como professor, mas logo se tornou uma amizade de anos. Tristeza é o sentimento para o dia de hoje. Fica aqui minha pequena homenagem e meu grande agradecimento, foi uma das grandes mentes das quais tive o prazer de aprender e conhecer. Meus sentimentos a todos os familiares, e que a grandeza de sua obra nunca seja esquecida”, enfatizou Flavio Labanca.
Outra internauta, Késia Borges, publicou: “Marcus Tristão foi o melhor professor que eu tive. Ele não ele ensinou o que mandaram ele me ensinar. Ele me ensinou a pensar. Me ensinou a ver as coisas. Ele foi o melhor professor de filosofia que eu tive em anos de escola. E eu não acredito que ele se foi. Vítima da violência do Rio de Janeiro. E provavelmente vai ficar por isso mesmo. Porque aqui é assim. Gente ruim ferra com a vida de gente boa o tempo inteiro e nada acontece”.

 

 

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Edição 09/08/2022
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