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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Para “ganhar minutos”, motoqueiros colocam vidas em risco na Reta

GCM improvisa mais uma barreira para tentar evitar desrespeito ao CTB e ao próximo na Lúcio Meira

Luiz Bandeira

Nesta terça-feira, 21, nossa reportagem foi a campo para registrar uma infração de trânsito constantemente cometida por motoqueiros que, para diminuir o trajeto e ganhar alguns poucos minutos em suas corridas, têm atravessado o canteiro central da Avenida Lúcio Meira em vários pontos, mas em situação mais preocupante em frente à Rua José Corrêa da Silva Junior, no trecho conhecido como “esquina do pecado”, na Várzea. Depois das intervenções feitas no trânsito do Centro pelo governo municipal, em fevereiro de 2020, tal via teve o sentido do tráfego alterado duas vezes e agora está em mão dupla. Porém, isso não tem sido suficiente para alguns, que mesmo com mais facilidades no trânsito querem “se adiantar ainda mais”, sem se preocupar com a própria segurança. Diariamente alguns condutores de motocicleta, sobretudo os que vêm da Rua Waldir Barbosa Moreira, ou que seguem no sentido rodoviária vindos da Reta ou ainda aqueles que querem acessar a Delfim Moreira, tem sido vistos cruzando a Avenida Lúcio Meira, atravessam os dois sentidos da ciclovia e o canteiro central da Reta, só para cortar o caminho correto, aumentado em pouco metros pela Rua Jornalista Délcio Monteiro para quem vem do Bairro de São Pedro, por exemplo, ou ainda Rua Djalma Monteiro, Rua Tenente Luiz Meireles e Avenida Lúcio Meira para quem vem da Reta.


Os flagrantes de infração e imprudência são corriqueiros, tornando a travessia da via perigosa para pedestres, ciclistas e também para o motorista que trafega pela Avenida Lúcio Meira, que pode se deparar com uma motocicleta cruzando a via, colocando a vida dos outros em risco para ganhar alguns poucos minutos. Ciente do problema, a Guarda Civil Municipal tentou impedir a manobra, mas acabou usando um recurso pouco eficaz, uma barreira com faixas zebradas que são facilmente contornadas pelos infratores. Além disso, muitos continuam realizando a mesma manobra, antes ou depois do fitilho. Em contato com nossa equipe, que poucos minutos flagrou a situação se repetir diversas vezes nesta terça-feira, comerciantes confirmaram que diariamente todas as partes envolvidas nessa história – motoqueiros, ciclistas, pedestres, motoristas e os verdadeiros motociclistas – passam grandes sustos no local. “É para ontem que algo seja feito urgentemente. Motoqueiro acha que pode sair pulando o canteiro onde e quando quer, isso para reduzir em poucos minutos suas viagens, e colocando tanta gente em risco. Imagina se ele pega um ciclista ou pedestre em cheio? Ou ainda, ele mesmo pode se dar mal porquê os motoristas que seguem nos dois sentidos não estão esperando ninguém atravessar ali, porque não é lugar de atravessar”, relatou um comerciante, apelando para que GCM monte algum tipo de operação ou sistema para evitar tais bandalhas.

 

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Edição 23/02/2024
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