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Polícia Civil realiza ação para recuperar celulares produtos de crimes

Usuários dos aparelhos identificados serão intimados a entregar voluntariamente os dispositivos na delegacia

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) inicia, nesta segunda-feira (23), uma ação para recuperar aparelhos de telefone celular furtados ou roubados. O trabalho é parte da “Operação Rastreio”, maior iniciativa do estado do Rio de Janeiro para combater toda a cadeia criminosa que envolve a subtração e a receptação de celulares.

A partir de hoje, usuários dos aparelhos identificados ao longo das investigações da Polícia Civil serão intimados a entregar voluntariamente os dispositivos nas delegacias de todo o estado. O aviso será enviado por whatsapp, a partir dos números institucionais das unidades. O prazo será de 72 horas para comparecer às delegacias com os telefones.

Quem não entregar será responsabilizado criminalmente por receptação. Por isso, é fundamental que, caso a pessoa tenha qualquer impedimento de cumprir o prazo, faça contato com o telefone da delegacia – o mesmo que enviou a mensagem – para explicar a situação.

“O crime de receptação pode parecer inofensivo, mas é o que move toda a cadeia criminosa. Os roubos e furtos só ocorrem porque há quem pague pelo celular. Esses aparelhos que estamos buscando recuperar podem ter custado vidas”, afirma o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi.

A devolução ocorrerá obrigatoriamente no interior das delegacias, para um policial, onde será formalizado o auto de entrega. Todos os celulares serão periciados e, posteriormente, restituídos aos legítimos proprietários, muitos deles ainda pagando o parcelamento da compra. É uma iniciativa, inclusive, para beneficiar financeiramente as vítimas.

O secretário de Polícia Civil dá dicas para que os consumidores não caiam em cilada e acabem sendo investigados por receptação. “Nunca compre um aparelho sem saber a procedência. Procure estabelecimentos de confiança, desconfie de preços abaixo dos praticados no mercado e sempre exija a nota fiscal”, destaca o delegado Felipe Curi.

Desde o início da “Operação Rastreio”, em maio deste ano, as ações coordenadas já resultaram em mais de 800 aparelhos recuperados. Até o momento, mais de 50 envolvidos na cadeia criminosa foram presos.

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Teresópolis 14/03/2026
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