No final da tarde desta segunda-feira (09), mais dois moradores de Teresópolis acusados de fazer parte da facção criminosa Comando Vermelho, mas agindo em comunidades locais, terminaram no mesmo lugar de tantos outros do mesmo bando: atrás das grades. Os homens, um que seria o ‘gerente’ do comércio de venda de drogas nos bairros Quinta-Lebrão e Fonte Santa e o outro um suposto ‘vapor’, ou seja, responsável pela venda direta, foram encontrados escondidos em casa e não reagiram às incursões policiais. A operação para prender a dupla foi realizada pelas polícias Militar e Civil, cumprindo ordem judicial para retirar os bandidos de circulação.
“?A ação foi motivada pelo cumprimento de mandados de prisão por tráfico de drogas que já pesavam contra a dupla. Ambos foram levados para a 110ª DP, onde as ordens judiciais foram formalizadas. Agora, os dois seguem à disposição da Justiça para responderem pelos crimes previstos no Artigo 33 da Lei de Drogas. A integração entre as equipes de PATAMO e a Polícia Civil foi fundamental para o sucesso da operação, garantindo que os alvos fossem localizados simultaneamente em pontos diferentes da cidade”, divulgou o 30º BPM em nota encaminhada ao Diário.

Os homens ficaram acautelados no xadrez local até transferência pra unidade prisional da Polinter, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Frequentemente, pessoas que têm se aliado a essa e outras facções criminosas da capital têm tido sempre dois destinos: cemitério ou cadeia. No ano passado, o suposto ‘líder local’ desse bando em Teresópolis, conhecido como ‘Gorilão’, foi preso em operação do MPERJ, PMERJ e Polícia Civil. Acusado de tráfico e homicídios, ele estava escondido em uma comunidade na Baixada Fluminense, onde foi localizado, preso e trazido para flagrante em Teresópolis, onde foi autuado pelos crimes pelos quais foi denunciado município. Em seguida, transferido para presídio na capital.






