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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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SindPMT: servidores estão preocupados se vão receber o 13º salário

“Não temos nenhuma previsão diante do que a prefeitura vem apresentando agora”, destaca Kátia Borges

Isla Gomes

Nesta terça-feira, 21, recebemos na sede da Diário TV a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresópolis, Kátia Borges, para esclarecer alguns tópicos de interesse dos servidores, entre eles, se há alguma previsão para quitação do 13° e 14° salários, como está a relação do governo municipal com o sindicato, sobre os problemas do POT, e também as questões no âmbito da educação, como reforma das escolas e compra de novos espaços. Em entrevista, Kátia começa declarando que percebe quando está ocorrendo atrasos na prefeitura, pois, o sindicato começa a receber mensagem da Caixa Econômica dos consignados. “Com esses sinais sabemos que a prefeitura está usando o bruto para pagar salário, se a prefeitura optar por dar prioridade aos salários, a gente tem até dezembro o pagamento. Com relação ao décimo terceiro e décimo quarto, a gente teria que ter recebido dia 20 de novembro a primeira parcela e 20 de dezembro teria que receber a segunda, mas, nessa condição de já estar deixando de pagar as empresas para pagar o salário, a gente já fica preocupado com o décimo terceiro, sem saber se de fato vamos receber ou não, não temos nenhuma previsão diante do que a prefeitura vem apresentando agora”, declara.
Ainda segundo ela, nos últimos meses o prefeito não está nem ao menos recebendo o SINDPMT. “A gente hoje não tem mais relação, ele não atende mais, tem mais de seis meses que a gente pediu uma reunião para concluir o nosso ano, para poder falar de salário, 13°, 14°, mas infelizmente a relação foi quebrada, ele agora abriu mão de fazer a gestão, de fazer o diálogo necessário, hoje as portas são fechadas totalmente, inclusive, mais para frente nós vamos fazer as nossas manifestações para garantir o 13° e o 14°”, explica.

POT
Kátia salientou que já vem cobrando questões sobre as denúncias da Programa de Operação Trabalho há muito tempo, ela destaca que o sindicato não tem nada contra o POT e sim contra a forma como o programa vem sendo utilizado. “Hoje a gente não tem noção, pedimos atualização do POT, tanto ao Desenvolvimento Social quanto para a Secretaria de Educação, porém, não recebemos nenhuma das duas atualizações, sabemos que a educação trocou muitos por agora, em função do fim do contrato de junho e julho, mas não temos noção de como está hoje, sabemos que o número é muito alto, até mesmo pela condição do pagamento, pois a gente pega no portal de transparência o valor total que é pago, então temos uma noção de que se não passamos estamos chegando aos três mil”, ressalta.

Educação – CMEI Várzea
Quando questionada se o sindicato tem alguma informação se a prefeitura comprou o novo espaço para a unidade do CMEI da Várzea, ela esclarece que ainda não possuem essa informação. “Não temos essa informação, pelo que a gente sabe até o momento eles tem prazo para sair, mas as crianças não tem um local novo para ir, como estamos terminando o ano, eu acredito que as aulas sejam suspensas e só em janeiro ou fevereiro do ano que vem a gente tenha notícias para onde essas crianças vão, isso é preocupante em vista do cenário que a gente acompanhou ao longo desses três anos com as condições das escolas”, pontua.

Educação – novos espaços
Kátia também falou que é preocupante que essas adaptações de espaços públicos para escolas acabem sendo prejudicial para os estudantes e também para os servidores. “É muito preocupante, temos o Lino Oroña que é uma situação gritante, as crianças tiveram que ser dispensadas por conta do calor, são espaços muito quentes e não adaptados para ser uma escola, o Hermínia Josetti que está em um espaço muito menor e ainda esteve com problema de falta de luz esta semana, com isso teve suas aulas diminuídas, o espaço é muito quente então estava muito calor, as crianças não conseguiram sequer ficar dentro da unidade que nem janela tinha, então por mais que coloquem ventiladores não dá a ventilação necessária que as crianças necessitam, são muitas crianças em um espaço pequeno, ou seja, temos toda uma estrutura mexida, prejudicada, sendo ruim não só para os alunos mas também para os professores, funcionários de apoio, para os servidores, infelizmente o governo não se preocupa com isso”, frisa.

Edição 24/02/2024
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