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SINDPMT vai eleger nova diretoria nesta terça-feira

Data: 30/11/2019

Robson Abreu e Kátia Borges, da atual gestão e concorrendo pela Chapa 1, lembram os desafios da categoria

Será realizada na próxima terça-feira (03), das 9h às 18h, a eleição que vai definir a próxima diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresópolis. A escolha era para ter acontecido no ultimo dia 26. Porém, não houve quórum legal para a definição do pleito. Eram esperados pelo menos 1.185 eleitores para que fossem abertas as urnas e apurados os votos que decidiriam o futuro do sindicato. Porém, apenas 733 pessoas compareceram a sede do SINDPMT, localizada no número 35 da Rua Fernando Martins, acesso da Vila Muqui, ou depositaram seus votos na urna colocada na sede do governo municipal, o Palácio Teresa Cristina, ou nas três itinerantes. Na próxima sessão, os locais de votação serão os mesmos. Porém, na segunda chamada não será necessário número mínimo de eleitores para definir a eleição disputada por dois grupos, Chapa 1 – Determinação, encabeçada por Kátia Borges e Jean Chiappeta, e Chapa 2 – Renovação, que tem como presidente Ana Lídia e vice Marize Oliveira. Para votar é preciso estar sindicalizado há pelo menos três meses e apresentar documento de identidade com foto. Estão aptos a participar do processo 1433 servidores ativos, 961 inativos e 11 cedidos para a Câmara Municipal.
Nesta sexta-feira (29), conversamos com a atual diretoria do SINDPMT, que falou sobre o momento da categoria e os desafios de quem assumir o Sindicato após resultado do pleito da próxima semana. “É preciso eleger algumas prioridades, como receber o retroativo do vale-refeição, uma dúvida que já chega a R$ 16 milhões, conseguir efetivamente o plano de saúde, pois temos direito, ter aumento real, visto que estamos com salário em dia, mas defasado, lutar por um concurso, pois saúde e educação estão sucateadas, o número de aposentadorias é muito grande e a Tereprev daqui a pouco não terá mais como se manter. Temos que reduzir esse número de contratados, de pagar horas extras, o que sai muito mais caro para o município”, pontua Kátia Borges. “Hoje até temos possibilidade de negociação, mas essa mesa tem que andar”, completa.
Robson Abreu, que também integra a diretoria atual do SINDPMT, lembra que o momento atual é mais tranquilo, porém que a categoria já sabe como funcionam as promessas pré-eleitorais. Na gestão Tricano, por exemplo, prefeito que sequer recebia os sindicalistas, os salários foram pagos em dia até o mês de eleição. No seguinte, já não houve pagamento na data prevista. “Ano que vem estaremos em período eleitoral, aí começam muitas promessas e depois sabemos com funciona. Na última vez ficamos com quatro meses de salários atrasados, perdemos direitos e sequer éramos recebidos”, enfatiza.
Kátia lembra ainda que quando o servidor público é preterido, grande parte da população tem a perder. “Em 2017 ficamos quatro meses sem salário e teve o parcelamento no início de 2018. Essa falta de dinheiro prejudica o comércio, as escolas. Naquele ano as vendas de Natal foram baixíssimas. Hoje a gente vive uma tranquilidade salário em dia, mas é o mínimo que se espera quando se trabalha. A gente precisa ter o que tinha. O Pedro Gil devolveu o vale alimentação, mas hoje ele deveria estar R$ 128 e está R$ 100”, completa.

Chapa 2 – Renovação, que tem como presidente Ana Lídia e vice Marize Oliveira

“Renovação”
Na Chapa 2 encabeçam os servidores Ana Lídia (Presidente),  Marize Oliveira (Vice) e Robson Mello (Secretário Geral), que em sua propaganda enfatizam "Para nós, quem manda no Sindicato é o Trabalhador. Para enfrentarmos os ataques do patrão, precisamos de um Sindicato cada vez mias forte. Com a Chapa 2, o Sindicato lutará por salários empregos e direitos”. Entre as promessas de campanha: Luta pela recuperação das perdas salariais e reposição do poder aquisitivo dos servidores públicos (PCCS), concurso público já, fim das terceirizações, 1/3 de planejamento a para a educação, revisão do plano de carreira da educação, bolsa formação para os GCMs e EPIs  para Agricultura e Serviços Públicos.

 

 

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