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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Opinião: Uma estrelinha na imensidão

Felipe Coelho - Presidente da ACIAT

Uma estrela apareceu de forma diferente. E alguns estudiosos ficaram intrigados. A astronomia, naquela altura, já era utilizada para muitas finalidades. Ainda mais numa época em que não havia nem uma ínfima parte dos recursos que temos hoje.
O universo possui uma quantidade infinita de astros que emitem luz.
A estrela mais próxima de nós é a alfa-centauro. Ela está somente a 4,37 anos-luz da Terra. Mas um ano-luz é a distância em que a luz consegue percorrer ao longo de um ano. O brilho que vemos hoje dessa citada estrela vem de uma explosão que aconteceu em meados de agosto de 2018.
A luz “viaja” no vácuo a uma velocidade de 299.792.458 metros por segundo. O que equivale a módica medida de celeridade de 1.079.252.848,8 km/h. Dessa forma, essa estrelinha-vizinha, que está “logo ali” está a 41.320.000.000.000 km de nós. 41 trilhões de quilômetros. Consegue imaginar isso?
Vou parar por aqui. Se começarmos a fazer algumas contas do que o ser humano já conseguiu mapear de uma pedacinho do universo, pode não caber os números nessa página.
Como no meio dessa imensidão, uma estrela, uma noite, apareceu de uma maneira tal que apontava uma localidade e informava o nascimento de uma criança especial?
Você deve ter entendido ao que me refiro. Pois já deve ter ouvido de alguma maneira a história do Natal.
Dentre muitos clichês, decidi refletir sobre algo pouco analisado. Qual poder e qual aparato mexeu com essas citadas superlativas forças e distâncias do universo?
Da mesma forma, se a ONU declarou que a humanidade chegou a 8 bilhões de habitantes em novembro de 2022, somos uma estrelinha na imensidão do Planeta Terra.
Sou feliz com a minha crença. Mas estamos aqui para respeitar todas as outras.
No entanto, o encorajo a independente disso buscar nesse Natal e em 2023 algo similar ao que a estrela mostrou aqueles Magos do Oriente.
Feliz Natal para todos!

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Edição 20/04/2024
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