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GCM verifica invasão de escola abandonada desde 2011

Interditado, espaço público tem sido utilizado por usuários de drogas no Espanhol

Marcello Medeiros

Na tarde desta terça-feira (17), uma equipe do setor ROMU, da Guarda Civil Municipal, foi acionada para verificar uma suposta invasão de um prédio público da secretaria municipal de Educação no bairro do Espanhol. Os agentes da secretaria de Segurança Pública encontraram aberta a Escola Municipal Pastor Assis Cabral, estabelecimento de ensino que está fechado desde a tragédia de 12 de Janeiro de 2011. Segundo denúncias de moradores, a saudosa escolinha da comunidade deixou de receber estudantes e passou a ser frequentada por pessoas em situação de rua e usuários de drogas.
Os agentes da Guarda Civil Municipal não encontraram ninguém no local, mas confirmaram a utilização inadequada do prédio de propriedade do município. Dezenas de pinos de cocaína e embalagens de outros entorpecentes foram encontrados nos grandes cômodos, outrora repletos de luz e esperança. Também havia roupas velhas e resquícios de fogueiras. A previsão da GCM é realizar outras ações no local, inclusive no período noturno, com apoio do 30º Batalhão de Polícia Militar.

Guarda Municipal foi acionada por moradores do Espanhol para apurar nova invasão. Plantão Diário

Desperdiço de espaço
Desde que grandes escorregamentos de terra afetaram duramente o bairro do Espanhol, na madrugada de 12 de Janeiro de 2011, a escola Pastor Assis Cabral deixou de cumprir sua função. Com o risco de novos escorregamentos de terra, os estudantes foram remanejados para outras unidades de ensino e, hoje, eles, pais e responsáveis precisam se deslocar por distância maior para cumprir o calendário estudantil.
Apesar de não ter ocorrido mais nenhum tipo de problema relacionado na região, o prédio nunca mais foi utilizado como escola ou para qualquer outro fim que pudesse dar algum tipo de benefício à comunidade. A depredação e o degradação natural pelos anos sem manutenção deixaram o local hoje em situação preocupante. Mas, para quem vive na região, poderia voltar a ser utilizado. “Essa vergonha de gente usando droga, fazendo baderna, é sempre. Já reclamamos à polícia, mas nada foi feito. Poderiam demolir e fazer uma pracinha para a comunidade, por exemplo”, relatou ao Diário um vizinho da abandonada escola.

Dezenas de pinos de cocaína e embalagens de outros entorpecentes foram encontrados nos grandes cômodos, outrora repletos de luz e esperança. Também havia roupas velhas e resquícios de fogueiras. Plantão Diário


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Teresópolis 17/03/2026
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