Ascom / Diocese de Petrópolis
Na celebração do Terceiro Domingo da Quaresma, dia 23 de março, na Igreja Jubilar Santa Teresa, em Teresópolis, o bispo diocesano, Dom Joel Portella Amado, presidiu a missa de admissão às Ordens Sacras dos candidatos ao diaconato permanente: Alechandre Miranda, Carlos Alberto Martins Brito, Giovane Gonçalves de Sampaio, Luiz Carlos da Silva, Paulo César Carreiro da Silva, Paulo Roberto Valim e Uilian Mathias Teixeira.
A missa, celebrada às 15h, ficou lotada com a presença de familiares, amigos, paroquianos e a participação dos diáconos permanentes e de vários padres da Diocese. O decano de Teresópolis e pároco de Santa Teresa, Padre Jorge Luiz Pacheco de Medeiros, manifestou sua alegria pela celebração e pela presença do bispo diocesano.
Durante a homilia, a mensagem central foi clara: renovar a esperança, mesmo diante das dificuldades, e manter o compromisso com a missão cristã. O bispo reforçou a importância da comunhão entre as famílias e a vivência da fé no dia a dia. “É muito bom celebrar o dia do Senhor, no domingo, na casa do Senhor, na família do Senhor. Isso é muito bom”, destacou, enfatizando o papel da Igreja como um espaço de fortalecimento espiritual.
Dom Joel refletiu sobre os desafios da vida e a necessidade de manter a esperança. “Vamos reconhecer que, às vezes, a vida pesa. E, quando ela pesa, a esperança pode ir embora. Mas a Igreja nos ajuda a encontrar sinais de Deus para continuar caminhando”, afirmou.

O Jubileu, que se estenderá até o dia 28 de dezembro, é um convite para que os fiéis se aproximem ainda mais de sua fé, participem ativamente das celebrações e recebam as indulgências, fortalecendo o espírito e o coração. Ele mencionou a preparação dos candidatos ao Diaconato Permanente, comparando a vocação dos futuros diáconos à missão de Moisés, que atendeu ao chamado de Deus para guiar seu povo. “Não somos chamados para ocupar um título, mas para cumprir uma missão. Somos chamados a anunciar o Evangelho, a manifestar o amor de Deus em nossas vidas”, enfatizou, reforçando a importância do compromisso pastoral.
Inspirado na parábola da figueira, o sermão alertou para a necessidade de transformação espiritual. “Você é chamado para produzir frutos. E, se às vezes esses frutos não aparecem, Deus ainda nos dá uma nova chance. Seu amor não é contratual, mas gratuito e infinito”, destacou.