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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Fonte Judith com água imprópria para consumo

Outras duas nascentes devem ser evitadas até nova análise da secretaria municipal de Saúde

Dando continuidade à vigilância periódica da qualidade da água das fontes da cidade, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou o resultado do exame microbiológico feito nesta terça-feira, 8, em 13 pontos. De acordo com as amostras coletadas e analisadas pelo Laboratório Bacteriológico de Análise de Água para Consumo Humano, da Secretaria Municipal de Saúde, João Raposo, na Tijuca, Taumaturgo, bairro de mesmo nome, e a famosa Judith, no Alto, encontram-se impróprias para consumo. Das três, a que tem mais procura é a última – um dos atrativos turísticos do bairro mais visitado do município. 
A secretaria de Saúde alerta que como a água pode sofrer variações de potabilidade, devido a alterações climáticas e do ambiente do entorno onde as fontes se localizam, os usuários são orientados a sempre ferver ou filtrar e clorar a água antes de ser consumida. Sendo assim, após filtração, devem ser adicionadas duas gotas de hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) para cada litro de água. Depois, espera-se 30 minutos antes de utilizar. O procedimento atende a Portaria 2.914/2011, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade.  
O monitoramento microbiológico da água das fontes da cidade é feito por equipe do Programa Vigiágua, setor ligado à Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde. Atendendo determinação do Ministério da Saúde, o acompanhamento é periódico, a fim de garantir que a água consumida pela população atenda ao padrão e normas estabelecidas na legislação vigente. 
Tendo em vista os resultados, foi orientada a adoção das seguintes medidas: 1) Interdição das fontes impróprias e investigação de possíveis danos na tubulação ou outras formas de contaminação da água; 2) Orientação aos usuários para que filtrem e clorem a água antes de beber, mesmo a das fontes que estão próprias para consumo; 3) Providenciar o reforço e a ampliação do serviço de monitoramento das fontes públicas, conforme solicitado pela Câmara Técnica de Saneamento do Comdema – Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente; 4) Informar a população sobre a potabilidade de cada fonte através da manutenção de placas indicativas.

Resultado do exame microbiológico:
Fonte Alexandre Fleming (Vale do Paraíso) – Própria para consumo
Fonte Amélia (Alto) – Própria para consumo
Fonte Brahma (Várzea) – Própria para consumo
Fonte Fonte Santa – Própria para consumo
Fonte Granja Guarani – Própria para consumo
Fonte Perpétuo – Própria para consumo
Fonte Santa Ângela (Vale do Paraíso) – Própria para consumo
Fonte São Sebastião (Pimenteiras) – Própria para consumo
Fonte Saúde (Tijuca) – Própria para consumo
Fonte 7 Tanques (Rosário) – Própria para consumo
Fonte Judith (Alto) – Imprópria para consumo
Fonte João Raposo (Tijuca) – Imprópria para consumo
Fonte Taumaturgo – Imprópria para consumo

 

 

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Edição 28/05/2024
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