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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Grupo de palhaços leva esperança e alegria para hospitais de Teresópolis

Em entrevista ao Diário, o “Dr. Cebola” fala sobre a importância da iniciativa e conta novidades da ONG

Isla Gomes

A inserção da palhaçaria nos hospitais é relativamente recente, mas o palhaço tem tido um papel fundamental para o paciente e o tratamento: promover o bem-estar! É isso que os amigos da “Trupe Nós Aí” têm feito com os pacientes dos hospitais São José e Beneficência Portuguesa, em Teresópolis. O projeto existe há sete anos e hoje conta com mais de 60 voluntários. “Estamos hoje no São José que é um hospital parceiro, junto também com a Beneficência, e estamos para iniciar o trabalho na UPA daqui de Teresópolis. Também estamos tentando com o Hospital das Clínicas, que foi onde tudo começou também há aproximadamente quatro anos. Além disso, estamos expandindo o projeto, ou seja, saindo de Teresópolis, ano passado a gente fez o trabalho em São José do Vale do Rio Preto, Hospital Santa Terezinha, e agora estamos indo para Petrópolis. Dia 11 de maio nós teremos um workshop de palhaçarismo lá em Petrópolis”, relata Marcelo Viana, conhecido também como “Dr. Cebola”, responsável pela turma da alegria.

“O trabalho da palhaçaria hospitalar abrange não só o paciente, alcança todos que estão naquele ambiente, tanto paciente, como acompanhante até o próprio colaborador do local”, destaca o responsável pelo grupo, Marcelo Viana. Foto: Isla Gomes/O Diário

Dar risada é considerado benéfico para a saúde, melhorando o humor e diminuindo a intensidade do estresse físico e emocional. Quando rimos, a parte da frente do cérebro, conhecido como lobo frontal, ajuda a interpretar as informações e decidir se são engraçadas. Isso desencadeia uma resposta no sistema límbico, responsável por controlar sentimentos como prazer e medo e aí ele estimula o córtex motor, que gera a resposta física do riso. Todo esse processo altera as endorfinas que circulam no corpo. A adrenalina associada ao medo e à ansiedade diminui significativamente. Em longo prazo, os níveis de cortisol, hormônio do estresse, também diminuem. Já os responsáveis pelo bem-estar, como dopamina, serotonina e endorfina aumentam. Essa mudança pode gerar uma sensação de alívio da dor e relaxamento.

Por ser uma organização sem fins lucrativos é possível colaborar com o trabalho da ONG, sendo um apoiador desta iniciativa tão especial. A chave PIX é a 4097 3531 0001 85

Pacientes e colaboradores
Marcelo destaca ainda que o trabalho engloba a todos, levando esperança, alegria e conforto até mesmo para os colaboradores do ambiente hospitalar. “O trabalho da palhaçaria hospitalar abrange não só necessariamente o paciente, alcança todos que estão naquele ambiente, tanto paciente, como acompanhante até o próprio colaborador. Esse trabalho traz conforto para as pessoas em um momento tão delicado, hospital é um ambiente em que ninguém quer ficar por muito tempo. As nossas visitas duram em torno de duas horas, mas, já é suficiente para levar alegria, fé e o amor de Deus para as pessoas. É comprovado cientificamente que o sorriso traz melhorias para o quadro dos pacientes”, conclui.

“As nossas visitas duram em torno de duas horas, mas, já é suficiente para levar alegria, fé e o amor de Deus para as pessoas. É comprovado cientificamente que o sorriso traz melhorias para o quadro dos pacientes”, enfatiza o “Dr. Cebola”. Foto: Isla Gomes/O Diário

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Edição 23/05/2024
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