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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Lamaçal impede acesso de residências em localidades no interior

Moradores denunciam falta de ações do governo municipal em Prates e Imbiú

Uma das bandeiras de campanha da atual gestão foi atacar as anteriores, chamadas de “velha política”. Porém, entrando no sexto ano de mandado do atual prefeito, se percebe que “o novo já nasceu velho”. Diversas situações que desde governos anteriores preocupavam os teresopolitanos não foram resolvidas e, pelo contrário, parece que só tem piorado. Um dos exemplos é a dificuldade de acesso em várias localidades da zona rural no período chuvoso, quando as estradas de terra batida ficam ainda mais prejudicadas e muitas pessoas sequer conseguem utilizar seus veículos. Nesta segunda-feira (22), recebemos mais dois pedidos de ajuda através do nosso Whatsapp (2742-9977), agora de moradores das localidades de Prates e Imbiú.

A Rua José Eugênio de Oliveira é bastante íngreme e, sem calçamento, “virou um sabão”, como dizem os mais antigos. Foto: Leitor Repórter


Segundo um deles, quem mora na Rua José Eugênio de Oliveira, perto do principal subida de Prates, não têm conseguido chega em casa com os veículos que não são tracionados. A rua é bastante íngreme e, sem calçamento, “virou um sabão”, como dizem os mais antigos. “Somente quatro por quatro para subir lá, é um absurdo. Dizem que serão melhores que os outros, fazem a maior campanha e na verdade nada mudou”, relatou ao Diário a moradora Ana Francisca. Outro residente no Imbiú informou o risco para motoristas e motociclistas, citando que até a pé tem sido difícil caminhar na localidade. Carros têm ficado pelo caminho nos dias mais complicados. Esse morador também questiona a ausência dos vereadores, lembrando que um deles foi eleito justamente pelas comunidades da zona rural do município.
Diante das demandas, cobramos um posicionamento do governo Vinicius Claussen nesta segunda-feira. Porém, mais uma vez a assessoria de comunicação não retornou o contato, em total desrespeito àqueles que pagam os salários dos servidores públicos, a população. Nas últimas semanas, a “gestão” tem ignorado todos os pedidos de informação e até situações emergenciais, como dados relacionados à Defesa Civil e a proliferação de vetores de doença como o mosquito Aedes aegypti.


Edição 02/03/2024
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