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O DIÁRIO DE TERESÓPOLIS
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Teresópolis tem seis medalhistas no Campeonato Estadual de Karate

Atletas locais na expectativa para a convocação para o brasileiro da modalidade

Nosso município pode ter o título de Capital Nacional de Montanhismo, mas é nas artes marciais que o nome do município têm tido muito destaque atualmente: no último fim de semana, Teresópolis mais uma vez esteve no pódio graças a uma competição milenar. Seis atletas da Kamae de Karate, academia instalada na Avenida Delfim Moreira, na Várzea, participaram da segunda etapa do Campeonato Estadual de Karate, realizado na Arena do Flamengo, em Maricá, e voltaram para casa com medalhas no peito. O evento foi realizado pela Liga Independente de Karate Esportivo do Rio de Janeiro e essa etapa foi a última classificatória para o Campeonato Brasileirão CEEBK.

“Todos os atletas de Teresópolis subiram no pódio. Esperamos durante esta semana a convocação para o Campeonato Brasileiro que será realizado no próximo mês”, relata o professor Régis Hiroshi Miura. Os atletas medalhistas foram: Tatiana Fones – 3° Lugar; Gabriel Nayodi – 2° Lugar; Paulo Victor – 3° Lugar; Shayera Jasmim – 2° Lugar; Jorge Rodrigo – 3° Lugar; Pedro Franco – 2° Lugar; e Hiroshi Miura – 3° Lugar.


Com origem no século 18, esporte olímpico, muita popularidade a partir dos anos 80 com o filme “Karate Kid” – e com novo “boom” mais recentemente, com série na Netflix “Cobra Kai”, tendo como base a icônica produção de cinema – o Karate, ou Caratê, trazendo para a grafia correta na língua portuguesa, atrai cada vez mais adeptos em todo mundo. A Academia Kamae de Karate funciona Avenida Delfim Moreira, 1277, em cima do Bar Severina, próximo a entrada do bairro Vale do Paraíso. As aulas são realizadas terças e quintas-feiras das 19h às 20h30 (Adulto – professor Rogério Franco, faixa preta, 5° Dan); Sábados das 10h às 11h30 (Infantil – professor Régis Hiroshi Miura – faixa preta, 4° Dan).

História do Karatê
A história do karatê começou no século 18, na ilha de Okinawa, no Japão. Naquela região, o uso de armas havia sido proibido. Para responder a possíveis saques e assaltos, as pessoas passaram a buscar técnicas de autodefesa em que usavam somente o próprio corpo. A impossibilidade de usar armas foi o principal motivo para que essa arte marcial recebesse o nome de karatê, que significa “mãos vazias”. Ao longo da história do karatê, diferentes mestres desenvolveram suas próprias técnicas de autodefesa. Assim, há inúmeros estilos da arte japonesa.

Entre os principais estilos de karatê, estão Shotokan, Goju-Ryu, Shito-Ryu e Wado-Ryu. Ainda que haja diferentes técnicas, o karatê busca, essencialmente, a disciplina do corpo e da mente, com o aperfeiçoamento do caráter dos seus praticantes. No início do século 20, o karatê passou a ser uma arte marcial mais difundida. Por volta de 1920, houve o incentivo para que ela fosse lecionada em universidades japonesas, o que ajudou na sua popularização. O karatê chegou ao Brasil, efetivamente, em 1956, quando o sensei Mitsuke Harada (Shotokan) instalou o primeiro dojô em São Paulo. Desde então, a arte marcial se desenvolveu rapidamente no país. Atualmente, há mais de 250 mil praticantes de karatê registrados no Brasil.

Edição 19/06/2024
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